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Medium 9788582712139

Capítulo 2 - Qualidade em salões de beleza

Ana Lucia Jezuino da Costa Grupo A PDF Criptografado

capítulo 2

Qualidade em salões de beleza

As pessoas que frequentam salões de beleza, embora busquem os mesmos serviços, podem ser muito diferentes entre si, com interesses e estilos variados. Compreender e respeitar as diferenças e as necessidades de cada um é fundamental para oferecer serviços de qualidade para todos os clientes, em todas as situações, minimizando equívocos e priorizando a saúde e a satisfação.

Competência

Identificar os equívocos cometidos em salões de beleza a partir de princípios

éticos e aspectos de promoção da saúde de clientes e trabalhadores, com vistas à correção e à minimização de danos.

Objetivos de aprendizagem

Avaliar os reflexos do Código de Defesa do Consumidor no processo de trabalho dos salões de beleza.

Identificar equívocos dos salões a partir de princípios éticos e aspectos de promoção da saúde de clientes e trabalhadores.

Instrumentalizar clientes e trabalhadores para que identifiquem infrações de normas técnicas que coloquem em risco sua saúde e a qualidade do serviço.

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Medium 9788520427033

2. O aluno desmotivado como desafio ao educador físico

VAISBERG, Mauro; MELLO, Marco Túlio de Editora Manole PDF Criptografado

capítulo

2

O aluno desmotivado como desafio ao educador físico

Tânia Maria José Aiello Vaisberg

Maria Christina Lousada Machado

Fabiana Follador e Ambrosio

Como se sabe, de um modo geral, as pessoas muitas vezes fazem afirmações sobre si mesmas que, mesmo sendo sinceras, não correspondem ao modo como verdadeiramente se comportam na prática. Esse fenômeno é claramente observado no mundo da política, na medida em que raramente as promessas feitas às vésperas das eleições são cumpridas ao longo dos anos do cargo público eventualmente conquistado. Na vida privada, muitas dificuldades conjugais têm a ver com a incoerência existente entre aquilo que foi idealizado durante o namoro e o real cotidiano do casamento. Do mesmo modo, quando se considera o uso do exercício físico como prática que pode manter, recuperar ou promover a saúde,

é comum constatar uma situação análoga: poucas pessoas emitem, atualmente, opiniões contrárias à atividade física, mas uma grande maioria não é capaz de aderir a práticas regulares e continuadas que, reconhecidamente, produzem resultados positivos e gratificantes.

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Medium 9788580550771

18. Coxa, Quadril, Virilha e Pelve

William E. Prentice Grupo A PDF Criptografado

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Coxa, Quadril, Virilha e Pelve

■ Objetivos

Ao terminar este capítulo, você deverá ser capaz de

• Reconhecer a anatomia estrutural normal da coxa.

• Fazer a avaliação de uma coxa lesionada.

• Reconhecer corretamente as várias lesões que podem ocorrer em estruturas anatômicas da coxa.

• Revisar a anatomia de quadril, virilha e região pélvica.

• Avaliar com precisão as lesões que ocorrem no quadril, na virilha, na pelve e na área que os circundam.

• Esboçar etiologia, sinais e sintomas e procedimentos de tratamento de lesões que ocorrem na pelve, no quadril e na virilha.

• Desenvolver um plano de reabilitação generalizado para lidar com lesões de coxa, quadril, virilha e pelve.

■ Sumário

Anatomia da coxa 544

Anatomia funcional da coxa 546

Anatomia funcional de quadril, virilha e região pélvica 557

Avaliação da coxa 547

Avaliação de quadril, virilha e pelve 557

Prevenção de lesões de coxa, quadril, virilha e região pélvica 547

Reconhecimento e tratamento de lesões específicas de quadril, virilha e pelve 562

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Medium 9788582714836

Capítulo 32. Gestantes e perinatal

Alessandra Diehl, Daniel Cordeiro, Ronaldo Laranjeira Grupo A PDF Criptografado

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Gestantes e perinatal

Carla Bicca e Jerônimo Mendes-Ribeiro

PONTOS-CHAVE

 A gestação é incompatível com o uso de drogas.

 A substância que ultrapassa a barreira hematencefálica vai chegar ao feto.

 Não há nível “seguro” para consumo de álcool na gravidez.

 As drogas lícitas são as que mais causam danos na gestação e no período perinatal.

 As drogas podem causar síndrome de abstinência neonatal.

O uso de drogas e outras substâncias por mulheres com potencial de gravidez e durante a gravidez varia amplamente entre diferentes populações. Enquanto algumas descontinuam ou tentam reduzir o consumo de álcool, nicotina e outras drogas recreativas, na gravidez, um número significativo resolve continuar o uso.1 Embora a atenção maior se dê aos primeiros três meses, agentes tóxicos podem afetar qualquer estágio. A gestação é um período de desafio contínuo devido às incertezas quanto aos riscos para a mulher e para o feto (exposição intrauterina), as quais perduram durante a lactação.

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Medium 9788520434352

2. Saúde e doenças sistêmicas

SANTAREM, José Maria Editora Manole PDF Criptografado

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Saúde e doenças sistêmicas

A atividade física é o fator ambiental mais importante para estimular a saúde geral das pessoas, diminuindo a ocorrência de mortes por todas as causas. Esse é um consenso bem estabelecido e com sólidas bases em evidências, algumas revisadas no posicionamento do American College of Sports Medicine sobre exercício e atividade física para adultos idosos publicado na revista Medicine and Science in Sports and

Exercise em 20091.

Os efeitos promotores de saúde da atividade física podem ser mais bem compreendidos considerando inicialmente os efeitos sobre o sistema cardiovascular e sobre o metabolismo.

A aterosclerose é um processo degenerativo das artérias que está implicado na origem de problemas como o infarto do miocárdio, a insuficiência cardíaca, algumas formas de arritmia e o acidente vascular encefálico, cuja frequente consequência é a paralisia total ou parcial em uma das metades do corpo.

A atividade física habitual consegue diminuir a ocorrência dessas situações patológicas graves, evitando ou controlando doenças crônicas que evoluem para a aterosclerose. Essas doenças são a hipertensão arterial, o diabetes do tipo 2, a obesidade e a dislipidemia, esta caracterizada pelos níveis alterados das gorduras do sangue. Muitas vezes, não é possível evitar essas doenças em virtude de predisposição genética, mas mesmo nesses casos, a atividade física consegue retardar ou impedir a evolução para a degeneração vascular.

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Medium 9788520432686

12. Treinamento para águas abertas

MONTGOMERY, Jim; CHAMBERS, Mo Editora Manole PDF Criptografado

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Treinamento para

águas abertas

Nadar em águas abertas é a forma mais pura da natação – apenas você e as forças da natureza.

–Steven Munatones, treinador de águas abertas do USA Swimming e ex-campeão mundial de águas abertas

A

s evidências mostram que, muito antes de o primeiro buraco ser aberto para uma piscina, os povos antigos já nadavam. Gravuras das cavernas, datadas de 4000 a.C. representam nadadores executando uma variação do nado crawl. Nadar era uma das sete destrezas obrigatórias para os cavaleiros da Idade Média. Em meados dos anos 1800, americanos nativos empregaram uma versão mais antiga do crawl para vencer um desafio contra os britânicos, que praticavam o nado peito.

As águas abertas – lagos, rios, baías e oceanos ‒ ainda nos intrigam. A pura beleza desses corpos de água induz muitos nadadores a se abandonarem à mercê das forças da natureza. Outros desfrutam do sentimento indefinido de nadar sem os limites de paredes e raias. Muitos são atraídos pela dificuldade de atravessar a nado uma certa distância, tal como cruzar um rio, um lago ou um canal. Mais de 1000 nadadores já cruzaram o Canal da Mancha desde que Matthew Webb nadou da Inglaterra até a França em 1875. Para aqueles que têm tal inclinação, as competições em águas abertas oferecem uma variedade de distâncias em locais com diferentes condições, desde os lagos mais calmos até as águas turbulentas dos oceanos.

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Medium 9788580551495

Capítulo 3. Controle do paciente/cliente

Mark Dutton Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 3

Controle do paciente/cliente

O fisioterapeuta integra os cinco elementos do controle do paciente/cliente:

1.

2.

3.

4.

5.

Exame do paciente

Avaliação de dados e identificação de problemas

Determinação do diagnóstico

Determinação do prognóstico e do plano de tratamento (PT)

Implementação do PT (intervenção)1

Exame

O exame (Fig. 3.1) consiste em três componentes de igual importância:

• História

• Revisão dos sistemas

• Testes e medidas

A história, a revisão dos sistemas e os testes e medições estão estreitamente relacionados; por isso, com frequência ocorrem de modo concomitante. Outro elemento, a observação, está presente o tempo todo.

História

A história (Tab. 3.1) costuma preceder os dois outros componentes do exame, a revisão dos sistemas e os testes e medições, mas pode ocorrer junto com eles.

124

Mark Dutton

Inspeção geral

Expressão facial

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Medium 9788582714836

Capítulo 54. Comunidades terapêuticas

Alessandra Diehl, Daniel Cordeiro, Ronaldo Laranjeira Grupo A PDF Criptografado

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Comunidades terapêuticas

Laura Fracasso

PONTOS-CHAVE comunidade terapêutica é uma modalidade de tratamento que considera a organização social como um

 Atodo responsável pelo resultado terapêutico.

 O objetivo é tratar o transtorno individual, transformando estilos de vida e resgatando identidades. processo de recuperação é algo que se atinge em longo prazo e que já se inicia quando os indivíduos

 Oaceitam a responsabilidade por suas ações, independentemente de sua substância de escolha. das ideias e práticas da comunidade terapêutica inclui a ética do trabalho, o cuidado mútuo,

 Parte a orientação partilhada e os valores da honestidade, da espiritualidade, do altruísmo e do amor, o autoexame, a reparação e o trabalho conjunto.

Brasil, as comunidades terapêuticas são regulamentadas pela RDC 101/01 e pela RDC 29/11 da Agência

 No

Nacional de Vigilância Sanitária.

Na segunda década do século XX, foi fundada uma organização religiosa, o grupo de Oxford (por vezes chamado de

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Medium 9788582714010

Capítulo 19. Bíceps

Jim Stoppani Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 19

Bíceps*

Este capítulo contém descrições detalhadas dos principais exercícios que enfatizam os músculos flexores do cotovelo, que incluem o bíceps braquial e o braquial. O bíceps braquial apresenta duas cabeças, a longa e a curta, que podem ser visualizadas na figura a seguir. Já o braquial localiza-se sob o bíceps braquial. Os exercícios para

os flexores do cotovelo são divididos em roscas em pé; roscas sentado; roscas com cabo; roscas Scott e concentradas; roscas com o peso corporal; e roscas neutra e invertida.** Independentemente do exercício utilizado na sessão de treino, ele pode ser substituído por outro do mesmo tipo.

Bíceps braquial

(cabeça longa)

Bíceps braquial

(cabeça curta)

N de R. T.: O autor refere-se ao grupo dos flexores do cotovelo

(i.e., bíceps braquial e braquial).

*

Braquial

(sob o bíceps)

N de R. T.: O autor refere-se à posição de pronação da articulação radioulnar (punho).

**

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Medium 9788520432914

5. Exercícios sem riscos para resultados eficazes

CALAIS-GERMAIN, Blandine Editora Manole PDF Criptografado

5

Exercícios sem riscos para resultados eficazes

118 Seis princípios do método Abdominais sem riscos©

126 Sete preparações do método Abdominais sem riscos©

134 Dezesseis exercícios do método Abdominais sem riscos©

abdos sans risque.indd 117

22/3/13 4:22 PM

Seis princípios do método Abdominais sem riscos©

119 Aviso

120 Manter a abertura das costelas qualquer que seja o modo de respirar

121 Coordenar abdominais e períneo

122 Coordenar transverso e reto do abdome

123 Coordenar transverso e oblíquo

124 Para os “abdominais glúteos”: abrir primeiramente os quadris

125 Trabalhar os abdominais e os dorsais conjuntamente

abdos sans risque.indd 118

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Aviso

As páginas a seguir apresentam uma série de exercícios abdominais que pertencem a um conjunto mais amplo: o método Abdominais sem riscos©. Esses exercícios levam em consideração as observações apontadas previamente neste livro, em particular nas páginas 51 a 70.

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Medium 9788582713709

Treinamento de velocidade

James C. Radcliffe Grupo A PDF Criptografado

Treinamento funcional para atletas de todos os níveis 155

Treinamento de velocidade

Passo com posição inicial de pés paralelos e passo com posição inicial de pés afastados com um pé na frente do outro

Início

OBJETIVO: Melhorar a capacidade de projetar os quadris a partir de uma boa posição estabelecida com a impulsão de ambos os pés, eliminando passos em falso. Além disso, a postura aberta mantém os quadris abertos durante a projeção, enquanto a postura escalonada inibe o passo em falso para trás e para o lado.

Inicío do passo com os pés paralelos: Fique em pé com seus pés levemente para dentro em relação à linha do quadril e mantenha seus artelhos alinhados, frente a frente, como na preparação para um salto em altura ou distância.

Início do passo com um pé na frente do outro: Fique em pé com seus pés levemente para dentro em relação à linha do quadril, mantendo os artelhos de um pé alinhados, sobre o calcanhar do outro.

Passo com pés paralelos

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Medium 9788582713709

A função do aquecimento

James C. Radcliffe Grupo A PDF Criptografado

A função do aquecimento

Primeiramente, o aquecimento prepara o corpo para o desempenho, seja no treinamento, na prática ou competição.

Uma boa quantidade de pesquisa prática e clínica atual reforça o conceito de que a preparação dinâmica é bem mais benéfica do que uma série de alongamentos passivos e estáticos. Quando compreendermos que o desempenho atlético é dinâmico por natureza, entenderemos que a preparação para ele também deve ser dinâmica.

E

ssencialmente, um aquecimento consiste em movimentos que elevam a temperatura do centro do corpo; deve haver uma leve transpiração. Esses movimentos trabalham em todos os planos e direções (frontal, sagital, transverso, para a frente, lateral, para trás) e promovem postura, equilíbrio, estabilidade e flexibilidade no atleta. Um aquecimento deve começar de forma gradual, progredindo para um tempo correspondente ao ritmo da prática e/ou competição (de caminhar ou pular a correr).

O aquecimento é a primeira oportunidade do treino na qual você pode melhorar o atletismo. Embora ele possa ter uma natureza “geral”, é um momento importante para utilizar movimentos que otimizem a forma, técnica e mobilização das mesmas habilidades necessárias para o seu esporte.

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Medium 9788582713891

Capítulo 6 - Sistemas e Técnicas do Treinamento Resistido

Steven J. Fleck; William J. Kraemer Grupo A PDF Criptografado

6

Sistemas e Técnicas do

Treinamento Resistido

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

1. descrever as variáveis agudas do treinamento que devem ser conhecidas para a realização de um sistema de treino ou técnica de treino;

2. discutir as vantagens de programas de treinamento com uma série ou múltiplas séries;

3. descrever os sistemas diferentes de treino conforme a ordem dos exercícios;

4. descrever técnicas de treinamento, como roubada, séries até a falha, repetições forçadas, re­ petições parciais e oclusão vascular;

5. descrever sistemas especializados de treino, como isométrico funcional, com implementos, vibração, negativo, de superfície instável, extremo e a cadeia de treinamento; e

6. discutir o que é conhecido a partir de pesquisas sobre técnicas de treinamento e sistemas especializados de treinamento.

A maioria dos sistemas e técnicas de treinamento de força foi desenvolvida originalmente por treinadores de força, basistas, levantadores olímpios, fisiculturistas e treinadores pessoais. Grande parte dos sistemas foi ela­ borada originalmente para suprir as necessidades e me­ tas de grupos específicos, sendo que a maior parte foi criada para adultos ou atletas jovens e saudáveis. As ne­ cessidades e os objetivos de um grupo incluem não apenas os resultados do treinamento, como aumentos de força e alterações na composição corporal, mas também questões burocráticas, como disponibilidade de tempo para todo o treino, tipo de treino tradicionalmente rea­ lizado e disponibilidade de equipamento.

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Medium 9788520427033

26. Exercícios em ginecologia – síndromes perimenstruais e pós-menopausa

VAISBERG, Mauro; MELLO, Marco Túlio de Editora Manole PDF Criptografado

capítulo

26

Exercícios em ginecologia – síndromes perimenstruais e pós-menopausa

Zsuzsanna Ilona K atalin de Jár my Di Bella

Eliana Viana Monteiro Zucchi

Mar air Gr acio Fer reir a Sar tori

Manoel João Batista Castello Girão

Síndromes perimenstruais

Introdução

Cerca de 85% das mulheres apresentam durante os anos reprodutivos uma série de sintomas emocionais e alterações comportamentais desagradáveis no período perimenstrual (correspondente aos dias anteriores à menstruação, até o seu início), que vão desde a conhecida síndrome da tensão pré-menstrual, passando por exacerbações de outros transtornos físicos e mentais (depressão e ansiedade) preexistentes, chegando ao extremo em gravidade, o transtorno disfórico pré-menstrual (TDPM).

Define-se a síndrome da tensão pré-menstrual como o conjunto de sintomas e sinais físicos, psicológicos e/ou comportamentais que surgem na fase lútea (fase do ciclo menstrual entre a ovulação e a próxima menstruação) com tal intensidade que interferem na vida da mulher, acentuando-se ou desaparecendo durante o período menstrual.

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Medium 9788520431665

17. REINTERNAÇÃO DO BEBÊ PREMATURO

DEUTSCH, Alice D'Agostini; DORNAUS, Maria Fernanda P. S.; WAKSMAN, Renata Dejtiar Editora Manole PDF Criptografado

REINTERNAÇÃO DO BEBÊ

PREMATURO

Como já constatado e abordado neste livro, a sobrevida dos bebês nascidos prematuros tem aumentado de forma significativa em virtude de inovações no diagnóstico pré-natal, intervenções fetais, desenvolvimento das UTIs neonatais e técnicas cirúrgicas. Apesar de todos esses avanços, os bebês prematuros acabam necessitando de reinternações em uma proporção maior do que as crianças nascidas a termo.

Os principais motivos que levam o bebê de volta à internação hospitalar podem decorrer de problemas não plenamente resolvidos

(ganho de peso inadequado, refluxo gastroesofágico, icterícia, etc.), complicações de processos crônicos (como displasia broncopulmonar, complicações cardiológicas, renais ou gastrointestinais), manifestação aguda de uma nova patologia (bronquiolite, meningite, sepse, apneia, pneunomia aspirativa, evento com risco de morte) ou, ainda, para uma cirurgia eletiva (hérnia inguinal, cirurgia cardíaca, catarata, fotocoagulação da retina).

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