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Medium 9788520431665

12. COMO LIDAR COM A POSSÍVEL PERDA OU COM A SITUAÇÃO GRAVE

DEUTSCH, Alice D'Agostini; DORNAUS, Maria Fernanda P. S.; WAKSMAN, Renata Dejtiar Editora Manole PDF Criptografado

COMO LIDAR COM A

POSSÍVEL PERDA OU

COM A SITUAÇÃO GRAVE

Todos os pais que estão com seu filho em uma UTI neonatal sofrem e ficam muito ansiosos por causa do risco de óbito de seu recém-nascido.

Os sentimentos, a emoção, o equilíbrio são sensações muito difíceis de serem controladas em um momento tão estressante.

É importante que os pais saibam que os profissionais que atuam na UTI neonatal estão preparados para informar constantemente a situação de seu filho, inclusive da possibilidade de óbito. No caso de óbito, a equipe também está habilitada para dar andamento nos primeiros procedimentos, abordar, aconselhar e amparar os pais. Assim, os pais podem se sentir menos desamparados, apesar de todos sabermos que a perda de um filho é uma situação muito complicada de ser aceita.

Alguns hospitais oferecem apoio à família com atendimento psicológico, abordando a parte emocional dessa família que está tão abalada.

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COMO DAR A NOTÍCIA AOS IRMÃOS E À FAMÍLIA

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Medium 9788520425299

O cotovelo

CALAIS-GERMAIN, Blandine Editora Manole PDF Criptografado

O cotovelo é uma articulação que tem dupla função.

Por um lado, ele realiza a flexão-extensão; permite ao membro superior dobrar sobre si mesmo ou estender-se, multiplicando as possibilidades de orientação da mão no espaço. É o que permite, por exemplo, levar a mão à cabeça, à boca, com o cotovelo fletido, ou levá-la em direção às regiões mais distantes do ombro, com o cotovelo estendido.

Por outro lado, o cotovelo é, em parte, a sede dos movimentos que permitem ao antebraço girar sobre seu eixo longitudinal, multiplicando as possibilidades de orientação da mão. Ele realiza a prono-supinação.

Essas duas funções serão, portanto, estudadas separadamente, em um capítulo duplo.

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morfologia do cotovelo e do antebraço: referências visíveis e palpáveis anteriormente: volume do bíceps braquial prega do cotovelo volume dos músculos anteriores do antebraço processo estiloide do rádio epicôndilo medial

pregas de flexão do punho processo estiloide da ulna

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Medium 9788520434352

6. Segurança

SANTAREM, José Maria Editora Manole PDF Criptografado

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Segurança

A segurança de qualquer tipo de atividade física depende da adequação das so­ brecargas às condições de saúde e de aptidão da pessoa44,50. Pessoas saudáveis e bem condicionadas podem realizar com segurança atividades que podem ser perigosas para outras pessoas.

SOBRECARGAS NO APARELHO LOCOMOTOR

No aparelho locomotor, as sobrecargas que ocorrem nas atividades físicas são:

 �Compressão.

 Tração.

 Torção.

 Impactos.

  Repetições dos movimentos.

g g g g g

Dentre as atividades físicas esportivas, as que apresentam as maiores sobrecar­ gas musculoesqueléticas são os jogos com bola, a maioria das lutas e alguns tipos de ginástica. Podemos avaliar o grau de sobrecargas dessas atividades pela incidência de lesões, bastante considerável.

SOBRECARGAS NO SISTEMA CARDIOVASCULAR

No sistema cardiovascular, as sobrecargas dos exercícios são:

 �Sobrecarga de volume, dada pelo aumento da quantidade de sangue circulan­ do na unidade de tempo e medida pelo aumento da frequência cardíaca.

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Medium 9788580550771

15. O Pé

William E. Prentice Grupo A PDF Criptografado

Fisioterapia na Prática Esportiva

D

iversas atividades envolvem alguns elementos de andar, correr, saltar e mudar de direção. O pé está em contato direto com o solo, e as forças criadas por esses movimentos desportivos colocam uma grande dose de estresse sobre suas estruturas. Consequentemente, o pé tem uma alta incidência de lesões. 7,34,60

O pé é essencial para caminhar, correr, saltar e mudar de direção. Em um instante, o pé deve agir como um amortecedor para dissipar as forças de reação do solo. No instante seguinte, deve se tornar uma alavanca rígida para impulsionar o corpo para frente, para trás ou para o lado.47

Devido ao estresse que esses movimentos colocam sobre o pé e pela natureza complexa das estruturas anatômicas dessa parte do corpo, o reconhecimento e o tratamento das lesões no pé representam um desafio importante para o fisioterapeuta esportivo.

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hálux, tem duas falanges, e os outros artelhos têm três falanges.

Dois ossos sesamoides estão localizados abaixo da primeira articulação metatarsofalângica. Suas funções são auxiliar na redução da pressão na descarga de peso, aumentar a vantagem mecânica dos tendões flexores do hálux e agir como roldanas para os tendões.

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Medium 9788520434352

3. Saúde e doenças do aparelho locomotor

SANTAREM, José Maria Editora Manole PDF Criptografado

3

Saúde e doenças do aparelho locomotor

Outro aspecto da saúde é o pertinente ao aparelho locomotor. Processos de desgaste progressivo dos tecidos musculoesqueléticos, denominados processos degenerativos, tendem a ocorrer durante o envelhecimento e são substancialmente agravados pelo sedentarismo. Os ossos tornam-se mais frágeis, as cartilagens perdem vitalidade e espessura, os músculos perdem elasticidade e força, os tendões enfraquecem e as cápsulas articulares ficam menos elásticas, restringindo os movimentos.

A atividade física estimula a integridade e a função desses tecidos, contrapondo-se ao envelhecimento e ao sedentarismo (Figura 3.1). Embora toda atividade física vigorosa tenha esses efeitos, a maior eficiência e segurança são encontradas nos exercícios resistidos, como revisado pelo já citado posicionamento do American College of

Sports Medicine sobre Exercício e Atividade Física para Adultos Idosos1.

  Ossos

g

  Cartilagens

g

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Medium 9788580551495

Capítulo 7. O antebraço, o punho e a mão

Mark Dutton Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 7

O antebraço, o punho e a mão

Visão geral

Embora o ombro, o cotovelo e o punho sirvam para posicionar a mão, apenas esta é capaz de produzir um nível notável de destreza e precisão.

Pérola clínica

A mão é responsável por cerca de 90% do funcionamento do membro su­perior.1

O polegar, envolvido em cerca de 40 a 50% do funcionamento da mão, é o dedo mais importante funcionalmente.1

O indicador, envolvido em cerca de 20% do funcionamento da mão, é o segundo mais importante, e o anular é o menos essencial.

O dedo médio, responsável por cerca de 20% de todo o funcionamento da mão, é o dedo mais forte, sendo importante em funções tanto de precisão quanto de potência.1

Anatomia

Para compreender o antebraço, o punho e a mão, é preciso conhecer bem seus ossos, articulações, tecidos moles e nervos, além de saber em detalhes como eles funcionam individual e coletivamente.

As posições com e sem atrito articular e os padrões capsulares do punho e da mão estão listados na Tabela 7.1.

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Medium 9788582713891

Capítulo 4 - Integração de Outros Componentes da Aptidão Física

Steven J. Fleck; William J. Kraemer Grupo A PDF Criptografado

4

Integração de Outros

Componentes da Aptidão Física

Após o estudo deste capítulo você deverá ser capaz de:

1. discutir as vantagens e desvantagens do treino concorrente, além de como elas podem in­ fluenciar, de forma diferente, populações específicas;

2. explicar os mecanismos fisiológicos por trás das adaptações ao treino concorrente;

3. explicar as várias formas de treino cardiovascular;

4. discutir os métodos utilizados para determinar a intensidade do treino cardiovascular e como eles se relacionam com a prescrição de programas de exercício;

5. demonstrar as várias formas de alongamento; e

6. compreender como a flexibilidade e o alongamento afetam no desempenho nos esportes.

Integrar uma variedade de componentes da atividade f­ísica a um programa de condicionamento total exige um exame criterioso das prioridades do treino. A com­pa­ tibili­dade dos vários modos de exercício também deve ser con­siderada em relação às metas de condi­cio­na­ mento ou de­sem­penho. O momento certo, a sequência e a ênfase do pro­­gra­­ma também influenciarão a capaci­ dade do organis­mo de se adaptar e alcançar as metas.

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Medium 9788520429044

11. Massagem nas extremidades

MEYER, Sophie Editora Manole PDF Criptografado

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Massagem nas

extremidades

T�cnicas de massagem

Essa técnica consiste, como o nome sugere, em massagear as extremidades do corpo, isto é, os membros superiores e inferiores, o crânio e a face. Ela é inspirada na reflexologia e nas massagens do tipo shiatsu ou a coreana. De fato, essa técnica muito peculiar consiste em diferentes manobras de pressão, alongamento, rotação e vibração, visando relaxar os pontos de tensão física e o apaziguamento do espírito. Uma das inúmeras vantagens da massagem nas extremidades é ser realizada com o cliente vestido, a seco, pois não há necessidade do uso de óleo.

Essa massagem também pode ser praticada em crianças.

A massagem nas extremidades pertence ao domínio da revitalização e do prazer; não tem objetivo terapêutico.

Responde a dois tipos de demanda:

- por um lado, o relaxamento e o bem-estar;

- por outro, a modelação do corpo, provendo vitalidade e energia.

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EFEITO DA MASSAGEM NAS

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Medium 9788582714836

Capítulo 31. Mulheres

Alessandra Diehl, Daniel Cordeiro, Ronaldo Laranjeira Grupo A PDF Criptografado

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Mulheres

Cynthia de Carvalho Wolle e Monica Zilberman

PONTOS-CHAVE de substâncias entre as mulheres é crescente, assim como a convergência na frequência de

 Ousoconsumo de bebidas alcoólicas entre os gêneros, sobretudo entre os adolescentes. mulheres têm mais vulnerabilidade aos efeitos do uso de substâncias (comorbidades psiquiátricas,

 As problemas de saúde física, etc.). diferenças de gênero em relação ao consumo de álcool e substâncias compreendem fatores biológicos,

 As ambientais, psicossociais e de desenvolvimento. políticas de prevenção e tratamento de mulheres dependentes de substâncias deveriam focar as

 As particularidades dessa população.

O consumo de substâncias entre as mulheres é um crescente problema na área da saúde pública. Nas últimas décadas, as taxas de prevalência de consumo de álcool, tabaco e outras drogas têm aumentado consideravelmente nesse grupo.1-3

Ao longo da história, o consumo excessivo de álcool e suas consequências eram atribuídos a uma questão de escolha e recaíam nos julgamentos morais. A noção de que o desejo de beber é irresistível em algumas pessoas por questões psicológicas é relativamente recente. A partir do século XIX, essa noção passou a se tornar central em relação ao conceito de “vício”, termo popularmente usado para se falar de dependência.4 Todavia, até hoje, ainda podemos notar a presença marcante do julgamento moral e do preconceito perante o uso e a dependência de substâncias, sobretudo entre as mulheres.

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Medium 9788536309156

Capítulo 8 - Medicamentos

William E. DeTurk; Lawrence P. Cahalin Grupo A PDF Criptografado

C APÍTULO 8

MEDICAMENTOS

Charles D. Ciccone

INTRODUÇÃO

Os medicamentos têm um papel essencial no tratamento de pacientes com doenças cardiorrespiratórias. Drogas podem ser usadas para prevenir ou tratar várias patologias e problemas cardíacos, pulmonares e circulatórios, reduzindo, assim, as limitações funcionais e as incapacidades associadas a doença cardiorrespiratória. Os medicamentos também podem ter um efeito sinérgico com intervenções fisioterapêuticas. Por exemplo, drogas que melhoram a habilidade da bomba cardíaca podem permitir que os pacientes participem de forma mais efetiva de intervenções que favoreçam a capacidade aeróbia e de resistência. Todos os medicamentos produzem efeitos adversos que podem ter um impacto direto nas intervenções fisioterapêuticas. Por exemplo, drogas que diminuem a pressão arterial

(anti-hipertensivos) podem produzir tonturas e falta de coordenação se causarem hipotensão excessiva. Portanto, é preciso que os fisioterapeutas tenham um entendimento básico sobre medicamentos cardiovasculares e pulmonares comuns e sobre seu efeito em pacientes que recebem fisioterapia.

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Medium 9788582714010

Capítulo 7. Ciclos de treino para o aumento da massa muscular

Jim Stoppani Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 7

Ciclos de treino para o aumento da massa muscular

Uma vez familiarizado com os fundamentos do treinamento de força, com as orientações e recomendações básicas para a elaboração de um programa para o aumento da massa muscular e com as diversas técnicas avançadas para a hipertrofia, é hora de considerar a aplicação desse conhecimento em um programa de treinamento de longa duração, pois essa é a única forma de alcançar os objetivos desejados. Se você é praticante iniciante, intermediário ou avançado e almeja apenas adicionar massa muscular à sua estrutura, perder gordura corporal enquanto ganha massa ou priorizar o ganho de massa em grupos musculares específicos, este capítulo tem um programa ideal para você.

PROGRAMAS PARA O

AUMENTO DE MASSA

Embora se saiba que determinados exercícios, ordens de exercício, volumes, cargas e intervalos entre as séries sejam melhores do que outros para o desenvolvimento de massa muscular, é aconselhável não usar essas recomendações durante muito tempo, pois isso pode atrapalhar o progresso. Essa é a base da periodização (abordada no Cap. 3). Por exemplo, embora o continuum de repetições máximas indique que realizar entre 6 e 12 repetições por série seja o melhor para a hipertrofia, permanecer dentro desses limites pode levar à estagnação do crescimento muscular. Por essa razão, enquanto a maior parte do treinamento deve ser feita dentro desse número de repetições, ocasionalmente é preciso trabalhar tanto em uma faixa de repetições maior como em uma menor.

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Medium 9788582712139

Capítulo 3 - Saúde, segurança e sustentabilidade no trabalho

Ana Lucia Jezuino da Costa Grupo A PDF Criptografado

capítulo 3

Saúde, segurança e sustentabilidade no trabalho

A preocupação com a saúde de clientes e profissionais e a prevenção de acidentes devem fazer parte do dia a dia das instituições de beleza. Realizar todos os procedimentos com responsabilidade e conhecer as normas e as orientações legais é fundamental para a realização de serviços de beleza seguros.

Competência

Adotar uma postura ética na identificação, no registro e na comunicação de ocorrências relativas à saúde e à segurança dos profissionais do setor de beleza, com vistas à minimização de danos.

Objetivos de aprendizagem

Avaliar a origem dos riscos ocupacionais a que profissionais e clientes do setor de beleza estão expostos.

Identificar, nas Normas Regulamentadoras 6 e 32, as orientações relacionadas

à área de beleza, tendo como meta a adaptação dessas recomendações na prática profissional (BRASIL, 1978, 2005).

Adotar medidas de prevenção dos principais riscos que acometem a saúde dos profissionais da área de beleza, como os que envolvem agentes físicos, químicos, biológicos e de organização do trabalho.

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Medium 9788582710128

Capítulo 1 - Introdução a Bandagens e Órteses

David H. Perrin Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 1

Introdução a

Bandagens e Órteses

A

quinta edição das Competências Educacionais do

Athletic Trainer, da National Athletic Trainer’s

Association (NATA), identificou oito áreas que refletem a prática clínica da fisioterapia esportiva. Uma

área adicional, Proficiências da Integração Clínica

(CIP, Clinical Integration Proficiencies), indica a prática clínica e demonstra a natureza global das proficiências. Para se tornar um fisioterapeuta esportivo competente, o estudante deve dominar os conhecimentos, as habilidades e as capacidades clínicas de todas as áreas relacionadas no item Competências educacionais do athletic trainer. Conhecer as habilidades físicas e atitudes relativas aos atletas e a seus respectivos esportes ou atividades físicas também é importante para a aplicação de bandagens e órteses.

Competências educacionais do athletic trainer

Prática baseada em evidências (PBE)

Prevenção e promoção da saúde (PPS)

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Medium 9788536309156

Capítulo 18 - Fisioterapia Associada a Insuficiência Respiratória

William E. DeTurk; Lawrence P. Cahalin Grupo A PDF Criptografado

C APÍTULO 18

FISIOTERAPIA ASSOCIADA A

INSUFICIÊNCIA RESPIRATÓRIA

Nancy D. Ciesla

INTRODUÇÃO

Os fisioterapeutas muitas vezes são solicitados a examinar pacientes que estão em ventilação mecânica por insuficiência respiratória, a fim de desenvolver tratamentos fisioterapêuticos com o objetivo de proporcionar-lhes melhores resultados funcionais.

Pacientes em ventilação mecânica em geral estão hospitalizados em unidades de tratamento intensivo (UTI), com doenças agudas, e estão conectados a aparelhos, tubos e monitores que sustentam sua vida. Examinar clínica e cirurgicamente tais pacientes complexos, com todos esses equipamentos, pode ser difícil para um fisioterapeuta com pouco treinamento no cuidado intensivo. Este capítulo fornece uma descrição básica dos aspectos fisiológicos da respiração relacionada à ventilação mecânica, definindo a insuficiência respiratória e introduzindo o estudante aos critérios utilizados para iniciar e descontinuar o suporte ventilatório mecânico.

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Medium 9788580552539

Capítulo 12 - Segurança do paciente no ambulatório

Robert M. Wachter Grupo A PDF Criptografado

SEGURANÇA DO

PACIENTE NO

AMBULATÓRIO

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CONCEITOS GERAIS E EPIDEMIOLOGIA

Um aspecto que tem sido bem sustentado é que enquanto a maioria da literatura sobre segurança do paciente concentra-se em erros hospitalares, muitos cuidados em saúde são realizados no ambiente ambulatoriais. Considere o seguinte: para cada paciente hospitalizado, 28 pessoas comparecem a um consultório médico.1

No entanto, a ênfase inicial na segurança do paciente no hospital foi natural: os riscos são maiores, os erros são mais visíveis, e os recursos para investigar problemas de segurança e implementar soluções são maiores nesse lugar.

O âmbito de potenciais erros é também mais amplo no hospital. Embora ambos os cenários estejam sujeitos a erros de medicação e laboratoriais, e ambos os erros hospitalares e ambulatoriais centrem-se na transição de cuidados e problemas de comunicação, o ambiente ambulatorial verá menos erros cirúrgicos (embora o rápido aumento nas cirurgias ambulatoriais faça desse um problema crescente) e infecções associadas aos cuidados em saúde, úlceras de pressão, e coá­gulos sanguíneos serão menos preocupantes. Além disso, o foco da pesquisa na segurança hospitalar também reflete a ênfase desproporcional dada pelos centros acadêmicos de saúde ao cuidado hospitalar.

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