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Medium 9788536529783

Praticando

Simone Pires de Matos Editora Saraiva PDF Criptografado

PRATICANDO

1. Embora muitas pessoas possam se alimentar naturalmente sem se preocupar com as caraterísticas físicas e químicas dos alimentos, existe um grande número de indivíduos com uma série de restrições alimentares. Por isso, os profissionais responsáveis pela dieta de uma determinada pessoa devem realizar uma série de avaliações por meio da chamada anamnese alimentar. Considerando a anamnese, cite oito questionamentos gerais que devem fazer parte de uma boa ficha de avaliação.

2. Em pessoas saudáveis ou sem nenhum tipo de alteração no funcionamento dos

órgãos, a alimentação deve ocorrer pela boca. Muitos indivíduos, porém, não estão fisicamente saudáveis e devem se alimentar de outras formas. Quais seriam essas possíveis formas?

?

DESAFIO

Leia o caso a seguir:

Um paciente hospitalizado com enfisema pulmonar crítica encontra-se com problemas renais, hipertenso e com edemas frequentes. A equipe responsável pela alimentação desse paciente indicou uma série de restrições e orientações alimentares que pudesse contribuir com a melhora da saúde ou diminuir possíveis desconfortos.

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Medium 9788582715116

Aplicações da Abordagem Brenda como Estratégia de Intervenção Psicossocial para Dependência de Substâncias

Neide A. Zanelatto, Ronaldo Laranjeira Grupo A PDF Criptografado

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APLICAÇÕES DA ABORDAGEM BRENDA COMO

ESTRATÉGIA DE INTERVENÇÃO PSICOSSOCIAL

PARA DEPENDÊNCIA DE SUBSTÂNCIAS

 SANDRA CRISTINA PILLON

 NATÁLIA PRIOLLI JORA PEGORARO

 MANOEL ANTÔNIO DOS SANTOS

PONTOS-CHAVEPONTOS-CHAVEPONTOS-CHAVEPONTOS-CHAVEPONTOS�� A BRENDA é uma abordagem que combina intervenção biopsicossocial com tratamento psicofarmacológico para transtorno por uso de substâncias (TUS).

�� Trata-se de um modelo que se tem mostrado efetivo como estratégia de intervenção biopsicossocial, porém ainda não existem estudos relatando sua aplicabilidade no Brasil.

�� A BRENDA contempla características de uma abordagem eficaz para tratamento e manejo do paciente com TUS.

�� A abordagem BRENDA é um recurso complementar às intervenções tradicionais, contribuindo para incrementar a adesão do paciente e aprimorar os resultados do tratamento.

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292  ZANELATTO & LARANJEIRA (ORGS.)

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Capítulo 33 - Terapia Cognitivo-Comportamental Aplicada ao Tratamento de Idosos com Transtornos por Uso de Substâncias

Neide A. Zanelatto, Ronaldo Laranjeira Grupo A PDF Criptografado

33

TERAPIA COGNITIVO-COMPORTAMENTAL

APLICADA AO TRATAMENTO DE IDOSOS

COM TRANSTORNO POR USO DE

SUBSTÂNCIAS

 NEIDE A. ZANELATTO

PONTOS-CHAVEPONTOS-CHAVEPONTOS-CHAVEPONTOS-CHAVEPONTOS-CH

�� O número de pessoas com transtorno por uso de substâncias (TUS) em idade avançada tem aumentado nos últimos anos.

�� Tratamentos planejados para pacientes jovens e jovens adultos funcionam também para indivíduos idosos.

�� Problemas associados ao uso de substâncias têm passado despercebidos em adultos idosos, o que gera falta de atenção e de tratamento para essa população.

�� São necessários estudos e desenho de modelos de tratamento voltados para o atendimento das necessidades desse grupo específico de indivíduos com TUS.

�� Profissionais que se dedicam ao tratamento de idosos devem ter interesse e experiência, se possível, estar inseridos em uma equipe multidisciplinar.

Empatia e compaixão são fundamentais no processo terapêutico.

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Medium 9788582713709

Treinamento de potência

James C. Radcliffe Grupo A PDF Criptografado

116 James C. Radcliffe

Treinamento de potência

Arranque

OBJETIVO: Melhorar a força inicial e a potência global, melhorar a coordenação ao iniciar, saltar, arremessar, chutar, remar, nadar, mergulhar e correr.

Cuidado: Para melhores resultados, esse levantamento de estilo olímpico deve ser feito com uma barra olímpica. Outras barras podem ser usadas, mas as barras sem revestimento que escorrega criam problemas de técnica e de desempenho.

Independentemente de idade, nível de condicionamento e experiência de treinamento de peso, sempre preste muita atenção ao alinhamento e à postura.

Posição inicial

POSIÇÃO INICIAL: Com seus pés afastados na largura dos quadris e a barra com pesos logo acima dos cadarços de seus tênis, agache-se e agarre a barra de modo que seus punhos, joelhos e ombros estejam na frente da barra. Mantenha suas mãos afastadas sobre a barra para enfatizar o movimento de encolher os ombros.

O peso de seu corpo deve estar equilibrado sobre os dorsos de seus pés.

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Medium 9788536529783

2.5 Patologias do sistema digestório

Simone Pires de Matos Editora Saraiva PDF Criptografado

coagulação. Mas é importante ressaltar que a vitamina K sozinha não realiza todo o processo coagulação e de reparo ao vaso lesado. O organismo depende também de fatores nutricionais interativos, como a presença de antioxidantes.

2.4.7 Água

A água não é digerida e, sim, absorvida. A absorção ocorre por meio do processo de difusão, em que a água é transportada através da membrana intestinal, pelos pequenos poros situados entre as células epiteliais intestinais. Essa difusão ocorre rapidamente por um processo chamado osmose.

A osmose é realizada a partir da diferença osmótica criada pela concentração de soluto, consequência da digestão de todos os nutrientes do quimo, fazendo com que a água acompanhe todo o processo de digestão.

2.5 Patologias do sistema digestório

As desordens no sistema digestório podem resultar em diferentes desequilíbrios bioquímicos e patologias no organismo humano, que devem ser avaliados por profissionais da área nutricional. Discutiremos a seguir essas principais patologias relacionadas ao sistema digestório.

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Medium 9788582713822

Capítulo 27 - Prevenção de lesões na corrida

Craig Liebenson Grupo A PDF Criptografado

PARTE IV Considerações específicas por região

CAPÍTULO

27

Michael Fredericson, Cameron Harrison, Adam Sebastin Tenforde e Venu Akuthota

Prevenção de lesões na corrida

Os atletas que participam em esportes de corrida necessitam de programas únicos e específicos que enfatizem a força, a potência e a resistência. Contudo, os rigores do treinamento de corrida colocam altas cargas de estresse sobre os músculos, articulações e ossos das extremidades inferiores, fato que pode resultar em lesões nessas estruturas.

Lesões comuns dos membros inferiores costumam ser fraturas por estresse, tendinopatia dos isquiotibiais, síndrome patelofemoral, síndrome da fricção da banda iliotibial, síndrome medial da tíbia, tendinite no tendão de Aquiles, fascite plantar e torções do tornozelo (1, 2).

Embora os sintomas particulares de cada lesão possam variar, o desenvolvimento de cada uma pode resultar do efeito cumulativo de diferentes etiologias. A causa mais frequente de problemas costuma ser um abrupto aumento na quilometragem semanal ou na intensidade dos treinamentos. Outros fatores associados costumam ser o uso de calçados antigos ou inadequados, falta de alongamento de músculos importantes nos membros inferiores, desalinhamento postural e desequilíbrios musculares. O ato de correr é executado, predominantemente, no plano sagital, fato que tende a desenvolver flexores de quadril fortes e/ou contraturados, assim como extensores do quadril, flexores do joelho e plantares além dos abdutores do quadril inibidos (fracos).

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Medium 9788536529783

6.3 Nutrição enteral e parenteral

Simone Pires de Matos Editora Saraiva PDF Criptografado

minerais) e calorias, seja na forma de suplementos alimentares ou associação de dieta enteral. Dentre os principais exemplos de alimentos, podem ser citados sopas e caldos liquidificados e coados; leite, iogurte e mingau não espessado; gelatina, sorvete e doces que se liquefazem; e sucos coados.

6.2.1.6 Dieta líquida restrita

Também chamada de dieta líquida sem resíduos é utilizada em períodos pós-operatórios ou no preparo de exames e cirurgias intestinais, com finalidade de hidratação. Oferece um mínimo de resíduos para propiciar o máximo de repouso gastrointestinal. Suas principais características são dadas a seguir: a. Características da dieta: devido à consistência, é classificada como uma dieta hipolipídica, hipoproteica, hipocalórica e hipoglicídica. b. Consistência: água, líquidos límpidos e carboidratos. c. Fracionamento: 2 em 2 horas ou 3 em 3 horas. d. Permanência: 2 ou 3 dias em média, uma vez que não contém leite e outras fontes proteicas. Seu valor nutritivo e calórico é muito baixo, dificultando sua manutenção. Caso seja necessário, deve-se associar nutrição parenteral ou, no mínimo, solução glicosada. e. Objetivo: saciar a sede, evitar desidratação e acidose, manter a função renal. f. Volume: 200 a 400 mL por refeição. g. Fibras: praticamente isenta.

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Medium 9788520462607

10 Tumores colorretais

Thais Manfrinato Miola, Fernanda Ramos de Oliveira Pires Editora Manole ePub Criptografado

Samuel Aguiar Junior

A quase totalidade dos tumores malignos do intestino ocorre no intestino grosso (cólon e reto), sendo o tipo adenocarcinoma o mais comum, correspondendo a mais de 95% de todos os casos. Tumores do intestino delgado são bastante raros e os tipos mais frequentes, dentro dessa raridade, são os tumores neuroendócrinos e os tumores estromais gastrointestinais (GIST).

Os tumores malignos do intestino grosso são hoje a terceira neoplasia maligna mais incidente no mundo e a segunda em mortalidade. Apresentam altas taxas de incidência em países no norte da Europa, na Oceania, na América do Norte e também no Japão, mas taxas moderadas a baixas nas Américas do Sul e Central e na África. No Brasil, é a terceira neoplasia mais incidente entre homens e a segunda entre as mulheres, também apresentando heterogeneidade regional, com taxas muito elevadas nas regiões Sudeste e Sul, particularmente nas grandes regiões metropolitanas, e moderadas a baixas nas regiões Centro-Oeste, Nordeste e Norte. Nos últimos anos, tanto as taxas de incidência como as de mortalidade vêm caindo nos Estados Unidos, mas aumentando em países que historicamente tinham taxas baixas, como na América Latina e alguns países da Ásia.1,2

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Medium 9788582715116

Capítulo 29 - Terapia Cognitivo-Comportamental Aplicada ao Tratamento de Pacientes com Transtorno por Uso de Benzodiazepínicos e Metanfetaminas

Neide A. Zanelatto, Ronaldo Laranjeira Grupo A PDF Criptografado

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TERAPIA COGNITIVO-COMPORTAMENTAL

APLICADA AO TRATAMENTO DE PACIENTES

COM TRANSTORNO POR USO DE

BENZODIAZEPÍNICOS E METANFETAMINAS

 ALEXANDRE QUELHO COMANDULE

 MARIA DE FÁTIMA RATO PADIN

PONTOS-CHAVEPONTOS-CHAVEPONTOS-CHAVEPONTOS-CHAVEPONTOS-CH

�� Alguns medicamentos podem causar dependência. Os benzodiazepínicos

(BZDs) são substâncias que se enquadram nesse grupo.

�� Muitos indivíduos com transtorno por uso de BZDs não percebem o problema, pois o uso do medicamento acaba sendo sustentado pela prescrição de um médico. Em geral, esse médico não é especialista em psiquiatria e desconhece o potencial danoso do uso crônico de BZDs.

�� Metanfetaminas (MAs), anfetaminas e ecstasy são vendidos no mercado ilegal de drogas em diversas apresentações e, assim, podem ser utilizados por via nasal, oral ou intravenosa.

�� Com pequenas alterações na formulação química das MAs, os traficantes conseguem escapar da vigilância das autoridades que atuam contra o consumo ilegal dessas substâncias. Essas alterações interferem na pureza da droga e podem produzir efeitos colaterais até desconhecidos.  

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Medium 9788582715116

Capítulo 6 - Terapias Cognitivo-Comportamentais: História, Evolução e Princípios Teóricos

Neide A. Zanelatto, Ronaldo Laranjeira Grupo A PDF Criptografado

6

TERAPIAS COGNITIVO-COMPORTAMENTAIS:

HISTÓRIA, EVOLUÇÃO E PRINCÍPIOS

TEÓRICOS

 ELIANE MARY DE OLIVEIRA FALCONE

PONTOS-CHAVEPONTOS-CHAVEPONTOS-CHAVEPONTOS-CHAVEPONTOS�� As terapias cognitivo-comportamentais (TCCs) têm sua origem na terapia comportamental tradicional, a qual integrou processos cognitivos a seus princípios teóricos de condicionamento.

�� Terapeutas de orientação psicodinâmica também aderiram ao modelo cognitivo-comportamental para a compreensão de problemas clínicos.

�� Os avanços das ciências cognitivas exerceram forte influência na transformação da terapia comportamental tradicional.

�� Embora apresentando divergências, as TCCs compartilham muitos aspectos e podem ser utilizadas de forma integrada.

�� As TCCs têm crescido em popularidade e são reconhecidas como mais apropriadas no tratamento de vários transtornos mentais.

�� Em sua versão mais recente, as TCCs têm explorado processos automáticos

(inconscientes) de cognições e apresentado maior foco nas emoções, bem como integração com outras orientações teóricas.

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Medium 9788520462607

14 Terapia nutricional na quimioterapia e na radioterapia

Thais Manfrinato Miola, Fernanda Ramos de Oliveira Pires Editora Manole ePub Criptografado

Thais Manfrinato Miola

Magna A. V. Matayoshi

Andrea Ferreira da Cunha

A atuação do nutricionista é de extrema importância para garantir a adequada ingestão alimentar do paciente submetido a quimioterapia e radioterapia. Os objetivos da terapia nutricional são: manter ou recuperar o adequado estado nutricional, reduzir o número de complicações relacionadas ao tratamento, prevenindo a necessidade de interrompê-lo, e melhorar a qualidade de vida do paciente.1,2,3

A desnutrição é muito comum no paciente oncológico e sua prevalência depende do tipo, localização e estádio da doença, dos órgãos envolvidos, dos tipos de tratamentos utilizados e da resposta do paciente aos tratamentos.4 Pacientes desnutridos ou com câncer do aparelho digestório têm pior prognóstico do que aqueles bem nutridos ou que conseguiram interromper o processo de perda de peso durante o tratamento.5

Um estudo realizado no ambulatório de quimioterapia do A.C.Camargo Cancer Center avaliou o estado nutricional de 1.222 pacientes, sendo que 13,8% dos pacientes dessa amostra estavam em desnutrição e os tipos de tumores mais prevalentes foram pele não melanoma, tumores gastrointestinais, pulmão e tumores de cabeça e pescoço.6 Os pacientes com câncer estão em risco de desnutrição, não só devido aos efeitos físicos e metabólicos do câncer, mas também por causa das terapias anticâncer, como quimioterapia e radioterapia.7,8

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Medium 9788582713822

Capítulo 11 - Dança

Craig Liebenson Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

11

Robert Lardner e Jonathan A. Mackoff

Dança

A dança, como arte, em todas as suas diferentes formas, requer uma grande condição atlética dos dançarinos para que sejam executados os muitos padrões de movimentos complicados, posições corporais sozinho e em parceria, em vários esforços coreográficos. Os dançarinos devem realizar isso em vários ritmos, incluindo movimentos explosivos, trabalho aéreo e manutenção de posições difíceis por longos períodos de tempo.

No treinamento e na execução da arte da dança, o dançarino pode se arriscar a lesões, devido a diversos fatores que serão discutidos adiante. O Quadro 11-1 lista lesões comuns representativas encontradas na dança (1-10).

Uns poucos fatores predisponentes podem aumentar a probabilidade de lesão se não abordados ou contidos com exercícios apropriados e terapia.

• Fatores genéticos (p. ex., escoliose, síndrome de hipermobilidade, pé plano, angulação da cabeça do fêmur e discrepância no comprimento das pernas).

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Medium 9788582713891

Capítulo 4 - Integração de Outros Componentes da Aptidão Física

Steven J. Fleck, William J. Kraemer Grupo A PDF Criptografado

4

Integração de Outros

Componentes da Aptidão Física

Após o estudo deste capítulo você deverá ser capaz de:

1. discutir as vantagens e desvantagens do treino concorrente, além de como elas podem in­ fluenciar, de forma diferente, populações específicas;

2. explicar os mecanismos fisiológicos por trás das adaptações ao treino concorrente;

3. explicar as várias formas de treino cardiovascular;

4. discutir os métodos utilizados para determinar a intensidade do treino cardiovascular e como eles se relacionam com a prescrição de programas de exercício;

5. demonstrar as várias formas de alongamento; e

6. compreender como a flexibilidade e o alongamento afetam no desempenho nos esportes.

Integrar uma variedade de componentes da atividade f­ísica a um programa de condicionamento total exige um exame criterioso das prioridades do treino. A com­pa­ tibili­dade dos vários modos de exercício também deve ser con­siderada em relação às metas de condi­cio­na­ mento ou de­sem­penho. O momento certo, a sequência e a ênfase do pro­­gra­­ma também influenciarão a capaci­ dade do organis­mo de se adaptar e alcançar as metas.

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Medium 9788520456880

5. Vitamina A

Celso Cukier, Vanessa Cukier Editora Manole PDF Criptografado

5

Vitamina A

Fernanda Cobayashi

Camila Longhi Macarrão

INTRODUÇÃO

A vitamina A (lipossolúvel) desempenha diversas funções no organismo, sendo essencial para o crescimento e desenvolvimento, a manutenção da integridade epitelial, o sistema imunológico e a reprodução (Mason et al.,

2001; Underwood e Arthur, 1996). Além disso, destaca-se o seu papel na visão, cujas manifestações clínicas como cegueira noturna e manchas de Bitot indicam quadros de deficiência de vitamina A sistêmica moderada a grave

(WHO, 1996).

A Organização Mundial de Saúde considera a deficiência de vitamina A como problema de saúde pública leve: quando a prevalência no país for ≥ 2 e

≤ 10%; moderada: > 10 e < 20%; e grave: ≥ 20% (WHO, 1996).

A deficiência de vitamina A é prevalente particularmente em países em desenvolvimento. No Brasil, por exemplo, a deficiência é considerada um problema moderado de saúde pública (WHO, 2009). De acordo com a Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde (PNDS), realizada em 2006, das 3.499 amostras de sangue de crianças menores de 5 anos e das 5.698 amostras de mulheres de 15 a 49 anos, a prevalência de deficiência encontrada foi de 17,4 e 12,3%, respectivamente. E as maiores prevalências foram encontradas nas regiões Nordeste (21,6%) e Sudeste (19,0%) (Brasil, 2009).

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Medium 9788582713822

Capítulo 14 - Levantamento de peso olímpico

Craig Liebenson Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

14

Stuart McGill e John Gray

Levantamento de peso olímpico

INTRODUÇÃO

O levantamento de peso olímpico (LPO) é um esporte muito peculiar por várias razões. A abordagem para selecionar e desenvolver levantadores olímpicos jovens é diferente das abordagens usadas para a maioria dos outros esportes e habilidades atléticas. Outros capítulos neste livro descrevem uma abordagem em estágios típica para progressão de habilidades com base em idade e desenvolvimento. Porém, desenvolver o levantador olímpico para competição, ou simplesmente usar os levantamentos para o desenvolvimento atlético, necessita de algumas considerações adicionais.

Além disso, praticamente qualquer atleta em desenvolvimento poderia jogar basquetebol recreativo com segurança relativa, por exemplo, mas muitos seriam expostos a risco substancial de lesão tentando levantamento de peso olímpico. Sem os atributos anatômicos e biomecânicos necesários, sem uma orientação técnica adequada, desenvolver a técnica de levantamento de maneira a minimizar o risco de lesão não é possível. A amplitude de movimento necessária nos quadris e ombros está no extremo final daquela encontrada dentro da população (Figura 14-1). Sem essa mobilidade das articulações esferoidais, o atleta seria forçado a compensar as deficiências através da movimentação da coluna.

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