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Medium 9788520441053

4. Cálcio, vitamina D e obesidade

Ligia Araújo Martini; Bárbara Santarosa Emo Peters Editora Manole PDF Criptografado

4

CÁLCIO, VITAMINA D E OBESIDADE

Kelly Virecoulon Giudici

Wysllenny Nascimento de Souza

Bárbara Santarosa Emo Peters

INTRODUÇÃO

Acompanhando a tendência mundial, um aumento importante na prevalência de obesidade no Brasil vem sendo observado nas últimas décadas.

Dados do Estudo Nacional da Despesa Familiar (Endef ) de 1975, da Pesquisa Nacional de Saúde e Nutrição (PNSN) de 1989 e da Pesquisa de Orçamento Familiar (POF) de 2003 mostram que a obesidade em homens aumentou de 2,2% em 1975 para 5,1% em 1989 e para 8,8% em 2003, enquanto nas mulheres a prevalência evoluiu de 7,8% para 12,8% e 12,7%, respectivamente1. Ademais, dados mais recentes do programa de Vigilância de Fatores de

Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) confirmam o aumento na prevalência de obesidade no país, variando de 11,8% em 2006 a 17,5% em 20132.

O excesso de peso e a obesidade relacionam-se intimamente com o status de vitamina D3-6, assim como com o metabolismo do cálcio7,8. Este capítulo aborda aspectos fisiológicos de cada um dos nutrientes relacionados ao acúmulo excessivo de peso e suas peculiaridades em indivíduos obesos, com abordagens que avaliam a obesidade não somente como fator de causa, mas também como sua consequência.

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Medium 9788582715116

Capítulo 17 - Terapia Cognitiva Processual na Dependência Química

Neide A. Zanelatto, Ronaldo Laranjeira Grupo A PDF Criptografado

17

TERAPIA COGNITIVA PROCESSUAL

NA DEPENDÊNCIA QUÍMICA

 IRISMAR REIS DE OLIVEIRA

PONTOS-CHAVEPONTOS-CHAVEPONTOS-CHAVEPONTOS-CHAVEPONTOS-CH

�� A terapia cognitiva processual (TCP) baseia-se no modelo cognitivo de Beck, porém tem conceituação e técnicas próprias, tornando-se uma abordagem distinta quanto à modificação das crenças nucleares, sobretudo daquelas referentes ao self.

�� A denominação “terapia cognitiva processual” foi escolhida porque uma de suas principais técnicas apresenta-se como metáfora da lei, na qual o terapeuta engaja o paciente na simulação de um processo judicial. Além disso, foi inspirada no romance O processo, de Franz Kafka.

�� As crenças intermediárias manifestam-se como regras e pressupostos subjacentes, expressos habitualmente de forma condicional. Quando essas regras são disfuncionais, resultam em comportamentos inadequados, como o uso de substâncias.

�� O role-play consensual é uma técnica utilizada na TCP para tomadas de decisão, ao tornar explícita a ambivalência presente no conflito entre os aspectos racionais e emocionais do indivíduo, facilitando uma visão mais unitária de si mesmo.

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Medium 9788582713822

Capítulo 1 - A abordagem funcional

Craig Liebenson Grupo A PDF Criptografado

PARTE I

Fundamentos

CAPÍTULO

1

Craig Liebenson

A abordagem funcional

O treinamento tem muitas conotações diferentes, dependendo da perspectiva de cada um. Tradicionalmente, para indivíduos sadios ou atletas, ele enfoca força, flexibilidade ou treinamento cardiovascular. Esse treinamento, em geral, é supervisionado por um educador físico (personal trainer) ou técnico de força e condicionamento (F&C). Este livro promove uma abordagem diferente, na qual o objetivo do treinamento

é promover o desenvolvimento atlético (1,2). Da perspectiva do desenvolvimento atlético sustentável, o treinamento não se limita apenas aos domínios de força, flexibilidade ou cardiovascular, mas também enfoca os fundamentos de agilidade, balanço (equilíbrio) e coordenação como uma base para o desenvolvimento de um aperfeiçoado repertório motor (3).

Ironicamente, quando o aprendizado do repertório motor se torna a meta do desenvolvimento atlético, o treinamento não só fica mais funcional como também começa a se sobrepor à reabilitação clínica. Ele se torna mais funcional na medida que o foco do treinamento é desenvolver os padrões de movimento estereotípicos (p. ex., empurrar, puxar, agachar, correr) que um atleta usa em todos os esportes, em vez de movimentos isolados de articulações específicas (p. ex., contração do bíceps/flexão do cotovelo, contração dos isquiotibiais/flexão do joelho). Um fisiculturista pode preferir treinar um músculo de forma isolada para causar hipertrofia, mas a hipertrofia não é a meta primária para um atleta. Um princípio importante da ciência do exercício é o da Adaptação Específica a Demandas Impostas (SAID,

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Medium 9788582713709

Treinamento do core

James C. Radcliffe Grupo A PDF Criptografado

Treinamento funcional para atletas de todos os níveis 79

Treinamento do core

Pedestal em prono

OBJETIVO: Produzir uma base sólida e estável por todo o torso, empregar extensão de qualidade na articulação do quadril.

POSIÇÃO INICIAL: Olhando para a frente, coloque apenas os antebraços e dedos do pé sobre o solo.

O seu corpo deve formar uma linha reta dos ombros até os tornozelos,

Posição inicial

1

Eleve o corpo a partir do seu quadril, não do joelho, e erga a perna esquerda o mais alto possível. Mantenha a perna alongada e a postura de pedestal.

Faça as repetições indicadas, e então realize o mesmo com a outra perna.

80 James C. Radcliffe

Treinamento do core

Pedestal em supino

OBJETIVO: Produzir uma base sólida e estável por todo o torso, empregar flexão de qualidade na articulação do quadril.

POSIÇÃO INICIAL: De frente para o teto, coloque apenas seus antebraços e calcanhares sobre o solo. Seu corpo deve formar uma linha reta dos ombros até os tornozelos.

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Medium 9788536322711

Capítulo 26 - A Coluna Lombar

Mark Dutton Grupo A PDF Criptografado

C A P Í T U L O 26

A COLUNA LOMBAR

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

� Ao concluir o capítulo, o leitor será capaz de:

1. Descrever as vértebras, os ligamentos, os músculos e os suprimentos sanguíneo e nervoso que compõem o segmento intervertebral lombar.

2. Descrever os movimentos acoplados da coluna lombar, as barreiras articulares normais e anormais e as reações das várias estruturas a cargas.

3. Fazer um exame detalhado do sistema musculoesquelético, incluindo a história, a observação, a palpação das estruturas articulares e de tecido mole, os testes específicos de mobilidade passiva e articular para as articulações intervertebrais e o teste de estabilidade.

4. Avaliar os resultados do exame e determinar um diagnóstico.

5. Descrever as patologias comuns e as lesões dessa região.

6. Descrever as estratégias de intervenção com base nos achados clínicos e nos objetivos estabelecidos.

7. Planejar uma intervenção com base na educação do paciente, no tratamento manual e no exercício terapêutico.

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Medium 9788520441053

5. Cálcio, vitamina D e diabetes melito tipo 2

Ligia Araújo Martini; Bárbara Santarosa Emo Peters Editora Manole PDF Criptografado

5

CÁLCIO, VITAMINA D E DIABETES MELITO

TIPO 2

Luciana Tabajara Parreiras e Silva

Iana Mizumukai de Araújo

Adriana Lelis Carvalho

Francisco José Albuquerque de Paula

INTRODUÇÃO

Os principais elementos do metabolismo mineral, o cálcio e o fósforo, são componentes fundamentais do processo de mineralização. No entanto, esses minerais participam ativamente do metabolismo energético, seja no processo de secreção de hormônios moduladores (p. ex., cálcio na secreção de insulina), seja na ativação de enzimas-chave da síntese de substratos energéticos (fósforo). Esse é apenas um item da crescente lista que compõe a complexa interação entre o metabolismo mineral e o energético. A vitamina

D, até recentemente, era reconhecida por sua ação especializada na regulação do metabolismo mineral. Classicamente, esse secosteroide é um regulador da absorção intestinal de cálcio e fósforo e ainda participa na mineralização

óssea. Faz parte do passado a impressão de que a vitamina D tem função limitada ao metabolismo osteomineral. Receptores de vitamina D estão distribuídos amplamente nos mais diversos tecidos e células, que frequentemente também dispõem da maquinaria celular necessária para sintetizar localmente o metabólito ativo da vitamina D, 1,25-di-hidroxivitamina D

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Medium 9788582711101

Capítulo 9 - Criando um programa personalizado de condicionamento físico

Steve Cotter Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

9

CRIANDO UM PROGRAMA

PERSONALIZADO DE

CONDICIONAMENTO FÍSICO

A

s técnicas de treinamento corretas e a qualidade de sua prática são importantes, mas igualmente importante é a maneira como você coloca os vários exercícios juntos em um programa de condicionamento físico. Entretanto, precisamos fazer uma distinção aqui. Um programa em si, exige uma programação, um plano. É necessário ter um plano a fim de conseguir o condicionamento? Isso realmente depende de seus objetivos.

Um conceito de treinamento é chamado treinamento instintivo, o que significa fazer o que você sente que é certo fazer. Estude o livro e aprenda as técnicas, mas quando chegar a hora de entrar em sua própria sala de treinamento e pegar os pesos, você irá sair dela do mesmo jeito que entrou ou irá seguir uma programação para manter-se no caminho certo? Esta

é uma interessante questão porque existem pessoas que encontram o sucesso apenas fazendo alguma coisa todos os dias, sem muita estrutura. Um conceito que segue a linha do treinamento instintivo é encontrado na crença de que se alguma coisa é importante, você deve fazê-la todos os dias. Os agachamentos são importantes? Se forem, faça agachamentos todos os dias. Os movimentos de pressão são importantes?

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Medium 9788520435250

Controle de pragas

FIGUEIREDO, Roberto Martins Editora Manole PDF Criptografado

Controle de pragas

Xô, Bactéria!

Como higienizar bem os banheiros para que não apareçam aquelas mosquinhas desagradáveis?

Retire o tampão do ralo. Pegue uma bacia com uma solução de água quente

(1 litro) mais 1 colher de sopa de detergente, lave-o com uma escova própria utilizando luvas. Enxágue com água bem quente. Prepare uma solução de 1 litro de água fria com um copo de água sanitária e despeje no ralo. Esses insetos são conhecidos como “moscas dos drenos” ou “moscas dos ralos”, e seu nome científico é Psychoda alternata. Essas mosquinhas não transmitem doenças, mas indicam que é preciso limpar os ralos. Suas larvas se alimentam de bactérias que crescem no material gelatinoso encontrado nesses locais.

Aquelas formiguinhas minúsculas são as que também promovem a infecção hospitalar? Em casa elas também podem trazer doenças caso transitem pela cozinha, andando sobre as louças, por exemplo?

Insetos, em geral, principalmente os rasteiros, podem veicular microrganismos para os alimentos, provenientes, por exemplo, do lixo, do banheiro e até de outros insetos (baratas mortas).

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Medium 9788563308658

30 Agentes Antimicrobianos Diversos: Desinfetantes, Antissépticos, Esterilizantes e Conservantes

Peter C. Panus, Erin E. Jobst, Suzanne L. Tinsley, Susan B. Masters, Anthony J. Trevor, Bertram G. Katzung Grupo A PDF Criptografado

30

Agentes Antimicrobianos

Diversos: Desinfetantes,

Antissépticos, Esterilizantes e Conservantes

Os agentes discutidos neste capítulo são constituídos por diferentes antimicrobianos, tais como os específicos para infecções urinárias, além dos desinfetantes e antissépticos

(Fig. 30.1). Como os fisioterapeutas tratam os pacientes com infecções e utilizam equipamentos que podem transferir patógenos, o uso de antissépticos e desinfetantes, discutido na parte final deste capítulo, é particularmente relevante para a prática da reabilitação.

AGENTES ANTIMICROBIANOS DIVERSOS

Metronidazol

Química e farmacocinética

O metronidazol é um nitroimidazol usado principalmente no tratamento das infecções causadas por bactérias anaeróbicas e protozoários, podendo ser administrado por vias oral, intravenosa ou como supositório retal.

O fármaco penetra facilmente quase todos os tecidos, incluindo o fluido cerebrospinhal, alcançando níveis similares aos do plasma.

Mecanismo de ação e usos clínicos

O metronidazol mata amebas, bactérias e protozoários sensíveis, sendo facilmente captado pelos organismos anaeróbicos e células onde age alterando o DNA e inibindo a síntese dos ácidos nucleicos. Constitui o tratamento de escolha para as infecções anaeróbicas ou mistas intra-abdominais, colite pseudomembranosa e abscesso cerebral envolvendo organismos suscetíveis, podendo, ainda, ser usado no tratamento das infecções aeróbicas, como as que podem estar presentes no empiema, abscesso pulmonar, infecções dos ossos e articulações, assim

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Medium 9788582713709

Treinamento de agilidade

James C. Radcliffe Grupo A PDF Criptografado

Treinamento funcional para atletas de todos os níveis 165

Treinamento de agilidade

Manobra de desaceleração com joelhos flexionados

Progressões de manobras de desaceleração

OBJETIVO: Diminuir a velocidade, colocar o corpo em posição para mover-se de forma adequada em outra direção e evitar estresse desnecessário sobre o corpo.

Útil para todos os esportes quer a mudança de direção seja, ou não, um fator.

POSIÇÃO INICIAL: Acelere a uma velocidade moderadamente alta por 4,5 a 13 metros.

1-2

Comece o processo de desaceleração inclinando seus joelhos e abaixando seus quadris. Mantenha os ombros elevados e o tórax amplo. Os pés devem aterrissar em contato total com o solo e ficar atrás dos quadris.

Repita este processo de aceleração/desaceleração no campo na seguinte progressão:

Posição inicial

• Comece descalço no início para assegurar a mecânica e a colocação do pé.

• Aumente a distância da aceleração e diminua a distância na qual ocorre a desaceleração (p. ex., acelere 4,5 metros, desacelere em 13, então acelere 9 e desacelere em 9).

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Medium 9788536322711

Capítulo 17 - A Articulação do Quadril

Mark Dutton Grupo A PDF Criptografado

C A P Í T U L O 17

A ARTICULAÇÃO DO QUADRIL

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

� Ao concluir o capítulo, o leitor será capaz de:

1. Descrever a anatomia da articulação, dos ligamentos, dos músculos e dos suprimentos nervoso e sanguíneo que compreendem o complexo da articulação do quadril.

2. Descrever a biomecânica da articulação do quadril, incluindo posições de espaço e atrito articular, barreiras articulares normais e anormais, pares de força e estabilizadores da articulação.

3. Descrever o propósito e os componentes do exame da articulação do quadril.

4. Realizar um exame abrangente da articulação do quadril incluindo palpação das estruturas articulares e do tecido mole, testes de mobilidade passiva específica, de mobilidade articular passiva e testes de estresse de estabilidade.

5. Avaliar os dados totais do exame para estabelecer um diagnóstico.

6. Descrever a relação entre desequilíbrio muscular e desempenho funcional do quadril.

7. Resumir as várias causas da disfunção do quadril.

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Medium 9788520433089

3. Músculos, análise de movimento e trabalho em solo

ISACOWITZ, Rael; CLIPPINGER, Karen Editora Manole PDF Criptografado

MÚSCULOS, ANÁLISE

DE MOVIMENTO E

TRABALHO EM SOLO

P Í T UL

3

O

C

A

C

onhecer os músculos que atuam em um determinado exercício de solo irá ajudar você a aplicar os princípios do método pilates discutidos no Capítulo 1 e os do alinhamento discutidos no

Capítulo 2. Enquanto o Capítulo 2 está focado na coluna vertebral, este capítulo irá acrescentar os movimentos e músculos das grandes articulações dos membros superiores e inferiores. Serão descritos os princípios de como os músculos atuam para produzir movimentos de corpo inteiro isolados e complexos e será apresentado um esquema simples que pode ser usado para analisar os exercícios de solo. O capítulo termina com uma explicação sobre o formato usado para descrever os exercícios de solo e as recomendações resumidas para iniciar o trabalho em solo.

As articulações e seus movimentos

Os ossos descritos no Capítulo 2 (Fig. 2.1, p. 10) se unem para formar as articulações. O modo como os ossos se conectam e a forma das superfícies que se unem são usados para classificar as articulações em tipos específicos. Diferentes tipos de articulações têm potenciais de movimento distintos; utiliza-se uma terminologia padronizada para descrever os movimentos que são possíveis a uma dada articulação.

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Medium 9788582715116

Capítulo 36 - Terapia Cognitivo-Comportamental para Pacientes Difíceis ou Resistentes

Neide A. Zanelatto, Ronaldo Laranjeira Grupo A PDF Criptografado

36

TERAPIA COGNITIVO-COMPORTAMENTAL

PARA PACIENTES DIFÍCEIS OU

RESISTENTES

 NEIDE A. ZANELATTO

PONTOS-CHAVEPONTOS-CHAVEPONTOS-CHAVEPONTOS-CHAVEPONTOS�� O profissional da saúde faz parte de uma das classes trabalhadoras mais afetadas pelo estresse.

�� Embora tenha havido interesse, nas últimas décadas, sobre como o estresse afeta profissionais da saúde e sobre a importância do estudo e de uma intervenção sobre esse tema, “descuidado” talvez seja a palavra que melhor defina o estado em que se encontram esses profissionais.

�� Um dos motivos que geram estresse nos profissionais da saúde é o fato de estarem envolvidos com pacientes difíceis: que não aderem ao tratamento, que desafiam o profissional constantemente ou que usam qualquer tipo de estratégia para conseguirem o que querem.

�� A terapia cognitivo-comportamental (TCC), mantendo seu foco na relação terapêutica (profissional-paciente), pode ajudar a melhorar essas relações e proporcionar um cuidado maior para o profissional.

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Medium 9788582713822

Capítulo 30 - Tratamento e prevenção de lesões dos atletas de arremesso

Craig Liebenson Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

30

Michael M. Reinold e Charles D. Simpson II

Tratamento e prevenção de lesões dos atletas de arremesso

INTRODUÇÃO

Os atletas que participam de esportes que requeiram a ação de arremesso por cima da cabeça são um tipo de cliente extremamente desafiador, devido às características únicas das lesões resultantes de sua prática atlética. O estresse traumático e repetitivo desafia os limites fisiológicos dos tecidos e acaba por ocasionar microlesões no complexo do ombro.

Esportes como o beisebol, softball*, tênis, vôlei e a natação requerem programas específicos de reabilitação e de prevenção de lesões.

Consequentemente, é imperativo enfatizar o cuidado profilático e o tratamento desses atletas. As lesões podem ocorrer em razão de fadiga muscular, desativação neuromuscular, fraqueza ou desequilíbrios musculares. Também podem ocorrer em função da estabilidade estática ou dinâmica alterada. É necessário um programa compreensivo enfatizando força, estabilidade e mecânica adequadamente projetado para essa população, visando prevenir lesões e aumentar o rendimento atlético. Esse programa deverá utilizar estratégias e condicionamento físico total, de maneira a prevenir a fadiga e a deterioração da biomecânica, que acabam por resultar em forças indevidas na extremidade superior.

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Medium 9788520430620

17. Planejamento dietético sustentável

PHILIPPI, Sonia Tucunduva; AQUINO, Rita de Cássia de Editora Manole PDF Criptografado

17

PLANEJAMENTO DIETÉTICO

SUSTENTÁVEL

Sonia Tucunduva Philippi

Carolina Vieira de Melo Barros Pimentel

Daniela Maria Alves Chaud

Welliton Donizeti Popolim

!S

UMÁRIO

Introdução, 507

Sustentabilidade/desenvolvimento sustentável, 507

Alimentação e nutrição frente ao desenvolvimento sustentável, 512

Consumo alimentar consciente e político, 515

Ações sustentáveis no planejamento alimentar: estratégias em UAN/UPR, 516

Desperdício e geração de resíduos em serviços de alimentação, 522

Modelo de cozinha sustentável inteligente, 528

Problema versus solução, 529

Referências, 530

PLANEJAMENTO DIETÉTICO SUSTENTÁVEL

507

INTRODUÇÃO

A cadeia alimentar configura-se em múltiplas atividades, sendo composta de inúmeras etapas (Figura 17.1). Até chegar à mesa do consumidor, os alimentos passam por vários perigos e riscos, como transporte, manipulação, comercialização, armazenamento, processamento, entre outros.

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