635 capítulos
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Medium 9788520432914

5. Exercícios sem riscos para resultados eficazes

Blandine Calais-Germain Editora Manole PDF Criptografado

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Exercícios sem riscos para resultados eficazes

118 Seis princípios do método Abdominais sem riscos©

126 Sete preparações do método Abdominais sem riscos©

134 Dezesseis exercícios do método Abdominais sem riscos©

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Seis princípios do método Abdominais sem riscos©

119 Aviso

120 Manter a abertura das costelas qualquer que seja o modo de respirar

121 Coordenar abdominais e períneo

122 Coordenar transverso e reto do abdome

123 Coordenar transverso e oblíquo

124 Para os “abdominais glúteos”: abrir primeiramente os quadris

125 Trabalhar os abdominais e os dorsais conjuntamente

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Aviso

As páginas a seguir apresentam uma série de exercícios abdominais que pertencem a um conjunto mais amplo: o método Abdominais sem riscos©. Esses exercícios levam em consideração as observações apontadas previamente neste livro, em particular nas páginas 51 a 70.

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Medium 9788536529783

5.4 Aliméticos e nutricosméticos

Simone Pires de Matos Editora Saraiva PDF Criptografado

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porém, vêm resistindo à legislação. Eles acreditam que o símbolo utilizado nas embalagens, conforme ilustrado na Figura

5.4, passa ao consumidor uma ideia de alerta e perigo, inibindo a compra.

Existe na Câmara dos deputados o projeto de Lei n° 34/2015, que tira dos fabricantes a obrigatoriedade de inFigura 5.4 – Repre­ formar nos rótulos dos alimentos a presença de organismos sentação do símbolo geneticamente modificados (OGMs) caso a sua concentração encontrado nos róseja inferior a 1%. Propõe ainda que, nos casos da presença tulos dos alimentos de OGM em concentrações superiores a 1%, os produtores transgênicos. incluam no rótulo informações como “alimento transgênico”,

“este produto é transgênico” ou “contém ingrediente transgênico”, e não mais o símbolo com a letra T.

Portanto, é possível que ocorram mudanças nos próximos anos, com base em debates entre pesquisadores, profissionais da saúde, políticos e produtores. Os testes existentes atualmente para avaliação qualitativa e quantitativa de OGM infelizmente nem sempre apresentam resultados precisos e exatos, como necessário, o que dificulta a fiscalização e a aplicação da lei.

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Medium 9788520435250

Microrganismos

Roberto Martins Figueiredo Editora Manole PDF Criptografado

Microrganismos

Xô, Bactéria!

Para que servem os lactobacilos contidos em alguns alimentos?

Os lactobacilos são microrganismos que, além de auxiliarem nos processos digestivos, atuam como protetores do epitélio intestinal. Eles equilibram o funcionamento intestinal, impedem a multiplicação de bactérias nocivas, inibem a produção de toxinas, melhoram a digestão e fortalecem o sistema imunológico.

Por que os alimentos se estragam e como os microrganismos reagem às variadas temperaturas?

Os alimentos se estragam pelo crescimento de microrganismos deteriorantes e pela produção de substâncias como ácidos, que levam ao azedamento, vindos da degradação de açúcares, e outras, derivadas da degradação de proteínas

(putrefação). As bactérias são divididas em psicrófilas (que se desenvolvem em baixas temperaturas), mesófilas (que se desenvolvem em temperaturas moderadas) e termófilas (que se desenvolvem em temperaturas altas).

Bactérias patogênicas são aquelas que podem causar doenças, certo? Em quais alimentos encontramos esse tipo de bactéria?

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Medium 9788582714010

Capítulo 21. Quadríceps

Jim Stoppani Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 21

Quadríceps

Este capítulo contém informações detalhadas dos principais exercícios que enfatizam os músculos do quadríceps

– vasto lateral, vasto medial, vasto intermédio e reto femoral. Observe, na figura a seguir, a localização de cada um deles. Esses exercícios são divididos em agachamentos; leg press e agachamentos na máquina; passadas e steps; e extensões de joelhos. Independentemente do

Reto femoral

Vasto lateral

Vasto medial

exercício utilizado na sessão de treino, ele pode ser substituído por outro do mesmo tipo. Embora os agachamentos, as passadas e os steps envolvam o quadríceps, os isquiotibiais e os glúteos (assim como os músculos adutores do quadril, localizados na parte interna da coxa), tais movimentos foram categorizados como voltados para o quadríceps por uma questão de simplicidade.

Vasto intermédio

446   Jim Stoppani

Agachamentos

Agachamento com barra

446

Agachamento com a barra pela frente

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Medium 9788582713822

Capítulo 9 - Basquetebol

Craig Liebenson Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

9

Koichi Sato e Yohei Shimokochi

Basquetebol

“Mover-se sem a bola” é a chave para o sucesso no basquetebol. Os jogadores tendem a dedicar a maior parte de seu tempo de prática a melhorar suas habilidades com a bola

(p. ex., arremessar e dominar a bola). Uma quantidade de tempo consideravelmente menor é gasta em habilidades de movimento fundamentais (FMS, fundamental movement skills) sem a bola, como saltar, deslizar, correr e crossover

(drible com mudança brusca de direção). Assim como nas habilidades de arremesso, as habilidades fundamentais do movimento melhoram quando um programa de treinamento com movimentos específicos é implantado. Esse programa consiste em uma série de exercícios desenhados de forma específica para melhorar cada habilidade de movimento.

No final, o objetivo do programa é desenvolver a habilidade dos jogadores para manter padrões de movimento eficientes e potentes, que minimizem os riscos de lesões e melhorem o desempenho. O propósito deste capítulo é ajudar profissionais de reabilitação e treinamento de alto rendimento a desenvolver um programa de exercícios específicos para sucesso de jogadores.

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Medium 9788520429037

7. Massagem reflexa dos pés

Sophie Meyer Editora Manole PDF Criptografado

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Massagem reflexa

dos pés

T�cnicas de massagem

Na atual civilização urbana, nossos pés cobertos, apertados e comprimidos nos calçados são muito maltratados durante a maior parte do tempo. Por essa razão, seus clientes apreciarão enormemente uma massagem reflexa dos pés.

gem reflexa dos pés, também chamada de reflexologia plantar, é uma arte ancestral da massagem, baseada no princípio de correspondência entre as zonas reflexas e certos órgãos do corpo. Ela permite aliviar as dores, desbloquear as tensões e reequilibrar o funcionamento orgânico e circulatório.

O pé, com suas quase 7.200 terminações nervosas,

é o centro do bem-estar para os orientais. A massa-

A abordagem do pé

No primeiro contato, ao colocar uma mão sobre cada pé, a textura da pele, sua cor e também sua temperatura serão indicações úteis. O calor indica uma inflamação, enquanto o frio denota má circulação de retorno ou um distúrbio energético.

O formato do pé também será significativo:

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Medium 9788582714836

Capítulo 46. Redução de danos

Alessandra Diehl, Daniel Cruz Cordeiro, Ronaldo Laranjeira Grupo A PDF Criptografado

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Redução de danos

Julia Machado Khoury, André Augusto Corrêa de Freitas e Frederico Garcia

PONTOS-CHAVE redução de danos é um conjunto de políticas e programas estruturados para reduzir os danos

 Aassociados ao uso das drogas, e não necessariamente para alterar o padrão de uso das drogas. redução de danos surgiu na Inglaterra e se expandiu após o aumento exponencial da transmissão do HIV

 Aentre os usuários de drogas injetáveis. as principais técnicas da redução de danos, estão a troca de seringas e agulhas, a substituição

 Entre de heroína por metadona, a distribuição de preservativos e o aconselhamento para seu uso e o aconselhamento e testagem para o HIV.

vidade da redução de danos parece ser reduzida no Brasil pela falta de consistência conceitual

 Anaefeti definição das abordagens e nas estratégias propostas e pela falta de compreensão plena de seus pressupostos e bases.

A redução de danos pode ser definida como um conjunto de políticas e programas estruturados com o propósito de reduzir as consequências adversas das drogas do ponto de vista sanitário, social e econômico.1 Ela pode compreender: (1) a abstinência ou redução do consumo de drogas;

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Medium 9788582713822

Capítulo 8 - Beisebol

Craig Liebenson Grupo A PDF Criptografado

PARTE II Considerações sobre o treinamento de esportes específicos

CAPÍTULO

8

Ken Crenshaw, Nathan Shaw e Neil Rampe

Beisebol

O beisebol é um esporte popular com uma população estimada de 16 milhões de crianças que o praticam de forma organizada apenas nos Estados Unidos (1). A Little League

Baseball, sozinha, contabiliza mais de 2,6 milhões de participantes em 2007 (2). Com o aumento de participantes, também aumentou o número de lesões. Nos Estados

Unidos, estima-se que 131.555 jogadores de nível secundário sofreram lesões entre 2005 e 2006 e entre 2006 e 2007. Uma taxa de lesão de 1,26 eventos por 1.000 exposições atléticas.

Os locais mais comuns de ocorrência de lesões foram os ombros (17,6%), o tornozelo (13,6%), a cabeça/face (12,3%), as mãos/dedos (8,5%) e a coxa (8,2%). Os diagnósticos mais comuns foram: estiramentos ligamentares (rompimentos parciais) (21%), estiramentos musculares (rompimentos parciais) (20,1%), contusões (16,1%) e fraturas (14,2%).

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Medium 9788520430620

14. Planejamento dietético na prática de atividade física

Sonia Tucunduva Philippi, Sonia Tucunduva Philippi, Rita de Cássia Aquino Editora Manole PDF Criptografado

14

PLANEJAMENTO DIETÉTICO NA

PRÁTICA DE ATIVIDADE FÍSICA

Luciana Rossi

!S

UMÁRIO

Introdução, 409

Evolução das recomendações para planejamento dietético para atletas, 410

Macronutrientes, 417

Pirâmide alimentar baseada no índice glicêmico (Paig) aplicada a indivíduos fisicamente ativos, 425

Referências, 433

Anexo, 437

P L A N E J A M E N T O D I E T É T I C O N A P R Á T I C A D E AT I V I D A D E F Í S I C A

409

INTRODUÇÃO

O planejamento dietético para indivíduos praticantes de atividade física se inicia com a especificidade do público inserido nas diferentes categorias, em que podem ser identificados até três grupos distintos (Rossi e Nassif., 2009) (Figura 14.1): s $ESPORTISTA� INDIVÓDUO FISICAMENTE ATIVO

QUE PARTICIPA DE ATIVIDADE ESPORTIVA

COM OBJETIVO DE ALCAN AR BENEFÓCIOS PARA A SUA SAÞDE E�OU LAZER

E RECREA ÎO

SEM A FINALIDADE COMPETITIVA PRECÓPUA� #HEGA A REPRESENTAR DE �� A ���� DOS ATENDIMENTOS EM CONSULTØRIOS PARTICULARES E EM

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Medium 9788536322711

Capítulo 29 - Reabilitação Pós-Cirúrgica da Extremidade Inferior

Mark Dutton Grupo A PDF Criptografado

C A P Í T U L O 29

REABILITAÇÃO PÓS-CIRÚRGICA

DA EXTREMIDADE INFERIOR

Procedimentos envolvendo o quadril

Considerando a natureza complexa da articulação do quadril (27 músculos atravessam essa região do corpo) e a fraqueza significativa que geralmente ocorre depois de qualquer procedimento cirúrgico, a fisioterapia pode desempenhar um papel importante no retorno dos pacientes à função plena, logo após a intervenção no quadril.1 Hoje, os indicadores mais comuns para cirurgia nessa região são as alterações degenerativas funcionalmente limitantes e doloridas nas superfícies articulares.1

evitar atrofias excessivas. Exercícios aquáticos são componentes eficazes do processo de reabilitação (ver o Cap. 6), caminhar em uma piscina permite ao pacientes focalizar a avaliação da simetria em um ambiente sem contrapeso.

� Segundo mês: Fase inicial de fortalecimento. O começo das atividades de fortalecimento e de sustentação de peso depende do procedimento que foi utilizado (Tab. 29-1).

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Medium 9788520429037

3. Massagem djerbiana antiestresse

Sophie Meyer Editora Manole PDF Criptografado

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Massagem

djerbiana antiestresse

T�cnicas de massagem

Na Tunísia, a massagem é muito presente na vida cotidiana como marca cultural. As mulheres massageiam naturalmente seus bebês; além disso, por ocasião de sessões regulares nos banhos turcos, os tunisianos se submetem à massagem. É graças a essa maior sensibilidade ao toque que se fala das “mãos tunisianas” para descrever os profissionais excepcionais que sabem, com naturalidade, adaptar suas massagens às necessidades particulares de sua clientela, realizando manobras mais ou menos rápidas e mais ou menos intensas, pois, não esqueçamos, uma boa massagem é aquela em que existe o feeling entre o massagista e o massageado.

Além disso, quando fazem da massagem a sua profissão, os tunisianos de hoje têm a oportunidade de seguir estudos muito sérios em diferentes escolas criadas há alguns anos no país. Sem dúvida, isso explica em parte porque atualmente a Tunísia é, após a

França, o segundo destino mundial de talassoterapia, pois soube seduzir o público amante dessa arte e o público novo de turistas que a descobrem graças aos centros integrados nos magníficos hotéis dos centros turísticos.

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Medium 9788563308658

35 Fármacos que Afetam o Sistema Respiratório

Peter C. Panus, Erin E. Jobst, Suzanne L. Tinsley, Susan B. Masters, Anthony J. Trevor, Bertram G. Katzung Grupo A PDF Criptografado

35

Fármacos que Afetam o Sistema Respiratório

O trato respiratório pode ser dividido nas porções superior e inferior. A porção superior abrange o nariz, seios nasais, orofaringe e laringe; porção inferior, a traqueia e pulmões com suas vias aéreas associadas. As doenças e farmacoterapia do sistema respiratório superior são diferentes das do trato respiratório inferior.

As doenças do trato respiratório superior são as associadas a infecções (mais comumente, rinotraqueítes virais não complicadas) e alergias sazonais (rinoconjuntivite e rinotraqueíte alérgica). Para a maioria, estas doenças são autolimitantes, podendo as classes de fármacos usadas para tratá-las serem obtidas sem prescrição médica de modo geral. As doenças do trato respiratório inferior podem ser classificadas como infecções parenquimatosas (p. ex., pneumonia) e doenças obstrutivas das vias aéreas (brônquicas). Estas últimas, limitam o fluxo de ar expiratório, sendo comumente divididas em asma brônquica, caracterizada por episódios agudos, e doenças crônicas obstrutivas das vias aéreas que são subdivididas em bronquite crônica, enfisema, bronquiectasia e fibrose cística. O tratamento das infecções em todas as partes do trato respiratório é discutido no Cap. 27.

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Medium 9788582713822

Capítulo 21 - O levantamento terra

Craig Liebenson Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

21

Charlie Weingroff

O levantamento terra

Muitas ferramentas tradicionais de treinamento de força passaram pelo teste do tempo, tanto no cenário de treinamento de alto rendimento como na área de reabilitação.

Contudo, o fato é que muitos treinadores, educadores físicos e médicos possuem certa resistência para prescrever exercícios multiarticulares compostos, como o levantamento terra, em seus programas (1). Parcialmente, pode-se explicar a rejeição com relação a esses levantamentos ao fato de que requerem um alto grau de experiência por parte do treinador, antes que ele possa ensinar o levantamento e suas progressões (2).

Um dos levantamentos que mais bem descreve esse cenário é o levantamento terra (LT). O próprio nome do exercício, em inglês (dead lift – levantamento de peso morto), já pode causar alguma rejeição inicial. Diz a lenda que o nome remonta às campanhas militares romanas no ano de 200 A.C., quando os romanos, ao retornarem do campo de batalha, levantavam seus mortos em carroças para recolher os corpos dos soldados abatidos. Levantar uma carga pesada e não estruturada como a de um corpo requer muito controle corporal, técnica e força máxima (3-5)*. Quando essas qualidades são aplicadas em um programa de treinamento e utilizando-se de implementos, como barras, halteres, kettlebell ou qualquer tipo de carga, nós temos uma ferramenta de trabalho consagrada para obter ganhos de força (5-7).

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Medium 9788580550771

23. Cabeça, Face, Olhos, Orelhas, Nariz e Garganta

William E. Prentice Grupo A PDF Criptografado

23

Cabeça, Face, Olhos, Orelhas,

Nariz e Garganta

■ Objetivos

Ao terminar este capítulo, você deverá ser capaz de

• Propor um plano para ajudar a evitar ou ao menos minimizar a frequência de lesões na cabeça.

• Revisar a anatomia relacionada à cabeça.

• Estabelecer um processo sistemático de avaliação das concussões e lesões leves à cabeça.

• Tomar uma decisão informada a respeito do tratamento secundário e posterior das concussões relacionadas ao esporte, com base em uma apresentação abrangente das opções disponíveis.

■ Sumário

• Reconhecer a gravidade de diversas lesões na cabeça e estar ciente do período de tempo potencialmente necessário para a recuperação.

• Discutir o valor dos testes neuropsicológicos na determinação do estado de recuperação após a concussão.

• Ser capaz de identificar corretamente as várias lesões que podem ocorrer tanto na face quanto em olhos, orelhas, nariz e garganta.

■ Palavras-chave

Prevenção de lesões na cabeça, na face, em olhos, orelhas, nariz e garganta 787

lesão de golpe

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Medium 9788520456880

12. Niacina – vitamina B3

Celso Cukier, Vanessa Cukier Editora Manole PDF Criptografado

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Niacina – vitamina B3

Nadya Caroline Mambelli Magri

Natália de Carvalho

INTRODUÇÃO

Ácido nicotínico e nicotinamida, referidos coletivamente como niacina, têm como função fisiológica atuar como coenzimas para diversas desidrogenases.

A niacina é uma vitamina hidrossolúvel que atua no organismo em diversas reações metabólicas. As principais são aquelas envolvidas com a produção de energia por fazer parte de duas coenzimas: a nicotinamida adenina dinucleotídeo (NAD) e o fosfato de nicotinamida adenina dinucleotídeo (NADP). Essas coenzimas participam da transferência de elétrons na cadeia respiratória.

Em estudos foi demonstrado que a niacina permanece estável quando submetida ao calor, ou seja, é uma vitamina resistente ao processo de cozimento e se mantém estável na presença de acidez, luz e oxigênio (Riaz, Asif e Ali, 2009).

Recomendações de ingestão diária de niacina são em média de 15 mg/dia, dependendo da faixa etária, conforme apresentado na Tabela 1. As fontes dietéticas englobam carnes, cereais e leguminosas, além de ser sintetizada pelo próprio organismo, na presença do aminoácido triptofano.

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