495 capítulos
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788580551495

Capítulo 8. A articulação do quadril

Mark Dutton Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 8

A articulação do quadril

Visão geral

Em razão de sua localização, de seu desenho e de sua função, a articulação do quadril transmite cargas muito grandes, tanto elásticas quanto compressivas.

Foi demonstrado que cargas de até oito vezes o peso do corpo atuam sobre o quadril durante a corrida e que cargas ainda maiores podem estar presentes durante competições esportivas vigorosas.1 Além de fornecer estabilidade, a articulação do quadril permite bastante mobilidade. Qualquer desequilíbrio entre essas duas variáveis pode deixar a articulação do quadril e os tecidos circundantes vulneráveis a lesões no tecido mole, síndromes do impacto e disfunção articular.

Anatomia

A articulação do quadril é composta pela cabeça femoral e pela superfície ar‑ ticular em forma de ferradura do acetábulo pélvico.

Pérola clínica

O acetábulo é formado por três ossos: o ílio, o ísquio e o púbis.

Uma série de estruturas na região do quadril encontra­‑se singularmente adaptada à transferência de forças:

Ver todos os capítulos
Medium 9788520427033

28. Exercícios físicos e envelhecimento

VAISBERG, Mauro; MELLO, Marco Túlio de Editora Manole PDF Criptografado

capítulo

28

Exercícios físicos e envelhecimento

Car los André Freitas dos Santos

Simone Car valho Simões Pinheiro Lima

Gislene Rocha Amir ato

Mauro Vaisberg

Introdução

Em todo o mundo, a proporção de pessoas com 60 anos de idade ou mais está crescendo mais rapidamente que a de qualquer outra faixa etária. Segundo a Organização Mundial da

Saúde (OMS), a população de idosos no ano de 2000 era de 600 milhões, sendo que 60% deles viviam em países em desenvolvimento. Existirá um total de 1,2 bilhões de idosos em 2025 e, em 2050, aproximadamente 2 bilhões, sendo 80% nos países em desenvolvimento. Dos atuais

70 milhões de idosos com mais de 80 anos de idade, passarão para 377 milhões em 2050.

Essa transformação iniciada no século passado, principalmente nas últimas duas dé­ca­ das, decorreu de fatores como a melhora do saneamento básico e condições de saúde pública, de­terminando redução das taxas de mortalidade infantil, taxas de fertilidade e, em alguns países, diminuição das taxas de natalidade, muitas vezes inferiores ao fator de repo­ sição populacional (2,1 nascidos vivos/mulher adulta).

Ver todos os capítulos
Medium 9788520429044

3. Massagem quiroplástica facial

MEYER, Sophie Editora Manole PDF Criptografado

3

Massagem quiroplástica

facial

T�cnicas de massagem

Essa técnica exclusiva é advinda da França e sua denominação é puramente etimológica:

- de uma parte, “quiro”, para a mão, a fim de valorizar a arte do toque e privilegiar o trabalho das mãos em comparação ao da da fisioterapia, que usa diversos aparelhos;

- de outra parte, “plástica”, refere-se às artes plásticas, que consistem na modelagem ou remodelagem das formas para torná-las mais estéticas.

Esse método, praticado sobre a face, mas também sobre o corpo, baseia-se na melhoria da qualidade da substância fundamental dos tecidos conjuntivos.

Essa substância deve manter a sua qualidade de flui-

40

dez para favorecer as trocas e acelerar o metabolismo celular. Sua principal função é eliminar resíduos e também liberar elementos nutritivos e gasosos para as células.

De fato, a mão não pode aumentar diretamente o metabolismo celular, mas ela o faz indiretamente liberando o meio.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520427033

34. A individualidade biológica e sua relação com o treinamento

VAISBERG, Mauro; MELLO, Marco Túlio de Editora Manole PDF Criptografado

capítulo

34

A individualidade biológica e sua relação com o treinamento

Emilson Colantonio

Car los Eduardo Polazzo Machado

Marco Túlio de Mello

Introdução

Desde a Antigüidade, o treinamento físico vem sendo praticado, estudado, aprimorado e tem evoluído graças ao interesse de pesquisadores em investigar os efeitos agudos e crônicos decorrentes da prática sistemática de exercícios físicos e atividades esportivas.

O treinamento físico consiste em uma repetição sistemática de movimentos que produzem reflexos da adaptação morfológica e funcional, com o objetivo de aumentar o rendimento em um determinado período.1

O treinamento é um processo pedagógico complexo, com muitos aspectos variados, e possui uma forma específica de organização que o converte em uma ação sistemática, complexa e global, sobre a personalidade e o estado físico do indivíduo.

Por sua natureza, o treinamento é uma atividade motora específica, sistemática, dirigida

Ver todos os capítulos
Medium 9788536309156

Capítulo 2 - História e Uso do Guide

William E. DeTurk; Lawrence P. Cahalin Grupo A PDF Criptografado

C APÍTULO 2

HISTÓRIA E USO DO GUIDE

Gary Brooks

Lawrence P. Cahalin

INTRODUÇÃO

O Guide to Physical Therapist Practice é uma importante publicação para a comunidade fisioterapêutica nacional e internacional. Ele foi desenvolvido devido à necessidade de definição de regras mais adequadas para o fisioterapeuta no contexto das mudanças no cuidado com a saúde.1-8 Jules

Rothstein, editor do jornal Physical Therapy, apresentou sua opinião sobre o Guide em dois editoriais que precederam a publicação da primeira e da segunda edições.3,4 O Quadro 2.1 mostra uma visão geral de alguns dos comentários feitos pelo

Dr. Rothstein, incluindo a seguinte definição do Guide: essa obra, apesar de seu prestígio, não é específica (esclarece dúvidas por meio do uso de modelos definidos de forma ampla).

Segundo ele, o Guide é “a primeira informação que mais se aproxima do que fazemos e do que devemos fazer... e possivelmente do que podemos fazer”.3,4 O Dr. Rothstein concluiu seu editorial declarando que há necessidade: (1) de buscar uma abordagem mais estreita (desenvolver modelos que sejam menos amplos e tenham mais especificidade) em futuras versões do Guide; (2) de diálogo entre todos os clínicos sobre suas conclusões em relação ao Guide, especificando se este contribui ou não para sua prática; e (3) de esclarecimento de itens particulares ou de sua mudança no futuro.3

Ver todos os capítulos
Medium 9788520432921

2. Teaser (abdominal em V) e o períneo

CALAIS-GERMAIN, Blandine; RAISON, Bertrand Editora Manole PDF Criptografado

2

Teaser

(abdominal em V) e o períneo

23

Teaser (abdominal em V) e o períneo

Este exercício de enrolamento da coluna, se mal executado, pode provocar pressões indesejáveis sobre a parte inferior da pelve e sobre o períneo.

24

Princípio do exercício

Posição inicial

Deitado, com as costas sobre a caixa, os pés apoiados na barra, os braços ao lado e as mãos nas alças.

Apoiado sobre a caixa, o tronco fica mais alto que as extremidades dos membros. Resultado: a coluna vertebral fica em posição de extensão, dadas a retropulsão dos braços e a extensão do quadril (aqui, o alongamento dos músculos flexores do quadril), que provoca a anteversão da pelve.

Deslocamento

É feito em duas etapas: ida e volta.

• Na ida, a parte superior da coluna

é flexionada e, depois, todo o tronco deixa o apoio da caixa até ficar retilíneo e oblíquo, o apoio passa a ser sobre a parte de trás dos ísquios.

Ao mesmo tempo, o quadril é flexionado enquanto os joelhos permanecem estendidos, as mãos seguram as alças e se dirigem, durante todo o movimento, para frente e para o alto, com os cotovelos estendidos.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582714010

Capítulo 8. Táticas para maximizar a força

Jim Stoppani Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 8

Táticas para maximizar a força

O primeiro passo para aumentar a força é aprender como elaborar sessões e programas básicos de treino com esse objetivo em mente. As variáveis a serem consideradas na elaboração dos treinos (ver Cap. 2) são a escolha dos exercícios que serão executados, sua ordem de execução, o número de séries que serão realizadas, a carga que será utilizada e o intervalo que será empregado entre as séries.

Além disso, deve-se considerar a frequência com que cada grupo muscular será trabalhado e o tipo de rotina a ser implementado.

Este capítulo aborda as rotinas mais comuns entre os praticantes interessados em maximizar a força muscular, ajudando a determinar qual a melhor organização semanal a ser seguida. Volta-se a enfatizar as variáveis de cada sessão de treino, descrevendo minuciosamente os exercícios específicos. Cada passo fornece mais detalhes a respeito das normas, dos métodos e das dicas para alcançar esse objetivo.

DIVISÃO SEMANAL DO TREINO

Ver todos os capítulos
Medium 9788520427910

3. Estratégias específicas

RIGGS, Art Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 2   Técnicas gerais

3

61

Estratégias

Específicas

Agora que você está familiarizado com as principais ferramentas utilizadas na massagem profunda, serão combinadas as teorias mais amplas desse tipo de massagem abordadas no

Capítulo 1, e as técnicas gerais para o uso das articulações dos dedos, punho, antebraço e cotovelo apresentadas no Capítulo 2, para formar estratégias específicas em diferentes

áreas corporais. Sinta-se livre para adaptar estas sugestões a seu estilo pessoal. Você pode se sentir mais confortável em utilizar o cotovelo em vez das articulações dos dedos, conforme demonstrado em uma determinada foto; ou pode não se sentir à vontade ou confiante usando o cotovelo, como mostrado em um exemplo, e preferir usar o punho. Seja criativo e, embasado no conhecimento científico, divirta-se procurando novas formas de massagear!

Trabalho no pé e na perna

A massagem estrutural no pé tem um efeito impressionante no desempenho profissional, diferenciando o seu trabalho das manobras comuns empregadas para alcançar o alívio temporário de pés cansados ou doloridos. Com a prática, você pode aprender a liberar articulações limitadas e melhorar, de forma significativa, a distribuição das cargas corporais, proporcionando melhor equilíbrio aos pés.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582714010

Capítulo 22. Isquiotibiais e glúteos

Jim Stoppani Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 22

Isquiotibiais e glúteos

Este capítulo descreve detalhadamente os principais exercícios que enfatizam os músculos isquiotibiais e glúteos – bíceps femoral, semitendíneo, semimembranáceo, glúteo máximo e glúteo médio. Observe, na figura a seguir, a localização de cada um desses músculos. Esses exercícios

Glúteo médio

Glúteo máximo

Bíceps femoral

Semitendíneo

Semimembranáceo

são divididos em extensões de quadril e em flexões de joe­lhos. Independentemente do exercício utilizado na sessão de treino, ele pode ser substituído por outro do mesmo tipo.

462   Jim Stoppani

Extensões de quadril

Levantamento-terra romeno

Levantamento-terra romeno com halteres

Extensão de quadril – glúteos e isquiotibiais

Extensão de quadril invertida

Elevação de quadril no banco

Extensão de quadril na polia baixa

Flexões de joelhos

462

463

463

464

464

465

Flexão de joelhos, deitado

Ver todos os capítulos
Medium 9788582711101

Apêndice - Nutrição e hidratação

Steve Cotter Grupo A PDF Criptografado

Apêndice

NUTRIÇÃO E HIDRATAÇÃO

Comer pelo valor calórico e comer para saúde e desempenho são fundamentalmente diferentes. Também, não há um tipo de planejamento alimentar ou dieta universalmente aceita pelos especialistas em nutrição, e as livrarias estão lotadas de livros de dieta.

Qual delas é a melhor?

Escolher a melhor dieta para você é um processo de autodescoberta e experimentação; entretanto, uma coisa com a qual podemos contar é uma abordagem lógica para nutrição. Se alguma coisa faz sentido para você, parece bom e fornece bons resultados, você pode assumir que é uma boa maneira de se alimentar. Se você se sente saudável e forte, mantenha o equilíbrio na alimentação quanto ao tipo, quantidade e combinações que dão a você bons resultados. Mas se você se sente lento ou tem problemas de saúde, considere cuidadosamente o que você está comendo e tente se tornar mais informado sobre o que é mais saudável para o seu corpo.

Este não é um livro sobre nutrição, mas posso contar a você o que faz eu me sentir ótimo! Aqui estão algumas das dicas nutricionais que compartilho como parte de minha filosofia de alimentar-se de forma saudável. Você pode escolher em seguir algumas dessas ideias e desistir de outras, ou pode combinar algumas ideias com outras até descobrir a fórmula que funcione para você. A nutrição é uma parte crucial em nossas vidas, e uma abordagem nutricional saudável o ajudará a se recuperar mais rápido depois dos treinos e ter melhor desempenho durante eles.

Ver todos os capítulos
Medium 9788536322711

Capítulo 23 - A Coluna Cervical

Mark Dutton Grupo A PDF Criptografado

C A P Í T U L O 23

A COLUNA CERVICAL

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

� Ao concluir o capítulo, o leitor será capaz de:

1. Descrever a anatomia das vértebras, dos ligamentos, dos músculos e dos suprimentos sanguíneo e nervoso que compreendem o segmento intervertebral cervical.

2. Descrever a biomecânica da coluna cervical, incluindo movimentos acoplados, barreiras articulares normais e anormais, cinesiologia e reações a vários estresses.

3. Realizar um exame objetivo e detalhado do sistema musculoesquelético cervical, incluindo palpação das estruturas articulares e do tecido mole, testes específicos de mobilidade passiva, testes de mobilidade articular passiva e testes de estabilidade.

4. Realizar e interpretar os resultados a partir de testes de movimentos combinados.

5. Avaliar posturas estáticas e dinâmicas da coluna cervical e implementar a intervenção apropriada.

6. Aplicar técnicas de terapia manual utilizando grau, intensidade, direção e duração adequados.

Ver todos os capítulos
Medium 9788580552539

Capítulo 14 - Sistemas de notificação, análise de causa-raiz, e outros métodos para compreender as questões de segurança

Robert M. Wachter Grupo A PDF Criptografado

SISTEMAS DE NOTIFICAÇÃO,

ANÁLISE DE CAUSA-RAIZ,

E OUTROS MÉTODOS

PARA COMPREENDER AS

QUESTÕES DE SEGURANÇA

14

VISÃO GERAL

No final da década de 1990, à medida que pacientes, repórteres e legisladores começaram a atentar para os erros associados à assistência em saúde, a resposta foi quase pavloviana: precisamos de mais notificações! Esse apelo de senso comum tinha raízes em vários lugares, incluindo o conhecimento de que a transparência impulsiona mudanças, as experiências positivas com os relatos na indústria da aviação comercial,1 o desejo de muitas partes interessadas (pacientes, legisladores, mídia, líderes da assistência à saúde) de entender a dimensão do problema da segurança, e a necessidade das organizações de saúde individuais de conhecer quais eram as questões nos quais deveriam trabalhar.

Iniciarei este capítulo focando nas notificações em organizações prestadoras de assistência à saúde, como hospitais ou clínicas. Depois disso, ampliarei as lentes para considerar notificações de sistemas extrainstitucionais. Uma discussão mais aprofundada sobre essas questões, a partir de perspectivas um pouco diferentes, podem ser encontradas nos Capítulos 3, 20 e 22.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520434307

8. Estresse no Ambiente de Trabalho

MENDES, Ricardo Alves; LEITE, Neiva Editora Manole PDF Criptografado

8

Estresse no

Ambiente de Trabalho

O estresse é uma reação fisiológica associada ao estilo de vida atual, mas ele não é uma característica nova e exclusiva dos tempos modernos, pois sempre esteve presente no ser humano como uma forma de garantir a sobrevivência. O que se tem de novo é o maior conhecimento sobre o assunto, o reconhecimento que a reação existe e a consciência geral de sua expressão. As pesquisas na área têm divulgado os efeitos prejudiciais que o estresse pode ocasionar no dia a dia das pessoas e no ambiente de trabalho.

Este capítulo inicia-se com uma abordagem geral, ressaltando as respostas fisiológicas, as fases e os tipos de estresse. Descreve, também, o estresse que pode aparecer nas organizações, sugerindo algumas técnicas de controle e estratégias para prevenir o seu aparecimento.

1.  Respostas Fisiológicas 

Nas últimas décadas, a resposta fisiológica do estresse se tornou uma rotina na vida diária dos trabalhadores. A relação homem-trabalho pode gerar um estresse crônico com o aparecimento de sintomas, se o ambiente de trabalho não for prazeroso e o trabalhador não sentir segurança em seu emprego.

Ver todos os capítulos
Medium 9788527735490

Parte 4 Apêndice

HECKER, Hans-Ulrich Et Al. Grupo Gen ePub Criptografado
Medium 9788582603147

Capítulo 6 - Análise ergonômica do trabalho

Vanderlei Moraes Corrêa; Rosane Rosner Boletti Grupo A PDF Criptografado

capítulo 6

Análise ergonômica do trabalho

Após conhecer todos os conceitos básicos de ergonomia, podemos abordar em detalhes o processo de intervenção ergonômica chamado de análise ergonômica do trabalho (AET). Este capítulo faz um apanhado geral sobre o método de análise ergonômica do trabalho, as análises de atividade, de demanda e de tarefa, bem como a elaboração do diagnóstico e suas recomendações. São tratados ainda o projeto de postos de trabalho e os sistemas de gestão.

Objetivos de aprendizagem s Explicar a importância da organização do trabalho para a prática ergonômica. s Definir o que é uma análise ergonômica do trabalho e listar as etapas de sua realização. s Analisar a atividade, a demanda e a tarefa segundo a AET. s Realizar diagnósticos ergonômicos. s Projetar postos de trabalho segundo a necessidade dos funcionários.

Organização do trabalho

Em geral, o trabalho é exercido em uma organização estabelecida, dividida em setores diversificados. Dependendo da empresa, os setores podem ser reduzidos, mas, na maioria dos casos, a empresa estabelecida conta ao menos com os seguintes departamentos: gestão de pessoas, planejamento, produção, vendas e distribuição.

Ver todos os capítulos

Carregar mais