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Medium 9788582715116

Capítulo 16 - Terapia Focada no Esquema

Neide A. Zanelatto, Ronaldo Laranjeira Grupo A PDF Criptografado

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TERAPIA FOCADA NO ESQUEMA

 ZENON LOTUFO JR.

 LAWRENCE P. RISO

 FRANCISCO LOTUFO NETO

PONTOS-CHAVEPONTOS-CHAVEPONTOS-CHAVEPONTOS-CHAVEPONTOS-CH

�� O conceito de esquema desempenha um papel importante no contexto das terapias cognitivas, uma vez que esquemas mal-adaptativos podem influenciar fortemente cognições, afetos e comportamentos.

�� Esquemas culturais podem ser mal-adaptativos e de difícil detecção por serem generalizados e amplamente aceitos.

�� A terapia focada no esquema para transtornos da personalidade recebeu atenção especial e sistematização por parte de Jeffrey Young e colaboradores.

�� Sob o título de terapia do esquema com duplo foco (TEDF, dual-focus schema therapy), Samuel A. Ball propôs um programa de tratamento para os transtornos por uso de substâncias (TUSs) que associa a terapia do esquema com os princípios da prevenção de recaída, descrita, originalmente, por Marlatt e Gordon.

�� Outra aplicação da teoria cognitiva do esquema na terapia da dependência, apoiada por manual, foi descrita por Avants e Margolin, os quais se valeram de ideias da psicologia budista para desenvolver a terapia do esquema do self espiritual (spiritual self-schema therapy [3-S]).

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Medium 9788536322711

Capítulo 20 - O Disco Intervertebral

Mark Dutton Grupo A PDF Criptografado

C A P Í T U L O 20

O DISCO INTERVERTEBRAL

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

� Ao concluir o capítulo, o leitor será capaz de:

1. Listar os vários componentes do disco intervertebral.

2. Descrever a composição química e a função de cada um dos componentes intervertebrais.

3. Definir as semelhanças e as diferenças dos discos em cada região espinal.

4. Descrever os processos patológicos envolvidos na degeneração e na degradação do disco intervertebral.

5. Descrever as diferenças entre protrusão, extrusão e sequestro.

6. Identificar as várias forças que agem sobre o disco e como este reage.

7. Listar as características de dano no disco em cada nível segmentar.

8. Descrever a análise racional para o uso das várias estratégias na intervenção de danos discais.

VISÃO GERAL

Sob o ponto de vista filogenético, o disco intervertebral (DIV)

é uma estrutura relativamente nova. Ele forma uma sínfise ou anfiartrose entre duas vértebras adjacentes e representa a maior estrutura avascular do corpo.1 Na coluna vertebral humana, as alturas combinadas dos DIVs são responsáveis por cerca de

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Medium 9788520427033

17. Síndrome metabólica

VAISBERG, Mauro; MELLO, Marco Túlio de Editora Manole PDF Criptografado

capítulo

17

Síndrome metabólica

Maria Teresa Zanella

Marcelo Hiroshi Uehar a

Tiago Leoni Capel

aspectos clínicos

A síndrome metabólica (SM) foi relatada inicialmente por Reaven, em 1988.1 Em sua descrição, a condição, denominada síndrome X, caracterizava-se por alterações hemodinâmicas e metabólicas verificadas em pacientes com obesidade.

Após essa primeira descrição, autores diversos propuseram várias outras denominações, como síndrome plurimetabólica e síndrome de resistência à insulina. Atualmente, a SM, assim reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS), caracteriza-se por um conjunto de anormalidades que se associam à resistência à insulina – obesidade, intolerância

à glicose, hipertensão arterial e dislipidemia. No entanto, alterações como hiperuricemia, microalbuminúria e distúrbios da coagulação têm sido preconizadas como integrantes da chamada síndrome metabólica ampliada.2

Recentemente, estudos têm sugerido uma influência genética complexa e significativa nos componentes individuais da SM.3 Tais genes manifestam-se em um ambiente com fartura de alimentos e estilo de vida sedentário, e indivíduos nessas condições apresentariam um estado de hiperinsulinemia, o que, por sua vez, favoreceria o aparecimento das alterações metabólicas relacionadas à síndrome.4 No entanto, sua real fisiopatologia ainda

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Medium 9788520435359

6. Cotovelo, punho e mão

KEIL, Anne Editora Manole PDF Criptografado

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Cotovelo, punho e mão

A bandagem terapêutica pode ter um efeito significativo sobre o cotovelo, o punho e a mão em virtude da natureza superficial das articulações. Contudo, a bandagem limitará o movimento de certas articulações que podem ser necessárias para desempenhar atividades da vida diária. A bandagem pode ser usada 24 horas por dia, ao contrário de muitas talas ou órteses de cotovelo, punho e mão, que precisam ser removidas para o banho ou durante atividades que possam sujar a órtese (p. ex., cozinhar). Talvez a bandagem precise ser reaplicada com maior frequência no punho e na mão, pois essas partes sujam-se mais rapidamente, já que usamos muito nossas mãos durante o dia, em especial nossa mão dominante.

Este capítulo aborda as seguintes técnicas: bandagem terapêutica para epicondilite medial ou lateral, deslizamento da cabeça do rádio, diamante para diminuição da carga, deslizamento com rotação externa (RE) ou rotação interna (RI) da ulna, bloqueio de frouxidão do cotovelo, bandagem do punho na posição neutra, bloqueio de flexão ou extensão do punho, deslizamento radiocarpal, deslizamento dorsal do quinto metacarpal, deslizamento ulnar ventral e bloqueio do polegar.

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Medium 9788520427033

26. Exercícios em ginecologia – síndromes perimenstruais e pós-menopausa

VAISBERG, Mauro; MELLO, Marco Túlio de Editora Manole PDF Criptografado

capítulo

26

Exercícios em ginecologia – síndromes perimenstruais e pós-menopausa

Zsuzsanna Ilona K atalin de Jár my Di Bella

Eliana Viana Monteiro Zucchi

Mar air Gr acio Fer reir a Sar tori

Manoel João Batista Castello Girão

Síndromes perimenstruais

Introdução

Cerca de 85% das mulheres apresentam durante os anos reprodutivos uma série de sintomas emocionais e alterações comportamentais desagradáveis no período perimenstrual (correspondente aos dias anteriores à menstruação, até o seu início), que vão desde a conhecida síndrome da tensão pré-menstrual, passando por exacerbações de outros transtornos físicos e mentais (depressão e ansiedade) preexistentes, chegando ao extremo em gravidade, o transtorno disfórico pré-menstrual (TDPM).

Define-se a síndrome da tensão pré-menstrual como o conjunto de sintomas e sinais físicos, psicológicos e/ou comportamentais que surgem na fase lútea (fase do ciclo menstrual entre a ovulação e a próxima menstruação) com tal intensidade que interferem na vida da mulher, acentuando-se ou desaparecendo durante o período menstrual.

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Medium 9788520432914

2. Algumas palavras-chave para ajudar na compreensão

CALAIS-GERMAIN, Blandine Editora Manole PDF Criptografado

2

Algumas palavras­‑chave para ajudar na compreensão

34 A pelve e o ligamento inguinal

35 Como os músculos abdominais fazem a pelve se mover?

36 A coluna vertebral e a coluna lombar

37 Os movimentos da coluna lombar (e torácica inferior)

38 O que é um disco intervertebral?

39 O que são os músculos dorsais?

40 O que é a caixa torácica?

41 O que é o diafragma?

42 O que é a glote?

43 O que é uma hérnia?

44 Em torno do períneo

45 Prolapso e incontinência

46 Outras palavras-chave

47 Como os abdominais tracionam a linha alba?

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A pelve e o ligamento inguinal

A pelve é formada por um conjunto de quatro ossos que sustentam a base do tronco. Sua forma é afunilada.

Os quatro ossos são: o sacro

os dois ossos ilíacos

Sentimos a parte superior da pelve quando colocamos as mãos sobre os quadris: é a crista ilíaca. A parte mais anterior da crista ilíaca é saliente: trata-se da espinha ilíaca anterossuperior (EIAS). Sentimos a sua parte inferior e pontuda quando nos sentamos em um assento um pouco duro: são os ísquios. A parte situada embaixo e na frente do osso ilíaco é denominada púbis.

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Medium 9788582715116

Capítulo 11 - Terapia Focada na Compaixão

Neide A. Zanelatto, Ronaldo Laranjeira Grupo A PDF Criptografado

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TERAPIA FOCADA NA COMPAIXÃO

 LINA SUE MATSUMOTO

 FRANCISCO LOTUFO NETO

PONTOS-CHAVEPONTOS-CHAVEPONTOS-CHAVEPONTOS-CHAVEPONTOS-CH

�� A terapia focada na compaixão (TFC) foi desenvolvida para as pessoas que têm problemas crônicos e complexos de saúde mental.

�� O ponto central da TFC é focar a compaixão como uma habilidade, que pode ser aprendida e treinada por meio do treino da mente compassiva (TMC).

�� A TFC é indicada para os pacientes que não se beneficiam com as abordagens tradicionais da terapia cognitivo-comportamental (TCC), por apresentarem níveis elevados de autocrítica, vergonha e culpa.

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O TRATAMENTO DA DEPENDÊNCIA QUÍMICA E AS TERAPIAS COGNITIVO-COMPORTAMENTAIS  159

XX

ORIGENS DA TERAPIA FOCADA NA COMPAIXÃO

A TFC é assim chamada, e não de terapia da compaixão, porque foca o desenvolvimento de competências e sistemas cerebrais que desempenham um papel importante na regulação emocional diante de ameaças. A terapia objetiva o desenvolvimento de competências, bem-estar e comportamento pró-social (i.e., incrementar o comportamento pró-social que foi negligenciado como um objetivo potencial em terapia).

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Medium 9788520435250

Gestantes

FIGUEIREDO, Roberto Martins Editora Manole PDF Criptografado

Gestantes

Xô, Bactéria!

Quais os tipos de alimentos que uma grávida deve evitar?

As mulheres grávidas fazem parte do chamado grupo de risco (juntamente com imunodeprimidos, pacientes em pós-operatório, pessoas acometidas por

Aids, idosos com idade superior a 60 anos e crianças menores de 5 anos).

Não devem comer carnes e ovos crus ou semicrus (p. ex., ovo quente ou com gema mole, peixes crus, quibe cru), queijo fresco, leite não pasteurizado.

Frutas e hortaliças cruas devem ser bem lavadas e desinfetadas.

Estou grávida e tomei uma gemada, pois estava gripada. Isso é prejudicial à saúde?

Mulheres grávidas, crianças menores de 5 anos, idosos maiores de 60 anos ou imunodeprimidos não devem, de modo algum, comer alimentos crus ou semicrus, pois sua resistência contra possíveis patógenos é muito baixa.

Estou grávida de 5 meses e gostaria de comer camarão. Além disso, utilizamos água mineral de galão, e sempre na troca lavo com água e sabão. Está correto?

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Medium 9788582714836

Capítulo 67. Mídia advocacy: estratégias de comunicação, articulação e empoderamento

Alessandra Diehl, Daniel Cruz Cordeiro, Ronaldo Laranjeira Grupo A PDF Criptografado

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Mídia advocacy: estratégias de comunicação, articulação e empoderamento

Luca Santoro Gomes

PONTOS-CHAVE advocacy é o uso estratégico da mídia para conseguir apoio público e de legisladores para aceitação

 Mídia social, criação de sistemas de apoio para um objetivo específico de saúde ou um programa consolidando políticas públicas.

várias maneiras de conseguir atenção da mídia: por meio de uma história controversa, de uma

 Existem data relevante ou de um assunto interessante da atualidade. tem a possibilidade de educar, mudar a opinião pública e influenciar aqueles que estão no

 Advocacy poder.

Existe um ditado popular que diz: “Sorte é o que acontece quando a preparação se encontra com a oportunidade”. Uma boa e eficiente mídia advocacy é a combinação certa de preparação e oportunismo no uso estratégico da comunicação de massa para avançar uma causa ou uma iniciativa. Portanto, ter os sistemas necessários e um planejamento pronto antes de começar é tão importante quanto o trabalho a ser desenvolvido.

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Medium 9788536322711

Capítulo 23 - A Coluna Cervical

Mark Dutton Grupo A PDF Criptografado

C A P Í T U L O 23

A COLUNA CERVICAL

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

� Ao concluir o capítulo, o leitor será capaz de:

1. Descrever a anatomia das vértebras, dos ligamentos, dos músculos e dos suprimentos sanguíneo e nervoso que compreendem o segmento intervertebral cervical.

2. Descrever a biomecânica da coluna cervical, incluindo movimentos acoplados, barreiras articulares normais e anormais, cinesiologia e reações a vários estresses.

3. Realizar um exame objetivo e detalhado do sistema musculoesquelético cervical, incluindo palpação das estruturas articulares e do tecido mole, testes específicos de mobilidade passiva, testes de mobilidade articular passiva e testes de estabilidade.

4. Realizar e interpretar os resultados a partir de testes de movimentos combinados.

5. Avaliar posturas estáticas e dinâmicas da coluna cervical e implementar a intervenção apropriada.

6. Aplicar técnicas de terapia manual utilizando grau, intensidade, direção e duração adequados.

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Medium 9788582714485

Capítulo 3. Avaliação da força funcional

Michael Boyle Artmed PDF Criptografado

CAPÍTULO

3

Avaliação da força funcional

Conforme afirmado no Capítulo 1, o treinamento funcional é o treinamento que faz sentido. Após analisar as demandas do esporte, a próxima etapa é avaliar seus atletas.

Os testes neste capítulo permitem que você realize uma boa avaliação.

É bastante raro encontrar um atleta que tenha força, potência ou velocidade excessivas para seu esporte. Raras vezes você ouve um comentarista de televisão dizer “Minha nossa, ele era tão rápido que correu direto para aquela bola”. Pense no treinamento de força como um pré-requisito para a velocidade e potência. É importante desenvolver força funcional, a força que um atleta pode usar.

A mensuração objetiva de força funcional pode ser humilhante até para os melhores atletas. Para avaliar a força funcional, os atletas devem se mover contra uma resistência de uma maneira que provavelmente ocorrerrá no esporte ou na vida. Portanto, faz sentido que o próprio peso corporal seja a forma mais comum de resistência a ser empregado

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Medium 9788520435250

Controle de pragas

FIGUEIREDO, Roberto Martins Editora Manole PDF Criptografado

Controle de pragas

Xô, Bactéria!

Como higienizar bem os banheiros para que não apareçam aquelas mosquinhas desagradáveis?

Retire o tampão do ralo. Pegue uma bacia com uma solução de água quente

(1 litro) mais 1 colher de sopa de detergente, lave-o com uma escova própria utilizando luvas. Enxágue com água bem quente. Prepare uma solução de 1 litro de água fria com um copo de água sanitária e despeje no ralo. Esses insetos são conhecidos como “moscas dos drenos” ou “moscas dos ralos”, e seu nome científico é Psychoda alternata. Essas mosquinhas não transmitem doenças, mas indicam que é preciso limpar os ralos. Suas larvas se alimentam de bactérias que crescem no material gelatinoso encontrado nesses locais.

Aquelas formiguinhas minúsculas são as que também promovem a infecção hospitalar? Em casa elas também podem trazer doenças caso transitem pela cozinha, andando sobre as louças, por exemplo?

Insetos, em geral, principalmente os rasteiros, podem veicular microrganismos para os alimentos, provenientes, por exemplo, do lixo, do banheiro e até de outros insetos (baratas mortas).

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Medium 9788582603147

Capítulo 3 - Macroergonomia

Vanderlei Moraes Corrêa; Rosane Rosner Boletti Grupo A PDF Criptografado

capítulo 3

Macroergonomia

Hoje se tem uma visão mais ampla da ergonomia, uma visão holística, que não mais se restringe ao operador e sua interação com a máquina, atividade e ambiente, mas também engloba o contexto organizacional, considerando as condições psicofisiológicas do trabalhador e sua interação com a estrutura da organização. A macroergonomia, ou ergonomia organizacional, prioriza o processo participativo envolvendo administração de recursos, trabalho em equipe, jornada e projeto de trabalho, cooperação e rompimento de paradigmas, o que garante intervenções ergonômicas com melhores resultados, reduzindo o índice de erros e gerando maior aceitação e colaboração por parte dos envolvidos. Neste capítulo, são mostrados em detalhes os fatores ambientais dos postos de trabalho e sua relação com a qualidade de vida no trabalho. Ainda, será analisado o contexto organizacional e sua relação com as condições de trabalho.

Objetivos de aprendizagem s Definir ergonomia ambiental e aplicar o conhecimento sobre as questões ambientais na análise ergonômica. s Interpretar e aplicar a norma NR 17 – Ergonomia. s Definir ergonomia organizacional e defender sua aplicação. s Relacionar conceitos como cultura organizacional e satisfação no trabalho com a macroergonomia. s Identificar e discutir as premissas para uma análise macroergonômica do trabalho, comparando-a à análise microergonômica.

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Medium 9788582714836

Capítulo 51. Hospital geral

Alessandra Diehl, Daniel Cruz Cordeiro, Ronaldo Laranjeira Grupo A PDF Criptografado

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Hospital geral

Renata Cruz Soares de Azevedo, Yasmin A. Zeenni e Rafael Quintes Ducasble Gomes

PONTOS-CHAVE prevalência de transtornos relacionados ao uso de substâncias é elevada em pacientes internados em

 Ahospital geral (HG), sendo maior no sexo masculino.

 No entanto, as taxas de detecção desses transtornos e de orientação a esses pacientes são baixas. internação em HG é um momento privilegiado para a intervenção no padrão de consumo desses

 Apacientes. intervenções breves para usuários de risco de substâncias internados em HG devem ser incluídas na

 As abordagem cotidiana dos pacientes. unidades de internação psiquiátrica são um espaço privilegiado para a abordagem do tabagismo entre

 As seus pacientes.

Estudos epidemiológicos nacionais apontam elevadas taxas de prevalência de tabagismo e de uso e dependência de bebidas alcoólicas e de substâncias ilícitas na população. Devido a problemas relacionados ao consumo (com destaque para as intoxicações, as síndromes de abstinência e as consequências físicas do uso), esses indivíduos tornam-se vulneráveis a problemas clínicos relacionados ao uso de substâncias.

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Medium 9788520425305

O ombro

CALAIS-GERMAIN, Blandine; LAMOTTE, Andrée Editora Manole PDF Criptografado

O ombro

Os ombros formam uma base de onde “nasce” a região do pescoço, que sustenta a cabeça.

O ombro é também o conjunto anatômico que une os membros superiores ao tronco e ao pescoço.

Cabeça, pescoço, ombro e até mesmo a mão são unidos por conjuntos de músculos que estão ligados. Nessas regiões, a coordenação dos movimentos é importante. Se houver alterações, verificamos o aparecimento de uma rigidez que contrasta com a grande mobilidade inicial.

É por esse motivo que neste capítulo abriremos um grande espaço aos exercícios de coordenação.

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Os movimentos e suas denominações

Observaremos inicialmente os movimentos do complexo do ombro todo, ou seja, os movimentos dos braços quando a escápula está livre de seus movimentos.

Esses movimentos, portanto, mobilizam três articulações:

–  esternoclavicular, entre o esterno e a clavícula,

–  acromioclavicular, entre a escápula e a clavícula,

–  escapuloumeral, entre o braço e a escápula.

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