86 capítulos
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Capítulo 4 - A História de Vida de um Cavalo

Neil McDonald Grupo A PDF Criptografado

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A História de Vida de um Cavalo

Neste capítulo, veremos as vicissitudes da fortuna pelas quais um cavalo pode passar em um tabuleiro de xadrez. Começaremos por seus momentos mais felizes, quando ele pode combinar o seu poder único com o da dama. A seguir, o veremos avaliando todo o campo de batalha, a partir de um posto avançado, encantado e não temeroso de estar na linha de frente do ataque. Depois disso, o clima fica obscuro, quando o cavalo é apanhado em um ataque que fracassou. E, finalmente, para sua vergonha completa, ele é paralisado pela ação de meros peões.

Combinações com o cavalo

Como será demonstrado neste livro, Morphy possuía um domínio de estratégia maior que qualquer outro de seus contemporâneos. Mesmo assim, ele entrou para a crença popular como um tático brilhante e aventureiro, não muito diferente de Anderssen. Certamente, quando o americano enfrentava adversários relativamente fracos, em partidas não oficiais, manifestava completamente seus poderes táticos surpreendentes. Eis o meu exemplo favorito de seu talento para uma combinação.

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Medium 9788536313412

Capítulo 10 - Solução dos Problemas

Garry Kasparov Grupo A PDF Criptografado

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Solução dos Problemas

As Peças e seus Movimentos a. O bispo branco pode se mover para: d4, f4, g5, f2, d2 e c1. Ele pode capturar a dama preta em c5.

a. A torre branca em a1, o bispo branco em c1 e o bispo preto em e7

– todos estão sem opção de movimento permitido.

b. A torre preta pode se mover para: g7, g5, g4, g3, g2 e f6. Ela pode capturar o peão branco em h6 e o cavalo branco em g1.

b. As três peças que dispõem de apenas um movimento permitido são: o cavalo branco em b1 (a3), a torre preta em f8 (e8) e o rei preto em g8 (h8).

1

a. A dama branca pode se mover para: a3, a4, b4, b5, b6, c4, c3, d3, e3, f3 e g3. Ela pode capturar a dama preta em b7 e a torre preta em h3.

2

b. O cavalo preto pode se mover para: e8, h5 e g4. Ele pode capturar o cavalo branco em e4 e o bispo branco em d7.

3

4

a. A rota é Be5-b2-

a3. b. A rota é Cf3-h4 g6-h8. c. A rota é Te1-g1-g8-a8.

83

5

Brancas:

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Medium 9788536313634

Capítulo 4. Aberturas clássicas do Peão da Dama

Yasser Seirawan Grupo A PDF Criptografado

XADREZ VITORIOSO: ABERTURAS

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4

Aberturas clássicas do Peão da Dama

D

a mesma forma que fiz no Capítulo 3, neste capítulo estudo aberturas clássicas do Peão da Dama e suas defesas. Vou seguir uma linha principal ao mesmo tempo em que analiso um grande número de desvios pelo caminho. Sempre comentarei as idéias fundamentais e os princípios envolvidos.

Aberturas do Peão da Dama, como o nome sugere, começam com as brancas movimentando o peão em frente à Dama:

1.d4

Partidários do 1.d4 têm um excelente argumento para defender seu lance de abertura favorito. O peão-d branco ataca e ocupa o pequeno centro, abre caminho para o Bispo e a Dama, e está apoiado pela Dama branca. Lembre-se de que, no Capítulo 3, o peão-e4 branco era cercado constantemente e precisava de proteção. Nas aberturas do Peão da Dama, o peão-d4 já está protegido.

Defensores do 1.e4 contra-argumentam que 1.d4 não ajuda o desenvolvimento das forças da ala do Rei das brancas e que o Rei branco precisa ficar no centro por pelo menos um ou dois tempos a mais. Você deve pesar os prós e contras ao fazer uma escolha de abertura.

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Medium 9788565848046

5. Magnus Carlsen (1990-)

Craig Pritchett Grupo A PDF Criptografado

5

Magnus Carlsen

(1990-)

Um dos pontos mais fortes de Magnus é seu vasto repertório de aberturas. Vivemos em uma era de abundância de informação, e o novo campeão pode ser aquele que lida melhor com isso. Ele tem que saber tudo, como um computador.

Simen Agdestein, New in Chess

A citação acima é de um artigo que faz um balanço da carreira de Magnus

Carlsen, escrito em meados de 2006. Aos 16 anos, Magnus havia, até aquele momento, sido um Grande Mestre por alguns anos, jogado sua primeira Copa do

Mundo da FIDE, e chegado ao 60o lugar nos rankings mundiais. As palavras de

Agdestein apontam tanto para os atributos de seu compatriota quanto para os desafios que tem que enfrentar. Estava claro que encontrávamos em Carlsen um enxadrista dotado de uma grande variedade de habilidades universais. Criado na era do computador, a dúvida não era se iria se tornar um grande enxadrista, mas se chegaria a ser o número um do mundo.

Agdestein, um Grande Mestre norueguês e ex-jogador de futebol internacional, era especialmente bem qualificado para expressar essas palavras. Ele havia feito parte da aventura de Magnus Carlsen desde que começou a ganhar força significativa em eventos de xadrez escolares, por volta de 2000. Agdestein estava ciente de quão excepcionalmente talentoso Carlsen era como enxadrista, e de como ele ambicionava “saber tudo, como um computador”.

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Medium 9788563899675

7: Anatoly Karpov, 1975-1985

Yasser Seirawan Grupo A PDF Criptografado

7

Anatoly Karpov,

1975-1985

Este capítulo é dedicado ao Campeão Mundial de 1975 a 1985 Anatoly Yevgenyevich Karpov, um enxadrista de poderes extraordinários.

Enquanto o nome de Spassky está ligado ao de Fischer, o nome de Karpov está inextricavelmente vinculado não a um, mas a dois grandes enxadristas: Robert James

Fischer e Garry Kasparov. Anatoly, ou “Tolya”, foi, afinal, o vilão que recebeu a coroa do título do Campeonato Mundial de Xadrez de

Bobby Fischer por manter desistência. Para fãs como eu, sabíamos que, se Bobby tivesse disputado o match de 1975, ele teria vencido. Depositar uma coroa de louros nos ombros de Anatoly foi um insulto para os fãs do xadrez e uma traição do título. Para milhões de fãs dedicados do xadrez, o título “Campeão Mundial” deveria significar também o de “melhor jogador do mundo”. Eu estava convencido de que, em 1975, Bobby era o melhor enxadrista do mundo. Pouco me importava o que algum delegado nacional presente em uma Assembleia Geral da FIDE pudesse dizer sobre o assunto. A única opinião que contava – ao menos para mim – era a minha.

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