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Capítulo 2 - Explorando uma Vantagem no Desenvolvimento

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Explorando uma

Vantagem no

Desenvolvimento

O desenvolvimento é obviamente um fator muito importante no xadrez. Tenho certeza de que o leitor está perfeitamente consciente de que o xadrez é baseado na guerra, e de que, na guerra, o general precisa usar todas as suas tropas. Não se pode imaginar uma unidade solitária enfrentando todo um exército: seria suicídio. Coordenação entre as tropas é o fator-chave.

O mesmo se dá no xadrez; o jogador precisa utilizar todas as suas peças. Todo iniciante aprende que, na abertura, devem-se desenvolver os cavalos e os bispos, o que normalmente se combina com o objetivo de controlar o centro com os peões.

Isso é verdade, mas, em um jogo de xadrez, você precisa usar todas as suas peças.

Em primeiro lugar, vamos dar uma olhada em um segmento de uma das partidas de Mike Surtees. Surtees é um indivíduo talentoso, mas tem os próprios sistemas de abertura, aos quais ele deu o nome de Revolutionary Opening Theory (Teoria das

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Capítulo 8 - Lances Desnecessários com os Peões

Simon Williams Grupo A PDF Criptografado

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Lances

Desnecessários com os Peões

Os peões são a alma do xadrez. – Philidor

Os peões não podem se mover para trás!

Você tem de ter muito cuidado ao mover um peão, já que é a única peça do tabuleiro que não pode se mover para trás. Além do mais, depois de ter avançado um peão, ele costuma ter de ficar na casa onde você o colocou por algum tempo.

Um avanço particularmente hediondo seria enfrentar 1 e4 e5 2 d4 exd4 3 xd4 com o horrível lance 3...c5?, atacando a dama branca, mas deixando um rombo em d5. Pelo resto da partida, as Pretas não conseguirão cobrir a casa d5 com um peão, então as Brancas sempre vão ter um belo posto central à disposição. Esse é um exemplo obviamente extremo, mas você tem sempre de considerar a fraqueza resultante, especialmente quando estiver tentado a mover os peões na frente de seu rei.

Quando estiver decidindo avançar ou não seus peões, tente ter as seguintes considerações em mente:

1. Minhas peças estão desenvolvidas?

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Capítulo 9 - A Psicologia da Preparação

Neil McDonald Grupo A PDF Criptografado

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A Psicologia da

Preparação

Nossos cinco gigantes tiveram destinos distintos na busca pelo reconhecimento de melhor enxadrista do mundo. Morphy nasceu antes mesmo do Campeonato Mundial ser inventado; Alekhine morreu com o título de Campeão Mundial; Bronstein provou ser do mesmo nível do Campeão Mundial da época, mas nunca ganhou a mesma honra; Geller derrotou uma porção de Campeões Mundiais em torneios sem alcançar um match pelo título; Topalov venceu o Campeonato Mundial em um torneio e, no momento em que escrevo, pode ainda vencê-lo em um match.

Neste capítulo pretendo analisar como a preparação psicológica, incluindo uma análise profunda do estilo do adversário, tem agido nas tentativas de nossos cinco enxadristas de atingirem o desempenho ideal.

O match entre Morphy e Harrwitz

Daniel Harrwitz (1823-1884) havia se tornado o enxadrista profissional residente do Café de la Régence, em Paris, após a morte de Kieseritzky. Ele era, portanto, um dos mais formidáveis adversários que Morphy teria de enfrentar em sua conquista da Europa, em 1858. Um match foi organizado: o vencedor seria aquele que primeiro conseguisse sete vitórias.

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9: Anatoly Karpov, Após 1985

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Anatoly Karpov,

Após 1985

Talvez eu esteja sendo indelicado com

Anatoly mas, em nosso encontro no torneio

SWIFT em Bruxelas, em 1986, quando ele não era mais Campeão Mundial, ele tinha se tornado menos majestoso. Era um camarada muito mais acessível e falante. Não carregava mais os fardos que vêm junto com o precioso título e os sintomas de campeonite tinham diminuído. Anatoly podia relaxar mais.

Em meados de 1980, um novo patrocinador surgiu em cena, Bessel Kok. Ele veio a ter um papel ilustre na elevação do xadrez.

O torneio SWIFT adquiriu merecidamente a fama de um dos melhores eventos no mundo. Anfitrião maravilhoso, Bessel sempre fez o melhor possível para fazer os enxadristas se sentirem queridos e acolhidos. Como um pequeno exemplo, após o torneio SWIFT de 1988, Bessel convidou Mikhail Tal para ficar mais tempo e o mandou para o hospital para um exame completo e tratamento adequado. Mischa ficou muito agradecido e isso provavelmente prolongou sua vida em muitos anos.

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5: Tigran Petrosian

Yasser Seirawan Grupo A PDF Criptografado

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Tigran Petrosian

De todos os Campeões Mundiais, Tigran

Vartanovich Petrosian (1929-1984) é o mais difícil de categorizar. Todos queremos boas definições, rótulos que possamos afixar às pessoas ou coisas para nos sentirmos confortáveis ao dar-nos uma referência para compreender. Chamamos algo de “martelo” ou alguém “semelhante a um martelo” e ficamos imediatamente satisfeitos. Sabemos o que é um martelo e estamos prontos para conversar mais sobre as qualidades da pessoa semelhantes a um martelo. Por quê?

Conhecemos positivamente o camarada e estamos prontos para elucidar mais!

Ficamos satisfeitos chamando Mikhail

Tal de “um gênio da combinação”, “um tático sem pares” ou “um mágico tático”. Isso certamente nos ajuda a nos sentirmos mais pertos de Tal e podemos definir o enxadrista, ao menos um pouco, para nós mesmos, mesmo que tal definição seja ridiculamente limitada. Tal nunca jogou um final de partida em sua vida? Puxa, ele era capaz de jogar finais de partida? Ou ele polvilhava sua poeira tática mágica sobre todas as posições, inclusive reis expostos, produzindo fogos de artifício num instante?

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Capítulo 1 - O Elemento Dinâmico

Neil McDonald Grupo A PDF Criptografado

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O Elemento

Dinâmico

Como descrito na introdução, considero o estilo agressivo como uma união de dinamismo, psicologia e preparação para aberturas agudas. De certa forma, isso é o ideal, mas em hipótese alguma todas as partidas neste livro contêm o segundo e o terceiro elementos em um grau acentuado. No entanto, quase sem exceções, essas partidas são testemunhas de uma disputa dinâmica.

Então o que é o dinamismo?

Arturo Pomar foi um famoso prodígio do xadrez (e mais tarde campeão da Espanha) que atingiu uma posição ganhadora contra Alekhine em seu confrontamento em Gijon, em 1944. Aquele jogo acabou empatado, um ótimo resultado para um garoto de 12 anos enfrentando o Campeão Mundial da época. Na partida seguinte, que ocorreu um ano depois, Alekhine sentiu-se obrigado a correr alguns riscos para criar possibilidades de vitória para as Pretas com a Defesa Francesa,

Variante das Trocas.

Partida 2

A.Pomar Salamanca – A.Alekhine

Madri, 1945

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6. Vamos em frente!

Matthew Sadler Grupo A PDF Criptografado

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Vamos em frente!

O que os grandes mestres jogam

O equilíbrio das partidas

Aplicando pressão

Os dois bispos

Adiando o roque

Finalmente, estamos prontos para seguir em frente! O objetivo dos próximos quatro capítulos é demonstrar como combinar os fatores específicos que surgem nas partidas práticas com os princípios gerais apresentados nos cinco capítulos anteriores. Os comentários sobre as partidas se concentrarão em fatores específicos. As explicações de caráter geral podem ser encontradas nos cinco primeiros capítulos. As partidas se estenderão por vários capítulos, sendo que cada um deles irá tratar de fases diferentes:

Sadler

K. Ellis

King’s Head Quickplay 1986

Sistema Londres

1 d4 Cf6 2 Cf3 d5 3 Bf4 (ver o Diagrama 1)

Qual é o objetivo deste lance? É simplesmente promover um desenvolvimento satisfatório. A intenção das brancas é terminar o desenvolvimento das peças na ala do rei jogando e2-e3, abrindo a diagonal f1-a6 para o bispo das casas brancas e, em seguida, jogar Bd3. Entretanto, se fizerem isso imediatamente com

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6 Boris Spassky

Yasser Seirawan Grupo A PDF Criptografado

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Boris Spassky

Boris Vassilievich Spassky ocupa um lugar especial para todos os enxadristas: ele foi o

Campeão que perdeu seu título para Bobby

Fischer em 1972. Mesmo hoje, quase quarenta anos depois, o público americano tende a conhecer os nomes de dois Grandes Mestres acima de todos os outros: Bobby Fischer e Boris Spassky. Certamente, não é a forma como Boris gostaria de ser lembrado, mas assim são os caprichos do destino. De modo semelhante, não era a intenção de Heitor cair perante Aquiles no saqueio de Troia quando escolheu competir em um duelo que não precisava aceitar. Uma derrota para a qual será lembrado até o fim dos tempos.

Para mim, Boris Spassky foi um enxadrista verdadeiramente “universal”, capaz de jogar todas as facetas do jogo igualmente bem. Sem dúvida, ele gostava mais do papel do atacante, para o qual ele era incrivelmente formidável, mas era o “equilíbrio” de seu jogo que mais me impressionava. Ele se sentia confortável com todo tipo de posição. Na verdade, é difícil diferenciar o estilo de Spassky. Como diria Miguel Najdorf, não havia tanto um “estilo” – ele apenas era muito bom em tudo.

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11. Soluções dos exercícios

Matthew Sadler Grupo A PDF Criptografado

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Soluções dos exercícios

CAPÍTULO 1

Exercício 1

Lances 1 e 2: 1 e4 e 2 d4. Os peões brancos ocupam o centro.

Lances 3 e 4: 3 Cf3 e 4 Bd3 (ou Be2, Bc4, Bb5). As brancas desenvolvem as peças na ala do rei para boas casas, permitindo o próximo lance.

Lance 5: 5 0-0, colocando o rei em segurança!

Exercício 2 a) 8 h4 não tem absolutamente nenhum sentido! Esse lance enfraquece a posição do rei, avançando um peão da segurança oferecida pela segunda fileira para a exposição da quarta fileira. Além disso, não executa nenhuma função central ou de ataque. b) Apesar de não exercer nenhuma pressão no centro, 8 a4 faz a ligação com a posição das pretas, atacando o peão exposto em b5. A ameaça das brancas é 9 axb5, sendo que 9...axb5 perde uma torre para 10 Txa8.

Exercício 3

Essa é uma posição das aberturas mais agudas do xadrez moderno: a variante

“Tb1” da Defesa Grünfeld. As pretas ganharam um peão, mas as brancas, por sua vez, estão na frente em termos de desenvolvimento. Escolhi esse exemplo para ilustrar como ainda predominam os princípios gerais, mesmo nas posições mais agudas. O melhor lance para as brancas é 13 Bg5!

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Medium 9788563899545

A Primeira Fileira

Garry Kasparov Grupo A PDF Criptografado

A Primeira Fileira

No capítulo anterior, vimos como as casas f7 e f2 são particularmente vulneráveis no início das partidas. Esse é um dos motivos por que rocar costuma ser uma jogada tão atraente. Rocar tira o rei da perigosa zona central e também – no caso do roque na ala do rei – traz uma defesa extra (a torre) a essa casa vulnerável.

Vamos comparar duas situações:

a. O rei preso no centro do tabuleiro próximo da vulnerável casa f7

Como vimos anteriormente, todo o tipo de coisa desagradável pode acontecer aqui, com lances tais como

Db3, Cg5 ou mesmo Bxf7+ causando grande tormento para as Pretas. Então, as Pretas decidem rocar, e agora...

b. O rei parece muito seguro atrás da parede de peões protetores

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É difícil imaginar que alguma das jogadas agressivas das

Brancas, tendo como alvo f7, surta muito efeito agora. De fato, o rei preto está, por ora, posicionado em um local muito seguro. Contudo, apesar de essa parede de peões dar excelente cobertura para o rei preto, também há uma deficiência – os peões reduzem a movimentação do rei, tornando-o vulnerável a uma peça maior que apareça na primeira fileira. Veja os seguintes exemplos.

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Medium 9788536309064

2. Meio-jogo: princípios gerais

Matthew Sadler Grupo A PDF Criptografado

Xadrez: dicas para iniciantes

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Meio-jogo: princípios gerais

O que devo atacar?

Onde devo atacar?

O que é uma debilidade?

O que é uma “casa boa”?

Em qualquer partida de xadrez, há momentos em que toda uma existência parece se concentrar apenas em alguns lances: peças são capturadas, estruturas são arrasadas e o que sobra é simplesmente irreconhecível sob a ótica do cenário original. É como se uma bomba tivesse explodido sobre o tabuleiro! Entretanto, para que esses momentos possam acontecer, sem dúvida deve haver períodos mais tranqüilos, ou seja, períodos em que ambos os lados se reúnem e mobilizam suas peças, procurando atingir postos que possam servir de base para seus ataques.

Pelo fato de ter sido jogador de xadrez durante muitos anos, algumas coisas são bastante naturais para mim. Por isso, nunca penso, de forma consciente, sobre elas no decorrer de uma partida. Entretanto, esses aspectos do jogo são essenciais para os principiantes. Em outras palavras, isso diz respeito ao que dá sentido ao jogo de xadrez: O que devo atacar? Onde devo atacar? O que é uma

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2: Os Gigantes

Yasser Seirawan Grupo A PDF Criptografado

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Os Gigantes

O grande cientista britânico Sir Isaac Newton escreveu: “Se eu fui capaz de ver mais longe

é porque estava de pé sobre os ombros de gigantes.” Embora tenhamos iniciado com

Bobby Fischer, ele também estava de pé sobre os ombros de gigantes. Quando examino as páginas da história do xadrez, é em

Paul Morphy (1837-1884) que a linha dos

Campeões Mundiais de Xadrez realmente começa. Ainda que Morphy não tenha sido oficialmente reconhecido Campeão Mundial, para mim e para muitos outros ele foi o primeiro grande enxadrista de classe mundial e foi simplesmente o melhor enxadrista de seu tempo. Como melhor definir um

Campeão Mundial? Após uma carreira meteórica derrotando todos os seus contemporâneos, Morphy anunciou sua aposentadoria e parou de jogar xadrez sério em público em

1859. Poder-se-ia afirmar que ele foi uma das primeiras celebridades mundiais.

Uma breve história

Quando Paul Morphy parou de jogar, o líder reconhecido na época era Adolf Anderssen

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Introdução

Simon Williams Grupo A PDF Criptografado

Introdução

Como e por que alguns jogadores de xadrez vencem seus jogos em muito menos tempo do que outros? Será porque eles têm sorte? Tem algo a ver com o seu estilo de jogo? Ou talvez os seus adversários estejam jogando mal e cometendo muitos erros na abertura?

Eu suspeito que muitos jogadores adorariam acabar com seus oponentes o mais rápido possível, seja com um ataque brilhante ou com uma armadilha bem planejada. Bem, este livro tenta entender exatamente como e por que certos jogadores conseguem vencer em menos de 25 lances.

Em geral, é uma combinação dos fatores acima que faz os jogadores vencerem rapidamente. Afinal, um jogador tende a fazer sua própria sorte. E ele faz isso escolhendo a abertura certa e causando o maior número de problemas possível ao seu adversário, especialmente fazendo-o mostrar tudo o que sabe desde o início. De fato, seu estilo de jogo terá um grande impacto no modo como a partida se desenvolve. Se sua abertura for ligeiramente arriscada, você terá mais chances de vencer rapidamente; por outro lado, você também aumenta suas chances de perder muito rápido. Realmente, é necessário ter cautela quanto ao modo como você encara uma partida. Costuma ser uma boa ideia correr riscos, mas também é necessário escolher o oponente certo para correr esse risco.

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1. Akiba Rubinstein (1882-1961)

Craig Pritchett Grupo A PDF Criptografado

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Akiba Rubinstein

(1882-1961)

Rubinstein criou as partidas mais perfeitas desde a época de Steinitz... as demonstrações mais perfeitas dos ensinamentos de Steinitz.

Richard Réti, Masters of the Chess Board

Sem o grande exemplo de jogos e ideias do primeiro Campeão Mundial, Wilhelm

Steinitz (1839-1900), provavelmente seja justo dizer que a base para o que tenho em mente quando utilizo o termo xadrez classicamente objetivo não teria sido desenvolvido até o tempo de Rubinstein.

Steinitz é considerado pela maioria o fundador das regras fundamentais do xadrez posicional “correto”, especialmente em posições fechadas. Sua contribuição principal foi desenvolver a ideia de “equilíbrio” no xadrez, e a noção de que vencer depende muito de vantagens acumuladas suficientes para perturbar o equilíbrio natural em qualquer partida entre enxadristas a favor de ataques bem-sucedidos do que ataques quixotescos.

Steinitz submetia fatores posicionais, em especial estruturas de peões, a análises minuciosas. Ele enfatizava o valor das estruturas de peões sólidas, com pontos fortes no centro (normalmente baseados em peões em e4/e5 ou d4/ d5), manobrabilidade e ausência de casas fracas desprotegidas. Steinitz estava

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5. Criando um repertório de aberturas

Matthew Sadler Grupo A PDF Criptografado

Xadrez: dicas para iniciantes

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Criando um repertório de aberturas

Tantas aberturas e tão pouco tempo!

Criando um repertório

Macetes e armadilhas

Uma idéia agressiva de ataque

Uma idéia estrutural

Nos primeiros capítulos deste livro, foram analisados os princípios gerais que norteiam as aberturas, o meio-jogo e os finais. Antes de testar as habilidades em partidas reais, há uma dúvida prática que precisa ser dirimida: que aberturas desejo jogar?

TANTAS ABERTURAS E TÃO POUCO TEMPO!

A última pergunta sobre xadrez a ser respondida é a seguinte: qual é o melhor primeiro lance das brancas? Quando isso for conhecido, todos os segredos do xadrez terão sido revelados! Não há um único lance que seja melhor para as brancas (ou para as pretas) sob o ponto de vista da posição inicial. Entretanto, há lances melhores e piores. 1 d4, 1 e4, 1 Cf3 e 1 c4 são os quatro lances de abertura mais comuns, pois exercem algum controle central desde o início. No entanto, lances como 1 h4? não têm nenhum sentido e significam apenas o desperdício de um lance.

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