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2. Vassily Smyslov (1921-2010)

Craig Pritchett Grupo A PDF Criptografado

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Vassily Smyslov

(1921-2010)

O teor de uma partida de xadrez deve ser a busca pela verdade, e o da vitória uma demonstração de sua justeza.

Vassily Smyslov, 125 Selected Games

Assim como Rubinstein fez anteriormente, Smyslov via-se principalmente como um artista do tabuleiro. Smyslov não apenas visava à vitória no xadrez, mas também a um ideal que ele chamava de “verdade”. Às vezes ele referia-se a esta verdade como “o triunfo da lógica”. Ainda que de maneira vaga, ele insistia que a verdade deve existir no xadrez, e deve ser tão atingível quanto em qualquer outra forma de arte.

Symslov sempre deixou bem claro que para ele o xadrez era uma arte. Ele também insistia que seu ideal de xadrez derivava de outros de seus gostos artísticos mais amplos, em especial a música. Um homem de vasta cultura, era um músico talentoso cuja rica voz de barítono, muitas vezes procurada em momentos fora do tabuleiro em eventos internacionais de xadrez, havia lhe conseguido um teste na

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Introdução

Neil McDonald Grupo A PDF Criptografado

Introdução

Os enxadristas podem ser divididos entre os estrategistas e os agressivos. A batalha pela supremacia entre estes dois estilos de jogo levou a combates criativos como Capablanca-Alekhine, Botvinnik-Bronstein e Kramnik-Topalov.

O objetivo deste livro é examinar e celebrar as ideias de cinco enxadristas famosos que contribuíram para o desenvolvimento do estilo agressivo. Espero que o leitor ache as partidas emocionantes e agradáveis. Com um pouco de sorte, uma pequena parte do talento e da mágica destes cinco gigantes pode acabar reaparecendo no nosso próprio xadrez.

Mas antes vejamos um exemplo do estilo estratégico em ação:

Partida 1

V.Kramnik – M.Carlsen

Dortmund, 2007

Abertura Catalã

1 f3 f6 2 c4 e6 3 g3 d5 4 d4 e7 5 g2 0-0 6 0-0 dxc4 7 c2 a6 8 xc4 b5

9 c2 b7 10 d2 c6 11 e3 b4 12 xb4 xb4 13 a3 e7 14 bd2 c8 15 b4 a5 16 e5 d5 17 b3!

8

Neil McDonald

17...axb4 18 a5 a8 19 ac6 xc6 20 xc6 d7 21 xd5 exd5 22 axb4 fe8 23 a5 f8 24 e5 e6 25 xb5 b8 26 xb8 xb8 27 xc7 d6 28 a5 xb4 29 b1 d6 30 a4 1-0

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1: Bobby Fischer

Yasser Seirawan Grupo A PDF Criptografado

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Bobby Fischer

Quando eu estudava na Garfield High

School, em Seattle, meu professor de física pediu à classe que escrevesse um trabalho sobre a teoria do Big Bang (A Grande Explosão) da criação do universo. Em suas aulas, ele parecia especialmente entusiasmado com a teoria, elogiando-a efusivamente.

Eu não compartilhava do entusiasmo dele, tendo dúvidas sobre a teoria, mas, mesmo assim, escrevi diligentemente um ensaio intitulado “No princípio”. Ele apresentava o conceito do Big Bang e eu escrevi favoravelmente sobre como a teoria fazia sentido.

Recebi um “A+” pelo trabalho e desde então penso sobre o “Princípio”.

A lenda Fischer se inicia

“O Big Bang”, não apenas para a minha carreira de xadrez, mas para muitos enxadristas americanos, foi o sucesso de Robert James

Fischer em 1972 (1943-2008). Naquele ano, ele se tornou o décimo primeiro Campeão

Mundial de Xadrez segundo a Federação

Mundial de Xadrez. Sua vitória no match de

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5: Tigran Petrosian

Yasser Seirawan Grupo A PDF Criptografado

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Tigran Petrosian

De todos os Campeões Mundiais, Tigran

Vartanovich Petrosian (1929-1984) é o mais difícil de categorizar. Todos queremos boas definições, rótulos que possamos afixar às pessoas ou coisas para nos sentirmos confortáveis ao dar-nos uma referência para compreender. Chamamos algo de “martelo” ou alguém “semelhante a um martelo” e ficamos imediatamente satisfeitos. Sabemos o que é um martelo e estamos prontos para conversar mais sobre as qualidades da pessoa semelhantes a um martelo. Por quê?

Conhecemos positivamente o camarada e estamos prontos para elucidar mais!

Ficamos satisfeitos chamando Mikhail

Tal de “um gênio da combinação”, “um tático sem pares” ou “um mágico tático”. Isso certamente nos ajuda a nos sentirmos mais pertos de Tal e podemos definir o enxadrista, ao menos um pouco, para nós mesmos, mesmo que tal definição seja ridiculamente limitada. Tal nunca jogou um final de partida em sua vida? Puxa, ele era capaz de jogar finais de partida? Ou ele polvilhava sua poeira tática mágica sobre todas as posições, inclusive reis expostos, produzindo fogos de artifício num instante?

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Capítulo 8 - Peões Atrasados e Bispos Indianos

Neil McDonald Grupo A PDF Criptografado

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Peões Atrasados e

Bispos Indianos

Nos anos de 1920, tanto Lasker quanto Capablanca temiam que os melhores enxadristas do mundo aperfeiçoassem o conhecimento sobre abertura e estratégia.

Todas as partidas entre os enxadristas com esse conhecimento iriam acabar inevitavelmente em empates e, como consequência, o xadrez competitivo de alto nível chegaria ao fim. Esse fenômeno foi chamado de “a morte por empate”.

Deve-se mencionar que Capablanca demonstrou sua preocupação enquanto ainda era Campeão Mundial, portanto, não eram resmungos de um homem derrotado. Além disso, o próprio cubano conseguiu manter-se sem derrotas entre

10 de fevereiro de 1916 e 21 de março de 1924. Portanto, em suas condições era sensato supor que outros enxadristas da elite desenvolveriam uma invencibilidade parecida com o passar do tempo.

Felizmente essa profecia nunca se concretizou, por duas razões: em primeiro lugar, há um dinamismo inerente em posições alcançadas até pelas aberturas mais simétricas ou clássicas, isto é, começando por 1 d4 d5 ou 1 e4 e5. Isso quer dizer que nem tudo pode ser resolvido somente por lógica ou senso comum. É preciso calcular variantes e tomar decisões baseando-se em intuição, o que dá espaço à criatividade humana, a julgamentos ruins e à boa e velha sorte e, portanto, a perdas e ganhos. Como Capa ficou oito anos sem perder? Bem, ele era um gênio. Sua intuição espantosa guiou-o em posições pouco claras que desafiavam as ciências exatas. Enxadristas “comuns” da elite não seguiram os seus passos.

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Medium 9788563899569

Capítulo 8 - Lances Desnecessários com os Peões

Simon Williams Grupo A PDF Criptografado

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Lances

Desnecessários com os Peões

Os peões são a alma do xadrez. – Philidor

Os peões não podem se mover para trás!

Você tem de ter muito cuidado ao mover um peão, já que é a única peça do tabuleiro que não pode se mover para trás. Além do mais, depois de ter avançado um peão, ele costuma ter de ficar na casa onde você o colocou por algum tempo.

Um avanço particularmente hediondo seria enfrentar 1 e4 e5 2 d4 exd4 3 xd4 com o horrível lance 3...c5?, atacando a dama branca, mas deixando um rombo em d5. Pelo resto da partida, as Pretas não conseguirão cobrir a casa d5 com um peão, então as Brancas sempre vão ter um belo posto central à disposição. Esse é um exemplo obviamente extremo, mas você tem sempre de considerar a fraqueza resultante, especialmente quando estiver tentado a mover os peões na frente de seu rei.

Quando estiver decidindo avançar ou não seus peões, tente ter as seguintes considerações em mente:

1. Minhas peças estão desenvolvidas?

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Capítulo 1 - O Elemento Dinâmico

Neil McDonald Grupo A PDF Criptografado

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O Elemento

Dinâmico

Como descrito na introdução, considero o estilo agressivo como uma união de dinamismo, psicologia e preparação para aberturas agudas. De certa forma, isso é o ideal, mas em hipótese alguma todas as partidas neste livro contêm o segundo e o terceiro elementos em um grau acentuado. No entanto, quase sem exceções, essas partidas são testemunhas de uma disputa dinâmica.

Então o que é o dinamismo?

Arturo Pomar foi um famoso prodígio do xadrez (e mais tarde campeão da Espanha) que atingiu uma posição ganhadora contra Alekhine em seu confrontamento em Gijon, em 1944. Aquele jogo acabou empatado, um ótimo resultado para um garoto de 12 anos enfrentando o Campeão Mundial da época. Na partida seguinte, que ocorreu um ano depois, Alekhine sentiu-se obrigado a correr alguns riscos para criar possibilidades de vitória para as Pretas com a Defesa Francesa,

Variante das Trocas.

Partida 2

A.Pomar Salamanca – A.Alekhine

Madri, 1945

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4: Mikhail Tal

Yasser Seirawan Grupo A PDF Criptografado

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Mikhail Tal

De todos os Campeões Mundiais, Mikhail

Tal, ou “Mischa”, como todos o chamavam, foi o mais querido, admirado e, sim, amado pelos colegas e fãs do xadrez no mundo inteiro. Era uma pessoa notavelmente bondosa e simpática. Tinha uma voz suave e uma adorável capacidade de ironizar a si mesmo com graça. Jamais o ouvi pronunciar uma palavra áspera em sua vida, mesmo quando perdia uma partida difícil. Seus olhos cintilantes se iluminavam sempre que havia um tabuleiro de xadrez por perto. Seus escritos o revelam como uma pessoa mundana e compassiva. Não sei quantas línguas falava, mas seu inglês era excelente. Quando multidões se reuniam nas salas de imprensa para ouvi-lo, ele mudava de um idioma para o outro com facilidade. Andava e movia suas peças com uma facilidade quase desleixada, pronto para qualquer oportunidade que a vida lhe apresentasse dentro ou fora do tabuleiro. Mesmo quando as tensões no tabuleiro estavam em sobre-excitação, seus lances era fluidos.

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Capítulo 3 - Punindo os Caça-peões

Simon Williams Grupo A PDF Criptografado

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Punindo os

Caça-peões

Take heed,

Never take advantage of the things you need,

Never let yourself be overcome by greed,

Walk the straight and narrow and you shall succeed.

– Shaggy*

Na mentalidade capitalista e supostamente democrática de hoje, a ganância costuma ser vista com bons olhos. Mas, conforme a Igreja Católica há muito nos adverte, a ganância pode levar à queda do indivíduo. O xadrez não é diferente.

Na abertura, um jogador com frequência pode ser punido por capturar um peão cedo demais. Leva tempo para capturar material, e, em alguns casos, esse tempo pode ser usado de uma melhor maneira, rocando ou desenvolvendo uma peça.

Decidir pegar ou não material requer pensar seriamente, mas em geral você tem que ter muito cuidado. Nunca pegue um peão sem pensar muito a respeito!

Por que o seu adversário deixou aquele peão en prise? Será uma armadilha? Você tem tempo para capturar aquele peão?

Por outro lado, se você acabou de sacrificar um peão, então como deveria prosseguir? Espero que você tenha ganhado uma iniciativa ou algum tipo de ata-

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Medium 9788563899545

A Eterna Fraqueza – A Casa f7

Garry Kasparov Grupo A PDF Criptografado

A Eterna Fraqueza – A Casa f7

Todos têm alguma fraqueza em algum lugar. Mesmo os mais fortes, os mais adaptados ou os mais rápidos entre nós têm pontos fracos. Provavelmente a fraqueza mais famosa que alguém já teve pertencia ao herói mitológico grego Aquiles.

Aquiles foi o maior guerreiro na Guerra de Troia.

Ele era “semi-imortal” e seu corpo era invulnerável, exceto por um ponto – seu calcanhar. De fato, ele morreu quando uma flecha envenenada foi disparada contra seu calcanhar. Isso nos rendeu a frase “calcanhar de Aquiles”, que passou a significar a principal fraqueza de alguém.

Dê uma olhada na posição inicial de uma partida de xadrez.

Onde você acha que está o

“calcanhar de Aquiles”?

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Os peões em d e em e

Se você não tem certeza, de uma olhada na fileira de peões pretos e veja o quão bem (ou mal) cada um está protegido. Além do mais, uma tarefa importante dos peões é agir como soldados de infantaria e fornecer proteção para os membros mais valiosos do exército.

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7: Anatoly Karpov, 1975-1985

Yasser Seirawan Grupo A PDF Criptografado

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Anatoly Karpov,

1975-1985

Este capítulo é dedicado ao Campeão Mundial de 1975 a 1985 Anatoly Yevgenyevich Karpov, um enxadrista de poderes extraordinários.

Enquanto o nome de Spassky está ligado ao de Fischer, o nome de Karpov está inextricavelmente vinculado não a um, mas a dois grandes enxadristas: Robert James

Fischer e Garry Kasparov. Anatoly, ou “Tolya”, foi, afinal, o vilão que recebeu a coroa do título do Campeonato Mundial de Xadrez de

Bobby Fischer por manter desistência. Para fãs como eu, sabíamos que, se Bobby tivesse disputado o match de 1975, ele teria vencido. Depositar uma coroa de louros nos ombros de Anatoly foi um insulto para os fãs do xadrez e uma traição do título. Para milhões de fãs dedicados do xadrez, o título “Campeão Mundial” deveria significar também o de “melhor jogador do mundo”. Eu estava convencido de que, em 1975, Bobby era o melhor enxadrista do mundo. Pouco me importava o que algum delegado nacional presente em uma Assembleia Geral da FIDE pudesse dizer sobre o assunto. A única opinião que contava – ao menos para mim – era a minha.

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Capítulo 2 - Perseguindo o Rei no Centro

Neil McDonald Grupo A PDF Criptografado

2

Perseguindo o Rei no Centro

Deixar o rei no centro por muito tempo é um risco ocupacional para os enxadristas. Há muitas razões para arriscarmos a segurança de nossa peça mais importante, incluindo incompetência, falta de senso de perigo e um sutil erro de cálculo. Apesar de parecer um erro cometido por culpa própria, enxadristas do estilo agressivo empregam várias técnicas para persuadir seus adversários a correr riscos desnecessários com seu rei.

Então, imaginemos que tenhamos motivado o adversário a manter o seu rei centralizado. Qual é a melhor maneira de puni-lo? Um método clássico do xadrez agressivo é trazer as torres rapidamente para o ataque. É improvável que o adversário responda trazendo as próprias torres para a defesa, mesmo porque seu rei estará no meio do caminho. Portanto, mesmo que se faça um sacrifício de material muito grande para envolver suas torres na investida, provavelmente ainda se terá muito poder de fogo ao qual a defesa terá que resistir.

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Medium 9788563899675

11: O Futuro do Campeonato Mundial

Yasser Seirawan Grupo A PDF Criptografado

11

O Futuro do

Campeonato Mundial

A Fédération Internationale des

Échecs (FIDE)

Se a FIDE, a Fédération Internationale des

Échecs, ou Federação Internacional de Xadrez, não existisse, ela teria que ser criada.

Todos diriam: “Sim, é claro, o xadrez precisa de um órgão internacional de xadrez”, depois do que as discussões e discórdias começariam para valer. A velha piada de que, onde existem dois enxadristas, haverá três opiniões fortes tem um fundo de verdade.

Para entender a FIDE e por que ela se saiu mal quando comparada com o sucesso de outras instituições esportivas, devemos começar por sua história e o papel que ela desempenhou no mundo do xadrez.

A história e o papel da FIDE

Durante A 8a edição dos Jogos Olímpicos em Paris, em 1924, a Federação Francesa de Xadrez também sediou um torneio. Os participantes criaram a FIDE como um sindicato de enxadristas, não muito diferente da

GMA. Naquela época, o Campeão Mundial

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Capítulo 1 - O Rei Exposto

Simon Williams Grupo A PDF Criptografado

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O Rei Exposto

Umas das primeiras lições que qualquer iniciante aprende é: “Faça o roque assim que possível”. Existe um motivo – bastante óbvio na verdade – por que os iniciantes aprendem isso. O rei é a peça mais importante, e o xeque-mate é o fim do jogo, então o rei precisa ficar em segurança. É por isso que a maioria dos bons jogadores roca. Após esse lance, o rei fica sob a proteção de três peões e uma torre; essas peças funcionam como os guarda-costas do rei.

Então, se o rei costuma ficar mais seguro após o roque, o que devemos cuidar após esse lance? Quais os perigos que espreitam o rei rocado?

Bom, em geral nós precisamos de algumas peças ao redor do rei para protegê-lo. Esse costuma ser o caso quando podemos ver que nosso adversário está planejando um ataque. Também temos de ter cuidado com o modo como movemos nossos peões ao redor do rei rocado, já que mover esses peões pode criar fraquezas.

Por outro lado, o que ter em mente quando se ataca o rei adversário? Para ajudar a responder a essa pergunta, devemos considerar três questões importantes.

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Soluções

Garry Kasparov Grupo A PDF Criptografado

Soluções

Desafio 1

Desafio 4

Desafio 6

As Brancas gostariam de mover o seu cavalo e descobrir um ataque contra a dama preta.

O rei branco está muito exposto.

As Pretas querem jogar ... Be5

(ameaçando mate em h2), mas f4 é uma defesa. Logo, elas jogam...

Nesse final, as peças pretas estão muito ativas, e o rei branco está um pouco constrito. A solução demonstra a eficiência de um par de torres, quando combinadas.

1 Th8+! Rxh8

2 Cf7+, ganhando a dama.

Desafio 2

As Pretas gostariam de criar uma ameaça movendo o bispo de b6, já que esse lance exporia a dama branca.

1 ... Txh2+!

2 Rxh2 Dh6+

3 Rg1 Bxd4+ ganhando a dama.

Desafio 3

As Brancas abrem caminho para que a torre e o bispo construam uma posição típica de mate.

1 Txd6+! cxd6

2 Bg5+ Re6

3 Te7 mate

1 ... Bxf3+!

1 Bxf3 Be5 e o mate segue em h2.

Desafio 5

Há dois temas-chave aqui: a primeira fileira fraca e a vulnerabilidade da casa g7 das Pretas. As Brancas tiram proveito dos dois com uma maravilhosa tática.

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