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3. Robert Fischer (1943-2008)

Craig Pritchett Grupo A PDF Criptografado

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Robert Fischer

(1943-2008)

Se os soviéticos eram a antítese da tese de 1930, então Fischer era a nova síntese... uma dialética que teria agradado Karl Marx.

Andrew Soltis, Bobby Fischer Rediscovered

Se a Escola Soviética levou o xadrez adiante para uma nova era com mais aventuras, pesquisas aprofundadas e riscos calculados, Bobby Fischer foi o encarregado de levar este espírito ao seu limite. De certa forma, Fischer antecipou o que Kasparov descreveu como uma mudança que somente começou de verdade com o auxílio de computadores cada vez mais modernos durante os anos de 1990. Como enxadrista, Fischer devotou sua vida à busca obstinada pelas verdades mais precisas no xadrez, baseadas em variantes.

“Na nossa era, as evidências das variantes estão se tornando cada vez mais convincentes (diferentemente da regra anterior, que afirmava que ‘em qualquer variante mais longa há erros’)”(Kasparov). Muito antes de haver qualquer auxílio de computadores (que hoje nos ajudam a analisar variantes de forma muito mais acurada) não havia nenhum mestre mais notável que Bobby Fischer na arte de enredar seus adversários em uma rede de variantes confusas, complexas e normalmente corretas.

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Medium 9788584291731

Capítulo 2 - Jogos digitais na escola pública: novas dinâmicas curriculares e perspectivas para formação e prática docente

Luciano Meira, Paulo Blikstein Grupo A ePub Criptografado

Jean Rafael Tomceac, Fernando José de Almeida

Entre as urgências de transformação qualitativa e de impacto inovador do ensino básico, especialmente na escola pública, está a formação de professores. Em cenários educacionais com ausência de recursos diversos, a prática do “inédito viável” de Paulo Freire inspirou e deu suporte à aplicação de jogos digitais, objeto e mediadores deste capítulo.

Freire considera que o trabalho curricular começa por meio do diálogo entre educador(a) e educando(a), pois é nesse momento que acontece a percepção dos significados dos temas a serem abordados em aula. Dá-se assim, pelo diálogo, o início da criação de condições para a ação sobre e com o conhecimento, e ainda se desenvolvem “[...] os vários níveis de percepção de si mesmo e do mundo em que e com que estão” (FREIRE; SHOR, 1987, p. 49).

O “em que e com que” freireano desvela a urgência de utilização crítica da cultura das mídias, entre elas os jogos digitais com foco na aprendizagem de competências e conteúdos acadêmicos, na escola e na formação de professores. Tais métodos trazem como mediadores as questões sociais, políticas e humanas que banham o ambiente de vida dos educandos. Essa inserção das questões sociais amplas é objeto de trabalho pedagógico e curricular na perspectiva das tecnologias de Troia (BLIKSTEIN, 2008), que compreendem tecnologias, ferramentas e práticas familiares ao educando, que podem contribuir para o trabalho do educador, estimulando o potencial afetivo e de mudança conceitual da atmosfera de sala de aula e de seu compromisso com o todo social e político.

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Medium 9788563899682

Capítulo 10 - A Arte da Surpresa

Neil McDonald Grupo A PDF Criptografado

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A Arte da

Surpresa

Uma variante forçada é uma sequência longa de lances na abertura que envolve uma colisão violenta entre os dois exércitos. Mesmo nos tempos de Morphy, muitas variantes forçadas estavam bem estabelecidas na teoria, embora, principalmente, apenas após 1 e4 e5.

Um enxadrista do estilo agressivo gosta do desafio de encontrar novos lances tanto durante quanto no final de uma variante forçada. É desnecessário dizer que a expressão “tudo que foi esquecido é novo” aplica-se aqui. A descoberta não precisa ser necessariamente um bom lance, mas deve impor problemas ao adversário, de forma que terá probabilidades de produzir um resultado melhor do que o lance habitual.

Em alguns pontos os enxadristas do xadrez agressivo me recordam do monstro no filme O Planeta Proibido. Essa terrível criatura não pode ser destruída pois está sendo recriada a cada segundo pelos sonhos maldosos do Dr. Morbius e fortalecida por uma usina nuclear subterrânea de dimensões inimagináveis. Da mesma forma, o enxadrista do xadrez agressivo recria seu estilo a cada partida, sempre um passo à frente dos golpes do seu adversário, e possui seu próprio “laboratório” secreto, onde suas inovações nas aberturas são criadas e testadas.

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Medium 9788563899569

Capítulo 5 - Jogue com Propósito!

Simon Williams Grupo A PDF Criptografado

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Jogue com

Propósito!

Todo lance deve ter uma intenção por trás.

Quando estou dando aula para os iniciantes, uma das primeiras coisas que noto é que eles frequentemente fazem lances sem sentido. Isso é ainda mais verdadeiro com os jogadores mais novos, que podem jogar 1 a3, 2 c3, 3 e3 e 4 g3 só porque é um padrão bonito. Isso obviamente é um exemplo extremo de jogar sem propósito, mas tais lances ainda podem ser vistos nos níveis mais altos do jogo. Mesmo em partidas envolvendo fortes Grandes Mestres, um jogador pode simplesmente perder tempo, começar a divagar e jogar superficialmente. Vamos ver alguns exemplos desses tipos de erro neste capítulo, assim como ver de que forma eles podem ser punidos.

Conseguir encontrar com sucesso a chave de uma posição costuma vir com a experiência, mas existe uma série de coisas que você pode fazer para ajudar a encontrar o plano correto:

1. Estude as partidas dos melhor jogadores

Se sua principal abertura é a Defesa Francesa, veja o que os melhores jogadores do mundo fazem na Defesa Francesa. Um óbvio jogador pelo qual começar seria Morozevich. Ele é um grande jogador e possui uma compreensão estupenda, talvez única, do xadrez, então todos podemos aprender muito ao ver o que ele faz na abertura. Veja o que ele joga e tente entrar em sua cabeça. Por que ele fez aquele lance? Qual a ideia por trás dela? Existem planos típicos que ele usa em seus jogos com a Defesa Francesa?

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Medium 9788536309064

10. Treinamento e idéias para o futuro

Matthew Sadler Grupo A PDF Criptografado

Xadrez: dicas para iniciantes

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Treinamento e idéias para o futuro

Treinando a “visão instantânea”

Lições extraídas de suas próprias partidas

Como usar os livros de xadrez

Meu objetivo ao longo deste livro foi dar ao leitor uma idéia sobre o jogo de xadrez: uma percepção sobre os aspectos formais do jogo, bem como sobre os objetivos em cada fase. Essencialmente, trata-se de um resumo de minha experiência pessoal: é como vejo o xadrez, depois de muitos anos de trabalho, fazendo tentativas e cometendo erros! Entretanto, ainda não consegui responder à pergunta que me fazem com bastante freqüência nos torneios: “Quero melhorar no xadrez, porém não sei como fazê-lo. Diga-me como devo proceder!”. Bem, eu costumo fazer assim... Espero que ajude!

TREINANDO A “VISÃO INSTANTÂNEA”

Ainda que eu seja considerado um jogador forte, nunca consegui atingir o topo. Entretanto, conheci pessoas que conseguiram! Apesar de os jogadores de alto nível, como Anand, Kramnik e Shirov, terem qualidades específicas, a velocidade de sua “visão instantânea” do tabuleiro era o dom que eu mais queria roubar.

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Medium 9788563899545

A Eterna Fraqueza – A Casa f7

Garry Kasparov Grupo A PDF Criptografado

A Eterna Fraqueza – A Casa f7

Todos têm alguma fraqueza em algum lugar. Mesmo os mais fortes, os mais adaptados ou os mais rápidos entre nós têm pontos fracos. Provavelmente a fraqueza mais famosa que alguém já teve pertencia ao herói mitológico grego Aquiles.

Aquiles foi o maior guerreiro na Guerra de Troia.

Ele era “semi-imortal” e seu corpo era invulnerável, exceto por um ponto – seu calcanhar. De fato, ele morreu quando uma flecha envenenada foi disparada contra seu calcanhar. Isso nos rendeu a frase “calcanhar de Aquiles”, que passou a significar a principal fraqueza de alguém.

Dê uma olhada na posição inicial de uma partida de xadrez.

Onde você acha que está o

“calcanhar de Aquiles”?

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Os peões em d e em e

Se você não tem certeza, de uma olhada na fileira de peões pretos e veja o quão bem (ou mal) cada um está protegido. Além do mais, uma tarefa importante dos peões é agir como soldados de infantaria e fornecer proteção para os membros mais valiosos do exército.

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Medium 9788536309064

1. Abertura: princípios gerais

Matthew Sadler Grupo A PDF Criptografado

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Abertura: princípios gerais

Controle ou ocupação do centro

Segurança do rei

Desenvolvimento rápido

Iniciativa

Qualquer pessoa que tenta aprimorar seus conhecimentos sobre o jogo de xadrez sente-se, de vez em quando, como se tivesse mergulhado em águas profundas, sem saber nadar ou para onde ir. Há livros inteiros sobre aberturas simples, com calhamaços de análises. Sem dúvida, pode-se tentar memorizar esse material. No entanto, com freqüência a seguinte pergunta vem à mente: “Por que, afinal, as brancas (ou as pretas) fizeram isso?”, sem nenhuma explicação à vista!

Por exemplo, na ânsia de explicar o que está ocorrendo, digamos, no lance

14, os jogadores mais fortes costumam esquecer de que, em algum estágio de sua carreira, também tiveram de partir do mesmo ponto que qualquer principiante: iniciando do zero, construindo algo do nada. Como esses jogadores conseguiram progredir? Como esse tipo de procedimento moldou as aberturas e as variantes que os jogadores de alto nível possuem atualmente?

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Medium 9788584291731

Capítulo 17 - Uma experiência com inovação e empreendedorismo na educação

Luciano Meira, Paulo Blikstein Grupo A ePub Criptografado

Nildo dos Santos Ribeiro Júnior, Gabriel Poesia, Victor S. Rodrigues, Ludymilla Moreira Morais

Os jogos digitais já são extremamente populares e fomentam uma indústria bilionária no mundo, principalmente para as pessoas mais jovens. Porém, não é apenas o ramo de entretenimento que as tecnologias digitais dominam. Elas fazem parte da vida das pessoas a todo momento. Todos estão de alguma forma conectados à internet, seja por meio de smartphones, tablets, computadores ou de qualquer outro dispositivo digital. Aquelas pessoas que ainda não têm acesso a esse tipo de tecnologia já podem ser consideradas excluídas socialmente, já que grande parte das interações sociais tem sido feita pela internet. Desde 2011, a Organização das Nações Unidas (ONU) vem afirmando que o acesso à internet é um direito humano e que os direitos das pessoas devem ser protegidos também no mundo virtual (G1, 2011). Além disso, toda essa interação social das pessoas que ocorre por meio da tecnologia digital tem gerado quantidades de dados que pouco tempo atrás eram inimagináveis e hoje criaram uma nova economia. A revista The Economist (2017) afirmou recentemente que hoje os dados são mais valiosos do que o petróleo, pois as empresas mais valiosas do mundo são aquelas que controlam os dados gerados pela população e se beneficiam da informação que conseguem extrair deles.

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Medium 9788563899569

Introdução

Simon Williams Grupo A PDF Criptografado

Introdução

Como e por que alguns jogadores de xadrez vencem seus jogos em muito menos tempo do que outros? Será porque eles têm sorte? Tem algo a ver com o seu estilo de jogo? Ou talvez os seus adversários estejam jogando mal e cometendo muitos erros na abertura?

Eu suspeito que muitos jogadores adorariam acabar com seus oponentes o mais rápido possível, seja com um ataque brilhante ou com uma armadilha bem planejada. Bem, este livro tenta entender exatamente como e por que certos jogadores conseguem vencer em menos de 25 lances.

Em geral, é uma combinação dos fatores acima que faz os jogadores vencerem rapidamente. Afinal, um jogador tende a fazer sua própria sorte. E ele faz isso escolhendo a abertura certa e causando o maior número de problemas possível ao seu adversário, especialmente fazendo-o mostrar tudo o que sabe desde o início. De fato, seu estilo de jogo terá um grande impacto no modo como a partida se desenvolve. Se sua abertura for ligeiramente arriscada, você terá mais chances de vencer rapidamente; por outro lado, você também aumenta suas chances de perder muito rápido. Realmente, é necessário ter cautela quanto ao modo como você encara uma partida. Costuma ser uma boa ideia correr riscos, mas também é necessário escolher o oponente certo para correr esse risco.

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Medium 9788584291731

Capítulo 18 - Edu no planeta das galinhas: o processo de construção de um game sobre educação financeira para crianças

Luciano Meira, Paulo Blikstein Grupo A ePub Criptografado

Raquel de Castro Dantas Cavalcante Neris

Com um time multidisciplinar formado por game designers, UX[NT] designers, programadores, ilustradores, designers instrucionais, pedagogos e educadores financeiros, foi desenvolvido, entre os anos de 2015 e 2016, o Projeto EduCash,[NT] uma proposta educacional que utiliza games para desenvolver conteúdos, habilidades e atitudes em educação financeira com crianças. Elaborado como um recurso para uso escolar, inicialmente projetado para o 5o e 6o anos do ensino fundamental, EduCash trata o assunto de maneira transversal aos conteúdos curriculares, incentivando a pedagogia de projetos. O vídeo de demonstração do game encontra-se no site do projeto.[NT]

O desenvolvimento dessa iniciativa contou com o apoio da Diretoria de Ensino da Região Centro-Oeste do Estado de São Paulo, a qual deu a abertura necessária para realizar os primeiros passos em etapas de entrevistas com estudantes, professores, coordenadores e familiares, assim como para avaliar, de maneira intensa e contínua, o software em diferentes etapas de desenvolvimento.

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Medium 9788563899545

Ideias Táticas Básicas

Garry Kasparov Grupo A PDF Criptografado

Ideias Táticas Básicas

Sempre que tentamos aprender uma nova habilidade, não tentamos adquirir todo o conhecimento de que precisamos de uma vez só.

Isso não dá certo, e um bom professor sabe disso.

Assim, o professor irá dividir o processo em suas partes constituintes, que aí então serão absorvidas individualmente.

Portanto, quando estamos aprendendo a dirigir, o instrutor não vai nos ensinar a controlar a direção, operar os pedais, escolher e trocar a marcha, olhar para as placas e dar o sinal corretamente, tudo de uma vez. São informações demais para se absorver, então o que acontece é que aprendemos as habilidades necessárias, uma de cada vez.

Quando tivermos dominado a primeira habilidade, aí tentamos coordená-la com a próxima habilidade de que precisamos.

É a mesma coisa que acontece quando estamos tentando dominar as táticas de xadrez. O processo precisa ser dividido em elementos individuais.

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Os três elementos-chave do jogo tático

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Parte II - Relatos de experiências

Luciano Meira, Paulo Blikstein Grupo A ePub Criptografado
Medium 9788563899682

Capítulo 8 - Peões Atrasados e Bispos Indianos

Neil McDonald Grupo A PDF Criptografado

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Peões Atrasados e

Bispos Indianos

Nos anos de 1920, tanto Lasker quanto Capablanca temiam que os melhores enxadristas do mundo aperfeiçoassem o conhecimento sobre abertura e estratégia.

Todas as partidas entre os enxadristas com esse conhecimento iriam acabar inevitavelmente em empates e, como consequência, o xadrez competitivo de alto nível chegaria ao fim. Esse fenômeno foi chamado de “a morte por empate”.

Deve-se mencionar que Capablanca demonstrou sua preocupação enquanto ainda era Campeão Mundial, portanto, não eram resmungos de um homem derrotado. Além disso, o próprio cubano conseguiu manter-se sem derrotas entre

10 de fevereiro de 1916 e 21 de março de 1924. Portanto, em suas condições era sensato supor que outros enxadristas da elite desenvolveriam uma invencibilidade parecida com o passar do tempo.

Felizmente essa profecia nunca se concretizou, por duas razões: em primeiro lugar, há um dinamismo inerente em posições alcançadas até pelas aberturas mais simétricas ou clássicas, isto é, começando por 1 d4 d5 ou 1 e4 e5. Isso quer dizer que nem tudo pode ser resolvido somente por lógica ou senso comum. É preciso calcular variantes e tomar decisões baseando-se em intuição, o que dá espaço à criatividade humana, a julgamentos ruins e à boa e velha sorte e, portanto, a perdas e ganhos. Como Capa ficou oito anos sem perder? Bem, ele era um gênio. Sua intuição espantosa guiou-o em posições pouco claras que desafiavam as ciências exatas. Enxadristas “comuns” da elite não seguiram os seus passos.

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Medium 9788536309064

5. Criando um repertório de aberturas

Matthew Sadler Grupo A PDF Criptografado

Xadrez: dicas para iniciantes

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Criando um repertório de aberturas

Tantas aberturas e tão pouco tempo!

Criando um repertório

Macetes e armadilhas

Uma idéia agressiva de ataque

Uma idéia estrutural

Nos primeiros capítulos deste livro, foram analisados os princípios gerais que norteiam as aberturas, o meio-jogo e os finais. Antes de testar as habilidades em partidas reais, há uma dúvida prática que precisa ser dirimida: que aberturas desejo jogar?

TANTAS ABERTURAS E TÃO POUCO TEMPO!

A última pergunta sobre xadrez a ser respondida é a seguinte: qual é o melhor primeiro lance das brancas? Quando isso for conhecido, todos os segredos do xadrez terão sido revelados! Não há um único lance que seja melhor para as brancas (ou para as pretas) sob o ponto de vista da posição inicial. Entretanto, há lances melhores e piores. 1 d4, 1 e4, 1 Cf3 e 1 c4 são os quatro lances de abertura mais comuns, pois exercem algum controle central desde o início. No entanto, lances como 1 h4? não têm nenhum sentido e significam apenas o desperdício de um lance.

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Medium 9788563899545

A Primeira Fileira

Garry Kasparov Grupo A PDF Criptografado

A Primeira Fileira

No capítulo anterior, vimos como as casas f7 e f2 são particularmente vulneráveis no início das partidas. Esse é um dos motivos por que rocar costuma ser uma jogada tão atraente. Rocar tira o rei da perigosa zona central e também – no caso do roque na ala do rei – traz uma defesa extra (a torre) a essa casa vulnerável.

Vamos comparar duas situações:

a. O rei preso no centro do tabuleiro próximo da vulnerável casa f7

Como vimos anteriormente, todo o tipo de coisa desagradável pode acontecer aqui, com lances tais como

Db3, Cg5 ou mesmo Bxf7+ causando grande tormento para as Pretas. Então, as Pretas decidem rocar, e agora...

b. O rei parece muito seguro atrás da parede de peões protetores

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É difícil imaginar que alguma das jogadas agressivas das

Brancas, tendo como alvo f7, surta muito efeito agora. De fato, o rei preto está, por ora, posicionado em um local muito seguro. Contudo, apesar de essa parede de peões dar excelente cobertura para o rei preto, também há uma deficiência – os peões reduzem a movimentação do rei, tornando-o vulnerável a uma peça maior que apareça na primeira fileira. Veja os seguintes exemplos.

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