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Capítulo 5 - A Dama dos Cachinhos Dourados

Neil McDonald Grupo A PDF Criptografado

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A Dama dos

Cachinhos Dourados

A dama é de longe a peça mais forte no tabuleiro e, portanto, um cuidado extremo deve ser dado ao seu desenvolvimento. Na grande maioria das partidas de xadrez agressivo, a presença ou a ausência da dama é o fator decisivo para saber se um ataque romperá a posição ou se a defesa triunfará.

Isso cria um dilema posicional, pois, se ela ficar muito longe da ação, as chances de êxito são reduzidas. Por outro lado, se ela se aproximar muito da linha de frente, os defensores ganharão tempo importunando-a com ameaças das quais ela deve esquivar-se constantemente (as únicas exceções são os momentos gloriosos em que a mente supera a matéria, os chamados “sacrifícios da dama”).

A solução é encontrar-lhe um local na partida que não seja nem muito quente nem muito frio, como o mingau escolhido pela Cachinhos Dourados na literatura infantil. Em hipótese alguma isso é uma tarefa fácil. A habilidade no uso da dama permanece como uma das marcas de maestria no xadrez.

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Medium 9788563899569

Capítulo 9 - O Superpeão em h

Simon Williams Grupo A PDF Criptografado

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O Superpeão em h

Este capítulo é um pouco divertido, na verdade. Achei que deveria incluí-lo, já que tive muitos momentos interessantes em minha vida de enxadrista avançando o peão na coluna h ao longo do tabuleiro.

Em termos gerais, não costuma ser uma boa ideia avançar o peão na coluna h muito cedo. O centro é a área mais importante do tabuleiro, e é ele que o jogador deve tentar controlar. Infelizmente, em muitas de minhas partidas o sangue me sobe à cabeça. O peão na coluna h está ali, me olhando, e antes que eu perceba o que fiz, ele foi pego e movido até h4!

Ainda assim, pode haver razões muito boas para avançar o peão em h com antecedência, especialmente quando seu adversário jogar o fianchetto na ala do rei. Na partida seguinte, elas são amplamente demonstradas por ninguém menos que Vishy Anand.

Partida 47

V. Anand – S. Mamedyarov

Campeonato Mundial de Blitz

Moscou, 2007

Defesa Moderna

1 d4 g6 2 c4

Ouso dizer que valia considerar 2 h4?

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Medium 9788536306513

Capítulo 6. Como usar os peões

Yasser Seirawan Grupo A PDF Criptografado

XADREZ VITORIOSO: ESTRATÉGIAS

95

6

Como usar os peões

E

m 1749, André Philidor anunciou que os peões eram a “alma do xadrez”. Na

época ninguém entendeu do que ele estava falando, mas 160 anos mais tarde

Emanuel Lasker explicou o comentário de Philidor:

“Sendo muito mais estacionário do que as peças, o peão é um elemento da estrutura; o modo como é feito o arranjo dos peões determina o caráter de uma posição e, portanto, o plano adequado.”

Lasker tentava destacar o que todos os mestres da atualidade sabem muito bem: no momento de escolher a estratégia o pisicionamento dos peões é um dos fatores mais importantes. Philidor dizia que os peões são a alma do xadrez porque sua distribuição no tabuleiro determina o plano que o jogador vai seguir.

Neste capítulo examinaremos diferentes tipos de estruturas de peões e as estratégias que costumam acompanhá-las.

O USO DOS PEÕES COMO AGENTES DE BLOQUEIO E RESTRIÇÃO

Os peões não podem atravessar o tabuleiro num único lance. Na verdade eles são criaturas bastante limitadas. Porém, podem bloquear outros peões e manter as peças do adversário fora de certas casas importantes. O Diagrama 65 mostra um exemplo. As brancas têm dois peões a mais e ameaçam ganhar mais espaço jogando f4-f5 (que também abre uma diagonal para seu Bispo ruim) ou d4-d5 (que transforma o peão-c, bloqueado, num peão passado). Mas as pretas podem pôr um fim às más intenções das brancas com 1..e6!. Esse lance usa o peão-e como uma unidade bloqueadora que imobiliza tanto o peão-d quanto o peão-f das brancas. Depois de 1...e6, as pretas jogam 2...Ce7 e colocam o Cavalo em d5 ou em f5.

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Medium 9788563899682

Introdução

Neil McDonald Grupo A PDF Criptografado

Introdução

Os enxadristas podem ser divididos entre os estrategistas e os agressivos. A batalha pela supremacia entre estes dois estilos de jogo levou a combates criativos como Capablanca-Alekhine, Botvinnik-Bronstein e Kramnik-Topalov.

O objetivo deste livro é examinar e celebrar as ideias de cinco enxadristas famosos que contribuíram para o desenvolvimento do estilo agressivo. Espero que o leitor ache as partidas emocionantes e agradáveis. Com um pouco de sorte, uma pequena parte do talento e da mágica destes cinco gigantes pode acabar reaparecendo no nosso próprio xadrez.

Mas antes vejamos um exemplo do estilo estratégico em ação:

Partida 1

V.Kramnik – M.Carlsen

Dortmund, 2007

Abertura Catalã

1 f3 f6 2 c4 e6 3 g3 d5 4 d4 e7 5 g2 0-0 6 0-0 dxc4 7 c2 a6 8 xc4 b5

9 c2 b7 10 d2 c6 11 e3 b4 12 xb4 xb4 13 a3 e7 14 bd2 c8 15 b4 a5 16 e5 d5 17 b3!

8

Neil McDonald

17...axb4 18 a5 a8 19 ac6 xc6 20 xc6 d7 21 xd5 exd5 22 axb4 fe8 23 a5 f8 24 e5 e6 25 xb5 b8 26 xb8 xb8 27 xc7 d6 28 a5 xb4 29 b1 d6 30 a4 1-0

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Medium 9788565848466

Capítulo 1. Conceitos básicos de estratégia

Johan Hellsten Grupo A PDF Criptografado

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Conceitos básicos de estratégia

Introdução

O meio-jogo talvez seja a fase mais exigente da partida, na qual o jogador está constantemente se deparando com desafios de tática e estratégia. Sem dúvida, a capacidade tática é fundamental para conduzir um confronto direto no tabuleiro, criando e evitando ameaças, etc. Contudo, também precisamos de algumas noções básicas sobre o que nos será benéfico a longo prazo. Na sua incrível obra Strategia, o famoso instrutor de xadrez

Mark Dvoretsky esboça uma série de conceitos e definições em relação a isso, que, com algumas leves modificações, estão de acordo com a base teórica deste capítulo.

Um resumo dos conceitos

Basicamente, qualquer ação empreendida no jogo pode ser resumida como sendo operações táticas ou estratégicas. As táticas são fáceis de reconhecer: ameaças diretas, cravadas, garfos, desvio, etc. As estratégicas podem ser diferenciadas em: a) melhorar nossas peças; b) jogar com os peões;

c) trocas; d) profilaxia (com restrição e provocação).

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Medium 9788536313412

Capítulo 10 - Solução dos Problemas

Garry Kasparov Grupo A PDF Criptografado

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Solução dos Problemas

As Peças e seus Movimentos a. O bispo branco pode se mover para: d4, f4, g5, f2, d2 e c1. Ele pode capturar a dama preta em c5.

a. A torre branca em a1, o bispo branco em c1 e o bispo preto em e7

– todos estão sem opção de movimento permitido.

b. A torre preta pode se mover para: g7, g5, g4, g3, g2 e f6. Ela pode capturar o peão branco em h6 e o cavalo branco em g1.

b. As três peças que dispõem de apenas um movimento permitido são: o cavalo branco em b1 (a3), a torre preta em f8 (e8) e o rei preto em g8 (h8).

1

a. A dama branca pode se mover para: a3, a4, b4, b5, b6, c4, c3, d3, e3, f3 e g3. Ela pode capturar a dama preta em b7 e a torre preta em h3.

2

b. O cavalo preto pode se mover para: e8, h5 e g4. Ele pode capturar o cavalo branco em e4 e o bispo branco em d7.

3

4

a. A rota é Be5-b2-

a3. b. A rota é Cf3-h4 g6-h8. c. A rota é Te1-g1-g8-a8.

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5

Brancas:

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Capítulo 2 - Perseguindo o Rei no Centro

Neil McDonald Grupo A PDF Criptografado

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Perseguindo o Rei no Centro

Deixar o rei no centro por muito tempo é um risco ocupacional para os enxadristas. Há muitas razões para arriscarmos a segurança de nossa peça mais importante, incluindo incompetência, falta de senso de perigo e um sutil erro de cálculo. Apesar de parecer um erro cometido por culpa própria, enxadristas do estilo agressivo empregam várias técnicas para persuadir seus adversários a correr riscos desnecessários com seu rei.

Então, imaginemos que tenhamos motivado o adversário a manter o seu rei centralizado. Qual é a melhor maneira de puni-lo? Um método clássico do xadrez agressivo é trazer as torres rapidamente para o ataque. É improvável que o adversário responda trazendo as próprias torres para a defesa, mesmo porque seu rei estará no meio do caminho. Portanto, mesmo que se faça um sacrifício de material muito grande para envolver suas torres na investida, provavelmente ainda se terá muito poder de fogo ao qual a defesa terá que resistir.

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Medium 9788565848466

Exercícios

Johan Hellsten Grupo A PDF Criptografado

Exercícios

Os exercícios a seguir irão ajudá-lo a colocar em prática os conceitos estudados anteriormente neste livro. Cada bloco de exercícios está relacionado a alguma seção teórica específica, portanto faz sentido que você os resolva uma vez que tenha terminado de estudar a seção correspondente.

A grande maioria dos exercícios é constituída por posições de meio-jogo, com algumas posições de abertura e de final como complemento. É lógico que os exemplos são mais breves e menos detalhados que os exemplos explicativos apresentados antes, mas, em muitas ocasiões, dei continuação aos exemplos logo após o suposto término da solução, devido ao seu conteúdo instrutivo.

Na maioria dos casos, eu peço um primeiro lance + plano breve. O último pode ser qualquer coisa, desde uma ideia geral (“liberar a diagonal b1-h7 para o bispo”, “trocar o defensor em f6”, etc.), um plano ou manobra específica (“com a intenção de jogar ♘d2-b3-a5 com pressão em c6”) até uma sequência concreta de lances (“para enfrentar 1…♘d5 com 2

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Medium 9788563899675

6 Boris Spassky

Yasser Seirawan Grupo A PDF Criptografado

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Boris Spassky

Boris Vassilievich Spassky ocupa um lugar especial para todos os enxadristas: ele foi o

Campeão que perdeu seu título para Bobby

Fischer em 1972. Mesmo hoje, quase quarenta anos depois, o público americano tende a conhecer os nomes de dois Grandes Mestres acima de todos os outros: Bobby Fischer e Boris Spassky. Certamente, não é a forma como Boris gostaria de ser lembrado, mas assim são os caprichos do destino. De modo semelhante, não era a intenção de Heitor cair perante Aquiles no saqueio de Troia quando escolheu competir em um duelo que não precisava aceitar. Uma derrota para a qual será lembrado até o fim dos tempos.

Para mim, Boris Spassky foi um enxadrista verdadeiramente “universal”, capaz de jogar todas as facetas do jogo igualmente bem. Sem dúvida, ele gostava mais do papel do atacante, para o qual ele era incrivelmente formidável, mas era o “equilíbrio” de seu jogo que mais me impressionava. Ele se sentia confortável com todo tipo de posição. Na verdade, é difícil diferenciar o estilo de Spassky. Como diria Miguel Najdorf, não havia tanto um “estilo” – ele apenas era muito bom em tudo.

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Medium 9788563899675

1: Bobby Fischer

Yasser Seirawan Grupo A PDF Criptografado

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Bobby Fischer

Quando eu estudava na Garfield High

School, em Seattle, meu professor de física pediu à classe que escrevesse um trabalho sobre a teoria do Big Bang (A Grande Explosão) da criação do universo. Em suas aulas, ele parecia especialmente entusiasmado com a teoria, elogiando-a efusivamente.

Eu não compartilhava do entusiasmo dele, tendo dúvidas sobre a teoria, mas, mesmo assim, escrevi diligentemente um ensaio intitulado “No princípio”. Ele apresentava o conceito do Big Bang e eu escrevi favoravelmente sobre como a teoria fazia sentido.

Recebi um “A+” pelo trabalho e desde então penso sobre o “Princípio”.

A lenda Fischer se inicia

“O Big Bang”, não apenas para a minha carreira de xadrez, mas para muitos enxadristas americanos, foi o sucesso de Robert James

Fischer em 1972 (1943-2008). Naquele ano, ele se tornou o décimo primeiro Campeão

Mundial de Xadrez segundo a Federação

Mundial de Xadrez. Sua vitória no match de

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Medium 9788536313634

Capítulo 1. Primórdios

Yasser Seirawan Grupo A PDF Criptografado

XADREZ VITORIOSO: ABERTURAS

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Primórdios

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ê uma olhada no Diagrama 1, a posição inicial de uma partida de xadrez. É a posição mais complicada no xadrez. Pode acreditar. O Grande

Mestre David Bronstein, que empatou o match do Campeonato Mundial de

Xadrez em 1951, freqüentemente ia à partida de um torneio importante e sentava, maravilhado, olhando essa mesma posição. Uma vez ele levou mais de 50 minutos em seu primeiro lance! E em que será que esse gênio do xadrez, esse titã, praticamente co-campeão do mundo inteiro do xadrez, estava pensando?

“Eu estava imaginando que lance fazer”, disse David.

A posição inicial é realmente tão complexa assim? A resposta é mais complicada que um simples sim ou não. E a complexidade aumenta à medida que o estudante aprende mais! Quando estava jogando minhas primeiras partidas de xadrez, tinha certeza absoluta de qual era o melhor lance (claro que eu estava redondamente enganado). Agora, como Grande

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Medium 9788536306513

Capítulo 7. A criação de alvos

Yasser Seirawan Grupo A PDF Criptografado

XADREZ VITORIOSO: ESTRATÉGIAS

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A criação de alvos

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maioria das pessoas acha que o xadrez resume-se ao xeque-mate. Embora tecnicamente isso seja verdade, na grande maioria das partidas entre mestres, o xeque-mate ocorre apenas depois de uma acirrada disputa posicional. Em geral, em primeiro lugar, o vencedor acumula uma série de pequenas vantagens, que revelam fraquezas no campo inimigo. Finalmente, depois de dominar e ocupar as casas fracas ou de capturar peões fracos, a superioridade de seu exército transforma-se em vitória.

No jogo de xadrez, uma das habilidades mais importantes que podemos desenvolver é o estado mental que costumo chamar de “consciência de alvo”. Ter esse estado mental significa buscar sempre modos de explorar a fraqueza do oponente. O jogador deve se concentrar nesse objetivo a ponto de, durante o jogo, ficar obcecado com a criação de alvos (pontos fracos) na posição inimiga.

Assim que o alvo é encontrado, o importante é buscar sistematicamente modos de atingi-lo – o jogador não deve descansar enquanto não transformar todas as fraquezas do adversário em vantagens próprias! A estratégia é a seguinte:

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4: Mikhail Tal

Yasser Seirawan Grupo A PDF Criptografado

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Mikhail Tal

De todos os Campeões Mundiais, Mikhail

Tal, ou “Mischa”, como todos o chamavam, foi o mais querido, admirado e, sim, amado pelos colegas e fãs do xadrez no mundo inteiro. Era uma pessoa notavelmente bondosa e simpática. Tinha uma voz suave e uma adorável capacidade de ironizar a si mesmo com graça. Jamais o ouvi pronunciar uma palavra áspera em sua vida, mesmo quando perdia uma partida difícil. Seus olhos cintilantes se iluminavam sempre que havia um tabuleiro de xadrez por perto. Seus escritos o revelam como uma pessoa mundana e compassiva. Não sei quantas línguas falava, mas seu inglês era excelente. Quando multidões se reuniam nas salas de imprensa para ouvi-lo, ele mudava de um idioma para o outro com facilidade. Andava e movia suas peças com uma facilidade quase desleixada, pronto para qualquer oportunidade que a vida lhe apresentasse dentro ou fora do tabuleiro. Mesmo quando as tensões no tabuleiro estavam em sobre-excitação, seus lances era fluidos.

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Capítulo 4 - A História de Vida de um Cavalo

Neil McDonald Grupo A PDF Criptografado

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A História de Vida de um Cavalo

Neste capítulo, veremos as vicissitudes da fortuna pelas quais um cavalo pode passar em um tabuleiro de xadrez. Começaremos por seus momentos mais felizes, quando ele pode combinar o seu poder único com o da dama. A seguir, o veremos avaliando todo o campo de batalha, a partir de um posto avançado, encantado e não temeroso de estar na linha de frente do ataque. Depois disso, o clima fica obscuro, quando o cavalo é apanhado em um ataque que fracassou. E, finalmente, para sua vergonha completa, ele é paralisado pela ação de meros peões.

Combinações com o cavalo

Como será demonstrado neste livro, Morphy possuía um domínio de estratégia maior que qualquer outro de seus contemporâneos. Mesmo assim, ele entrou para a crença popular como um tático brilhante e aventureiro, não muito diferente de Anderssen. Certamente, quando o americano enfrentava adversários relativamente fracos, em partidas não oficiais, manifestava completamente seus poderes táticos surpreendentes. Eis o meu exemplo favorito de seu talento para uma combinação.

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Capítulo 5. Peças menores superiores

Yasser Seirawan Grupo A PDF Criptografado

XADREZ VITORIOSO: ESTRATÉGIAS

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Peças menores superiores

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o xadrez, uma das batalhas estratégicas mais intensas e interessantes é aquela entre um Bispo e um Cavalo. Cada uma dessas peças sempre tenta sobrepujar a outra. Por isso é preciso muita criatividade para provar que é sua peça que manda.

Embora muitos livros demonstrem preferência pelos Bispos (alguns dizem até mesmo que o Bispo vale 3½, enquanto o Cavalo vale 3), em termos de contagem de pontos essas duas peças têm igual valor, ou seja, 3 pontos. Mas é claro que não podemos analisar o valor de uma peça apenas em termos da contagem de pontos. A situação no tabuleiro é o que determina seu verdadeiro valor.

Nesse momento surge a necessidade de uma boa estratégia: para empreender uma batalha entre um Bispo e um Cavalo, é preciso saber como criar condições que valorizem a peça de sua propriedade. Quando tiver um Cavalo, o enxadrista deve jogar por uma posição fechada. Ao contrário, de posse do Bispo, deve abrir a posição (veja a seção “Para onde levar as peças”, no Capítulo 4, para saber por que essas condições são mais favoráveis a uma ou a outra peça). Faça tudo para que sua peça domine a peça inimiga!

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