16 capítulos
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Capítulo 3 - Vozes do verbo

PETERLE, Patricia; SANTURBANO, Andrea Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

3

Vozes do verbo

A voz indica o tipo de relação do verbo com o sujeito. As vozes verbais podem ser quatro: ativa, passiva, reflexiva e pronominal.

3.1 ATIVA

Na voz ativa é o sujeito do verbo que exerce a ação da frase: isto é, o sujeito é agente, tem uma função ativa em relação ao enunciado.

Il centravanti fa un gol.

(O centroavante marca um gol.)

3.2 PASSIVA

Na voz passiva o sujeito do verbo sofre a ação realizada por algo ou alguém, definido em italiano complemento d�agente ou di causa efficiente: isto é, o verdadeiro agente da frase não é o sujeito, que só recebe passivamente o efeito da ação.

Il gol è fatto dal centravanti.

(O gol é marcado pelo centroavante.)

Obs.: em italiano, o verbo venire pode substituir o verbo essere nos tempos simples: Il gol viene fatto dal centravanti.

12

VOZES DO VERBO

3.3 REFLEXIVA

Na voz reflexiva o sujeito faz e sofre, ao mesmo tempo, a ação expressa pelo verbo; isto é, a ação se reflete no próprio sujeito.

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Capítulo 2 - Flexões do verbo

PETERLE, Patricia; SANTURBANO, Andrea Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

2

Flexões do verbo

2.1 MODO

O modo de um verbo é a forma como uma situação ou uma ação é apresentada por quem escreve ou fala. O modo pode expressar certeza e segurança, incerteza e hipótese, ou, ainda, condições e ordens.

Em italiano existem sete modos, divididos em dois grupos: finiti e indefiniti.

MODI FINITI

Modo

Descrição

Em português

Indicativo

É o modo da realidade, da certeza, da fala objetiva.

Indicativo

Congiuntivo

É o modo da possibilidade, do desejo, do temor, da opinião subjetiva e da dúvida.

Subjuntivo

Condizionale

É o modo que indica ações, fatos e situações subordinados a uma condição.

Pode também expressar um desejo.

Em português esta noção é dada pelo futuro do pretérito.

Imperativo

É o modo da ordem, da exortação, da invocação e do comando.

Imperativo

4

FLEXÕES DO VERBO

MODI INDEFINITI

Modo

Descrição

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Módulo 7 - Histórias, estórias e aventuras luso-brasileiras

GONÇALVES, Claudenir Grupo Gen PDF Criptografado

Módulo 7

Histórias, estórias e aventuras lusobrasileiras

172 cento e setenta e dois

goncalves_007.indd 172

13/12/16 11:00

O DESCOBRIMENTO DO BRASIL E

OS ÍNDIOS BRASILEIROS

Os portugueses chegaram ao Brasil no dia 22 de abril de

1500, depois de 43 dias de viagem atravessando o Oceano

Atlântico. A frota comandada por Pedro Álvares Cabral era composta por treze navios, sendo três caravelas, nove naus e uma naveta com alimentos. Uma das naus se perdeu no caminho e nunca mais foi encontrada. Os marujos pensaram que a nau tinha sido devorada por monstros marinhos.

O rei de Portugal dizia que o objetivo da viagem era propagar o cristianismo e vender e comprar produtos da

Índia. Mais tarde, os comandantes portugueses disseram que estavam a caminho da Índia, mas, com a mudança dos ventos, saíram da rota e chegaram ao Brasil por acaso. No entanto, há historiadores que dizem que Cabral já sabia que chegaria às terras brasileiras, pois ele não parou nas

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Módulo 6 - Encenações e caracterização de personagens

GONÇALVES, Claudenir Grupo Gen PDF Criptografado

Módulo 6

Encenações e caracterização de personagens

148 cento e quarenta e oito

goncalves_006.indd 148

13/12/16 11:41

Festa no céu

PARTE 1

Na lagoa

Um urubu passa perto de uma lagoa muito bonita e se dirige a dois sapos:

Rabentus: — Bom-dia, senhores sapos.

Froxi: — Bom-dia, senhor galo. Por que o senhor está tão preto?

Rabentus (com raiva): — Eu não sou galo. Eu sou um urubu. Eu me chamo Rabentus.

Fruxi (ouvindo mp3): — Que nome esquisito.

O senhor não é brasileiro?

Rabentus: — Não, eu sou um urubu alemão. Eu sou músico. Eu vou tocar violão no céu.

Froxi: — Festa no céu? Que legal! Podemos ir também?

Fruxi: — Festa... Nós a-do-ra-mos festas.

Rabentus: — Sapos não têm asas. Sapos não vão

à festa no céu.

Fruxi: — Você não pode levar dois pobres sapos?

Rabentus (inflexível): — Eu só levo o meu violão.

PARTE 2

Com a galinha e a pinta

Galinha Hennelene: — O que está acontecendo aqui?

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Módulo 5 - Histórias e opiniões

GONÇALVES, Claudenir Grupo Gen PDF Criptografado

Módulo 5

Histórias e opiniões

Fábulas, lendas, narrações e leituras dramatizadas

120 cento e vinte

goncalves_005.indd 120

05/01/17 10:56

O sapo Rei e a princesa que deixou a peteca cair

Era uma vez um rei que tinha muitas filhas, todas bonitas, mas a caçula era a mais bonita de todas. Ela era mesmo linda e se chamava

Isabel. Todos no palácio faziam tudo o que ela queria, por isso a menina ficou muito malacostumada, mimada:

— Que menina linda! Você é a menina mais bonita do reino!

— Oi, princesa Isabel, Vossa Alteza gostaria de um picolé?

— Vossa Alteza gostaria de uma fruta?

— Vossa Alteza gostaria de uma maçã?

— Vossa Alteza gostaria de uma banana?

Toda manhã, ela ia para o bosque em torno do palácio para jogar sua peteca de penas coloridas de aves raras. Ela jogava a peteca para cima e depois corria para apanhá-la. Era sua brincadeira favorita. Mas uma vez, Isabel deixou a peteca cair num poço imundo e profundo. Então, a princesa muito, muito bonita ficou muito, muito triste e começou a chorar.

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