21 capítulos
Medium 9788582715710

Capítulo 10. Administração de hemocomponentes

Alba Lucia Bottura Leite de Barros; Juliana de Lima Lopes; Sheila Coelho Ramalho Vasconcelos Morais Grupo A ePub Criptografado

 

10

Bruna Tirapelli Gonçalves

Definição

A terapia transfusional é definida como a prática infusional de partes do sangue administradas por via endovenosa para a restauração das necessidades orgânicas dos indivíduos em casos em que haja uma morbidade e mortalidade comprovada (laboratorial e clinicamente). O sangue total obtido através da doação do sangue deve ser 100% processado, resultando em 2 produtos distintos para a terapia transfusional: os hemocomponentes e os hemoderivados.1,2

Os hemoderivados são derivados sanguíneos fabricados em escala industrial (industrialização do plasma) por meio de processo físico-químico. São eles: albumina, imunoglobulinas e fatores da coagulação (fator VII, fator VIII, fator IX, além dos complexos protrombínicos).2

Os hemocomponentes são obtidos por meio de processos físicos (centrifugação e congelamento) e sem aditivos químicos. São eles: concentrado de hemácias, plasma fresco congelado, concentrado de plaquetas e crioprecipitado.2

Ver todos os capítulos
Medium 9788582715710

Capítulo 8. Preparo de medicamentos

Alba Lucia Bottura Leite de Barros; Juliana de Lima Lopes; Sheila Coelho Ramalho Vasconcelos Morais Grupo A ePub Criptografado

 

8

8.1

Ana Paula Dias de Oliveira

Dayana Souza Fram

Introdução

Erros de medicação têm recebido destaque a partir de publicações que divulgaram a elevada mortalidade,1 o aumento dos custos e a repercussão para o paciente, para as instituições de saúde e para a sociedade.2,3 Além disso, incidentes desse tipo podem resultar em processos e ações ético-moral-legais.4

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, erros de medicação são definidos como falhas no processo do tratamento medicamentoso que podem conduzir ou que têm potencial para conduzir a danos ao paciente.5

Erros de medicação podem ocorrer em qualquer etapa do sistema, sendo classificados em: erros de prescrição, erros de dispensação e erros de administração.6

Apesar de se tratar de eventos preveníveis e previsíveis, estudos revelam números expressivos de erros de medicação na etapa de administração.7-9

Ver todos os capítulos
Medium 9788582715710

Capítulo 14. Coleta de sangue venoso

Alba Lucia Bottura Leite de Barros; Juliana de Lima Lopes; Sheila Coelho Ramalho Vasconcelos Morais Grupo A ePub Criptografado

 

14

Eliana Cavalari Teraoka

Introdução

A punção venosa é o método mais comum para obtenção de amostra de sangue venoso e envolve a perfuração de uma veia com agulha estéril.1,2

A coleta de sangue é amplamente praticada e continua sendo de inestimável valor para o diagnóstico e tratamento de vários processos patológicos. A sistematização do processo de coleta evita uma série de erros, retrabalhos e desperdícios de amostras e de reagentes, evitando danos aos pacientes e à imagem da instituição e custos maiores e desnecessários.3 A escolha de materiais deve oferecer segurança ao profissional que manuseia o produto, reduzindo riscos de acidentes de trabalho, proporcionando segurança no atendimento ao paciente e aumentando a confiança do exercício da função, ofertando um resultado laboratorial confiável.3

Quando há erro na coleta de uma amostra de sangue, os resultados são inexatos e enganosos para o clínico e podem ocasionar ao paciente o incômodo da repetição do teste. As três principais questões decorrentes de erros na coleta de uma amostra de sangue são hemólise, contaminação e erro de rotulagem.4

Ver todos os capítulos
Medium 9788582715710

Capítulo 15. Prevenção e curativos de lesões

Alba Lucia Bottura Leite de Barros; Juliana de Lima Lopes; Sheila Coelho Ramalho Vasconcelos Morais Grupo A ePub Criptografado

 

15

15.1

Rosali Isabel Barduchi Ohl

Suzel Regina Ribeiro Chavaglia

Introdução

A longa permanência em hospitais traz como uma de suas consequências mais frequentes o aparecimento de lesões de pele. A combinação de internações prolongadas com outros fatores de risco, como idade avançada, imobilidade e restrição ao leito, aumenta ainda mais a incidência dessas lesões.1

Para a manutenção da integridade da pele de pacientes restritos ao leito e a prevenção do desenvolvimento de lesões tanto de pessoas internadas como daquelas com mobilidade prejudicada em domicílio, deve-se ter como base o conhecimento e a aplicação de medidas de cuidado que possam ser aplicadas na prevenção de lesões de pele em geral e, mais especificamente, nas lesões por pressão (LPP).2

As LPP são eventos adversos que ocasionam prejuízos significativos aos pacientes, dificultando o processo de reabilitação funcional, frequentemente em decorrência de dor e do desenvolvimento de infecções graves, tendo sido associadas a internações prolongadas, sepse e mortalidade. Nesse sentido, as LPP se configuram como um grande desafio para o paciente, para a sua família e para os profissionais de saúde, especialmente os de enfermagem. Essas lesões ocorrem em pacientes em risco no início do processo de hospitalização ou de admissão em instituições de longa permanência. Os enfermeiros geralmente são responsáveis pela avaliação do risco de LPP desses pacientes e pela implantação de estratégias de prevenção adequadas.3

Ver todos os capítulos
Medium 9788582715710

Capítulo 13. Inserção e curativos de cateteres

Alba Lucia Bottura Leite de Barros; Juliana de Lima Lopes; Sheila Coelho Ramalho Vasconcelos Morais Grupo A ePub Criptografado

 

13

13.1

Ariane Ferreira Machado Avelar

Kelly Cristina Sbampato Calado Orsi

Introdução

A inserção de cateteres endovenosos periféricos constitui um dos procedimentos mais realizados no ambiente hospitalar e é, muitas vezes, considerado simples pelos profissionais. No entanto, compreende diversas etapas que devem ser seguidas, desde a avaliação do material disponível, da rede venosa do paciente até a obtenção do acesso propriamente dito.

O cumprimento das etapas por todos os profissionais que desempenham esse procedimento minimiza a possibilidade de eventos relacionados à punção, seja de origem física ou emocional, o que contribui para a segurança do paciente.

Definição

A inserção de um cateter endovenoso periférico, também denominada punção venosa periférica, refere-se à introdução de um cateter no lúmen de uma veia periférica.1-3

Indicação

A inserção do cateter endovenoso periférico é indicada para administração de medicamentos, soluções, componentes sanguíneos e nutricionais, além da coleta de amostras de sangue para análise laboratorial.4

Ver todos os capítulos

Visualizar todos os capítulos