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Capítulo 13. Polissacarídeos

Cláudia Maria Oliveira Simões; Eloir Paulo Schenkel; João Carlos Palazzo de Mello Grupo A PDF Criptografado

13

Polissacarídeos

Gilsane Lino von Poser

Introdução

185

Classificação

186

Principais tipos

186

Propriedades

191

Impacto fisiológico

192

Aplicações clínicas

192

Efeitos adversos

193

Interações medicamentosas

193

Drogas vegetais mais importantes

194

Pontos-chave deste capítulo

195

Referências

196

Leituras sugeridas

196

Agradecimentos

196

Introdução

Polissacarídeos são polímeros de alta massa molecular resultantes da condensação de um grande número de moléculas de aldoses e cetoses. Cada molécula de açúcar é ligada à vizinha por intermédio de uma ligação osídica formada pela ligação da hidroxila hemiacetálica em C-1 com qualquer das hidroxilas da outra molécula de açúcar, com eliminação de uma molécula de água. Esses produtos têm uma ampla distribuição na natureza e são constituintes essenciais de todos os organismos vivos. Ocorrem em bactérias e fungos (dextranos e goma xantana), algas

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Capítulo 17. Quinonas

Cláudia Maria Oliveira Simões; Eloir Paulo Schenkel; João Carlos Palazzo de Mello Grupo A PDF Criptografado

17

Quinonas

Miriam de Barcellos Falkenberg

Introdução

249

Histórico

250

Biossíntese

251

Distribuição e papel fisiológico

252

Propriedades físico-químicas

254

Métodos de extração

255

Caracterização e doseamento

256

Propriedades farmacológicas e uso terapêutico

257

Emprego farmacêutico

258

Drogas vegetais mais importantes

260

Pontos-chave deste capítulo

267

Referências

268

Introdução

Quinonas são compostos orgânicos que podem ser considerados produtos da oxidação de fenóis; da mesma forma, a redução de quinonas (1a) pode originar os correspondentes fenóis ou hidroquinonas (1b). Sua principal característica é a presença de dois grupos carbonílicos que formam um sistema conjugado com pelo menos duas ligações duplas entre átomos de carbono (C=C).

Apenas algumas nafto-, antra- e fenantraquinonas podem ser classificadas como substâncias com caráter aromático. As o- e p-quinonas são 1,2- e 1,4-dicetonas cíclicas

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Capítulo 7. Introdução à análise fitoquímica

Cláudia Maria Oliveira Simões; Eloir Paulo Schenkel; João Carlos Palazzo de Mello Grupo A PDF Criptografado

7

Introdução à análise fitoquímica

Flávio H. Reginatto

Introdução

69

Obtenção do material vegetal

69

Preparação da amostra para análise

70

Processos extrativos

70

Análise fitoquímica

71

Fracionamento, isolamento e purificação de metabólitos

75

Técnicas cromatográficas

76

Eletroforese capilar

77

Metabolômica

78

Elucidação estrutural

78

Pontos-chave deste capítulo

80

Referências

80

Leituras sugeridas

81

objetivo a identificação de grupos de metabólitos de uma espécie vegetal cuja constituição química é desconhecida, a busca de um grupo específico de metabólitos em uma espécie já caracterizada previamente, visando ao isolamento desse metabólito de interesse e sua posterior caracterização estrutural, ou, ainda, a investigação fitoquímica baseada em aspectos etnofarmacológicos e/ou quimiotaxonômicos. Este capítulo apresenta os procedimentos gerais envolvidos na análise fitoquímica, desde os ensaios clássicos até as novas estratégias de investigação e caracterização dos principais grupos de metabólitos de origem natural.

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Capítulo 20. Alcaloides: generalidades e aspectos básicos

Cláudia Maria Oliveira Simões; Eloir Paulo Schenkel; João Carlos Palazzo de Mello Grupo A PDF Criptografado

20

Alcaloides: generalidades e aspectos básicos

Luiz Carlos Klein-Júnior, Amélia T. Henriques

Introdução

305

Histórico

306

Biossíntese

306

Distribuição

309

Localização nos vegetais

309

Papel fisiológico

310

Propriedades físico-químicas

310

Métodos de extração e fracionamento

311

Análise química

313

Propriedades farmacológicas

314

Pontos-chave deste capítulo

314

Referências

315

Introdução

O termo “alcaloide” foi apresentado pela primeira vez no século XIX pelo farmacêutico W. Meißner para descrever os metabólitos que foram isolados no mesmo período e que apresentavam características de álcali (base).

Assim, em sua primeira definição, os alcaloides apresentavam características básicas, continham um nitrogênio e eram obtidos de plantas. Mais tarde, com o conhecimento da sua origem biogênica, os requisitos de serem derivados de aminoácidos e apresentarem o nitrogênio na forma de heterociclo foram acrescentados.1

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Capítulo 29 - Índice de nomes científicos

Cláudia Maria Oliveira Simões; Eloir Paulo Schenkel; João Carlos Palazzo de Mello Grupo A PDF Criptografado

Índice de nomes científicos

A

Aaptos aaptos, 456

Acacia, 189

Acacia mearnsii, 241

Acacia senegal, 189

Achyrocline satureioides, 228

Adonis, 271

Aesculus hippocastanum, 295

Agave, 112, 290

Agelas, 455

Agelas mauritianus, 453

Agelas oroides, 455

Ageratum, 390

Ageratum conyzoides, 398

Agrobacterium, 43, 45, 46, 50

Agrobacterium rhizogenes, 43, 44, 46

Agrobacterium tumefaciens, 45

Ailanthus altissima, 358

Alkanna tinctoria, 259

Aloe, 256

Aloe barbadensis, 260

Aloe ferox, 260

Aloe vera, 258, 260, 261

Alpinia, 169

Alternaria, 96

Amanita, 430

Amanita muscaria, 418, 430

Amanita phalloides, 206, 432

Amanthia, 460

Amanthia convoluta, 459

Anagallis arvensis, 295

Anchietea pyrifolia, 35, 36

Anchietea salutaris, 35, 36

Aniba, 202

Annona, 33

Anogeissus latifolia, 189

Anthemis nobilis, 179

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