29 capítulos
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22 - Sistema Endócrino

TORTORA, Gerard J; NIELSEN, Mark T. Grupo Gen PDF Criptografado

Sistema Endócrino

Mark Nielsen

22

INTROD UÇÃ O  Juntos, o sistema nervoso e o sistema endócrino coor‑ denam as funções de todos os sistemas do corpo. Como já foi explicado em capítulos anteriores, o sistema nervoso exerce o seu controle por meio de impulsos nervosos que são conduzidos ao longo dos axônios dos neu‑ rônios. Nas sinapses, os impulsos nervosos desencadeiam a liberação de moléculas mediadoras (mensageiras), denominadas neurotransmissores. Em contrapartida, o sistema endócrino libera moléculas reguladoras, denominadas hormônios, no líquido intersticial e, em seguida, na corrente sanguínea. O sangue circulante leva os hor‑ mônios até praticamente todas as células do corpo; as células reconhecem um determinado hormônio e, em seguida, respondem.

Os sistemas nervoso e endócrino são coordenados como um supersistema interligado, denominado sistema neuroendócrino.1 Determinadas partes do sistema nervoso estimulam ou inibem a liberação de hormônios, os quais, por sua vez, podem promover ou inibir a geração de impulsos nervosos.

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11 - Sistema Muscular

TORTORA, Gerard J; NIELSEN, Mark T. Grupo Gen PDF Criptografado

Sistema Muscular

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I NTR OD U ÇÃO   Movimentos como arremessar uma bola, andar de bicicleta, caminhar e digitar exigem interações dos ossos, das articulações e dos músculos esqueléticos, os quais, juntos, formam um sistema integrado, denominado aparelho locomotor. Para compreender melhor os movimentos produzidos pelo aparelho locomotor este capítulo irá introduzir os nomes dos músculos esqueléticos específicos, explicar como se fixam aos ossos e descrever as ações que produzem e sua inervação somática.

Provavelmente algumas de suas primeiras observações sobre o movimento incluem caminhada, corrida ou atividades que nos transportam de um local para outro. Esse tipo de movimento é fácil de reconhecer e possui um valor incontestável para a sobrevivência. Entretanto, movimentamo-nos também de outras maneiras. Pense, por exemplo, em segurar alguma coisa com suas mãos ou em arremessar algo em seu colega de quarto para acordá-lo na hora de ir para a aula. Essas atividades ocorrem sem haver qualquer movimento de um local para outro, embora sejam, efetivamente, movimentos. Reflita por um momento sobre a ampla variedade de movimentos que seu colega de quarto faz quando finalmente levanta cambaleante da cama para se vestir. Eles variam desde simples movimentos de vestir uma roupa até movimentos mais complexos, como abotoar a camisa e amarrar os sapatos. Numerosos movimentos complexos também são necessários para fazer uma refeição, como segurar, manipular, cortar, mastigar e deglutir o alimento.

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12 - Sistema Circulatório | Sangue

TORTORA, Gerard J; NIELSEN, Mark T. Grupo Gen PDF Criptografado

Sistema Circulatório |

Sangue

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INTRO D U ÇÃ O  A maioria das células de um organismo multicelular não tem a capacidade de circular livremente para obter oxigênio e nutrientes e para livrar-se do dióxido de carbono e de outras escórias do metabolismo. Essas necessidades são supridas por dois tipos de líquidos: o sangue e o líquido intersticial. O sangue é o tecido conjuntivo líquido, constituído de células envolvidas por matriz extracelular. A matriz extracelular é uma parte líquida, denominada plasma, enquanto a parte celular consiste em várias células e fragmentos celulares. O líquido intersticial é o líquido aquoso que banha as células do corpo e é constantemente renovado pelo sangue. O oxigênio inspirado pelos pulmões e os nutrientes e água provenientes do sistema digestório são transportados pelo sangue, se difundem do sangue para o líquido intersticial e, em seguida, se difundem para dentro das células do corpo. O dióxido de carbono e outras escórias do metabolismo se movimentam em sentido oposto, isto é, das células do corpo para o líquido intersticial e, a seguir, para o sangue. Em seguida, o sangue transporta as escórias do metabolismo para os pulmões, rins, pele e para o sistema digestório – para a sua eliminação do corpo.

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8 - Sistema Esquelético | Esqueleto Apendicular

TORTORA, Gerard J; NIELSEN, Mark T. Grupo Gen PDF Criptografado

Sistema Esquelético |

Esqueleto Apendicular

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INTRODUÇÃO  Conforme assinalado no Capítulo 7, as duas principais divisões do sistema es‑ quelético são: esqueleto axial e o esqueleto apendicular. O esqueleto axial refere‑se ao eixo do esqueleto ou parte central do corpo e ajuda a proteger os órgãos internos. O foco deste capítulo é o esqueleto apendicular, que consiste nos membros superiores e inferiores e cuja principal função é o movimento. Como eles seguem esque‑ mas de desenvolvimento semelhantes, os membros superiores e inferiores apresentam muitos aspectos em comum. Cada membro é composto de cíngulos e partes livres. Os membros superiores são constituídos pelo cíngulo e parte livre do membro superior, enquanto os membros in‑ feriores consistem em cíngulo e parte livre do membro inferior. Os cíngulos, que são compostos de ossos planos e largos que formam

âncoras robustas, fixam as partes livres e móveis dos membros ao esqueleto axial. Quando se comparam os primeiros segmentos das partes livres dos membros – o braço no membro superior e a coxa no membro inferior, percebemos que existe um único osso gran‑ de. Prosseguindo distalmente para os segundos segmentos, o ante‑ braço no membro superior e a perna no membro inferior, ambos apresentam dois ossos paralelos. Nas junções desses segundos seg‑ mentos com a mão e com o pé – o punho e o tornozelo – existem numerosos ossos pequenos (8 no carpo e 7 no tarso). Por fim, as mãos e os pés têm o mesmo número e a mesma disposição de ossos, formando os dedos das mãos e dos pés.

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18 - Encéfalo e Nervos Cranianos

TORTORA, Gerard J; NIELSEN, Mark T. Grupo Gen PDF Criptografado

Encéfalo e Nervos

Cranianos

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INTRODUÇÃO  Resolver uma equação, sentir fome, rir

– os processos neurais necessários para cada uma des‑ sas atividades ocorrem em diferentes regiões do en‑ céfalo, a porção da parte central do sistema nervoso contida no crânio. O encéfalo é composto de apro‑ ximadamente 100 bilhões de neurônios e 10 a 50 trilhões de células da neuróglia e, nos adultos, tem massa de cerca de 1.300 gramas. Em média, cada neurônio forma 1.000 sinapses com outros neurô‑ nios. Por conseguinte, o número total de sinapses em cada encéfalo humano, que é de aproximada‑ mente mil trilhões (1015), é maior do que o número de estrelas na galáxia.

O encéfalo é o centro de registro das sensações, da correlação dessas sensações entre si e com a informa‑

ção armazenada, da tomada de decisões e do início das ações. Trata‑se também do centro para o intelecto, as emoções, o comportamento e a memória. Entretanto, esse órgão fascinante encerra um domínio ainda maior: ele direciona o nosso comportamento em relação aos ou‑ tros. Com ideias que estimulam, obras de arte que deslum‑ bram ou retóricas que hipnotizam, os pensamentos e as ações de uma pessoa podem influenciar e moldar as vidas de muitas outras pessoas. Como veremos em breve, o encéfalo possui regiões distintas que são especializadas em diferentes funções, mas que tam‑ bém podem trabalhar em conjunto para a execução de determinadas tarefas compartilhadas. Este capítulo explora como o encéfalo é protegido e nutrido, que funções ocorrem nas principais regiões do encéfalo e como a medula espinal e os 12 pares de nervos cranianos se conectam com o encéfalo para formar o centro de controle do corpo humano. •

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