22 capítulos
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Capítulo 14 | Grupos Focais

Glynis M. Breakwell; Sean Hammond; Chris Fife-Schaw; Jonathan A. Smith Grupo A PDF Criptografado

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Grupos Focais

Lynne J. Millward

14.1 Introdução

14.2 A adequação do método do grupo focal

14.3 Que tipo de evidência produz o grupo focal?

14.3.1 A posição essencialista

14.3.2 A posição social-construcionista

14.4 Os estímulos focais

14.5 Delineamento e planejamento de grupo focal

14.5.1 Amostragem e recrutamento de participantes

14.5.2 Tamanho da amostra

14.5.3 Tamanho do grupo

14.5.4 Locação, ambiente e duração da sessão

14.6 A implementação do grupo focal

14.6.1 O estilo e as habilidades do moderador

14.6.2 Roteiro de assuntos

14.6.3 As habilidades de escutar e de interrogar

14.7 Registrando os dados

14.8 Transcrição

14.9 A análise dos dados de um grupo focal

14.9.1 Análise de conteúdo

14.9.2 Outras técnicas analíticas

14.10 O feedback dos resultados

14.11 Futuros desenvolvimentos na pesquisa de grupo focal

14.11.1 O “e-grupo focal”

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Capítulo 11 | Delineamento de Questionário

Glynis M. Breakwell; Sean Hammond; Chris Fife-Schaw; Jonathan A. Smith Grupo A PDF Criptografado

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Delineamento de Questionário

Chris Fife-Schaw

11.1 Introdução

11.2 Que informação você quer?

11.2.1 Gerando hipóteses

11.2.2 Desenvolvimento e validação de testes

11.2.3 Estimativa de parâmetro populacional

11.2.4 Testagem de hipótese e modelo

11.3 Formatos de resposta abertos versus formatos de resposta fechados

11.4 Formatos de resposta comuns

11.5 Problemas de formulação verbal mais comuns

11.6 Tipos de informação coletada por questionários

11.6.1 Dados demográficos e background

11.6.2 Relatos de comportamento

11.6.3 Atitudes e opiniões

11.6.4 Conhecimento

11.6.5 Intenções, expectativas e aspirações

11.7 Escalas e medidas existentes

11.8 Display do questionário

11.9 Conclusão

11.10 Leituras recomendadas

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OBJETIVOS

Este capítulo introduzirá o leitor aos usos e aos problemas comuns associados com os questionários. Ele trata dos tipos de questões de pesquisa que podem ser abordadas através de questionários, da formulação das perguntas e de formatos de resposta, bem como do delineamento dos problemas mais comuns.

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Capítulo 3 | Níveis de Mensuração

Glynis M. Breakwell; Sean Hammond; Chris Fife-Schaw; Jonathan A. Smith Grupo A PDF Criptografado

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Níveis de

Mensuração

Chris Fife-Schaw

3.1 Introdução

3.2 Classificando mensurações

3.2.1 Mensurações categoriais

3.2.2 Mensurações de nível ordinal

3.2.3 Medidas de nível intervalar

3.2.4 Mensurações de escala racional

3.3 Variáveis discretas versus variáveis contínuas

3.4 Erros de mensuração

3.5 Escolhas sobre níveis de mensuração

3.6 Relação entre o nível de mensuração e a estatísca

3.7 Conclusão

3.8 Leituras recomendadas

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OBJETIVOS

Este capítulo introduz ao leitor as categorias comuns de mensuração utilizadas na ciência psicológica. Esse tradicional sistema de categorização é fundamental para entender como conduzir uma boa pesquisa, mas é, também, fundamental para tomar decisões sobre como analisar os dados gerados por um estudo. O capítulo também descreve brevemente alguns desafios a essa visão ortodoxa.

Termos-chave

Exaustividade

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Capítulo 16 | Análise Fenomenológica Interpretativa

Glynis M. Breakwell; Sean Hammond; Chris Fife-Schaw; Jonathan A. Smith Grupo A PDF Criptografado

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Análise Fenomenológica

Interpretativa

Jonathan A. Smith e Virginia Eatough

16.1

16.2

16.3

16.4

16.5

16.6

16.7

16.8

16.9

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Introdução

A AFI e a psicologia

Questões de pesquisa adequadas para a AFI

Quantos participantes?

Métodos de coleta de dados

Etapas da análise

Redigindo um estudo de AFI

Conclusão

Leituras recomendadas

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OBJETIVOS

Este capítulo descreve a Análise Fenomenológica Interpretativa (AFI) como abordagem qualitativa específica à pesquisa psicológica. Contém uma breve discussão acerca da orientação epistemológica da AFI e dos tipos de questões de pesquisa às quais ela pode ser aplicada. A isto se segue uma descrição dos métodos adequados de coleta de dados, em particular a entrevista semiestruturada e o modo como se desenvolve um roteiro de entrevista adequado. Um conjunto de normas para as etapas da análise é descrito em detalhe, com uso de exemplos. Finalmente, oferecemos algumas sugestões de como redigir um estudo de AFI.

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Capítulo 21 | Introdução à Modelagem deEquação Estrutural

Glynis M. Breakwell; Sean Hammond; Chris Fife-Schaw; Jonathan A. Smith Grupo A PDF Criptografado

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Introdução à Modelagem de

Equação Estrutural

Chris Fife-Schaw

21.1 Introdução

21.2 A ideia de ajuste de modelo e de comparação de modelo

21.3 Modelos de mensuração e análise fatorial confirmatória

21.3.1 Identificação

21.3.2 Estimando valores de parâmetro

21.3.3 Índices de modificação e buscas de especificação

21.4 Modelos estruturais

21.5 Estratégia de análise

21.6 Outras coisas que podem ser feitas com a MEE

21.7 Notas de advertência

21.8 Conclusão

21.9 Leituras recomendadas

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OBJETIVOS

Este capítulo introduz uma perspectiva relativamente nova à testagem de hipótese estatística que tem uma abordagem baseada na “confirmação” de modelo. Seguindo essa abordagem, os pesquisadores são encorajados a ser completamente sistemáticos acerca do que estão fazendo, e isso deve ser visto como uma “boa coisa”. Está incluída aqui uma descrição da maneira como essa abordagem à estatística está crescendo em popularidade e de como ela difere em alguns aspectos fundamentais das abordagens discutidas nos Capítulos 19 e 20.

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