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Capítulo 4. Características adaptativas das plantas

Clara Lia Costa Brandelli; Siomara da Cruz Monteiro Artmed PDF Criptografado

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CARACTERÍSTICAS

ADAPTATIVAS DAS PLANTAS

Siomara da Cruz Monteiro

Objetivos de aprendizagem

Listar as premissas que dão base às adaptações sofridas pelos vegetais.

Diferenciar o impacto construtivo de estresse destrutivo na questão da

adaptabilidade das plantas.

Distinguir: adaptação modulativa, modificativa e evolutiva.

Explicar a influência de fatores climáticos, como a resistência a baixas temperaturas e ao calor, na adaptabilidade das plantas.

INTRODUÇÃO

A ecologia científica se ocupa das interações entre os organismos e seu meio ambiente. Ela abrange todos os níveis de integração, do organismo individual até a biosfera. Neste capítulo, será abordada a ecologia das plantas, com ênfase na questão adaptativa.

Para essa discussão, é relevante conhecer algumas premissas, fundamentadas por vários estudiosos, que embasam as adaptações que os vegetais podem sofrer:

toda

população crescente não perturbada atinge uma limitação de recursos;

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Capítulo 1. Plantas medicinais: Histórico e conceitos

Clara Lia Costa Brandelli; Siomara da Cruz Monteiro Artmed PDF Criptografado

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PLANTAS MEDICINAIS:

HISTÓRICO E CONCEITOS

Clara Lia Costa Brandelli

Objetivos de aprendizagem

Definir conceitos relevantes à farmacobotânica.

Esquematizar uma linha do tempo sobre a história do uso de plantas

medicinais.

Identificar os principais marcos da história de utilização de plantas medicinais no Brasil.

Diferenciar plantas medicinais e medicamentos fitoterápicos.

Discutir o cenário atual do uso de plantas medicinais e seus derivados no

Brasil e no mundo.

INTRODUÇÃO

A história do uso de plantas medicinais, desde os tempos remotos, tem mostrado que elas fazem parte da evolução humana e foram os primeiros recursos terapêuticos utilizados pelos povos. Pode-se afirmar que o hábito de recorrer às virtudes curativas de certos vegetais se trata de uma das primeiras manifestações do antiquíssimo esforço do homem para compreender e utilizar a natureza como réplica a uma das suas mais antigas preocupações, aquela originada pela doença e pelo sofrimento.

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Capítulo 7. Produtos naturais e o desenvolvimento de fármacos

Clara Lia Costa Brandelli; Siomara da Cruz Monteiro Artmed PDF Criptografado

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PRODUTOS NATURAIS E

O DESENVOLVIMENTO

DE FÁRMACOS

Clara Lia Costa Brandelli

Objetivos de aprendizagem

Citar os marcos históricos da relação entre plantas medicinais e

desenvolvimento de fármacos.

Explicar por que a indústria farmacêutica voltou a se interessar pelos produtos naturais após um período de desinteresse no fim do século XX.

Diferenciar as abordagens utilizadas no estudo de plantas medicinais para investigar novas moléculas bioativas.

Listar as etapas da pesquisa e do desenvolvimento de fármacos a partir de plantas medicinais.

Discutir a adequação da flora brasileira ao desenvolvimento de novos fármacos.

Descrever a potencialidade de protótipos a partir de produtos naturais para o desenvolvimento de fármacos.

INTRODUÇÃO

Os produtos naturais são utilizados pela humanidade desde tempos imemoriais. A natureza sempre despertou no homem um fascínio, não só por oferecer recursos para sua alimentação e manutenção, como também por ser sua principal fonte de inspiração e aprendizado.

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Capítulo 10. Uso racional de medicamentos fitoterápicos e prescrição

Clara Lia Costa Brandelli; Siomara da Cruz Monteiro Artmed PDF Criptografado

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USO RACIONAL

DE MEDICAMENTOS

FITOTERÁPICOS E PRESCRIÇÃO

Clara Lia Costa Brandelli

Luciana Signor Esser

Objetivos de aprendizagem

Definir uso racional de medicamentos (URM).

Discutir os problemas relacionados ao URM fitoterápicos e plantas

medicinais.

Listar os avanços que indicam a tendência à racionalização do uso de fitoterápicos e plantas medicinais no Brasil.

Relacionar os principais fitoterápicos utilizados no Brasil com suas respectivas interações medicamentosas.

INTRODUÇÃO

Considerando as diversidades regionais e a extensa flora que é encontrada no

Brasil, estabelecer relações racionais quanto ao uso de fitoterápicos e plantas medicinais pode evitar o uso indiscriminado e, às vezes, prejudicial dessa alternativa terapêutica. Desde que os fitoterápicos começaram a fazer parte das relações de medicamentos essenciais, surgiram os primeiros passos para um uso racional. Isso auxilia os profissionais da saúde a desenvolver ações com medicamentos que apresentem eficácia comprovada e com o menor custo possível, tanto para os usuários quanto para o sistema.

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Capítulo 2. Etnobotânica

Clara Lia Costa Brandelli; Siomara da Cruz Monteiro Artmed PDF Criptografado

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ETNOBOTÂNICA

Clara Lia Costa Brandelli

Objetivos de aprendizagem

Definir etnobiologia e etnobotânica.

Citar as abordagens e ramificações da etnobiologia.

Explicar o caráter interdisciplinar da etnobotânica.

Relacionar a etnobotânica à etnofarmacologia.

Listar as contribuições e possibilidades oriundas da etnobotânica.

Explicar a importância e as formas de dar retorno às populações sobre as

informações adquiridas em estudos etnobotânicos.

INTRODUÇÃO

Como foi visto no Capítulo 1, a utilização de plantas como medicamentos pela humanidade é tão antiga quanto a história do homem. Desde tempos remotos, os seres humanos usam substâncias químicas derivadas da natureza

− plantas, animais e microrganismos – para atender às suas necessidades básicas, incluindo a prevenção e o tratamento de doenças. O homem acumulou informações sobre o ambiente que o cerca e, sem dúvida, esse conhecimento foi completamente baseado em suas observações diárias e constantes dos fenômenos e características da natureza.

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