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Capítulo 21. Focos de atenção na adolescência

Aristides Volpato Cordioli (Org.), Eugenio Horacio Grevet (Org.) Grupo A PDF Criptografado

Focos de atenção na adolescência

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Jader Piccin

Ana Soledade Graeff-Martins

Luciano Isolan

Christian Kieling

Neste capítulo, são apresentadas particularidades do atendimento de adolescentes em psicoterapia. Inicialmente, são descritos aspectos centrais da avaliação do adolescente para eventual indicação de intervenções psicoterápicas, ressaltando-se peculiaridades do primeiro contato, da entrevista com o adolescente e com os pais e dos instrumentos de avaliação complementar. Posteriormente, são debatidos os focos de atenção terapêutica que situam problemas relevantes para essa faixa etária. Neste capítulo, são destacados os tópicos bullying, sexualidade e gestação, socialização e relações virtuais, comportamento suicida e uso de substâncias. Para cada um desses tópicos, são apresentados conceitos, fatores de risco, características epidemiológicas e clínicas, bem como as principais estratégias de manejo e de orientação familiar de acordo com as evidências científicas atuais.

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Capítulo 12. Terapia racional-emotiva, cognitiva e do esquema

Aristides Volpato Cordioli (Org.), Eugenio Horacio Grevet (Org.) Grupo A PDF Criptografado

Terapias racional-emotiva, cognitiva e do esquema

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Bernard Rangé

Conceição Reis de Sousa

Eliane Mary de Oliveira Falcone

Este capítulo tem como objetivo abordar três métodos psicoterápicos desenvolvidos a partir dos modelos cognitivos, ou seja, cuja base é a noção de que são as interpretações que os pacientes fazem que estão na origem de suas perturbações emocionais, seus comportamentos problemáticos e seu funcionamento desajustado.

A primeira versão de um modelo cognitivo foi a de Epicteto, no século I d.C., que afirmava que os homens se perturbam não pelos fatos em si, mas pelas opiniões que têm sobre os fatos. Já a primeira versão moderna de um modelo cognitivo foi a de Albert Ellis, que, desencantado com a psicanálise, concebeu um modelo de psicoterapia que se baseava em conceitos de crenças racionais versus irracionais, envolvendo uma distinção entre exigências e preferências.

A segunda versão foi a de Aaron T. Beck. Ele criou um modelo cognitivo para o tratamento da depressão que depois passou a ser aplicado em outros quadros clínicos, como transtornos de ansiedade, transtornos alimentares, esquizofrenia, etc. Jeffrey Young desenvolveu um modelo integrativo derivado do modelo de Beck e fortemente calcado no conceito de esquema, ao qual deu o nome de terapia do esquema, que, no início, foi usado em transtornos da personalidade, mas hoje pode ser aplicado em uma variedade de condições mentais. Este capítulo abordará esses três modelos de terapia cognitiva.

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Capítulo 16. Terapia interpessoal: bases para sua prática e resultados dos principais estudos

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Terapia interpessoal:

bases para sua prática e resultados dos principais estudos

Antônio Augusto Schmitt Júnior

Lívia Hartmann de Souza

Neusa Sica da Rocha

Marcelo Pio de Almeida Fleck

Neste capítulo, são apresentadas, inicialmente, as origens da terapia interpessoal (TIP), bem como as bases teóricas que contribuíram para seu desenvolvimento e nas quais ela se fundamenta. A seguir, são descritas as fases do tratamento, a definição de seu foco (área de problema), além das principais técnicas usadas na TIP e o contexto em que são utilizadas. Por fim, são apresentados os resultados dos principais estudos com a TIP.

A TIP é uma forma de psicoterapia breve, inicialmente desenvolvida para tratar a fase aguda da depressão unipolar não psicótica. Foi c­ riada por Gerald Klerman e Myrna Weissman no final dos anos de 1970 e publicada sob a forma de um manual em 1984. Inicialmente, sua eficácia foi demonstrada na depressão maior por meio de vários ensaios clínicos randomizados

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Capítulo 22. Focos de atenção na fase adulta

Aristides Volpato Cordioli (Org.), Eugenio Horacio Grevet (Org.) Grupo A PDF Criptografado

Focos de atenção na fase adulta

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Simone Hauck

Ives Cavalcante Passos

Pricilla Braga Laskoski

Luís Francisco Ramos-Lima

A idade adulta compreende a fase mais longa do ciclo vital e pode ser dividida em fase do adulto jovem (20 a 40 anos) e fase do adulto intermediário (40 a 65 anos). Na fase do adulto jovem, o indivíduo enfrenta alguns dos maiores desafios do ciclo vital, desde a definição de sua identidade e independização às escolhas relativas a trabalho e constituição de família.

O momento atual apresenta grandes modificações em termos tecnológicos e culturais, implicando aumento significativo da expectativa de vida e ampla reavaliação dos valores da sociedade em direção à busca da igualdade de oportunidades e de respeito às diferenças.

Tais mudanças permitem uma gama muito maior de possibilidades e exercício da individualidade. Nesse contexto, a fase de adulto intermediário, antes bastante marcada pela dita

“crise da meia-idade”, passa a ser uma janela de oportunidade para revisão das escolhas da fase anterior ou consolidação delas, em busca de uma vida mais satisfatória e autêntica.

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Capítulo 31. Transtornos depressivos: terapias cognitivo-comportamentais

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Transtornos depressivos:

terapias cognitivo-comportamentais

Carolina Blaya Dreher

Alice C. M. Xavier

Pedro Beria

Os transtornos depressivos caracterizam um grupo de patologias bastante prevalentes e que estão associadas a prejuízo significativo na qualidade de vida. Tanto os medicamentos quanto as psicoterapias se mostraram eficazes no tratamento desses transtornos. Entre as formas de psicoterapia, a terapia cognitivo-comportamental (TCC) é a abordagem mais bem embasada em evidências. Neste capítulo, é feita uma breve descrição do quadro clínico da depressão, dos conhecimentos atuais sobre sua epidemiologia, da evidência de eficácia e do uso de técnicas cognitivo-comportamentais em seu tratamento. Também são discutidos os alcances e limites da TCC na depressão, bem como as perspectivas futuras.

Os transtornos depressivos caracterizam patologias que compartilham sintomas comuns, como tristeza e anedonia, acompanhados de sintomas somáticos e cognitivos e que afetam significativamente o funcionamento do indivíduo.

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