43 capítulos
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39 - Suporte Ventilatório na Gestante

PINTO E SILVA, Marcela Ponzio; MARQUES, Andréa de Andrade; AMARAL, Maria Teresa Pace do Grupo Gen PDF Criptografado

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Suporte Ventilatório na Gestante

Ana Beatriz Francioso Oliveira do Monte

Introdução

Tema pouco comum no dia a dia da maioria dos profissionais que trabalham em uma unidade de terapia intensiva (UTI) geral, sua literatura é escassa e a maioria dos estudos compõese de uma população não significativa, relatos de casos ou opiniões. A repercussão da diminuta experiência e a falta de informação sobre o assunto podem prejudicar a evolução de duas vidas. Quando uma gestante for admitida em uma UTI, o profissional responsável deve estar ciente de que o cuidado envolverá dois pacientes – mãe e filho –, e o que é benéfico para um poderá ser deletério para o outro. Portanto, este capítulo tem por finalidade esclarecer como conduzir de maneira mais eficaz a ventilação mecânica de pacientes gestantes pela experiência em um serviço especializado, as interpretações das alterações fisiológicas da gestação, as repercussões fetais causadas por determinados tipos de estresse materno e as correlações com evidências clínicas de tratamento de pacientes não gestantes.

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29 - Avaliação Fisioterapêutica na Incontinência Urinária

PINTO E SILVA, Marcela Ponzio; MARQUES, Andréa de Andrade; AMARAL, Maria Teresa Pace do Grupo Gen PDF Criptografado

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Avaliação Fisioterapêutica na Incontinência Urinária

Néville Ferreira Fachini de Oliveira  •  Andréa de Andrade Marques  • 

Claudia Pignatti Frederice •  Natalia Miguel Martinho Fogaça

Introdução

• Observar se outras avaliações clínicas complementares se-

A incontinência urinária (IU) representa uma questão multifatorial; logo, recomenda-se uma avaliação médica inicial para que questões clínicas sejam afastadas e, quando houver indicação, a paciente seja encaminhada para fisioterapia.

O atendimento de pacientes com IU requer uma abordagem bastante íntima, na qual as informações surgem gradativamente, porém nem sempre o fisioterapeuta conseguirá preencher integralmente a sua ficha de avaliação na primeira consulta. Por isso, o profissional precisa se preocupar não somente com “o ­que perguntar”, mas também “como perguntar”.

Assim, o fisioterapeuta deve conseguir “direcionar” uma conversa produtiva e não induzir respostas, de modo que possam ser percebidas as características da personalidade da paciente, bem como a sua sintomatologia.

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14 - Considerações e Aspectos do Tratamento para Câncer de Ovário, Tuba Uterina e Endométrio

PINTO E SILVA, Marcela Ponzio; MARQUES, Andréa de Andrade; AMARAL, Maria Teresa Pace do Grupo Gen PDF Criptografado

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Considerações e Aspectos do Tratamento para

Câncer de Ovário, Tuba

Uterina e Endométrio

Joana Fróe­s Bragança Bastos  •  Maria Teresa Pace do Amaral  • 

Diama Bhadra Vale

Câncer de ovário e tuba uterina

O aspecto mais significativo do câncer de ovário é a sua agressividade decorrente da natureza biológica do tumor e sua disseminação precoce na cavidade intraperitoneal.

O câncer peritoneal primário e o de tuba uterina são atualmente designados, estadiados e manejados de forma semelhante ao carcinoma epitelial de ovário. Isso porque, em hipótese recente, muitos dos tumores epiteliais de alto grau do ovário (que representam a maior parte dos cânceres de ovário) surgiriam de precursores originados da tuba uterina. Ademais, tanto os tumores dos ovários quanto os das tubas uterinas e o peritoneal primário possuem uma origem embriológica comum: o epitélio mülleriano.1 Neste capítulo, essas três entidades serão abordadas simultaneamente.

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22 - Assoalho Pélvico na Gravidez e no Parto

PINTO E SILVA, Marcela Ponzio; MARQUES, Andréa de Andrade; AMARAL, Maria Teresa Pace do Grupo Gen PDF Criptografado

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Assoalho Pélvico na

Gravidez e no Parto

Claudia Pignatti Frederice  •  Natalia Miguel Martinho Fogaça

Introdução

A gravidez e o parto promovem inúmeras mudanças no organismo materno que proporcionarão transformações físicas e psicológicas para o resto da vida da mulher – estas nem sempre são positivas, pois muitos dos fatores envolvidos no processo de gravidez e parto provocam estresse na m

­ usculatura do assoalho pélvico e, consequentemente, podem predispor ao desenvolvimento de disfunções, como as incontinências urinária e fecal e o prolapso dos órgãos pélvicos. Assim, é fundamental que o fisioterapeuta compreenda os efeitos da gravidez e do parto sobre os ­músculos do assoalho pélvico para que possa intervir de modo a prevenir e/ou minimizar as possíveis conse­quências decorrentes desses processos.

Assoalho pélvico na gravidez

O assoalho pélvico é composto por ­músculos interligados às estruturas ­ósseas, fasciais e ligamentares.1 É formado pelos esfíncteres estriados uretral e anal e, principalmente, pelo grupo

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6 - Diagnóstico, Rastreamento e Prevenção do Câncer de Mama

PINTO E SILVA, Marcela Ponzio; MARQUES, Andréa de Andrade; AMARAL, Maria Teresa Pace do Grupo Gen PDF Criptografado

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Diagnóstico,

Rastreamento e Prevenção do Câncer de Mama

Maria Virginia Thomazini de Figueiredo  •  Fabrício Palermo Brenelli  • 

Laura Ferreira de Rezende   •  Maria Salete Costa Gurgel

Introdução

Atualmente, o câncer de mama (CM) é considerado uma doen­

ça curável em boa parte dos casos graças ao diagnóstico preco­ ce, aos avanços das técnicas cirúrgicas e dos tratamentos com­ plementares. Entretanto, para as mulheres serem beneficiadas pelos avanços terapêuticos e terem excelente prognóstico após o tratamento, a doen­ça precisa ser detectada precocemente, com consequente reflexo no aumento da sobrevida. A mulher tem papel fundamental no diagnóstico inicial da doen­ça ao rea­li­zar exame clínico e mamografia periodicamente.1,2

A incidência do CM nos últimos anos aumentou mais de

20%, representando um em cada quatro cânceres na popula­

ção feminina. Segundo estimativas da International Agency for Reseach on Cancer (IARC), 1,7  milhão de mulheres foi diagnosticado com CM em todo o mundo em 2012. Vale res­ saltar que as maiores taxas de incidência são as dos paí­ses mais desenvolvidos.3

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