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32 - Educação Continuada no Hospital | Um Dever Moral para Garantia da Qualidade do Serviço

MALAGÓN-LONDOÑO, Gustavo; LAVERDE, Gabriel Pontón; LONDOÑO, Jairo Reynales Grupo Gen PDF Criptografado

32

Educação Continuada no Hospital | Um Dever

Moral para Garantia da

Qualidade do Serviço

Gustavo Malagón-Londoño

"Os recursos humanos qualificados e capacitados serão o principal ativo de uma nação". Robert Reich

Atualmente, a população mundial apresenta uma tendência muito evidente de exigência da qualidade relacionada aos bens e serviços que recebe. Esse desejo natural é resultado das informações constantes que chegam às pessoas pela internet e por todos os meios eletrônicos ao alcance delas. Surgiu o que Marcelo

Alonso, filósofo e pesquisador conhecido mundialmente, chama de “terceira cultura”, isto é, o conhecimento proveniente da mídia cibernética, com o valor adicional de ser capaz de exigir, considerando os dados recebidos como base para demandar uma atenção no mesmo nível.

A globalização transmite as informações em todas as direções, e a cibernética coleta essas informações e as coloca a serviço de quem estiver interessado.

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3 - Desenvolvimento Empresarial Hospitalar

MALAGÓN-LONDOÑO, Gustavo; LAVERDE, Gabriel Pontón; LONDOÑO, Jairo Reynales Grupo Gen PDF Criptografado

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Desenvolvimento

Empresarial Hospitalar

Abel Dueñas Padrón  •  Gustavo Malagón-Londoño

Introdução

Atualmente, não é possível conceber a geração ou a gestão do desenvolvimento institucional dos hospitais independente do contexto empresarial. De fato, o que aconteceu ao longo dos últimos anos nos campos político e econômico na maioria dos países do mundo (especialmente na América Latina) obrigou o setor de saúde a refletir, redimensionar e, até mesmo, mudar radicalmente o esquema de “beneficência-caridade” que seus hospitais vinham realizando há 500 anos. Nesse quesito, foram enfrentados, finalmente, os resquícios de falência econômica, má qualidade dos serviços, inequidade e ineficiência; o setor de saúde começou, de maneira inteligente, variada e racional, a reinventar um paradigma do tipo integral, no qual são articulados a nova política de livre mercado e um reordenamento do esquema social tradicional, para chegar a uma empresa social de saúde.*

Marco teórico, conceitual e implementador

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19 - Gestão Hospitalar de Riscos

MALAGÓN-LONDOÑO, Gustavo; LAVERDE, Gabriel Pontón; LONDOÑO, Jairo Reynales Grupo Gen PDF Criptografado

19

Gestão Hospitalar de Riscos

Jairo Reynales Londoño

Introdução

Desde a publicação do relatório To Err is Human, em 1999, a gestão de risco tem sido considerada um assunto prioritário na formulação das políticas de saúde. O conhecimento do volume e da gravidade dos eventos adversos relacionados à assistência à saúde despertou a atenção das seguintes entidades:

• Sociedade, que exige mais transparência em relação aos riscos aos quais está exposta, de maneira consciente ou inconsciente

• Prestadores de serviços de saúde, que se sentem cada vez mais obrigados a promover ações orientadas à gestão dos riscos inerentes a suas atividades

• Agências internacionais, que estão sendo obrigadas a formular e promover a adoção de políticas, objetivos, estratégias e ações voltadas à gestão de riscos.

No cenário descrito, os objetivos e as estratégias relacionados à gestão de riscos, bem como a reformulação da estrutura organizacional do hospital, devem estar orientados a promover, apoiar e assegurar que as ações destinadas a garantir o controle dos riscos sejam postas em prática.

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35 - Pesquisa em Hospitais e Serviços de Saúde

MALAGÓN-LONDOÑO, Gustavo; LAVERDE, Gabriel Pontón; LONDOÑO, Jairo Reynales Grupo Gen PDF Criptografado

35

Pesquisa em Hospitais e

Serviços de Saúde

Juan Luis Gerardo Durán Arenas  • 

Malaquías López Cervantes  •  Adriana Zubieta Zavala

Introdução

A pesquisa no ambiente hospitalar evoluiu ao longo da era moderna do hospital, de maneira muita parecida com a visão de Flexner sobre a medicina. Desse modo, ao longo do século XX, a pesquisa em saúde foi dedicada principalmente a investigações básicas e, portanto, não é surpreendente que uma grande porcentagem da pesquisa histórica tenha sido coberta por essa abordagem.

Apesar disso, a pesquisa clínica, por consequência, recebeu um grande impulso, de modo que atualmente é um dos campos mais férteis. Há diversas razões para isso; entre elas, vale destacar o grande interesse de empresas produtoras de tecnologia para a saúde em ter seus equipamentos, medicamentos e insumos testados e aprovados pelos clínicos para inclusão na prática médica, seja no setor público ou no privado.

Um terceiro tipo de pesquisa, aquela voltada para serviços de saúde, foi desenvolvido nos últimos 40 anos. Essa abordagem, ao contrário das anteriores, surgiu como uma estratégia não para consolidar a medicina como tal, mas para obter o uso adequado das intervenções efetivas em saúde, ao mesmo tempo em que pretendia evitar que os custos associados à medicina impedissem o acesso aos serviços de saúde e, inclusive, provocassem a incapacidade do sistema de saúde de absorver esses custos crescentes.

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21 - Avaliação Integral dos Serviços de Saúde e Educação | Conceitualização do Modelo C-DOPRI

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21

Avaliação Integral dos Serviços de

Saúde e Educação |

Conceitualização do

Modelo C-DOPRI

Ricardo Galán Morera

Introdução

O processo de avaliação integral nas áreas de saúde e educação é essencial nos dias de hoje, em que a evolução tecnológica e os avanços na medicina e no ensino das ciências da saúde obrigam os administradores a utilizar ferramentas que lhes permitam controlar, de modo adequado, os processos a eles delegados.

O modelo C-DOPRI resume uma série de esforços que visam a facilitar a avaliação das faculdades de medicina e de ciências de saúde, dos serviços de saúde e dos processos de integração docente-assistencial.

O modelo citado tem duas vertentes: uma de avaliação assistencial e outra docente. Ambas servem de respaldo para a reformulação dos serviços assistenciais e acadêmicos; neste sentido, o modelo também é um mecanismo de programação e reprogramação dos serviços assistenciais e de educação em saúde.

O modelo de avaliação integral C-DOPRI, de Galán et al., apresenta uma estrutura composta por seis componentes: contexto, necessidade e demanda, oferta, processo, resultado ou produto e impacto ou efeito das ações educativas e assistenciais.

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