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26 - Promoção de Saúde e Prevenção no Âmbito Hospitalar

MALAGÓN-LONDOÑO, Gustavo; LAVERDE, Gabriel Pontón; LONDOÑO, Jairo Reynales Grupo Gen PDF Criptografado

26

Promoção de

Saúde e Prevenção no Âmbito Hospitalar

Carlos Aibar Remón  •  Jesús María Aranaz Andrés  • 

Rosa Mareca-Doñate  •  José Ignacio García-Montero

Promover e prevenir | Dois verbos que devem ser conjugados nos serviços de saúde

O Diccionario de la Real Academia Española define promover como a ação de iniciar ou incentivar alguma coisa ou um processo, buscando sua concretização, bem como o ato de tomar a iniciativa para realizar ou obter algo; já prevenir é definido, no mesmo dicionário, como a tarefa de preparar, organizar e providenciar com antecedência o necessário para cumprir um propósito, bem como a ação de precaver, evitar, dificultar ou impedir algo, organizar-se com antecedência e preparar-se de antemão.

Além de cuidar, aliviar e tratar a dor, o sofrimento e a doença, devem ser metas primordiais de qualquer hospital a promoção da saúde e a prevenção da doença e de outros problemas relacionados à saúde. Tratam-se de dois verbos de conjugação diária em todos os âmbitos da prática assistencial.

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21 - Avaliação Integral dos Serviços de Saúde e Educação | Conceitualização do Modelo C-DOPRI

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21

Avaliação Integral dos Serviços de

Saúde e Educação |

Conceitualização do

Modelo C-DOPRI

Ricardo Galán Morera

Introdução

O processo de avaliação integral nas áreas de saúde e educação é essencial nos dias de hoje, em que a evolução tecnológica e os avanços na medicina e no ensino das ciências da saúde obrigam os administradores a utilizar ferramentas que lhes permitam controlar, de modo adequado, os processos a eles delegados.

O modelo C-DOPRI resume uma série de esforços que visam a facilitar a avaliação das faculdades de medicina e de ciências de saúde, dos serviços de saúde e dos processos de integração docente-assistencial.

O modelo citado tem duas vertentes: uma de avaliação assistencial e outra docente. Ambas servem de respaldo para a reformulação dos serviços assistenciais e acadêmicos; neste sentido, o modelo também é um mecanismo de programação e reprogramação dos serviços assistenciais e de educação em saúde.

O modelo de avaliação integral C-DOPRI, de Galán et al., apresenta uma estrutura composta por seis componentes: contexto, necessidade e demanda, oferta, processo, resultado ou produto e impacto ou efeito das ações educativas e assistenciais.

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12 - Hospitais Verdes

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12

Hospitais Verdes

Jairo Reynales Londoño

Aspectos gerais

A sociedade tem testemunhado, com uma atitude muito indiferente, a fusão da crise na saúde pública com a degradação ambiental. Quando esses dois aspectos (o comportamento da doença e a degradação ambiental) ocorrem de maneira simultânea, há uma convergência que possibilita a eles alimentarem-se mutuamente, transformando-se em forças com muita capacidade para causar danos à comunidade e, em particular, ao ser humano.

Quando o uso inadequado dos recursos, as mudanças climáticas e a poluição são combinados, observa-se uma considerável proliferação de doenças.

Esses temas, de grande relevância para a saúde ambiental, impõem exigências cada vez mais rígidas aos países, sobretudo aos sistemas de saúde e, mais especificamente, aos hospitais, que contam com cada vez menos recursos para enfrentar os danos causados à população.

Por outro lado, o setor de saúde (em particular, os hospitais) ajuda a agravar esses problemas de saúde ambiental ao mesmo tempo em que tenta tratar seus efeitos na comunidade e nas pessoas. Os produtos e os tipos de tecnologia que utiliza atualmente, os recursos que consome, os resíduos que produz e quais edificações tornam esse setor uma fonte significativa de poluição em todas as regiões do mundo; dessa forma, os serviços de saúde (sobretudo, os hospitais) estão contribuindo para a deterioração da saúde pública.

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31 - Segurança do Paciente no Sistema de Saúde

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31

Segurança do Paciente no Sistema de Saúde

Jesús María Aranaz Andrés  •  Nieves López Fresneña  • 

María Teresa Gea Velázquez de Castro  •  Carlos Aibar Remón

Segurança do paciente | Inovação e tradição

O primeiro dos objetivos da medicina é não prejudicar e, embora essa máxima tenha sido preconizada pelo grego Hipócrates há mais de 2 mil anos, pelo princípio da não maleficência ou primum non nocere (“em primeiro lugar, não prejudicar”), continua tendo total validade nos dias atuais. Em consequência, a preocupação pela segurança do paciente sempre fez parte da prática clínica. A literatura científica explora bastante esse assunto desde a Antiguidade até os dias atuais, de Hamurabi a Hipócrates, de Nightingale a Codman.1 A priori, pode parecer que esse conceito não é inovador nem altera a prática clínica atual; porém, nos últimos anos, tem-se observado nas instituições de saúde o ressurgimento global de um movimento que está apenas começando, mas tem um futuro promissor em curto e médio prazos. A principal causa da atualização de um conceito tão clássico baseia-se, fundamentalmente, no fato de que a segurança sofreu uma transformação de um compromisso exclusivo estabelecido entre o profissional e o paciente para uma mudança cultural de toda a instituição de saúde, que abrange todos os profissionais envolvidos na assistência a saúde (inclusive os gestores da instituição e do sistema sanitário), os processos e o planejamento do trabalho, os equipamentos e a tecnologia sanitária e, certamente, os pacientes e seus familiares.

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6 - Organização Estrutural e Funcional do Hospital

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Organização Estrutural e

Funcional do Hospital

Héctor Gómez Triviño

Conceito e importância da organização estrutural

A organização é formada por um conglomerado de pessoas que se relacionam para realizar objetivos e metas predefinidas. Estritamente, a organização

é uma estrutura composta a partir de relações internas e externas predeterminadas que devem existir entre as pessoas ou os grupos de pessoas que a compõem e que trabalham para atingir um objetivo previamente estabelecido.

Essa estrutura define de que modo o trabalho deve ser realizado, como as pessoas se relacionam em atividades específicas e/ou em unidades de produção, qual a autoridade de cada um dos membros, de quem dependem, a quem devem se dirigir quando surgirem problemas etc. A estrutura assumida pelo hospital é responsabilidade da alta direção.

A organização se utiliza de dois conceitos diferentes, embora relacionados: o de conjunto de pessoas ou unidade social relacionada a certa ordem para alcançar os objetivos previstos; e o de função administrativa que determina como as atividades afins devem ser realizadas para que seja possível constituir as funções de cada uma das unidades de produção dos serviços hospitalares e suas maneiras de interagir com outras unidades.

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