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Capítulo 2. Fundamentos da prática de enfermagem baseada em evidências

Denise F. Polit, Cheryl Tatano Beck Grupo A PDF Criptografado

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Fundamentos da prática de enfermagem baseada em evidências

Objetivos de aprendizagem

Depois de estudar este capítulo, o leitor será capaz de:

• Distinguir a utilização de pesquisa e da prática baseada em evidências (PBE) e discutir a situação atual de ambas no campo da enfermagem

• Identificar diversos recursos disponíveis para facilitar a PBE na prática da enfermagem

• Listar os diversos modelos para a implementação da PBE

• Discutir os cinco passos principais da PBE como iniciativa individual do enfermeiro

• Identificar os componentes de uma questão clínica bem-elaborada e conseguir estruturá-la

• Discutir as amplas estratégias para garantir um projeto organizacional da PBE

• Distinguir a PBE dos esforços para melhora da qualidade (MQ)

• Definir os novos termos apresentados neste capítulo

Termos-chave

• Cochrane Collaboration

• Hierarquia de evidências

• Melhora da qualidade

(MQ)

• Metanálise

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Apêndice D1 - Diferenças nas percepções de diagnóstico e tratamento da apneia obstrutiva do sono e da terapia de pressão positiva contínua nas vias aéreas entre os indivíduos que aderiram ao tratamento e os que não aderiram

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Diferenças nas percepções de diagnóstico e tratamento da apneia obstrutiva do sono e da terapia de pressão positiva contínua nas vias aéreas entre os indivíduos que aderiram ao tratamento e os que não aderiram

Amy M. Sawyer

Janet A. Deatrick

Samuel T. Kuna

Terri E. Weaver

• Resumo: O uso consistente da terapia de pressão positiva contínua nas vias aéreas (CPAP, do inglês continuous positive airway pressure) por parte de pacientes com apneia obstrutiva do sono (AOS) é crucial para a percepção dos resultados funcionais melhorados e redução dos riscos à saúde inapropriados associados com a AOS. Conduzimos um estudo agrupado simultâneo de métodos mistos para explorar as crenças dos pacientes em relação à AOS e as percepções do diagnóstico e do tratamento por CPAP que diferencia os pacientes que aderiram ao tratamento daqueles que não aderiram antes e após a primeira semana de tratamento, quando o padrão do uso de CPAP é estabelecido. Orientados pela teoria sociocognitiva, os temas foram derivados de 30 entrevistas conduzidas após o diagnóstico e após 1 semana de uso da

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Apêndice C2 - Crítica do estudo de Wilson e colaboradores (2016)

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Crítica do estudo de Wilson e colaboradores

(2016): “Ensaio controlado randomizado de intervenção de educação pré-operatória individualizada para manejo de sintomas após artroplastia total do joelho”

RESUMO GERAL

INTRODUÇÃO

Este relatório foi uma descrição bem-escrita de um estudo quantitativo potente que usou um delineamento controlado randomizado rigoroso (ensaio controlado randomizado [ECR]), com procedimentos de randomização e de mascaramento apropriados. A intervenção de educação pré-operatória para pacientes que realizam artroplastia total do joelho (ATJ) foi delineada com base em pesquisa anterior e em um modelo conceitual amplo. As autoras forneceram boas informações sobre os componentes educacionais da intervenção e uma hipótese para o conteúdo.

Embora os resultados das diferenças do grupo de intervenção versus do grupo-controle não tenham sido estatisticamente significativos, as descobertas foram verossímeis

– ou seja, é improvável que os resultados reflitam problemas com potência estatística inadequada ou desvios no delineamento. As autoras concluíram que uma abordagem de educação do paciente para tratamento da dor em pacientes que realizam ATJ pode não ser efetiva sem modificar os sistemas globais de tratamento da dor nos hospitais.

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Apêndice D2 - Crítica do estudo de Sawyer e colaboradores (2010)

Denise F. Polit, Cheryl Tatano Beck Grupo A PDF Criptografado

Crítica do estudo de Sawyer e colaboradores

(2010): “Diferenças nas percepções de diagnóstico e tratamento da apneia obstrutiva do sono e da terapia de pressão positiva contínua nas vias aéreas entre os indivíduos que aderiram ao tratamento e os que não aderiram”

RESUMO GERAL

Este é um relato bem-redigido e interessante de um estudo de um tópico significativo. A abordagem de métodos mistos QUAL + quan que foi utilizada era ideal para combinar ricos dados de entrevista narrativa com medidas objetivas e quantitativas de adesão do tratamento por pressão positiva contínua nas vias aéreas (CPAP, do inglês continuous positive airway pressure). O uso de um modelo longitudinal permitiu que os pesquisadores tivessem perspectivas sobre as mudanças nas percepções dos pacientes do diagnóstico ao tratamento. O delineamento de estudo e os métodos foram descritos em detalhes, e os próprios métodos eram de alta qualidade. Os autores forneceram uma considerável informação sobre como a confiabilidade do estudo foi incrementada. Os resultados foram muito bem elaborados, e os pesquisadores incorporaram vários trechos das entrevistas. Esta foi, em termos gerais, uma excelente publicação descrevendo um robusto estudo.

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Apêndice C1 - Ensaio controlado randomizado de intervenção de educação pré-operatória individualizada para manejo de sintomas após artroplastia total do joelho

Denise F. Polit, Cheryl Tatano Beck Grupo A PDF Criptografado

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Ensaio controlado randomizado de intervenção de educação pré-operatória individualizada para manejo de sintomas após artroplastia total do joelho

Rosemary A. Wilson

Judith Watt-Watson

Ellen Hodnett

Joan Tranmer

Dor e náusea limitam a recuperação dos pacientes após artroplastia total do joelho (ATJ). O objetivo deste estudo foi determinar o efeito de uma intervenção educacional pré-operatória sobre interferência relacionada à dor pós-cirúrgica em atividades, dor e náusea. Os participantes

(n = 143) foram randomizados para intervenção ou atendimento-padrão. O grupo de atendimento-padrão recebeu o ensinamento comum. O grupo de intervenção recebeu o ensinamento comum, um folheto contendo o manejo dos sintomas após ATJ, uma sessão de ensinamento individual e um telefonema de apoio de acompanhamento.

As medidas de resultado avaliaram dor, interferência da dor e náusea. Não houve diferenças entre os grupos nos resultados dos pacientes. Não houve diferenças entre os grupos para dor em nenhum ponto temporal. Os respondentes tinham dor pós-operatória intensa e náusea e receberam doses inadequadas de analgesia e de antieméticos. A individualização do conteúdo de educação foi insuficiente para produzir uma mudança nos sintomas dos pacientes. Indica-se pesquisa adicional envolvendo a modificação dos fatores do sistema que afetam o fornecimento de intervenções de manejo dos sintomas.

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