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Estratégia 36 - Quadro sinóptico

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ESTRATÉGIA 36:

Quadro sinóptico

O quadro sinóptico, ou quadro sinótico, é o resumo esquematizado de uma ideia, texto ou documento, e até mesmo da aula de um professor. Sua principal vantagem

é permitir a visualização da estrutura e da organização do conteúdo que expõe um determinado texto. Pode ser elaborado com a ajuda de chaves, diagramas e inclusive da utilização de uma série de colunas e fileiras, tais como as tabelas.

No entanto, a sinopse é o resumo das principais ideias de um texto, apresentadas de forma analítica e organizadas de tal modo que fica evidente sua estrutura interna.

O quadro sinóptico cumpre basicamente com dois propósitos específicos. Por um lado, a determinação dos elementos essenciais do texto em questão, e, por outro lado, a representação esquemática das relações estabelecidas entre esses conteúdos.

Para confeccionar um quadro desse tipo, deve-se, em primeira instância, determinar as principais ideias do texto e empregar as técnicas de elaboração de resumos consideradas mais adequadas.

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Estratégia 37 - Quebra-cabeça

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RECOMENDAÇÕES

Esta estratégia amplia consideravelmente a capacidade de memorização do conteú­do e é excelente para textos que possuem muitos conceitos ou muitas ideias.

ESTRATÉGIA 37:

Quebra-cabeça

O quebra-cabeça é uma estratégia interessante para se trabalhar com textos mais complexos e conceituais. Pode-se dividir o conteúdo em partes menores, uma para cada membro da equipe.

O professor oferecerá a informação parcial ao estudante e solicitará que ele seja responsável pela explicação de sua parte do conteúdo. Os estudantes têm a função de dominar a informação ou resolver o problema com a informação que eles receberam e, para isso, deverão trabalhar juntos com os outros colegas que têm a mesma informação, imitando a ideia de um quebra-cabeça.

Esta atividade tem como objetivos: cumprir tarefas específicas para dominar os conceitos de sua parte do conhecimento e ensinar o que apreenderam com os outros colegas no grupo original.

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Estratégia 7 - Brainstorm com post-its

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36  Camargo & Daros

COMPETÊNCIAS

•• Análise.

•• Associação e desenvolvimento de ideias.

•• Trabalho em equipe.

•• Reflexão e tomada de decisão.

SEQUÊNCIA DIDÁTICA

1. As equipes devem ser formadas com no mínimo três e no máximo cinco alunos.

2. O problema central (ou situação) é relatado ou distribuído para que os grupos o analisem segundo a árvore de problemas. Esta atividade pode ser precedida de brainstorm. Neste caso, após o brainstorm, o grupo de alunos analisa o problema nele identificado fazendo uso da árvore de problemas.

3. Pode-se construir a árvore de problemas em folhas de flip-chart, A1 ou

A3, colocando-as na parede, se necessário, e preenchendo-as com o uso de post-its.

4. O problema central deve ser colocado no centro do papel (tronco da árvore).

5. Acima do problema, devem ser colocados os efeitos ou consequências derivadas do problema (galhos e folhas – copa da árvore).

6. Abaixo do problema central, deverão ser colocadas as causas que levaram

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Estratégia 23 - Intercâmbio com o autor

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70  Camargo & Daros

concordam ou discordam. Se eles concordarem, escrevem ok ao lado. Se não concordam, devem justificar sua resposta.

7. Em seguida, os alunos voltam ao seu local original e escrevem suas próprias ideias sobre o assunto. Se têm novas ideias, obtidas a partir das respostas escritas dos grupos anteriores, eles devem voltar a sua folha de flip-chart (ou

A3) e colocá-las ao lado, ligando-as com uma seta.

8. O giro colaborativo deve continuar até que cada grupo veja e analise todos os grupos, complementando sua folha de resposta.

9. Posteriormente, ao final, o professor retorna e promove uma discussão/ debate com todos os alunos. Pode usar o espaço para verificar a aprendizagem, questionando: o que você aprendeu hoje? Qual foi a coisa mais sur­ preendente/chocante/interes­sante/útil para você? O que você poderia ter feito de forma diferente?

ESTRATÉGIA 23:

Intercâmbio com o autor

No intercâmbio com o autor, procuram-se estabelecer diálogos entre o autor e o leitor de um texto, de modo que a compreensão da leitura realizada pelo aluno se expanda. A leitura é, em muitos aspectos, uma conversa com outra pessoa, ou ainda, entre o autor e o leitor. Um texto pode informar, esclarecer ou até mesmo influenciar.

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Estratégia 5 - Aprendizagem em espiral

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A sala de aula inovadora   33

ESTRATÉGIA 5:

Aprendizagem em espiral

A aprendizagem em espiral tem como fundamento a histórico-criticidade da apropriação do conhecimento. Essa estratégia foi criada pelo professor Armando Daros

Junior,1 e, conforme indicação do autor, deve ser utilizada para conteúdos mais complexos e que exigem um maior grau de sistematização, compreensão e criticidade. A aprendizagem em espiral possibilita que o aluno expanda seus horizontes analíticos, bem como permite o exercício argumentativo, pois parte da síncrese, ponto de partida no qual o estudante expõe seu argumento, ainda que de forma individual e pouco elaborada, passando pela análise, na qual os elementos que compõem o texto são mais bem explorados com o auxílio dos pares, e finaliza com a análise dos outros grupos e do docente, possibilitando a síntese, ponto de chegada no qual foram incorporadas as reflexões obtidas nas etapas anteriores e uma conclusão mais consistente.

Os pontos mais positivos dessa estratégia é garantir espaço ao aluno para que registre e expresse suas ideias, evitando que haja assimetrias na participação dos alunos, com alunos muito dominadores ou muito passivos, o que pode ocorrer dentro de dinâmicas com grupos muito numerosos.

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