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Capítulo 3. Os Tecidos das Angiospermas

Andreas Bresinsky; Christian Körner; Joachim W. Kadereit; Gunther Neuhaus; Uwe Sonnewald Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 3

Os Tecidos das Angiospermas

3.1

Tecidos formadores (meristemas) . . . .

124

3.1.1

3.1.1.1

3.1.1.2

3.1.2

Meristema apical e meristema primário . . .

Ápice do caule . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Ápice da raiz . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Meristemas laterais (câmbios) . . . . . . . . . . .

125

128

129

130

3.2

Tecidos permanentes . . . . . . . . . . . . . . .

130

3.2.1

3.2.2

3.2.2.1

3.2.2.2

Parênquima . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Tecidos de revestimento . . . . . . . . . . . . . . . .

Epiderme e cutícula . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Periderme . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

131

132

133

137

Um conjunto de células semelhantes denomina-se tecido.

A similaridade corresponde à aparência das células, mas, ao se tratar da equivalência geral, ela se aplica também às suas capacidades fisiológicas. Na verdade, os tecidos são unidades morfológicas. Unidades funcionais multicelulares são denominadas órgãos, muitas vezes compostos de vários tecidos. Os tecidos são o objeto de estudo da histologia (do grego, histós = tecido).

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Capítulo 9. Evolução

Andreas Bresinsky; Christian Körner; Joachim W. Kadereit; Gunther Neuhaus; Uwe Sonnewald Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 9

Evolução

9.1

Variação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

558

9.1.1

9.1.2

9.1.2.1

9.1.2.2

9.1.2.3

9.1.2.4

9.1.2.5

9.1.2.6

9.1.3

9.1.3.1

9.1.3.2

9.1.3.3

9.1.3.4

Plasticidade fenotípica. . . . . . . . . . . . . . . . . .

Variação genética . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Mutação gênica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Mutação cromossômica . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Mutação genômica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Recombinação. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Herança extranuclear . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Transferência gênica horizontal . . . . . . . . . . . . .

Sistema de recombinação . . . . . . . . . . . . . . .

Sistema de fertilização . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Polinização . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

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Capítulo 6. Fisiologia do Desenvolvimento

Andreas Bresinsky; Christian Körner; Joachim W. Kadereit; Gunther Neuhaus; Uwe Sonnewald Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 6

Fisiologia do Desenvolvimento

6.1

Princípios fundamentais da fisiologia do desenvolvimento . . . . . . . . . . . . . . . .

376

6.1.1

Crescimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

378

6.2

Bases genéticas do desenvolvimento .

380

6.2.1

6.2.1.1

6.2.1.2

6.2.1.3

6.2.2

6.2.2.1

6.2.2.2

6.2.2.3

Sistemas genéticos da célula vegetal . . . . .

Genoma nuclear . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Genoma plastidial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Genoma mitocondrial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Bases da atividade gênica . . . . . . . . . . . . . . .

Estrutura gênica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Processo de transcrição . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Controle da transcrição . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

380

380

396

396

399

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Capítulo 11. Fundamentos de Ecologia Vegetal

Andreas Bresinsky; Christian Körner; Joachim W. Kadereit; Gunther Neuhaus; Uwe Sonnewald Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 11

Fundamentos de Ecologia

Vegetal

11.1

Limitação, aptidão e ótimo . . . . . . . . . .

950

11.2

Estresse e adaptação . . . . . . . . . . . . . . .

951

11.3

O fator tempo e reações não lineares .

951

11.3.1

11.3.2

Fenologia e escala biológica de tempo . . . .

Não linearidade e frequência . . . . . . . . . . . .

951

953

11.4

Variação biológica . . . . . . . . . . . . . . . . .

954

11.5

O ecossistema e sua estrutura . . . . . . .

955

11.5.1

A estrutura da biocenose. . . . . . . . . . . . . . . .

955

A ecologia científica ocupa-se com as interações entre organismos e seu ambiente vivo e não vivo. Ela abrange todos os níveis de integração, desde o organismo individual até a biosfera, o que enseja uma grande multiplicidade de enfoques de pesquisa e de subdisciplinas (ver 11.6).

Como ciência relativamente jovem, a ecologia ainda tenta construir um arcabouço conceitual, que, de modo semelhante à física, se baseie em algumas afirmações fundamentais com caráter de validade geral. Tais premissas foram formuladas por autores como T.R. Malthus, C.

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Capítulo 14. A Vegetação da Terra

Andreas Bresinsky; Christian Körner; Joachim W. Kadereit; Gunther Neuhaus; Uwe Sonnewald Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 14

A Vegetação da Terra

14.1

A vegetação das zonas temperadas . . .

14.1.1

Das terras baixas até o nível inferior das florestas das montanhas . . . . . . . . . . . . . . . .

Nível superior das florestas das montanhas e nível alpino . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

1083

14.2

Os biomas da Terra. . . . . . . . . . . . . . . . .

1085

14.2.1

Florestas tropicais úmidas das terras baixas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Florestas tropicais úmidas das montanhas . . .

Vegetação tropical e subtropical de altitude. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Florestas semideciduais tropicais . . . . . . . .

Savanas tropicais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

14.1.2

14.2.2

14.2.3

14.2.4

14.2.5

1080

14.2.6

14.2.7

1080

14.2.8

14.2.9

14.2.10

14.2.11

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