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Capítulo 5 - Recursos hídricos e indicadores hidrológicos

André Henrique Rosa; Leonardo F. Fraceto; Viviane Moschini-Carlos Grupo A PDF Criptografado

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Recursos hídricos e indicadores hidrológicos

MANUEL ENRIQUE GAMERO GUANDIQUE e

LEANDRO CARDOSO DE MORAIS

Objetivos do capítulo

Este capítulo foi elaborado com o intuito de apresentar não só informações atualizadas das condições brasileiras em relação aos recursos hídricos como a aplicação de algumas metodologias de análise de dados. A questão da disponibilidade de

água é um assunto mundialmente discutido e que precisa de atitudes rápidas, com necessidade de investimento em muitas áreas estratégicas. Para que esses investimentos tenham resultados eficientes, o planejamento das ações previstas nos projetos é importante. Além da disponibilidade da água considerada para o planejamento estratégico das ações, muitas áreas precisam aumentar a qualidade e quantidade dos dados hidrológicos. Para isso, deve-se procurar o quanto antes melhorar o número de estações de coleta de dados, a utilização de equipamentos mais modernos, aumentar o número de variáveis monitoradas, entre outros. Na primeira parte do texto, são apresentadas informações globais da distribuição da

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Capítulo 8 - Modelagem ambiental

André Henrique Rosa; Leonardo F. Fraceto; Viviane Moschini-Carlos Grupo A PDF Criptografado

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Modelagem ambiental

SANDRA REGINA MONTEIRO MASALSKIENE ROVEDA,

LEONARDO FERNANDES FRACETO e JOSÉ ARNALDO FRUTUOSO ROVEDA

Objetivos do capítulo

A Modelagem Ambiental é uma área do conhecimento científico quem tem se destacado muito nos últimos anos em função dos avanços de outras tecnologias.

Neste capítulo será realizada uma apresentação de conceitos e definições importantes sobre a temática Modelagem Ambiental, algumas etapas e procedimentos necessários para a realização e construção de um modelo com propósitos ambientais, bem como a utilização e aplicação de alguns exemplos utilizando modelos de crescimento populacional e utilização de lógica fuzzy em processo de modelagem.

INTRODUÇÃO

A Modelagem Ambiental é uma área em franco desenvolvimento nos dias atuais, sendo que esse avanço se deve principalmente à preocupação dos impactos causados por fatores antrópicos ao ambiente.

Embora a utilização de modelos para representar comportamentos e prever condições diferentemente das observadas seja uma prática científica de longa data, é a partir de meados do século XX que a modelagem tem se consolidado como atividade de pesquisa científica. Isso se deve, em grande parte, à necessidade de estudar sistemas cada vez mais de forma integrada e ao avanço tecnológico que tem proporcionado cenários mais favoráveis ao tratamento de dados, cálculos e simulações.

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Capítulo 10 - Análise de impactos e riscos ambientais

André Henrique Rosa; Leonardo F. Fraceto; Viviane Moschini-Carlos Grupo A PDF Criptografado

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Análise de impactos e riscos ambientais

FLÁVIO HENRIQUE MINGANTE SCHLITTLER

Objetivos do capítulo

Existe impacto ambiental quando uma atividade produz uma alteração no meio ou em qualquer um de seus componentes. Analisar os impactos ambientais é qualificar e quantificar estas alterações. Essas análises avaliam a qualidade ambiental com e sem determinada ação ou empreendimento. É necessário que se realizem essas avaliações antes da realização de um projeto, com o objetivo de efetuar o planejamento e a formulação de propostas do ponto de vista ambiental, ou seja, considerando todos os fatores ambientais. Isto deve acontecer por parte do empreendedor da atividade ou ação e por parte das autoridades públicas quando aprovam, ou rejeitam, uma proposta ou uma determinada alternativa. A análise de riscos ambientais é uma atividade correlata à análise de impactos e que pode, inclusive, ocorrer em conjunto com esta. Risco é conceituado como uma situação de perigo, com a imediata possibilidade de um evento indesejável ocorrer. A análise de riscos envolve a identificação, avaliação, gerenciamento e contenção de riscos ao ambiente e também à saúde pública. Os estudos de riscos ambientais antecipam eventos ambientalmente maléficos, planejando ações de controle e de emergência.

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Capítulo 3 - Contaminação do solo: aspectos gerais e contextualização na química ambiental

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Contaminação do solo: aspectos gerais e contextualização na química ambiental

WILSON TADEU LOPES DA SILVA, LILIAN FERNANDA DE ALMEIDA MARTELLI,

TÂNIA LEME DE ALMEIDA, DÉBORA M. B. P. MILORI e LADISLAU MARTIN NETO

Objetivos do capítulo

Neste capítulo são abordados os principais aspectos relacionados à constituição física e química de solos, destacando-se as peculiaridades de solos alagados, ácidos, salinos e sódicos, a ocorrência de intemperismo do solo e suas consequên­cias.

Além disso, são apresentados os principais tipos de contaminantes inorgânicos e pesticidas, discorrendo-se ainda sobre alguns processos que vêm sendo empregados na remediação de solos.

INTRODUÇÃO

Além do aumento da produtividade agrícola (fertilidade do solo), muito tem sido discutido sobre outros enfoques e rumos que a

Química do Solo deveria tomar, uma vez que se encontram em evidência questões relacionadas a problemas ambientais. Sob esse aspecto, é de grande relevância que sejam estreitados cada vez mais os laços dos estudos do solo por meio da interdisciplinaridade. Desse modo, áreas do conhecimento como a Biogeoquímica Ambiental,

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Capítulo 13 - Tratamento de emissões gasosas

André Henrique Rosa; Leonardo F. Fraceto; Viviane Moschini-Carlos Grupo A PDF Criptografado

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Tratamento de emissões gasosas

LEANDRO CARDOSO DE MORAIS, VALQUÍRIA DE CAMPOS, JO DWECK,

MANUEL ENRIQUE GAMERO GUANDIQUE e PEDRO MAURÍCIO BÜCHLER

Objetivos do capítulo

Com o aumento de processos industriais em todo o mundo, ocorreu o aumento de emissões gasosas. Essas emissões são causadoras de inúmeros problemas no meio ambiente, provocando o desequilíbrio em ecossistemas terrestres e aquáticos, tendo também grande influência na saúde da população mundial, quando inaladas, direta ou indiretamente. Como esses gases são gerados a partir de processos industriais, são na sua maioria altamente tóxicos, ou, quando combinados com outros gases do processo de fabricação ou mesmo da atmosfera, se tornam tóxicos. O grande problema destes, quando lançados na atmosfera, é que se misturam com outros gases existentes, inclusive o ar que respiramos, e assim são carreados para nosso organismo. Sendo assim, há a necessidade de se ter um rigoroso controle das emissões gasosas. Alguns métodos de controle de emissões industriais estão descritos neste capítulo, porém, é importante dizer que existem outras metodologias que podem ser utilizadas para o controle e tratamento dos gases gerados nas indústrias. Os equipamentos para controle de emissões dependem do tipo de mistura gasosa, tamanho de partículas e temperatura de saída do fluxo gasoso.

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