50 capítulos
Medium 9788580551662

Capítulo 45 - Queimaduras e inalação de fumaça

C. Keith Stone; Roger L. Humphries Grupo A PDF Criptografado

45

Queimaduras e inalação de fumaça

Dorian Drigalla, MD, FACEP

Jennifer Gemmill, MD *

Manejo imediato de problemas ameaçadores à vida

Avaliação adicional do paciente queimado

Manejo ambulatorial de queimaduras menores

Lesão por inalação de fumaça

Lesão térmica

Lesão química

Envenenamento químico sistêmico

// Manejo

imediato de problemas ameaçadores à vida

�F UNDAMENTOS DO DIAGNÓSTICO

O ABC

Inicie a ressuscitação com líquidos

00 Obtenha informação diagnóstica

00

00

Ver Figura 45-1.

00 Estabelecimento de uma via aérea adequada

Quando um paciente entra no Departamento de Emergência

(DE), as primeiras etapas da assistência envolvem a avaliação do ABC — especialmente no caso de pacientes com queimaduras. Queimaduras graves na região inferior da face e no pescoço podem estar associadas à formação de edema nas vias aéreas

* Este capítulo é uma revisão do capítulo escrito por David A. Fritz, MD,

Ver todos os capítulos
Medium 9788580551662

Capítulo 11 - Choque

C. Keith Stone; Roger L. Humphries Grupo A PDF Criptografado

11 

Choque

Willian F. Young, Jr., MD

Fisiopatologia do choque

Causas de choque

Apresentação clínica

Avaliação inicial do choque

Há uma causa reversível?

Obtenha indícios da causa do choque a partir da história clínica

Faça um desafio de fluidos

Obtenha os testes laboratoriais apropriados

O choque é um estado de grave redução na perfusão tecidual caracterizada por diminuição da oferta celular de oxigênio, bem como da remoção de ferimentos metabólicos. A hipotensão, embora seja comum, não é sinônimo de choque. Pode-se ter hipotensão e perfusão normal, ou choque sem hipotensão em um paciente que normalmente é muito hipertenso. O choque é o evento pré-terminal em muitas doen­ças. A hipoxia tecidual progressiva resulta na perda da integridade da membrana celular, uma reversão a um estado catabólico anaeróbio, além da perda dos gradientes eletroquímicos criados pelas bombas de íons dependentes de energia. A produção energética mitocondrial começa a falhar. A disfunção múltipla de órgãos advém da morte celular localizada, seguindo-se a morte do organismo. Apesar de avanços recentes no tratamento, a mortalidade continua alta: mais de 50% no choque cardiogênico e mais de 35% no choque séptico.

Ver todos os capítulos
Medium 9788580551662

Capítulo 3 - Agentes nucleares, químicos e biológicos; armas de destruição em massa

C. Keith Stone; Roger L. Humphries Grupo A PDF Criptografado

3

Agentes nucleares, químicos e biológicos; armas de destruição em massa

David L. Morgan, MD

Christopher Ortiz, MD

Armas nucleares

Armas biológicas

Agentes bacterianos

Agentes virais

Toxinas biológicas

Durante séculos, as forças militares têm utilizado armas não convencionais com vários agentes químicos e biológicos. Durante a Primeira Guerra Mundial, foram desenvolvidas armas químicas poderosas que afetaram centenas de milhares de soldados. As armas nucleares foram inicialmente criadas durante a Segunda Guerra Mundial, com resultados devastadores. Hoje, milhares de armas nucleares, biológicas e químicas de destruição em massa estão armazenadas em instalações em todo o mundo.

Um acidente em qualquer uma dessas instalações pode resultar em um grande número de vítimas civis. Além disso, muitas organizações terroristas estão agora ativamente tentando comprar, roubar ou desenvolver tais armas para seu uso. Tal como acontece com a maioria das situações de acidentes em massa, médicos emergencistas vão estar à frente do atendimento ao paciente.

Ver todos os capítulos
Medium 9788580551662

Capítulo 40 - Emergências vasculares

C. Keith Stone; Roger L. Humphries Grupo A PDF Criptografado

Emergências vasculares

David A. Fritz, MD, FACEP

Emergências vasculares decorrentes de traumatismo

Manejo imediato de lesões vasculares ameaçadoras

à vida

Supervisão emergencial de lesões vasculares específicas

Lesões cervicais

Lesões torácicas

Lesões vasculares pulmonares

Lesões abdominais

Lesões nos membros

Traumatismo venoso significativo

Emergências vasculares não decorrentes de traumatismo

Isquemia aguda

Isquemia periférica aguda decorrente de oclusão arterial significativa

Isquemia periférica aguda decorrente de oclusão de vasos de pequeno calibre (“síndrome do dedo do pé azul”)

Isquemia periférica aguda decorrente de oclusão venosa

A maioria das emergências vasculares são devidas ao rompimento de vasos sanguíneos acompanhado de sangramento

(p. ex., causado por traumatismo penetrante) ou à oclusão da luz de um vaso sanguíneo (p. ex., por um êmbolo ou trombo). As principais consequências destes eventos são a perda de sangue ou uma isquemia aguda distal. Se a lesão vascular permanecer sem tratamento, o paciente pode desenvolver hipotensão ou necrose tecidual.

Ver todos os capítulos
Medium 9788580551662

Capítulo 42 - Emergências infecciosas

C. Keith Stone; Roger L. Humphries Grupo A PDF Criptografado

Emergências infecciosas

Jon Jaffe, MD

Taylor Ratcliff, MD

Manejo imediato de problemas ameaçadores à vida

Choque séptico

Identificação e avaliação do paciente imunocomprometido com suspeita de infecção

Manejo emergencial de distúrbios específicos

Meningite e meningoencefalite

Pneumonia

Bronquiolite

Artrite séptica

Osteomielite

Faringite

Infecções no trato urinário

Infecção aguda no trato urinário inferior (cistite sem complicação)

Infecção no trato urinário superior (pielonefrite)

Síndrome da disúria fre­quente

Doen­ças no trato geniturinário feminino

Doen­ça inflamatória pélvica

Vaginite

Abscessos genitais

Cervicite mucopurulenta

Doen­ças no trato geniturinário masculino

Prostatite bacteriana aguda

Epididimite aguda

Doen­ças sexualmente transmissíveis

42

Gonorreia

Uretrite não gonocócica (uretrite inespecífica)

Infecção genital pelo herpes-vírus simples

Ver todos os capítulos

Visualizar todos os capítulos