35 capítulos
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Capítulo 29 - Planejamento financeiro

Richard A. Brealey; Stewart C. Myers; Franklin Allen Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

29

Planejamento financeiro

E

ste capítulo aborda o planejamento financeiro. Examinaremos inicialmente um planejamento de curto prazo, em que o foco está em assegurar que a empresa não fique sem caixa.

O planejamento para o curto prazo é, por isso, de modo geral designado por orçamento de caixa. Na segunda parte do capítulo verificaremos também como as empresas utilizam modelos de planejamento financeiro para desenvolver uma estratégia coerente de longo prazo.

Os principais ativos de curta duração são estoques, contas a receber, caixa e títulos negociáveis. Mas as decisões sobre esses ativos são interdependentes. Por exemplo, suponha que o gestor financeiro decida oferecer mais tempo para seus clientes pagarem as encomendas. Isso reduz os fluxos de caixa futuros e os saldos de caixa. Ou, talvez, o gerente de produção adote um sistema just-in-time para encomendar as suas matérias-primas. Isso permite à empresa operar com estoques menores e, portanto, liberar capital.

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Capítulo 10 - Análise de projeto

Richard A. Brealey; Stewart C. Myers; Franklin Allen Grupo A PDF Criptografado

PARTE III  Melhores práticas em decisões de investimento

CAPÍTULO

10

Análise de projeto

T

endo lido os capítulos anteriores sobre decisões de investimento, talvez você possa concluir que a escolha dos projetos que devem ser aceitos ou rejeitados é simples. Sua

única função seria esboçar um conjunto de previsões de fluxos de caixa, selecionar a taxa de desconto correta e determinar o valor presente líquido. No entanto, encontrar projetos que criem valor para os acionistas jamais pode ser reduzido a um mero exercício mecânico. Dedicamos, portanto, os três próximos capítulos para que as empresas possam apostar suas fichas em seus benefícios quando tomam decisões de investimento.

As propostas de investimento podem surgir em diferentes partes da organização. Portanto, as empresas precisam de procedimentos para assegurar que todos os projetos tenham uma avaliação consistente. A nossa primeira tarefa neste capítulo é revisar como as organizações elaboram planos e orçamentos para investimentos de capital, como autorizam projetos específicos e como verificam se os projetos são cumpridos conforme prometido.

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Capítulo 24 - Os diferentes tipos de dívida

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CAPÍTULO

24

Os diferentes tipos de dívida

N

os Capítulos 17 e 18, analisamos a questão do montante de endividamento de uma empresa. Mas as empresas também têm de pensar no tipo de dívida que emitem. Elas podem escolher entre emitir dívida de curto prazo ou de longo prazo, entre obrigações simples ou conversíveis, no mercado interno ou no de dívida internacional, e entre uma emissão pública ou colocada apenas a alguns investidores, em uma emissão privada.

Como gestor financeiro, você terá de escolher o tipo de dívida mais adequado à sua empresa. Por exemplo, se a empresa tiver uma necessidade apenas temporária de fundos, irá, de modo geral, emitir uma dívida de curto prazo. As empresas com grande volume de negócios com o exterior podem preferir uma dívida em moeda estrangeira. Às vezes, a concorrência entre credores abre uma janela de oportunidade em um setor específico do mercado de títulos de dívida. O efeito pode ser apenas uma redução de alguns pontos-base na remuneração, mas em uma emissão grande isso pode representar uma economia de vários milhões de dólares. Lembre-se da frase: “Um milhão aqui, um milhão ali, rapidamente pode se tornar dinheiro de verdade”.1

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Capítulo 21 - Avaliação das opções

Richard A. Brealey; Stewart C. Myers; Franklin Allen Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

21

Avaliação das opções

N

o capítulo anterior, apresentamos as opções de compra

(call) e de venda (put). As opções de compra conferem ao seu titular o direito de comprar um ativo a um preço de exercício especificado; as opções de venda concedem-lhe o direito de vender. Também demos os primeiros passos no sentido de compreender como se avaliam as opções. O valor de uma opção de compra depende de cinco variáveis:

1. Quanto mais alto for o preço do ativo, maior será o valor da opção de comprá-lo.

2. Quanto menor for o preço que se tiver de pagar para exercer a opção de compra, mais ela valerá.

3. Só se pagará o preço de exercício quando a opção vencer. Esse intervalo é tanto mais valioso quanto mais alta for a taxa de juro.

4. Se, no vencimento, o preço da ação for inferior ao preço de exercício, a opção de compra não terá valor, independentemente de essa diferença ser inferior a $1 ou superior a $100. No entanto, para cada dólar que o preço da ação ultrapassar o preço de exercício, o detentor da opção ganhará mais um dólar. Assim, o valor de uma opção de compra aumenta com a volatilidade do preço da ação.

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Capítulo 9 - Risco e o custo de capital

Richard A. Brealey; Stewart C. Myers; Franklin Allen Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

9

Risco e o custo de capital

M

uito antes do aparecimento das teorias modernas que estabelecem a relação entre o risco e o retorno esperado, os gestores financeiros perspicazes já consideravam ajustamentos para o risco em suas decisões de investimento. Eles sabiam que os projetos com maior risco são, se todas as variáveis permanecessem constantes, menos valiosos do que os mais seguros – isso faz parte do senso comum. Assim, exigiam taxas de retorno mais elevadas para os projetos com risco ou, para decidirem sobre esses projetos, baseavam as suas decisões em cálculos conservadores dos fluxos de caixa.

Hoje em dia, a maioria das empresas utiliza o custo de capital da empresa como uma maneira de ajustar as taxas de desconto dos fluxos de caixa em razão dos riscos em novos investimentos. O custo de capital da empresa é a taxa de desconto correta somente para investimentos que comportem um risco idêntico ao das atividades gerais da organização. Para projetos com maior risco, o custo de oportunidade do capital é maior do que o custo de capital da empresa; para os de menor risco, ele é menor.

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