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Capítulo 6 - Terapêutica Farmacológica

Eduardo Grossmann; Helson José de Paiva; Angela Maria Fernandes Vieira de Paiva Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

TERAPÊUTICA FARMACOLÓGICA

Helson José de Paiva

Eduardo Grossmann

Angela Maria Fernandes Vieira de Paiva

Florentino Fernandes Mendes

ANALGÉSICOS

q

Tanto os analgésicos opioides quanto os não opioides são usados para reduzir a dor associada às DTM. Podem ser adotados para tratar tanto a dor leve como a dor moderada. A aspirina, que inibe a síntese das prostaglandinas,

é para alguns estudiosos o protótipo desse tipo de droga.

ANALGÉSICOS E

ANTI-INFLAMATÓRIOS DE

AÇÃO PERIFÉRICA – AINES

Propriedades gerais

Os analgésicos e os anti-inflamatórios não esteroidais compreendem um grupo de drogas com estruturas diversas, efeitos terapêuticos semelhantes, boa eficácia oral e efeitos colaterais similares. Eles são mais bem tolerados pelos pacientes ambulatoriais que as drogas opioides, têm menos efeitos colaterais sedativos e não apresentam risco de causar depen-

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dência ou resultar em tolerância. Por outro lado, as consequências da administração dos

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Capítulo 5 - Dores Bucofaciais

Eduardo Grossmann; Helson José de Paiva; Angela Maria Fernandes Vieira de Paiva Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

DORES BUCOFACIAIS

Eduardo Grossmann

Aq

Aderência • Fenômeno transitório de fixação do disco à fossa mandibular ou à cabeça mandibular, devido a uma sobrecarga contínua e constante ao sistema articular. Pode ocorrer quando está presente um fenômeno que limita a abertura da boca. Por exemplo, fratura do processo condilar, no qual se estabelece um bloqueio maxilomandibular por um curto período (12 dias). Caso o indivíduo permaneça por um período mais prolongado pode ocorrer adesividade.

Adesividade • Clinicamente, pode-se observar limitação no movimento translatório. A abertura bucal oscila entre 25 e 30 mm, similar ao deslocamento do disco sem redução (DDSR). A diferença entre ambos é que, ao se fazer a manipulação mandibular (força da mandíbula para baixo), não se observa, no caso da adesividade, dor. Pode ocorrer, dependendo do caso, alteração oclusal durante o fechamento bucal.

Tal distúrbio interno pode ser visto mediante exame de ressonância magnética nuclear

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Capítulo 2 - Oclusão

Eduardo Grossmann; Helson José de Paiva; Angela Maria Fernandes Vieira de Paiva Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

OCLUSÃO

Angela Maria Fernandes Vieira de Paiva

Helson José de Paiva

Eduardo Grossmann

Aq

Abertura (da boca; mandibular; bucal) •

Movimento de abaixamento da mandíbula, executado durante seu afastamento em relação à maxila.

Abertura máxima • Movimento de separação máxima da mandíbula em relação à maxila, cujo valor mínimo considerado normal é de aproximadamente 40 mm. Segundo Solberg e colaboradores1, os homens abrem a boca mais amplamente que as mulheres. Uma abertura interincisal de 40 mm é um limite realista muito baixo para pessoas de 10 a 70 anos.

Ageberg demonstrou que a chance de se observar uma abertura interincisal de 40 mm ou menos, em jovens sadios, é de aproximadamente 2%. Hansson e Nilner2 comentaram haver muitos pacientes com disfunção e abertura de boca maior do que 40 mm.

Abfração • Perda patológica de substância dentária dura causada por forças de carga biomecânica. Imagina-se que tal perda seja devida à flexão.

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Capítulo 3 - Anatomia de Cabeça e Pescoço

Eduardo Grossmann; Helson José de Paiva; Angela Maria Fernandes Vieira de Paiva Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

ANATOMIA DE CABEÇA E PESCOÇO

Eduardo Grossmann

Thiago Kreutz Grossmann

Helson José de Paiva

Angela Maria Fernandes Vieira de Paiva

Aq

Abdução • Movimento que se afasta do plano mediano. Oposto à adução.

Aberração • Toda alteração que foge do padrão de normalidade, podendo ser reconhecida com um exame clínico e/ou de imagem. Por exemplo, acefalia.

Abertura • Órgão mantido aberto por sua estrutura (p. ex., faringe, laringe, traqueia).

Abertura e fechamento da boca • Movimento que se processa no sentido vertical quando a mandíbula se deprime, ou se levanta por ação muscular, mantendo estabilizado o osso hioide.

Abóbada craniana • O mesmo que calota craniana.

Abóbada palatina • Estrutura de aspecto côncavo, formada pelos processos palatinos do osso maxilar. É recoberta por uma mucosa rosada firmemente aderida a essa estrutura e limitada anterior e lateralmente pelos arcos dentários, continuando posteriormente por meio do véu palatino.

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Capítulo 4 - Neuroanatomia e Neurologia

Eduardo Grossmann; Helson José de Paiva; Angela Maria Fernandes Vieira de Paiva Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

NEUROANATOMIA E NEUROLOGIA

Eduardo Grossmann

Thiago Kreutz Grossmann

Jaime Olavo Marquez

Aq

Aberturas laterais do IV ventrículo (denominada antigamente de forame de Luschka) •

Orifícios que comunicam os recessos laterais do

IV ventrículo com o espaço subaracnóideo por onde irá transitar o líquido cerebrospinal.

Acidente vascular cerebral (AVC) • Atualmente adota-se acidente vascular encefálico

(AVE). Ruptura de vasos sanguíneos, ou da obstrução destes, ocasionando morte do tecido cerebral. Popularmente chamado derrame cerebral.

Acinesia • Dificuldade ou impossibilidade de fazer certos movimentos voluntários (ausência dos movimentos automáticos e voluntários).

Acromia • Ausência da coloração normal.

Pode se manifestar como ausência ou diminuição da pigmentação cutânea. Por exemplo, indivíduo acometido por herpes-zóster na divisão oftálmica do trigêmeo (V1), onde uma das alterações possíveis é a diminuição da pigmentação no local onde se instalou o vírus da varicela zóster.

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