41 capítulos
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1.2 Breve história da ciência

NIELSEN, Flávia Angeli Ghisi ; OLIVO, Rodolfo ; MORTILHAS, Leandro José Editora Saraiva PDF Criptografado

1

a ci ê ncia 7

Forma de conhecimento

Conhecimento filosófico

Conhecimento científico

Cronologia

Principais características

Fontes de validação

Séculos

VI e V a.C.

- Questionamento profundo da realidade física e da existência humana.

- O processo de busca pelo conhecimento é mais importante que o resultado alcançado.

- Tudo é passível de questionamento filosófico, até mesmo a ciência e a própria filosofia.

- Altamente racional, rigoroso e estruturado, porém não empírico.

- Racionalidade.

- Conceituação.

- Questionamento.

- Reflexão crítica.

- Diálogo.

Século XVI

- Conhecimento que se propõe ser questionador das realidades objetivas do mundo, sejam conceituais, naturais ou humanas.

- Não abrange questões existenciais ou metafísicas, como faz a filosofia.

- Fortemente baseado na racionalidade e no empirismo.

- Propõe-se o seu contínuo progresso.

- Influenciou decisivamente a sociedade contemporânea por meio de sua tecnologia e de seu método.

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3.5 Lista de recomendações para a escrita do referencial teórico

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G U IA P R ÁT IC O PARA E LABORA Ç Ã O D E M O NO G RAF I A S , D I S S ERTA ÇÕ E S E TES E S E M A D M I NI S TRA ÇÃ O

Exemplo 318

Apesar de todos os estudos realizados acerca do comprometimento, há alguns autores que mesclam comprometimento com lealdade em suas definições (CHAUDHURI;

HOLBROOK, 2001; OLIVER, 1999; PATTERSON; WARD, 2000; SHETH; MITTAL; NEWMAN,

1999), já outros autores observam esses conceitos de forma independente.

Exemplo 419

Na literatura, há controvérsias sobre a terminologia e o conceito da validade de conteúdo. Para alguns autores (MERS; WINGER, 1998; CRUZ, 2000; GROENG; FISHER,

2005), consiste em julgar em que proporção os itens selecionados para medir uma construção teórica representam bem todas as facetas importantes do conceito a ser medido. Outros estudiosos (VINCENT, 1999; RINGER; MAYERS, 2008; MATTOS, 2009) tentam explicar esse conceito por meio do seguinte questionamento: as perguntas do instrumento são representativas dentro do universo de todas as questões que poderiam ser elaboradas sobre esse tópico?

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4.2 Estrutura recomendada para o capítulo sobre o método de pesquisa

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G U IA P R ÁT IC O PARA E LABORA Ç Ã O D E M O NO G RAF I A S , D I S S ERTA ÇÕ E S E TES E S E M A D M I NI S TRA ÇÃ O

4.2 Estrutura recomendada para o capítulo sobre o método de pesquisa

Independentemente da linha epistemológica do pesquisador, positivista ou crítica, recomenda-se a elaboração de uma estrutura geral, a fim de guiar a construção do capítulo sobre o método de pesquisa, com o uso de elementos que vão garantir a coerência lógica do trabalho.

Os tópicos considerados, em geral, elementos centrais e indispensáveis ao capítulo sobre o método de pesquisa são: a) classificação (tipologia) da pesquisa; b) descrição do método e sua coerência com os objetivos do trabalho; c) universo e amostra; d) coleta de dados; e) hipóteses, constructos e variáveis; f) cronograma de atividades.

Esses itens serão abordados em tópicos específicos neste capítulo.

Uma vez que o método de pesquisa é questão-chave para o sucesso da investigação, e dado o grau de abstração do tema, outra recomendação é facilitar a compreensão do leitor por meio de imagens que explicitem o método.

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5.2 Pesquisa quantitativa

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Anális e e disc u ssã o d o s r es u lta d o s 1 4 5

• Cronologia: apesar de ser temporal, como o relatório da história natu-

ral, a cronologia reflete o desenvolvimento ou o percurso do fenômeno em estudo em vez do processo de pesquisa.

• Expansivo e retrativo: a análise movimenta-se entre a observação de um acontecimento específico e as considerações estruturais e teóricas mais amplas.

• Separação narrativa de análise: os dados são apresentados em primeiro lugar, separados das implicações teóricas.

Com base nos objetivos e no tipo de pesquisa é que se escolhe a melhor estrutura de relatório.

No Tópico 5.2, apresentam-se as características da análise quantitativa.

5.2 Pesquisa quantitativa

A pesquisa quantitativa considera que tudo é mensurável e quantificável. Ela procura traduzir um fenômeno por meio de números, informações e opiniões, os quais são classificados e analisados. Para tanto, utiliza-se de técnicas de estatística, como porcentagens, medidas de tendência central (média, moda e mediana), medidas de dispersão (desvio padrão e variância), regressões lineares, correlações, entre outras.

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2.2 Problema de pesquisa

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Introduçã o 4 3

ordem. Lembre, todavia, que o objetivo é apresentar os principais aspectos que fundamentam o estudo, e não desenvolvê-los de forma aprofundada.

A Figura 2.1 retrata como a contextualização deve ser estruturada, partindo de uma visão macro, passando pela sequência lógica dos parágrafos, com bons argumentos que sustentem a ideia central do estudo, e fechando com a compreensão do que se busca estudar (visão micro).

Figura 2.1 Funil da contextualização

Introdução do tema ao leitor: visão geral (macro) do assunto que será estudado.

Desenvolvimento dos parágrafos: encadeamento das ideias centrais do estudo, de forma ordenada e lógica.

Fechamento da contextualização: visão micro do tema,

“preparando o terreno” para indicar, na sequência, a pergunta-chave do estudo (problema de pesquisa).

Fonte: elaborada pelos autores.

2.2 Problema de pesquisa

A produção do conhecimento científico surge do interesse de se investigar um assunto, no sentido de tentar resolver alguma falha, algum problema ou encontrar uma resposta para dada situação sem solução imediata.

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