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Capítulo 22. Fisiologia respiratória e ventilação monopulmonar

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Anestesiologia

22.

Fisiologia respiratória e ventilação monopulmonar

Fábio Amaral Ribas

Patrícia W. Gamermann

Vanessa Silva Lucas

Anatomia e fisiologia respiratória

Anatomia funcional do pulmão

O sistema pulmonar está adaptado para a realização de trocas gasosas entre o sangue e o gás alveolar, proteção contra agressões de origem ambiental e patógenos, filtração do sangue capilar e uma gama de outras funções metabólicas.1

O sistema respiratório pode ser dividido funcionalmente nas zonas de condução do ar e nas vias que participam das

trocas gasosas. Anatomicamente, o sistema respiratório é separado em trato respiratório superior (nariz, faringe e laringe) e trato respiratório inferior (traqueia, brônquios, bronquíolos, ductos alveolares e alvéolos). A via aérea superior filtra, umidifica e aquece o ar inspirado.2

A nasofaringe e a faringe posterior aquecem o ar inspirado a uma temperatura perto da temperatura central e umidificam o ar a uma pressão de vapor de água de 47 mmHg em 37 oC.

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Capítulo 57. Anestesia em cirurgia cardíaca de adultos

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Anestesia em cirurgia cardíaca de adultos

57.

Anestesia em cirurgia cardíaca de adultos

José Otávio Costa Auler Junior

Matheus Fachini Vane

O ano de 2017 marcou os 53 anos da primeira cirurgia de revascularização miocárdica, os 16 anos da primeira intervenção coronariana percutânea e mais de 60 anos dos primeiros procedimentos de circulação extracorpórea.1

No Brasil, onde as doenças cardiovasculares são a principal causa de óbito, estima-se que, somente em 2012, mais de 335 mil pessoas morreram devido a essas afecções. Nesse contexto, a doença cardíaca isquêmica predomina com mais de

100 mil óbitos, com uma taxa de internação de 12,5 para cada

10 mil habitantes. Assim, a cirurgia cardíaca tem papel importante dentro da terapêutica para a redução da morbimortalidade dessa população. Em nosso país, apenas em 2011, mais de 280 mil cirurgias cardíacas foram realizadas, sendo que as revascularizações do miocárdio lideram as indicações.2

Avaliação pré-operatória

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Capítulo 96. Organização de um serviço de dor

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Organização de um serviço de dor

96.

Organização de um serviço de dor

Mirian Martelete

Lúcia Miranda Monteiro dos Santos

Na década de 1950, John Bonica, insatisfeito com a forma como a dor era tratada e entendendo que a crescente especialização estava conduzindo a uma visão cada vez mais afunilada da medicina, criou a primeira Clínica de Dor, desenvolvendo o conceito de tratamento multi/interdisciplinar desse fenômeno.

A partir de então, esse admirável pioneiro começou a divulgar a ideia de que a dor aguda era um sintoma, porém a crônica comportava-se como uma doença.

Embora de assimilação lenta no início, tais conceitos passaram a difundir-se com maior rapidez a partir do impressionante aumento de pacientes com dor crônica nos Estados

Unidos, onde começaram a proliferar múltiplos núcleos de tratamento da dor. Esse movimento logo estendeu-se aos demais países.

Em 1973, por iniciativa do próprio Bonica, fundou-se a International Association for the Study of Pain (IASP), com a finalidade primordial de congregar cientistas e clínicos na busca de um maior conhecimento dos fenômenos envolvidos na dor.

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Capítulo 54. Anestesia em neurocirurgia

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854

Anestesiologia

54.

Anestesia em neurocirurgia

James Manica

Carlos Darcy Alves Bersot

Caroline Biral

Elizabeth Milla Tambara

João Marcos Rizzo

Luiz Piccinini Filho

Maria Célia B. F. de Melo

Mauro Coelho Lemos

O conhecimento dos processos fisiopatológicos e das técnicas terapêuticas envolvidas nas enfermidades neurocirúrgicas, assim como o domínio das condutas anestésicas a serem utilizadas em cada condição específica, outorgam ao anestesiologista um papel fundamental na preservação das funções neurológicas, evitando ou reduzindo os danos ao sistema nervoso central e periférico.1

As enfermidades e as intervenções cirúrgicas intracranianas e espinhais constituem riscos à integridade do sistema nervoso central (SNC). As intervenções neurocirúrgicas podem produzir lesões traumáticas ou isquêmicas, e o anestesiologista pode tornar mais seguro, menos lesivo e muitas vezes possível o procedimento que não o seria sem uma técnica anestésica apropriada.

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Capítulo 78. Anestesia para cirurgia conduzida roboticamente

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Anestesia para cirurgia conduzida roboticamente

tridimensional, controle preciso da câmera, eliminação de tremores e utilização de instrumentos que são capazes de duplicar os movimentos da mão com alta precisão.4

78.

Introdução ao sistema da Vinci

Anestesia para cirurgia conduzida roboticamente

Gabriel José Redondano Oliveira

Larissa de Castro e Sá Oliveira

A demanda por cirurgias minimamente invasivas tem aumentado de forma considerável e, como resultado, técnicas de cirurgia robótica ou assistidas por robô ganharam largo espaço, uma vez que superam várias deficiências das técnicas laparoscópicas convencionais. No entanto, a anestesia para cirurgia robótica imprime novos conceitos em matéria de posicionamento do paciente e arranjo geral do equipamento operacional e pessoal, o que pode ir contra a natureza conservadora dos cuidados de anestesia.1 Os anestesiologistas devem se familiarizar com essas alterações e aprender as características básicas dos sistemas cirúrgicos robóticos, a fim de oferecer o melhor cuidado anestésico e promover a segurança do paciente.2

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