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47 - Microcirurgia Plástica Periodontal

LANG, Niklaus P.; LINDHE, Jan Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 47

Microcirurgia Plástica

Periodontal

Rino Burkhardt1,2 e Niklaus P. Lang3,4

1

Consultório par­ticular, Zurique, Suí­ça

Faculty of Dentistry, University of Hong Kong, Hong Kong, China

3

Department of Periodontology, School of Dental Medicine, University of Berne, Berna, Suí­ça

4

Center of Dental Medicine, University of Zurich, Zurique, Suí­ça

2

Técnicas microcirúrgicas em odontologia |

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Desenvolvimento de conceitos

Em geral, o principal objetivo de uma intervenção cirúrgica não é apenas a sobrevida do paciente ou de um de seus órgãos, mas a preservação do máximo de funções e a redução do desconforto pós-operatório do paciente. Em muitas especialidades, isso foi conseguido por meio de uma abordagem cirúrgica minimamente invasiva.

A microcirurgia, em geral, não é uma disciplina independente, mas uma técnica que pode ser aplicada em diferentes disciplinas. Baseia-se no fato de que a mão humana, com treinamento apropriado, é capaz de rea­li­zar movimentos muito sutis, do que o olho nu é capaz de controlar. Os primeiros relatórios em microcirurgia remontam ao ­século 19, quando o microscópio foi desenvolvido para uso em oftalmologia (Tamai, 1993). Mais tarde, para corrigir surdez otoesclerótica, o primeiro procedimento cirúrgico com microscópio foi rea­li­zado na Sué­cia (Nylén, 1924). A microcirurgia, no entanto, não atraiu o interesse dos cirur­giões até os anos de 1950, quando o primeiro microscópio, OPMI 1, com um sistema de luz coaxial e a opção por visão estereoscópica, foi inventado e comercializado pela empresa Carl Zeiss.

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2 - O Osso como Órgão Vivo

LANG, Niklaus P.; LINDHE, Jan Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 2

O Osso como

Órgão Vivo

Hector F. Rios,1 Jill D. Bashutski2 e William V. Giannobile1, 2

Department of Periodontology and Oral Medicine, University of Michigan,

School of Dentistry, Ann Arbor, Michigan, EUA

2

Department of Biomedical Engineering, College of Engineering, Ann Arbor, Michigan, EUA

1

Introdução

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O osso é um órgão complexo composto por múltiplos tecidos especializados (ósseo, periósteo/endósteo e medula óssea) que agem sinergisticamente e desempenham múltiplas funções (Figura 2.1). Sua composição permite ao tecido ósseo: (1) resistir à carga, (2) proteger órgãos extremamente sensíveis contra forças externas e (3) participar como reservatório de células e minerais que contribuem para a homeostase do organismo. Portanto, o conceito de “osso como órgão vivo” integra a natureza do osso estruturalmente dinâmica com sua capacidade para orquestrar múltiplas funções mecânicas e metabólicas com importantes implicações locais e sistêmicas. Múltiplos fatores influenciam esse sistema (p. ex., bioquímico, hormonal, celular, biomecânico) e coletivamente determinarão sua qualidade (Ammann e Rizzoli, 2003;

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26 - Mucosite Peri-implante e Peri-implantite

LANG, Niklaus P.; LINDHE, Jan Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 26

Mucosite Peri-implante e Peri-implantite

Tord Berglundh,1 Jan Lindhe,1 Niklaus P. Lang2,3

Department of Periodontology, Institute of Odontology, The Sahlgrenska Academy at University of Gothenburg, Gotemburgo, Suécia

2

Department of Periodontology, School of Dental Medicine, University of Berne, Berna, Suíça

3

Center of Dental Medicine, University of Zurich, Zurique, Suíça

1

Definições

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Doença peri-implante é um termo geral usado para descrever os processos inflamatórios nos tecidos que circundam o(s) implante(s), ou seja, mucosite peri-implante e peri-implantite (Albrektsson e Isidor, 1994). A mucosite peri-implante é definida como uma lesão inflamatória na mucosa, enquanto a peri-implantite afeta também o osso de suporte (Lindhe e

Meyle, 2008) (Figura 26.1).

imediatamente lateral a esses finos revestimentos epiteliais, pequenos infiltrados de células inflamatórias (neutrófilos, macrófagos, linfócitos T, linfócitos B) são encontrados frequentemente (Liljenberg et al., 1997). Essas células representam a defesa do hospedeiro contra os produtos bacterianos e, consequentemente, podem ser consideradas um importante componente do selamento biológico que separa o tecido de inserção periodontal e o peri-implante da cavidade oral (ver também os Capítulos 3 e 13).

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24 - Abscesso Periodontal

LANG, Niklaus P.; LINDHE, Jan Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 24

Abscesso Periodontal

David Herrera,1 Arie J. van Winkelhoff2 e Mariano Sanz1

Grupo de Investigación ETEP (Etiología y Terapéutica de las Enfermedades Periodontales),

Facultad de Odontología, Universidad Complutense, Madri, Espanha

2

Faculty of Medical Sciences, Center for Dentistry and Oral Hygiene,

University of Groningen, Groningen, Holanda

1

Introdução

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Abscessos no periodonto são um dos motivos principais para os pacientes procurarem cuidados emergenciais em clínicas odontológicas. Os abscessos se caracterizam por inflamação purulenta localizada nos tecidos periodontais, causando dor e tumefação. Dependendo da origem da in­ feção, os abscessos podem ser associados a diferentes si­ nais/sintomas. Esses abscessos são causados por uma ampla gama de infecções agudas que podem se originar nos dentes ou no periodonto.

Classificação e etiologia

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Embora esse grupo de condições periodontais agudas seja definido pelo termo geral abscessos periodontais, sua classi­ ficação é feita de acordo com a evolução (crônico ou agudo) e a localização (único ou múltiplo; gengival ou periodontal

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27 - Cicatrização da Lesão Periodontal

LANG, Niklaus P.; LINDHE, Jan Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 27

Cicatrização da Lesão

Periodontal

Hector F. Rios,1 D. Kaigler,1 Christoph A. Ramseier,2 G. Rasperini3 e William V. Giannobile1

Michigan Center for Oral Health Research, Department of Periodontics and Oral Medicine,

University of Michigan, School of Dentistry, Ann Arbor, MI, EUA

2

Department of Periodontology, School of Dental Medicine, University of Berne, Berna, Suí­ça

3

Department of Biomedical, Surgical and Dental Sciences, Foundation IRCCS Ca’ Granda Polyclinic,

University of Milan, Milão, Itália

1

Introdução

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A estrutura e a função do periodonto são determinadas pela integração de quatro principais tecidos: o ligamento periodon­ tal (PDL; do inglês, periodontal ligament), o cemento da raiz dentária, o osso alveolar e a gengiva. Juntos, eles formam uma barreira biológica e física às muitas amea­ças que os dentes so­ frem como resultado da oclusão e do ambiente microbiano da cavidade oral. Essa integridade é comumente comprometida em virtude da inflamação crônica desen­ca­dea­da pelas comu­ nidades bacterianas. Contudo, o periodonto representa um

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