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11 - Infecções Peri-implante

LANG, Niklaus P.; LINDHE, Jan Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 11

Infecções Peri-implante

Lisa Heitz-Mayfield,1 Ricardo P. Teles2 e Niklaus P. Lang3,4

1

Pesquisa Colaborativa Internacional – Oral Health and Equity, School of Anatomy, Physiology and

Human Biology, The University of Western Australia, Crawley, WA, Austrália

2

Department of Periodontology, The Forsyth Institute, Boston, MA, EUA

3

Department of Periodontology, School of Dental Medicine, University of Berne, Berna, Suíça

4

Center of Dental Medicine, University of Zurich, Zurique, Suíça

Introdução

��

Com o aumento da colocação de implantes no mundo todo,

é esperado que o número de pacientes diagnosticados com infecções peri-implante aumente. As infecções peri-implante, ou doenças peri-implante, são definidas tanto como (1) mucosite peri-implante, na qual existem sinais clínicos de inflamação (sangramento à sondagem delicada, 0,25 N) da mucosa peri-implante sem perda de suporte ósseo, quanto como (2) peri-implantite, em que existe também perda de suporte ósseo. No caso de peri-implantite, a profundidade da sondagem é ≥ 5 mm e frequentemente existe supuração

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46 - Terapia Mucogengival | Cirurgia Plástica Periodontal

LANG, Niklaus P.; LINDHE, Jan Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 46

Terapia Mucogengival |

Cirurgia Plástica Periodontal

Jan L. Wennström1 e Giovanni Zucchelli2

Department of Periodontology, Institute of Odontology, The Sahlgrenska Academy at University of

Gothenburg, Gotemburgo, Sué­cia

2

Department of Biomedical and Neuromotor Sciences, Bologna University, Bolonha, Itália

1

Introdução

��

Terapia mucogengival é um termo genérico utilizado para descrever procedimentos não cirúrgicos e cirúrgicos para a correção de defeitos na morfologia, na posição e/ou no su­ porte de tecido mole e osso subjacente em dentes e implantes

(American Academy of Periodontology, 2001).

Um termo mais específico, cirurgia mucogengival, foi in­ troduzido por Friedman (1957) e definido como “procedi­ mentos cirúrgicos destinados a preservar a gengiva, remover freio proeminente ou inserções ­muscula­res que apresentem anomalias e aumentar a profundidade do vestíbulo”. Fre­ quentemente, todavia, o termo “cirurgia mucogengival” era empregado para descrever todos os procedimentos cirúrgi­ cos que envolviam tanto a gengiva quanto a mucosa alveo­ lar. Em conse­quência, as técnicas eram planejadas não só (1) para aumentar a largura da gengiva e (2) para corrigir de­ feitos específicos do tecido mole considerados procedimen­ tos mucogengivais, mas (3) determinadas abordagens para a eliminação de bolsas também eram incluí­das nesse grupo de modalidades do tratamento periodontal. Miller (1993) sugeriu que o termo cirurgia plástica periodontal é mais apropriado, visto que a cirurgia mucogengival é um proce­ dimento mais abrangente do que o tratamento tradicional de problemas associados à quantidade de gengiva e aos defeitos do tipo retração, incluindo também a correção da forma do rebordo e a estética do tecido mole. A cirurgia plástica perio­ dontal seria definida como “procedimentos cirúrgicos rea­li­ zados para prevenir ou corrigir defeitos de gengiva, mucosa alveolar ou osso causados por fatores anatômicos, de desen­ volvimento, traumáticos ou induzidos por doen­ça” (Procee­ dings of the 1996 World Workshop in Periodontics). Entre os procedimentos que podem ser incluí­dos nessa definição estão diversos tratamentos dos tecidos mole e duro que têm por objetivo:

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37 - Controle Químico do Biofilme Dental e Oral

LANG, Niklaus P.; LINDHE, Jan Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 37

Controle Químico do Biofilme

Dental e Oral

David Herrera e Jorge Serrano

Grupo de Investigación ETEP (Etiología y Terapéutica de las Enfermedades Periodontales),

Universidad Complutense, Madri, Espanha

Base racional do controle do biofilme

��

• Os procedimentos de higiene devem ser simples de realizar

• Métodos de controle de qualidade devem ser parte do

As bactérias presentes no biofilme oral são responsáveis pelas doenças mais prevalentes na espécie humana: a cárie e as doenças periodontais. Portanto, o controle do biofilme oral se torna essencial para a prevenção dessas doenças.

Três níveis de prevenção das doenças periodontais podem ser diferenciados (Baehni e Takeuchi, 2003):

As prevenções secundária e terciária das doenças periodontais, uma vez que a progressão dessas seja bloqueada após a terapia periodontal apropriada da causa, são alcançadas por meio de programas de terapia periodontal de apoio que incluem tanto o controle individual do biofilme quanto a reavaliação periódica com controle da placa por profissional

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28 - Conceitos em Regeneração Tecidual Periodontal

LANG, Niklaus P.; LINDHE, Jan Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 28

Conceitos em Regeneração

Tecidual Periodontal

Thorkild Karring1 e Jan Lindhe2

Department of Periodontology and Oral Gerontology, Royal Dental College, University of Aarhus,

Aarhus, Dinamarca

2

Department of Periodontology, Institute of Odontology, The Sahlgrenska Academy at

University of Gothenburg, Gotemburgo, Suécia

1

Introdução

��

Na avaliação de risco dos pacientes periodontais, a presença de locais com profundidade residual de bolsa ≥ 6 mm após terapia ativa é importante na previsibilidade de progressão da doença periodontal (Haffajee et al., 1991; Grbic e Lamster,

1992; Claffey e Egelberg, 1995). Sendo assim, reduzir a profundidade de bolsa torna-se um importante objetivo da terapia periodontal no intuito de evitar a progressão da doença.

Geralmente, esse objetivo pode ser alcançado com a terapia não cirúrgica em pacientes com periodontite moderada, ao passo que, nos casos avançados, particularmente na presença de defeitos intraósseos e de furca, o tratamento tem de ser suplementado com cirurgia periodontal. Um objetivo fundamental da cirurgia periodontal é permitir acesso a instrumentação e limpeza adequadas da superfície radicular; além disso, a maioria dos procedimentos cirúrgicos resulta na eliminação ou na redução do tecido mole da bolsa periodontal.

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48 - Cirurgia Piezoelétrica para Corte Ósseo Preciso e Seletivo

LANG, Niklaus P.; LINDHE, Jan Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 48

Cirurgia Piezoelétrica para Corte Ósseo

Preciso e Seletivo

Stefan Stübinger1 e Niklaus P. Lang2,3

Center for Applied Biotechnology and Molecular Medicine (CABMM), Vetsuisse Faculty, University of Zurich, Zurique, Suíça

2

Department of Periodontology, School of Dental Medicine, University of Berne, Berna, Suíça

3

Center for Dental Medicine, University of Zurich, Zurique, Suíça

1

Histórico e princípios físicos

��

A onda de pressão oscilante do ultrassom está acima do limite do nível audível humano (30 a 20 kHz). Atualmente, o uso dos ultrassônicos está estabelecido amplamente na periodontia (Flemming et al.,1998; Lea et al., 2003) e na endodontia

(Walmsley et al., 1992). Os primeiros resultados da terapia periodontal assistida por ultrassom datam de 1955 (Zinner,

1955). As ondas sonoras de alta frequência foram usadas para o desbridamento mecânico dos tecidos dentários duros

(Catuna, 1953). Clinicamente, foram vistas nítidas vantagens das ondas ultrassônicas na remoção do cálculo comparadas à raspagem convencional (Johnson e Wilson, 1957). Determinados efeitos benéficos também foram demonstrados para a remoção de restaurações e instrumentos fraturados dos canais radiculares com o uso das ondas ultrassônicas (Walmsley et al., 1990).

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