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Capítulo 2 - Melhoria do Processo

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Melhoria do Processo

ELEMENTOS DO PROCESSO

Cinco elementos distintos de processo podem ser identificados no fluxo da transformação de matérias-primas em produtos:

• Processamento - Uma mudança física no material ou na sua qualidade (montagem ou desmontagem)

• Inspeção - Comparação com um padrão estabelecido

• Transporte - - Movimento de materiais ou produtos; mudanças nas suas posições

• Espera - Período de tempo durante o qual não ocorre qualquer processamento, inspeção ou transporte

Há dois tipos de espera:

• Espera do processo - Um lote inteiro permanece esperando enquanto o lote precedente é processado, inspecionado ou transportado

• Espera do lote - - Durante as operações de um lote, enquanto uma peça é processada, outras se encontram esperando. As peças esperam para serem processadas ou pelo restante do lote ser fabricado.

Esse fenômeno também ocorre na inspeção e no transporte

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Capítulo 10 - Algumas Questões Periféricas porém Importantes

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Algumas Questões Periféricas porém Importantes

O SISTEMA TOYOTA DE PRODUÇÃO: UMA EXPLANAÇÃO

Eliminação dos Sete Tipos de Perda

Este capítulo trata de três questões que, embora parecendo secundárias, são essenciais para o completo entendimento do Sistema Toyota de Produção: as perdas, a extensão do sistema aos fornecedores e o Planejamento das

Necessidades de Materiais (MRP).

O Sistema Toyota de Produção identifica sete tipos de perda:

1.

2.

3.

4.

5.

6.

7.

Superprodução

Espera

Transporte

Processamento

Estoque

Desperdício nos movimentos

O desperdício na elaboração de produtos defeituosos

Essas diversas perdas não são iguais em status ou efeito. Iremos discuti-las com relação à estrutura da produção.

226

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Processos

Processamento. Nesse caso, melhorias voltadas à Engenharia de Valor e à

Análise de Valor devem ser realizadas em primeiro lugar. Em vez de tentar fazer com que aumentos da velocidade de corte sejam mais eficientes, por exemplo, devemos perguntar por que fazemos determinado produto e usamos um determinado método de processamento (perda no processamento – perda 4).

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Capítulo 3 - Melhoria das Operações

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Melhoria das Operações

FATORES COMUNS NAS OPERAÇÕES

No Capítulo 2, descrevi as quatro atividades que constituem qualquer processo: operações de processamento, inspeção, transporte e espera. Neste capítulo, iremos analisar as operações (p. 77).

Embora as operações reais possam variar bastante, elas podem ser classificadas da seguinte maneira:

Operações de setup. Preparação antes e depois das operações, tais como setup, remoção e ajuste de matrizes, ferramentas, etc.

Operações principais. Executar o trabalho necessário. Isso inclui as operações essenciais (aquelas ações que executam realmente a operação principal), ou seja:

• Processamento – usinagem de um produto

• Inspeção – medição da qualidade

• Transporte – movimentação de material

• Estocagem – manter ou estocar peças

Isso também inclui as operações auxiliares (ações que auxiliam a concluir a operação essencial), como por exemplo:

• Processamento – ação de colocar os materiais ou peças na máquina e remoção deles, quando a operação estiver concluída.

• Inspeção – encaixe do produto no aparelho de medição e, posteriormente, sua remoção.

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Capítulo 4 - Conclusões sobre o Desenvolvimento da Produção com Estoque Zero

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Conclusões sobre o

Desenvolvimento da

Produção com Estoque Zero

A principal característica do Sistema Toyota de Produção consiste em sua ênfase na produção sem estoque, ou com estoque zero. Para entender o sistema, é necessário compreender antes o significado de “estoque”.

Antigamente, estoques, ou inventários, eram considerados um “mal necessário”, com ênfase no “necessário” sendo o “mal” encarado como inevitável e talvez até útil. Há dois tipos de estoque: aquele que ocorre naturalmente como resultado de determinadas práticas de produção e o estoque

“necessário”. Ambos são discutidos abaixo:

ESTOQUE NATURAL

Razões para a geração de estoque:

• Previsões incorretas da demanda do mercado

• Superproduzir somente para evitar riscos

• Produção em lotes

• Diferenças no turno de trabalho: por exemplo, executar o recozimento em três turnos e elaborar o acabamento em um turno

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ESTOQUE “NECESSÁRIO”

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Capítulo 5 - Os Princípios do Sistema Toyota de Produção

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5

Os Princípios do Sistema

Toyota de Produção

O QUE É O SISTEMA TOYOTA DE PRODUÇÃO?

A resposta mais comum a essa pergunta (80% das pessoas) irá reproduzir a visão do consumidor médio e dirá: “É um sistema Kanban”; outras, 15% talvez, venham a saber, de fato, como ele funciona na fábrica e responderão:

“É um sistema de produção”; somente algumas poucas compreendem realmente o objetivo desse sistema e dirão: “É um sistema que visa a eliminação total das perdas”.

Algumas pessoas imaginam que a Toyota veste agora um novo modelo de roupa, o sistema Kanban. Elas então saem de casa, compram e experimentam o mesmo modelo. Descobrem rapidamente que são muito gordas para vesti-lo! Elas devem eliminar as perdas e efetivar as melhorias fundamentais em seu sistema de produção antes que técnicas como o Kanban possam ser de alguma utilidade. O Sistema Toyota de Produção é 80% eliminação das perdas, 15% um sistema de produção e apenas 5% o Kanban .

A confusão provém de uma má compreensão da relação entre os princípios básicos de produção na Toyota e o Kanban como uma técnica para ajudar a implementar esses princípios. No prefácio do seu livro, The Toyota

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