26 capítulos
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19 - Distúrbios Gastrintestinais

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19

Distúrbios

Gastrintestinais

Introdução, 288

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Refluxo gastresofágico, 288

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Enterocolite necrosante, 290

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Atresia esofágica e fístula traqueoesofágica, 292

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Gastrosquise e onfalocele, 293

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Anomalias anorretais, 296

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Ostomias, 296

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Bibliografia, 300

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288 Enfermagem na UTI Neonatal

Introdução

Refluxo gastresofágico

Os distúrbios gastrintestinais abrangem anomalias ligadas ao tubo primitivo, desde a hipofaringe até o esfíncter anal, ou defeitos da parede que constitui o tubo, os quais podem resultar em alterações do trato gastrintestinal, interferindo em seu funcionamento e seu desenvolvimento.

O trato gastrintestinal tem três funções principais: absorção e digestão dos nutrientes; manutenção do balanço de líquidos e eletrólitos, bem como proteção contra toxinas e agentes patogênicos.

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9 - Controle da Dor e Sedação no Neonato

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Controle da Dor e

Sedação no Neonato

Introdução, 100

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Fisiologia da dor, 100

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Respostas comportamentais e fisiológicas à dor, 102

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Procedimentos dolorosos no neonato, 103

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Avaliação da dor no recém-nascido, 104

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Avaliação da sedação no recém-nascido, 106

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Prevenção e controle da dor, 106

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Intervenções não farmacológicas, 107

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Intervenções farmacológicas, 109

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Bibliografia, 111

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100 Enfermagem na UTI Neonatal

Introdução

O uso de analgésicos e sedativos no paciente neonato ainda é eventual, mesmo com os avanços no conhecimento da fisiologia da dor nessa etapa da vida. A dor é real e se inicia no tempo de viabilidade, ainda no ambiente intrauterino.

Na UTI neonatal, o recém-nascido passa por diversos procedimentos e algumas intervenções que causam dor.

Guinsburg (1999) ressalta que, durante o período de hospitalização na UTI neonatal, o recém-nascido é diariamente submetido, em média, a 50 a 150 procedimentos potencialmente dolorosos. Já os pacientes prematuros

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26 - Apêndices

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Apêndices

Apêndice A Valores normais de exames laboratoriais mais utilizados, 360

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Apêndice B Medicamentos mais utilizados, 361

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Apêndice C Ficha de alta hospitalar, 371

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Apêndice D Ficha de mínimo toque, 372

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Apêndice E Cálculos, 372

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Apêndice F Ficha de plano de cuidados de enfermagem, 372

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Apêndice G Ficha de medicações de alta, 374

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Apêndice H Controle do uso de lâmpada de fototerapia, 374

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Apêndice I Balanço hídrico, 375

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Apêndice J Folha de enfermagem, 376

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Apêndice K Etiquetas de controle de desinfecção/trocas, 378

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Apêndice L Quadro de infecções, 378

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Apêndice M Formulário de cateter periférico percutâ­neo central (PICC), 379

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Apêndice N Instrumento para avaliação de estresse dos pais na UTI neonatal, 380

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Apêndice O Tabela de compatibilidade dos fármacos, 382

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17 - Distúrbios Hidreletrolíticos e Metabólicos

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Distúrbios Hidreletrolíticos e Metabólicos

Equilíbrio hidreletrolítico, 242

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Distúrbios do equilíbrio eletrolítico e metabólico, 243

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Insuficiência renal aguda, 248

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Diálise peritoneal, 249

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Bibliografia, 253

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242 Enfermagem na UTI Neonatal

Equilíbrio hidreletrolítico

A água é o elemento mais importante e presente em maior percentual no corpo humano. Todo o percentual de água está distribuído nos compartimentos intra- e extracelular, e essa distribuição depende do conteúdo dos solutos (eletrólitos e proteínas) na água circulante, ou seja, da osmolaridade.

A membrana da célula é completamente permeável

à água, mas não à maioria dos solutos. O volume do compartimento intracelular é mantido pelo potássio e regulado pela bomba de sódio (Na) e potássio (K). O volume do compartimento extracelular é mantido pelo sódio e regulado pelos rins. Já o volume intravascular

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3 - Reanimação Neonatal Atualizada

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Reanimação Neonatal

Atualizada

Atendimento na sala de parto | Recém-nascido a termo e prematuro, 20

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Critérios de reanimação, 21

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Fisiologia fetal, 23

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Transporte da sala de parto para a UTI neonatal | Recém-nascido a termo e prematuro, 31

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Atendimento de parada cardiorrespiratória no período neonatal, 32

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Bibliografia, 33

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20

Enfermagem na UTI Neonatal

Atendimento na sala de parto |

Recém-nascido a termo e prematuro

Para atender aos partos de alto risco, os hospitais precisam de uma equipe treinada em reanimação neonatal.

Esse treinamento deve oferecer informação padronizada e incluir as partes prática e teórica dos princípios básicos de uma reanimação neonatal eficaz, incluindo técnicas, procedimentos e familiaridade com o equipamento e o material a serem utilizados. As normas de reanimação neonatal estabelecidas pela Sociedade Brasileira de Pediatria são frequentemente revisadas e atualizadas, e as instituições e os profissionais da equipe de reanimação neonatal devem manter-se atualizados quanto a essas práticas.

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