23 capítulos
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6 - GESTÃO DO MIX DE PRODUTOS NO VAREJO

MERLO, Edgard Monforte Grupo Gen PDF Criptografado

6

GESTÃO DO MIX DE

PRODUTOS NO VAREJO

Harrison B. Ceribeli • Edgard M. Merlo

INTRODUÇÃO

Um dos aspectos fundamentais no estudo do segmento de varejo é a análise do sortimento ou mix de produtos que cada varejista disponibiliza para os consumidores. Assim, este capítulo será dedicado ao estudo de alguns tópicos importantes referentes a esse tema.

Na primeira seção, foi desenvolvida uma discussão que aborda alguns aspectos relacionados à função compras no varejo, incluindo temas como relação entre fornecedores e varejistas e poder de barganha das empresas varejistas. Já na segunda seção, os autores apresentam uma discussão a respeito de uma nova tendência de gestão dos itens de que cada varejista dispõe em seu sortimento, denominada gestão por categoria.

A seção seguinte aborda a utilização de novas tecnologias pelos varejistas no gerenciamento dos itens disponíveis em seu mix de produtos.

Em seguida, são introduzidas as quatro estratégias básicas de sortimento no varejo, e, finalmente, nas duas últimas seções, os autores apresentam algumas considerações sobre as decisões referentes à inclusão de produtos no sortimento do varejista e às quantidades a serem compradas, respectivamente.

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19 - RESPONSABILIDADE SOCIAL CORPORATIVA NO VAREJO

MERLO, Edgard Monforte Grupo Gen PDF Criptografado

19

RESPONSABILIDADE

SOCIAL CORPORATIVA

NO VAREJO

Lucas Sciencia do Prado • Edgard M. Merlo

INTRODUÇÃO

O tema responsabilidade social corporativa (RSC) a cada dia ganha mais força entre as empresas brasileiras. Segundo pesquisa divulgada pelo Guia Exame de Sustentabilidade1 (Exame, 2009), mais de 70% dos respondentes apresentam algum relatório de divulgação das suas práticas sustentáveis, e desses 40% foram elaborados com a participação livre das partes interessadas e 25% receberam auditoria de empresas ou instituições especializadas. De acordo com Young (2004) e Duarte (2010), as ações de RSC no Brasil estão cada vez mais desenvolvidas e deixando de apresentar somente ações de filantropia individuais.

A RSC é um dos campos teóricos que mais apresentam controvérsias e polêmicas (Crane et al., 2008). Frankental (2001) destaca a RSC como um conceito vago e intangível que pode significar qualquer coisa para qualquer um, portanto sem um único significado. Auld et al.

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9 - ORGANIZAÇÃO DA LOJA E EXPOSIÇÃO DE PRODUTOS

MERLO, Edgard Monforte Grupo Gen PDF Criptografado

9

ORGANIZAÇÃO DA

LOJA E EXPOSIÇÃO

DE PRODUTOS

Evandro Luiz Lopes • Osvaldo Elias Farah

INTRODUÇÃO

A organização interna e a exposição de produtos são temas extremamente importantes aos varejistas, influenciando diretamente o faturamento e a rentabilidade da loja. São numerosas as pesquisas que indicam a forte associação entre ambiente físico da loja e a percepção de qualidade por parte dos consumidores, e essa percepção é tida como antecedente da lealdade ao estabelecimento varejista (Dabholkar et al., 1996). Dessa forma, a disseminação de técnica de exposição de produtos, também conhecida como visual merchandising, configura-se em uma das vantagens conquistadas pelo varejista quando decide associar-se a uma rede de negócios.

Reforçando essa realidade, Andia Filho e Lepsch (2004) comentam sobre uma pesquisa realizada pela Abras — Associação Brasileira de Supermercados —, em setembro de 2002, com as sessenta maiores centrais supermercadistas de compras do Brasil, na qual revelou-se que 65% das empresas entrevistadas padronizam a comunicação visual das lojas e que 86% desenvolveram um mesmo formato de layout.

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5 - FUNDAMENTOS DE GESTÃO DE PRODUTOS

MERLO, Edgard Monforte Grupo Gen PDF Criptografado

5

FUNDAMENTOS DE

GESTÃO DE PRODUTOS

Antonio Carlos Giuliani • Lesley Carina do Lago Attadia

INTRODUÇÃO

A importância do varejo no cenário econômico brasileiro vem sendo cada vez mais reconhecida e destacada. Além de gerador do maior número de empregos formais no país, o setor exibe, especialmente nos últimos quatro anos, números expressivos de crescimento e consistentes indicadores de modernização (IDV, 2010).

Desde 2004, o setor de varejo tem tido um comportamento acima do desempenho do

PIB brasileiro, sendo responsável por melhorar o resultado geral da economia. Até outubro de 2008, o varejo teve um crescimento expressivo consecutivo a cada ano, chegando a 8% no período de 2006 a 2008. Mesmo com o impacto da crise mundial, o varejo brasileiro cresceu

2,5% em 2009, configurando-se como um dos poucos países no mundo a ter um comportamento positivo no período, ao lado de Austrália, Índia e China (Souza, 2009).

O crescimento do setor varejista brasileiro não é resultado apenas do crescimento do consumo interno, mas também de uma profunda transformação estrutural do setor (Souza, 2009).

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4 - DESENVOLVIMENTO DE FORNECEDORES DO VAREJO

MERLO, Edgard Monforte Grupo Gen PDF Criptografado

4

DESENVOLVIMENTO

DE FORNECEDORES DO

VAREJO

Renato Manzini Bonfim • Hildo Meirelles de Souza Filho

INTRODUÇÃO

Este capítulo tem como objetivo demonstrar a importância do desenvolvimento de fornecedores para a competitividade das modernas firmas de varejo. Parte-se do pressuposto de que o atendimento à crescente demanda por variedade, qualidade, segurança dos alimentos e respeito ao meio ambiente e a padrões sociais mais justos implica maior estreitamento das relações entre o varejo e seus fornecedores. Nesse sentido, o capítulo inicia-se com uma seção dedicada a apontar as principais motivações que levam supermercados a dedicar esforços para desenvolver seus fornecedores. Segue-se uma seção voltada à identificação de competências que devem ser desenvolvidas pelos fornecedores e estratégias a serem adotadas por supermercados para alcançar esse objetivo. A terceira seção apresenta uma compilação das vantagens e desvantagens que o desenvolvimento de fornecedores traz para os varejistas, para os próprios fornecedores e para a cadeia de suprimentos como um todo.

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