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Capítulo 10 - Raças de Cavalos Criadas no Brasil

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Capítulo 10

Raças de Cavalos Criadas no Brasil

Este capítulo é dedicado a todas as raças de cavalos com representatividade e associação constituída no

Brasil. Estão descritas de forma sintética, abordando um pouco de suas origens, características principais como andamento, peso médio, altura média e pelagens aceitas pelo Stud Book de cada associação, além de citarmos quais suas principais funções. Para informações mais detalhadas, acesse os sites das respectivas associações, cujos endereços constam na Bibliografia desta obra.

Uma das perguntas mais difíceis de serem respondidas, de forma imparcial e isenta, é: qual a melhor raça de cavalos?

E ressalto aqui, de forma categórica, que não existe

“a” melhor raça de cavalos.

Infelizmente, no Brasil, tem-se o costume bairrista de sempre se achar a melhor raça aquela que se cria.

Esse bairrismo traz uma rivalidade extremamente desagradável, desnecessária e prejudicial à equinocultura nacional.

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Capítulo 19 - Manejo e Alimentação de Garanhões

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Capítulo 19

Manejo e Alimentação de Garanhões

Manejo

Diferentemente da égua, que é poliéstrica estacional, ciclando várias vezes em determinado período do ano, o garanhão (Fig. 19.1), nas regiões mais quentes do

Brasil, pode se reproduzir o ano todo. Mas como a

égua possui uma estação de monta definida, na primavera-verão, é nesta época que os garanhões são utilizados efetivamente como reprodutores.

Muitos consideram o garanhão reprodutor o animal mais importante do plantel.

Em termos genéticos, sua importância se equipara à das éguas, afinal responde por 50% das características genéticas do potro e as éguas pelos outros 50%. Portanto, para se ter uma boa descendência, são importantes machos e fêmeas de boa qualidade.

Além disso, as fêmeas, por carregarem o potro dentro de si e depois do parto serem responsáveis pela sua criação e alimentação, possuem uma maior responsabilidade na qualidade do plantel.

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O problema de um bom manejo de garanhões dentro de um haras reside no fato de, na espécie equina mais que em qualquer outra, o macho disputar seu território e domínio até a morte ou desistência de seu oponente. Portanto, os machos devem ser separados no período inicial da puberdade, sob risco de acidentes mais graves. Esse aparte deve ser feito ao menos do lote de machos e fêmeas, pois muitos criadores formam um lote de potros machos e os criam juntos até a idade de três ou quatro anos, sem muitos problemas, desde que, é claro, não os exponha à presença de uma fêmea, principalmente se esta estiver no cio.

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Apêndice 1, 2, 3 e 4

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Apêndice 1

Como Avaliar um

Produto Nutricional

Há cinco anos existiam apenas quatro ou cinco empresas de suplementos no mercado. Hoje passam de 50.

Muitas são oportunistas. Outras produzem produtos de real qualidade.

É difícil a decisão do consumidor pelo que optar.

Qual produto, qual empresa. São tantos os produtos semelhantes, fabricados por esta ou aquela empresa.

Como saber qual a melhor?

A avaliação de um produto comercial deve ser feita levando-se em consideração três fatores:

1. A aparência do produto, que inclui a embalagem, a marca por trás do produto, o preço e o produto propriamente dito.

2. As informações do fabricante constantes do rótulo e denominadas nível de garantia.

3. A experimentação científica, pessoal ou de terceiros.

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Avaliação Baseada na Aparência

Essa avaliação é, obviamente, subjetiva, porém nos dá um indicativo da qualidade do produto, ou ao menos da preocupação da empresa que o fabrica com um possível posicionamento de mercado de maior ou menor qualidade.

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Capítulo 4 - Ezoognósia (Exterior dos Animais Domésticos)

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Capítulo 4

Ezoognósia (Exterior dos

Animais Domésticos)

O estudo do exterior dos equinos é de fundamental importância para se poder avaliar a conformação de cada raça, suas características, qualidades e defeitos, independentemente de sua função.

Esse estudo baseia-se nas partes anatômicas dos equinos e é dividido em seis regiões zootécnicas:

Cabeça

Os componentes da cabeça (Fig. 4.1) e seu formato podem variar de raça para raça e de animal para animal, em menores proporções, e constituem um importante parâmetro morfológico de avaliação entre raças.

Os padrões mais característicos vistos de perfil, observando-se o formato de seu chanfro, são:

• Retilíneo: característico de raças como Mangalarga,

Mangalarga Marchador, raças de hipismo, etc. (Fig.

4.2).

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• Subconvexilíneo: característico de raças como Lusitano, Percheron, Campolina, etc. (Fig. 4.3); também chamado de encarneirado, por alguns técnicos.

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Capítulo 6 - Dentição

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Capítulo 6

Dentição

Lu i z Fe r na n do Rapp Pimentel

Anatomia

Os equinos são classificados como gnatostomatas, pois possuem mandíbula móvel1. São heterodontes, ou seja, possuem categorias de dentes de diferentes formatos: incisivos (I), caninos (C), pré-molares (PM) e molares

(M)2-4 (Fig. 6.1).

Os dentes dos equinos possuem coroas longas, de 7 a 10cm no sentido ápico-coronal, nos dentes pré-molares e molares, sendo classificados como hipsodontes.

A dentina, o esmalte e o cemento na superfície oclusal

(superfície de mastigação) se remodelam constantemente, graças à diferença de resistência entre os três tecidos que compõem os dentes. A erupção contínua

– elodontia – segue uma dinâmica de 2 a 3mm por ano, durante toda a vida do cavalo5-8 (Figs. 6.2 e 6.3).

Essas características (hipsodonte e elodontia) permitem que o equino se alimente por até 18 horas diárias com uma dieta composta de forragens abrasivas à superfície dentária por seus constituintes, como sílica, hemicelulose, celulose e lignina9,10.

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