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Capítulo 21 - Manejo e Alimentação de Potros em Crescimento

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Foto: Paula da Silva.

Capítulo 21

Manejo e Alimentação de Potros em Crescimento

Manejo

É considerado potro um equino desde seu nascimento, passando pela fase lactente (Fig. 21.1), sobreano (Fig.

21.2) até a idade de 36 meses, quando estará apto a exercer atividade física e reprodutiva compatível com seu desenvolvimento musculoesquelético.

Nascimento

O nascimento do potro é um evento que pode ser natural ou traumático, dependendo das condições da mãe e do meio ambiente.

Como já citado no Capítulo 20, no momento do parto a égua deve manter um escore corporal adequado, nem magra, nem com gordura em excesso.

Um animal magro demais provavelmente produzirá um potro frágil. Uma égua com excesso de peso terá dificuldade no parto, devido a um estreitamento do canal

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pélvico pela gordura, o que deverá causar uma dificuldade no parto, provocando anóxia no recém-nascido, que obviamente prejudica o novo ser que tenta vir ao mundo. Além disso, uma égua com excesso de peso, assim como a magra demais, tem uma produção leiteira prejudicada, sendo a primeira por acúmulo de gordura em sua glândula mamária e a segunda por deficiência nutricional para produzir leite.

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Capítulo 4 - Ezoognósia (Exterior dos Animais Domésticos)

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Capítulo 4

Ezoognósia (Exterior dos

Animais Domésticos)

O estudo do exterior dos equinos é de fundamental importância para se poder avaliar a conformação de cada raça, suas características, qualidades e defeitos, independentemente de sua função.

Esse estudo baseia-se nas partes anatômicas dos equinos e é dividido em seis regiões zootécnicas:

Cabeça

Os componentes da cabeça (Fig. 4.1) e seu formato podem variar de raça para raça e de animal para animal, em menores proporções, e constituem um importante parâmetro morfológico de avaliação entre raças.

Os padrões mais característicos vistos de perfil, observando-se o formato de seu chanfro, são:

• Retilíneo: característico de raças como Mangalarga,

Mangalarga Marchador, raças de hipismo, etc. (Fig.

4.2).

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• Subconvexilíneo: característico de raças como Lusitano, Percheron, Campolina, etc. (Fig. 4.3); também chamado de encarneirado, por alguns técnicos.

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Capítulo 17 - Suplementos Nutricionais

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Capítulo 17

Suplementos Nutricionais

Nesta categoria de alimentos, é fundamental ter em mente dois conceitos básicos de nutrição:

Fatores Pró-digestivos

• Se não se conhece ou se não houver uma boa razão para acreditar que o animal exige determinado nutriente ou substância cuja eficácia ainda não foi cientificamente comprovada, não deve ser administrado ao animal.

• Acima de tudo, não prejudique.

São fatores que facilitam a digestão dos alimentos pelos animais. Podem ser:

Os suplementos são alimentos adicionados à alimentação diária do cavalo, que o auxiliam no desempenho.

Devem ser utilizados com muito critério e preferencialmente recomendados por um técnico especializado.

É importante ressaltar que a utilização adequada dos suplementos nutricionais pode melhorar a performance de um animal sem causar doping, pois são substâncias naturais, que, aliadas a treinamento e manejo corretos, estimulam o organismo do animal até o limite máximo de seu potencial genético.

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Capítulo 9 - Melhoramento Animal: Bases de Seleção Genética

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Capítulo 9

Melhoramento Animal:

Bases de Seleção Genética

O primeiro passo para se ter uma boa criação de cavalos, um cavalo de esporte de ótimo desempenho ou mesmo um saudável cavalo de lazer é lembrar que todo cavalo é fruto de uma combinação de fatores: genética × alimentação × manejo × treinamento (se for cavalo de esporte).

Sabendo-se que esses quatro componentes são fundamentais para o desempenho e a saúde do cavalo, podemos então tomar os devidos cuidados para ter e oferecer o melhor para ele.

Importante lembrar que o manejo ou treinamento e a alimentação são fatores profundamente relacionados ao meio ambiente e influenciam drasticamente o fenótipo do indivíduo, dando-lhe características externas boas ou ruins, dependendo das condições a que os animais são submetidos.

Além disso, a genética é um fator limitante muito importante para que a alimentação e o manejo do animal possam produzir um animal acima da média e a recíproca também é verdadeira, podendo a alimentação e o manejo ou treinamento limitar drasticamente uma excelente seleção genética.

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Capítulo 23 - Manejo e Alimentação do Cavalo Idoso

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Capítulo 23

Manejo e Alimentação do Cavalo Idoso

Primeiramente, devemos definir o que é um cavalo idoso (Figs. 23.1, A e B). Fisiologicamente, o cavalo já apresenta diminuição da capacidade de seus órgãos, como descreveremos a seguir, a partir dos 15 anos de idade. Se nutrido adequadamente, esse animal pode ter vida útil no esporte até os 22 ou 23 anos e na reprodução até o fim da vida, que pode se dar acima dos 30 anos, dependendo do porte e da raça.

Entretanto, temos observado animais “velhos” fisiologicamente, muitos com uma condição corporal desgastada muito cedo devido ao excessivo uso, à antecipação de doma e ao treinamento intensivo sem respeitar a adaptabilidade de suas estruturas e ainda por uma alimentação inadequada por toda a vida.

O contrário também pode ser observado, isto é, cavalos com data de nascimento antiga e aparência de novos (Fig. 23.2).

Uma alimentação equilibrada por toda a vida do animal, aliada a manejo e treinamento corretos, permite que se usufrua do cavalo praticamente até o fim de sua vida, quer seja em termos de equitação ou de reprodução.

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