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8 | Disjuntores Maxilares | Técnica de Construção Laboratorial

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Massimo Rosella e Mario Cappellette Jr.

A confecção de um disjuntor palatino, seja do tipo Hyrax, Haas ou McNamara, é uma operação que requer do operador conhecimento técnico discreto dos materiais que serão utilizados e conhecimento do seu manuseio correto para que possa ser realizado um aparelho que ofereça as melhores garantias de resultados.

O uso de materiais de pouca qualidade ou erros na técnica de confecção levará inevitavelmente ao insucesso gerando problemas clínicos.

O fator considerado fundamental é que ao contrário de outros recursos ortodônticos ou ortopédicos, os disjuntores maxilares são aparelhos destinados a gerar forças ortopédicas elevadas em um prazo relativamente curto (a disjunção maxilar

é feita em poucos dias) e, por isso, todos os elementos que compõem o aparelho deverão formar um conjunto para gerir e manter essas forças no prazo estabelecido.

A quebra estrutural de um disjuntor maxilar na fase ativa do tratamento causa problemas clínicos sérios, pois inevitavelmente atrasa o tratamento, chegando até a desmotivar psicologicamente o paciente e causar injúrias aos tecidos bucais.

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16 | Alterações Anatômicas da Cavidade Nasal em Pacientes Submetidos à Disjunção Maxilar

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Fauze Ramez Badreddine, Fábio Eduardo Maiello Monteiro Alves, Ney Macedo França e Mario Cappellette Jr.

Desde a primeira disjunção maxilar relatada na literatura realizada por Angell1 em 1860, até os métodos mais modernos utilizados nos dias atuais, existem muitas controvérsias, assim como muita aceitação quanto aos benef ícios e alterações reais desse procedimento no complexo nasomaxilar e, principalmente, sua eficácia real na melhora da função respiratória por meio das alterações nas dimensões das vias respiratórias superiores, como a cavidade nasal, nasofaringe e orofaringe. Sabe-se que a cavidade nasal assume um papel importante na fisiologia respiratória, promovendo filtração, aquecimento e umidificação do ar inspirado, exercendo influência fundamental no crescimento e desenvolvimento da oclusão dentária.2

Quando obstruídas, as cavidades nasais impedem a passagem do ar pelo nariz, provocando adaptações posturais da língua e da mandíbula, favorecendo a passagem do ar pela boca,3 ou seja, determinando, assim, a respiração bucal de suplência que, somada à falta do fluxo aéreo nasal, pode afetar o equilíbrio de pressões que atuam nos ossos maxilares, reduzindo os estímulos de crescimento lateral da maxila, podendo causar atresia esquelética do arco maxilar e da cavidade nasal.4 Podemos, ainda, relacionar outros problemas, que além dos faciais e dentários que podem ocorrer em virtude

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30 | Outras Aplicações do Parafuso do Disjuntor Maxilar

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Carolina Marins Ferreira da Costa, Ricardo Colombo Penteado e Mario Cappellette Jr.

A procura de tratamento ortodôntico é mais frequente nos casos de má oclusão de classe II de

Angle. Esse tipo de má oclusão geralmente traz implicações estéticas consideráveis, devido à grande sobressaliência normalmente encontrada nos pacientes divisão 1a ou ao apinhamento da arcada superior comum nos casos de divisão 2a.1-3

A má oclusão de classe II tem várias origens etiológicas, podendo estar associada à protrusão da maxila, deficiência de crescimento da mandíbula, combinação de ambos, ou então ser causada apenas pela mesialização dos molares superiores.

Devido à sua etiologia variada, e considerando a idade em que o paciente se encontra no início do tratamento, os métodos para o seu tratamento também são bem variados e incluem entre outros o aparelho extrabucal (AEB), aparelhos ortopédicos funcionais, propulsores da mandíbula, distalizadores, dissimulações com a extração dos primeiros pré-molares superiores e cirurgia ortognática.

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5 | Tomografia Computadorizada para Avaliação do Complexo Maxilomandibular

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Roberto Mansini

Um dos grandes passos da evolução tecnológica na Radiologia foi a combinação de técnicas radiográficas com os computadores, tornando possível transformar a quantidade de radiação captada por detectores em imagens, por meio de cálculos matemáticos. Este conceito matemático, descrito em 1917 por Radon, mostrou ser possível a reconstrução bi e tridimensional de objetos a partir de suas projeções. Porém, apenas 40 anos mais tarde, este conceito proposto foi utilizado em Radiologia.1,2

O início dos estudos de processamento de imagem digital ocorreu em 1960, quando os EUA, por meio da NASA (National Aeronautics and

Space Administration), estavam concentrados no desenvolvimento de seu programa de ciência lunar. A NASA estava interessada em caracterizar a superf ície lunar para viabilizar o programa de exploração da Lua, denominado Apollo. Com o desenvolvimento da imagem digital, pelos laboratórios da NASA, passou-se a utilizar as técnicas de processamento de uma imagem digital para analisar ou melhorar uma imagem. Atualmente, a imagem digital é amplamente utilizada em pesquisas biológicas, centros de defesa e inteligência (CIA,

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27 | Distratores Palatinos

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Pérsio Bianchini Mariani, Luis Fernando de Almeida Chaves Marsiglia e Giovana Vigário Negrato

Para a expansão rápida da maxila assistida cirurgicamente (ERMAC), a utilização de um aparelho disjuntor maxilar é indispensável, podendo ser dentossuportado, dentomucossuportado ou osteossuportado, além de apresentar um parafuso ativador com tamanho proporcional à quantidade de expansão necessária.

A etiologia da deficiência transversal da maxila

é multifatorial e pode incluir defeitos congênitos, de desenvolvimento, traumáticos e fatores iatrogênicos. A deformidade facial causada pelo hábito de sucção do dedo, na infância, é um exemplo de defeito de desenvolvimento, assim como uma cicatriz formada no palato após palatoplastia em indivíduos fissurados pode levar à atresia maxilar, configurando uma iatrogenia.1

Estima-se que a incidência da deficiência transversal da maxila, ou atresia maxilar, é de 8 a 18% dos pacientes com dentição decídua ou mista, que procuram tratamento ortodôntico.2 A incidência na população adulta não pode ser elucidada pela literatura.

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