23 capítulos
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18 - Dosagem de Bilirrubina

COMPRI-NARDY, Mariane B.; STELLA, Mércia Breda; OLIVEIRA, Carolina de Grupo Gen PDF Criptografado

18

Dosagem de

Bilirrubina

Introdução, 136

XX

Atividade prática: dosagem de bilirrubina, 136

XX

Objetivo, 136

Materiais e método, 136

Resultados e conclusão, 137

Questões, 138

XX

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136

Práticas de Laboratório de Bioquímica e Biofísica

Introdução

XX

A bilirrubina deriva predominantemente da heme da hemoglobina, suprindo cerca de 80 a 85% do pigmento total produzido (em média de 250 a 300 mg de bilirrubina são formadas

24 h a partir de todas as fontes). Os 15 a 20% restantes originam-se do catabolismo de outras pro­teí­nas hemínicas, como a mioglobina, os citocromos e as peroxidases.

A bilirrubina é produzida nas células do sistema re­ticuloendotelial do fígado, baço e medula

óssea. Estas células englobam as hemácias mais velhas, fazendo com que elas sofram lise e liberem a hemoglobina, depois as catabolizam e formam o pigmento.

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14 - Dosagem de Ureia

COMPRI-NARDY, Mariane B.; STELLA, Mércia Breda; OLIVEIRA, Carolina de Grupo Gen PDF Criptografado

14

Dosagem de Ureia

Introdução, 104

XX

Atividade prática: dosagem de ureia, 105

XX

Objetivo, 105

Materiais e método, 105

Resultados e conclusão, 106

Questões, 106

XX

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104

Práticas de Laboratório de Bioquímica e Biofísica

Introdução

XX

Os compostos constituintes de nosso organismo não são permanentes, estão em constante síntese e degradação. No caso das pro­teí­nas, estima-se que para um adulto com uma dieta adequada haja uma renovação (turnover) de 400 g por dia. Os aminoácidos são a matériaprima para a síntese das pro­teí­nas em nosso organismo, estas podem ser provenientes da degradação de pro­teí­nas exógenas (dieta), pro­teí­nas endógenas, ou ainda sintetizadas pelo próprio organismo por meio de reações especiais carbônicas, são transformadas em compostos comuns ao metabolismo de carboidratos e lipídios.

Os seres vivos não são capazes de armazenar aminoácidos nem pro­teí­nas e, assim, atendidas as necessidades de síntese, os aminoácidos excedentes são degradados. A degradação dos aminoácidos compreende a remoção do grupo amino e a oxidação da cadeia carbônica remanescente (reação de desaminação). O grupo amino por desaminação dá origem à amônia que, em sua maioria, é convertida em ureia no fígado. As cadeias carbônicas são transformadas em compostos comuns ao metabolismo de carboidratos e lipídios (Figura 14.1).

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4 - Lipoproteinograma

COMPRI-NARDY, Mariane B.; STELLA, Mércia Breda; OLIVEIRA, Carolina de Grupo Gen PDF Criptografado

4

Lipoproteinograma

Introdução, 28

XX

Atividade prática: lipoproteinograma, 30

XX

Objetivos, 30

Materiais e método, 30

Resultados e conclusão, 31

Questões, 33

XX

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28

Práticas de Laboratório de Bioquímica e Biofísica

Introdução

XX

As lipoproteínas são associações entre lipídios e proteínas denominadas apolipoproteínas

(apos). As apos têm diversas funções no metabolismo das lipoproteínas, como a formação intracelular das partículas lipoproteicas (p. ex., apos B100 e B48), atuação como ligantes a receptores de membrana (p. ex., apos B100 e E) ou como cofatores enzimáticos (p. ex., apos CII, CIII e AI). As lipoproteínas possuem a função de transportar os lipídios no plasma

(triglicerídeos e colesterol) dos seus locais de origem — do intestino (exógena) e do fígado

(endógena) para os locais de armazenamento e utilização, uma vez que estes são insolúveis em água. A fração lipídica das lipoproteínas é muito variável, e permite a classificação das mesmas em quatro classes separadas em dois grupos, de acordo com sua densidades e sua mobilidade eletroforética.

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1 - Instrumentação para Uso do Laboratório em Atividades de Bioquímica e Biofísica

COMPRI-NARDY, Mariane B.; STELLA, Mércia Breda; OLIVEIRA, Carolina de Grupo Gen PDF Criptografado

1

Instrumentação para

Uso do Laboratório em Atividades de

Bioquímica e Biofísica

Introdução, 2

XX

Normas gerais de segurança no laboratório, 2

XX

Principais materiais e equipamentos utilizados nas atividades práticas propostas, 3

XX

Vidrarias, 4

Outros materiais, 6

Equipamentos, 7

Atividade prática: instrumentação para uso do laboratório, 8

XX

Objetivo, 8

Materiais e método, 8

Resultados e conclusão, 9

Questões, 9

XX

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2

Práticas de Laboratório de Bioquímica e Biofísica

Introdução

XX

Todo trabalho de laboratório passa por quatro fases:

1. Familiarização do estudante com o ambiente do laboratório.

2. Desenvolvimento de habilidades para o uso de aparelhos.

3. Execução do experimento proposto visando aos resultados finais.

4. Interpretação dos resultados obtidos.

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22 - Dosagem de Cálcio e de Fósforo

COMPRI-NARDY, Mariane B.; STELLA, Mércia Breda; OLIVEIRA, Carolina de Grupo Gen PDF Criptografado

22

Dosagem de

Cálcio e de

Fósforo

Introdução, 162

XX

Metabolismo do cálcio, 162

Metabolismo do fósforo, 162

Regulação do cálcio e do fósforo, 163

Atividade prática: dosagem de cálcio e de fósforo, 164

XX

Objetivo, 164

Materiais e método, 164

Resultados e conclusão, 166

Curiosidades, 167

XX

Questões, 168

XX

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162

Práticas de Laboratório de Bioquímica e Biofísica

Introdução

XX

Os ossos são compostos de matriz orgânica resistente reforçada por depósito de sais de cálcio. A matriz orgânica do osso consiste em 90 a 95% de fibras colágenas e o restante é constituído por substâncias fundamentais que são compostas por líquidos extracelulares especialmente condroitina sulfato e ácido hialurônico, cujas funções são ajudar a controlar a deposição dos sais de cálcio. Os sais cristalinos depositados nas matrizes orgânicas dos ossos são compostos de cálcio e fosfato. Cerca de 15 a 20% do peso corporal é constituído pelo esqueleto ósseo.

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