37 capítulos
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5 - Perfil Geral das Patologias Cutâneas

ELDER, David E. Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

5

David E. Elder

Rosalie Elenitsas

Bernett L. Johnson, Jr.

George F. Murphy

Xiaowei Xu

Perfil Geral das Patologias Cutâneas

INTRODUÇÃO

O diagnóstico de uma doen­ça diz respeito à capacidade de classificar tal doen­ça em categorias que preveem atributos clinicamente importantes, tais como o prognóstico e a resposta à terapia. Isso permite que intervenções apropriadas sejam planejadas para pacientes em par­ticular. A compreensão desse processo envolve o domínio do conhecimento sobre os estágios da doen­ça, os mecanismos de alterações na morfologia ao longo do tempo e as razões moleculares, celulares, anatômicas clínicas e epidemiológicas para as diferenças entre as doen­ças.

O processo de diagnóstico cutâ­neo em seu nível mais simples pode envolver a combinação de um grande número de atributos contidos em descrições clássicas de doen­ças da pele, com a presença ou ausência dos mesmos atributos em um caso par­ticular sob consideração. Como há centenas de categorias diagnósticas em potencial, cada uma tendo potencialmente contagens desses atributos, é evidente que uma estratégia eficiente deva ser usada para permitir que os diagnósticos sejam considerados, eliminados ou retidos para considerações subsequentes. A observação de um dermatopatologista experiente revela a rapidez de um diagnóstico apurado que evita a consideração simultânea de não mais do que algumas va­riá­veis.

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13 - Doenças Associadas a Agentes Físicos: Calor, Frio, Radiação e Trauma

ELDER, David E. Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

13

Jacqueline M. Junkins-Hopkins

Doenças Associadas a Agentes Físicos:

Calor, Frio, Radiação e Trauma ma lesão física à pele pode resultar em um número de transtornos da epiderme, da derme e/ou do tecido subcutâ­neo, dependendo do tipo de exposição ao agente. Uma lesão direta à pele por exposição associada à radiação e à temperatura resulta em distintas alterações histopatológicas da pele que serão discutidas neste capítulo. Doenças devidas a lesões físicas diretas e lesões relacionadas com cirurgias também são discutidas; entretanto, as alterações cutâ­neas associadas a procedimentos cosméticos, tais como reações a materiais injetáveis (p. ex., silicone), são discutidas em outros locais. As doen­ças que apresentam outra patogenia, mas que podem estar relacionadas com a exposição física ou temperatura, tais como o fenômeno de Raynaud, urticária física e paniculite por frio, estão discutidas nos Capítulos 10, 7 e

20, respectivamente.

U

LESÕES ASSOCIADAS AO CALOR

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1 - Introdução ao Diagnóstico Dermatológico

ELDER, David E. Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

1

David E. Elder

George F. Murphy

Rosalie Elenitsas

Bernett L. Johnson, Jr.

Xiaowei Xu

Introdução ao Diagnóstico

Dermatopatológico s leitores deste livro em suas nove edições anteriores têm confiado nele para ajudá-los a fazer apurados diagnósticos histológicos de doen­ças cutâ­neas. Um diagnóstico é uma ferramenta clínica que auxilia no processo de codificação de pacientes em grupos de doen­ças que tendem a compartilhar um prognóstico comum e um conjunto comum de respostas à terapia.

O diagnóstico histológico, por sua vez, é usado pelos clínicos para auxiliar no tratamento dos pacientes. O diagnóstico mais apurado

é aquele que se correlaciona mais intimamente com o prognóstico clínico e ajuda a direcionar a intervenção clínica mais apropriada. Desse modo, existe uma íntima relação entre o diagnóstico e o prognóstico. Pela ênfase em certas observações fundamentais de valor na identificação de doen­ças par­ticulares, este livro ajuda os examinadores a fazer diagnósticos histológicos apropriados e a fornecer uma estimativa de prognóstico na maioria das biopsias de pele. Quando aplicáveis, aspectos auxiliares, dos pontos de vista ultraestrutural, imuno-histoquí­mico e molecular, aos diagnósticos são discutidos. Esses avanços têm resultado em uma especificidade aumentada para muitos diagnósticos. Por exemplo, a imunofluorescência tem sido usada há muito tempo para fazer a diferenciação entre doen­ças vesiculobolhosas (ver o Capítulo 9). Em outro exemplo, um tumor dérmico amelanótico composto por grandes células mitoticamente ativas e positivas para uma reação imuno-histoquí­ mica para os antígenos HMB-45 ou Melan-A é quase certamente um melanoma maligno. Na ausência dos critérios imunológicos, esses diagnósticos específicos não poderiam ser feitos de modo confiá­vel (ver o Capítulo 28). Nos próximos anos, pode-se esperar que os critérios moleculares sejam usados de forma crescente para o diagnóstico e prognóstico. Por exemplo, um transcrito de fusão para EWS-ATF1 detectado pela reação em cadeia da polimerase

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28 - Lesões Pigmentadas Benignas e Melanoma Maligno

ELDER, David E. Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

28

David E. Elder

Rosalie Elenitsas

George F. Murphy

Xiaowei Xu

Lesões Pigmentadas Benignas e Melanoma Maligno s proliferações melanocíticas são compostas de um ou mais de três tipos relacionados de células: melanócitos, células névicas e células do melanoma, cada um dos quais pode estar localizado na epiderme, na derme ou, ocasionalmente, também no tecido subcutâ­neo. Os melanócitos são células dendríticas solitárias que, geralmente, são separadas entre si por outras células

(queratinócitos ou fibroblastos). A proliferação localizada de melanócitos pode ocorrer dando origem a neo­pla­sias melanocíticas benignas ou malignas, caracterizadas por melanócitos que se situam em contiguidade uns dos outros para formar um tumor. Os tumores benignos dos melanócitos geralmente são denominados nevos melanocíticos, enquanto os tumores malignos são denominados melanomas malignos, e as células dessas lesões são denominadas células névicas e células do melanoma, respectivamente. Embora o termo

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3 - Histologia da Pele

ELDER, David E. Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

3

Elsa F. Velazquez

George F. Murphy

Histologia da Pele

VISÃO GERAL

O entendimento da histologia normal da pele é fundamental para o reconhecimento de patologias cutâ­neas. A jornada para a definição da histologia normal da pele humana é um caminho relativamente curto em termos de dimensões espaciais. A partir de uma vista en face da superfície da pele, caracterizada por escamas em descamação, sulcos, e evidências do crescimento dos anexos cutâ­neos, até a ultraestrutura normal das organelas principais no interior dos constituintes celulares básicos, nós ampliamos para uma faixa de aumento de 105 (1). Ao longo dessa expansão, a histologia da pele é surpreendentemente complexa. Dividida em duas camadas aparentemente separadas (epiderme e derme) (Figuras 3.1 a 3.5), porém funcionalmente interdependentes, a pele é composta por células com inúmeras funções, que variam desde a proteção mecânica e contra a luz, imunovigilância e metabolismo de nutrientes para reparo. Uma terceira camada, o tecido adiposo subcutâ­neo, não é verdadeiramente uma parte da pele, mas, devido à sua íntima relação anatômica e sua tendência a responder juntamente com a pele a muitos processos patológicos, é também discutida neste capítulo.

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