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CAPÍTULO 25 – Manejo do Trauma Cranioencefálico

YAO, Fun-Sun F.; ARTUSIO, Joseph Francis Grupo Gen PDF Criptografado

C APÍTU LO 25

Capítulo 25

Manejo do Trauma Cranioencefálico

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Manejo do Trauma

Cranioencefálico

EUGENE S. FU • JONATHAN JAGID • LEO T. HARRIS

UM HOMEM DE 37 ANOS com história de fibrilação atrial, tratado com varfarina, foi atropelado por um veículo. O paciente foi admitido com cinco pontos na Escala de Coma de Glasgow (ECGl), e os sinais vitais eram pressão arterial de 112/63 mm Hg, freqüência cardíaca de 60 batimentos por minuto, freqüência respiratória de 18 por minuto. O paciente recebeu plasma fresco congelado para obter um tempo de protrombina (PT) de 36,5 segundos e um tempo parcial de tromboplastina ativada (aPTT) de 35 segundos. A tomografia computadorizada (TC) da cabeça mostrou contusões bifrontais e um hematoma intracerebral expansivo na região frontal direita (Fig.

25.1). O paciente foi levado à sala de operações (SO) para craniectomia bifrontal de evacuação de um hematoma no lobo frontal anterior e intracerebral frontal.

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CAPÍTULO 34 – Tireotoxicose

YAO, Fun-Sun F.; ARTUSIO, Joseph Francis Grupo Gen PDF Criptografado

C APÍTU LO 34

Tireotoxicose

DANA L. GURVITCH

UM HOMEM DE 48 ANOS apresentava intumescimento cervical difuso. A história da doença atual incluía dispnéia, disfagia, emagrecimento, paroxismos de palpitação e intolerância ao calor. A pressão arterial era de 160/100 mm Hg, e a freqüência cardíaca, de 120 batimentos por minuto; o hematócrito era de 29%.

A. Diagnóstico Clínico e Diagnóstico Diferencial

1. Qual é o diagnóstico compatível com esses sintomas?

2. Descreva a síntese, a liberação e a conversão periférica de triiodotironina (T3) e tiroxina (T4).

3. Qual é o papel do eixo hipotalâmico-hipofisário na função da

4.

5.

6.

7.

8.

9.

tireóide?

Descreva os efeitos do hormônio tireoidiano.

Quais são as causas do hipertireoidismo?

Quais são os sinais e sintomas da tireotoxicose?

Como você distinguiria a crise tireotóxica da tireotoxicose?

O que precipita a crise tireotóxica?

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CAPÍTULO 37 – Ressecção Transuretral da Próstata

YAO, Fun-Sun F.; ARTUSIO, Joseph Francis Grupo Gen PDF Criptografado

C APÍTU LO 37

Ressecção Transuretral da Próstata

FUN-SUN F. YAO • VINOD MALHOTRA • VIJAYENDRA SUDHEENDRA

UM HOMEM DE 79 ANOS com hipertrofia prostática benigna tem agendada uma ressecção transuretral da próstata (RTUP). A história médica pregressa inclui infarto do miocárdio (IM) complicado por insuficiência cardíaca congestiva (ICC)

7 meses antes. O paciente usava diurético, β-bloqueadores e bloqueador dos canais de cálcio.

A. Diagnóstico Clínico e Diagnóstico Diferencial

1. Há diferença nas taxas de morbidade e mortalidade entre a ressecção transuretral da próstata (RTUP) e a prostatectomia suprapúbica ou retropúbica?

2. Que distúrbios crônicos são comuns em pacientes submetidos

à ressecção transuretral da próstata (RTUP)?

3. A história de infarto do miocárdio (IM) prévio aumenta o risco de reinfarto perioperatório?

4. Você recomendaria o adiamento da cirurgia em pacientes com história de infarto do miocárdio (IM) recente? Em caso afirmativo, por quê?

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CAPÍTULO 41 – Transtornos Hipertensivos da Gravidez

YAO, Fun-Sun F.; ARTUSIO, Joseph Francis Grupo Gen PDF Criptografado

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Capítulo 41

C APÍTU LO 41

Transtornos Hipertensivos da Gravidez

Transtornos Hipertensivos da Gravidez

SHARON ABRAMOVITZ • BARBARA LEIGHTON

UMA MULHER DE 39 ANOS gesta 1 para 0, com 29 semanas de gestação, foi internada com elevação da pressão arterial (182/111 mm Hg), cefaléia e proteinúria (6 g em um período de 24 horas).

A. Diagnóstico Clínico e Diagnóstico Diferencial

1. Qual é a classificação dos transtornos hipertensivos na gravi2.

3.

4.

5.

6.

7.

8.

9.

10.

11.

dez, segundo a definição do American College of Obstetricians and Gynecologists?

O que é pré-eclâmpsia?

O que é pré-eclâmpsia grave?

O que é eclâmpsia?

Quais são os fatores de risco para pré-eclâmpsia?

Qual é a mortalidade associada à pré-eclâmpsia?

Discuta a patogenia da pré-eclâmpsia.

Discuta as alterações patológicas da pré-eclâmpsia.

Que componente da pressão arterial prevê melhor a ocorrência de pré-eclâmpsia?

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CAPÍTULO 16 – Tetralogia de Fallot

YAO, Fun-Sun F.; ARTUSIO, Joseph Francis Grupo Gen PDF Criptografado

C APÍTU LO 16

Capítulo 16

Tetralogia de Fallot

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Tetralogia de Fallot

JAMES A. DINARDO

UMA LACTENTE DE 5 MESES sul-americana, adotada recentemente, está sendo avaliada em razão de cianose estável e persistente com saturação arterial de oxigênio (SaO2) de 70% a 80% desde o nascimento. A criança alimenta-se bem e está no 70o percentil para peso (6,5 kg). A ecocardiografia realizada antes de sua chegada à instituição sugere tetralogia de Fallot (TF). Embora nunca tenha sido observada uma crise cianótica, a SaO2 diminuiu para 60% durante um episódio febril recente. A repetição da ecocardiografia mostra TF com estenose grave da valva pulmonar (EP) e EP subvalvar leve secundária a desvio anterior do septo infundibular na via de saída do ventrículo direito (VSVD). O gradiente instantâneo máximo através da VSVD, determinado por Doppler de onda contínua (DOC), é de 70 mm Hg.

A. Diagnóstico Clínico e Diagnóstico Diferencial

B. Avaliação e Preparação Pré-operatórias

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