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100 - Exames Complementares

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100

Exames

Complementares

Monike Lourenço Dias Rodrigues e Natalia Jatene

Introdução

Os exames complementares utilizados no diagnóstico dos distúrbios hipotalâmico‑hipofisários compreendem dosagens hormonais, provas funcionais e exames de imagem.

Hipófise anterior

Dosagens hormonais basais

Dosagens basais significam o nível sérico de um dado hormô‑ nio na ausência de estímulos farmacológicos, em geral, obtido em amostra de sangue com jejum matinal.

As principais dosagens para avaliação do eixo hipo‑ tálamo‑hipofisário são: hormônio adrenocorticotrófico (ACTH) e cortisol (eixo corticotrófico), hormônio de crescimento (GH) e fator de crescimento semelhante à insulina tipo 1 (insulin‑like growth factor 1 [IGF‑1]; eixo somatotrófico), hormônio tireo‑ trófico (TSH) e tiroxina livre (T4 livre) (eixo tireotrófico), hor‑ mônio foliculestimulante (FSH), hormônio luteinizante (LH), estradiol em mulheres, testosterona total e/ou livre em homens

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113 - Doenças das Suprarrenais

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113

Doenças das

Suprarrenais

Daniela Espíndola Antunes e

Silvia Leda França Moura de Paula

Introdução

As principais afecções do córtex das suprarrenais são a síndrome de Cushing, a insuficiência suprarrenal, o hiperaldosteronismo primário e os incidentalomas suprarrenais. A principal afecção da medula é o feocromocitoma.

Síndrome de Cushing

nas mamas, nádegas, na raiz das coxas e nos quadris, hirsutismo/hipertricose (ver Figura 111.1), acne, hipertensão, hematomas e equimoses, oligo ou amenorreia, impotência, hipotrofia muscular e fraqueza muscular proximal.

Sindrome de Cushing e estados de pseudocushing

Os sinais e sintomas mais específicos para discriminar a verdadeira SC dos estados de pseudocushing são a miopatia proximal, pele fina com formação de equimoses aos mínimos traumas, bem como estrias violáceas maiores que 1 cm de diâmetro.

Osteopenia ou osteoporose, detectadas na densitometria óssea de coluna vertebral e fêmur proximal, também podem ser forte indício de hipercortisolemia, especialmente na ausência de outros fatores de risco.

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3 - Semiologia Baseada em Evidências e Interpretação dos Exames Complementares

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3

Semiologia Baseada em Evidências e Interpretação dos Exames

Complementares

Celmo Celeno Porto, Anete Trajman e Nelson Spector

e novo teste, independentemente do resultado do outro)?; (3) essas duas análises mostrarão se os resultados são válidos?

Para analisar os resultados, o médico deve compreender os indicadores de eficácia de um teste diagnóstico, que são: acu‑ rácia, sensibilidade, especificidade, valores preditivos e razão de verossimilhança. Finalmente, para entender como uma nova tecnologia pode ajudar na investigação do seu paciente, o médico deve considerar se aquele teste está disponível para seu paciente, se é custo‑efetivo e se o paciente, de fato, vai se beneficiar da realização do teste.

Esses indicadores são fundamentais tanto para a decisão de quais exames solicitar quanto para a correta interpretação deles.

Esta nova maneira de ver e praticar a medicina recebeu a denominação de medicina baseada em evidências (MBE), movimento ainda em expansão, mas já com influência signifi‑ cativa na abordagem do processo saúde‑doença.

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50 - Os estudantes de medicina e os médicos diante da morte

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50

Os estudantes de medicina e os médicos diante da morte

Na sociedade ocidental, o nascimento, a doen­ça e a morte estão cada vez mais medicalizados. O nascimento chega a ser considerado um fenômeno não natural! Precisa ocorrer em um hospital e de preferência por cesariana. O conceito de morte por causas naturais vai desaparecendo gradativamente. O ritual de morrer foi transferido da cama da casa para o leito do hospital, ou, pior ainda, para o leito da UTI. Os familiares, ao redor do ente querido, foram subs­ti­tuí­ dos pela equipe de plantonistas. Passaram a fazer parte do ritual de morrer os tubos enfiados em todos os orifícios do corpo e agulhas perfurando veias e artérias. Em vez do silêncio respeitoso, o moribundo vai ter os ruí­dos de monitores, os chiados de equipamentos eletrônicos. O ritual alcança seu ápice quando o monitor anuncia a parada do coração e os procedimentos de “reanimação” têm início.

Muitas vezes, tudo isso é feito em pacientes que não tem mais possibilidades terapêuticas, como acontece principalmente com idosos

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102 - Fundamentos de Anatomia e Fisiologia

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Seção 2    Tireoide

102

Fundamentos de Anatomia e

Fisiologia

Alexandre Roberti

Introdução

A glândula tireoide é uma estrutura única, mediana, reves­ tida por uma cápsula, si­tua­da na porção anterior do pescoço, na altura da quinta à sétima vértebra cervical. Apresenta peso médio de 20 a 30  g, sendo mais pesada nas mulheres

(Figura 102.1).

Tem forma semelhante à da letra “H” e é formada por dois lobos laterais que se unem na linha média pelo istmo. Cada lobo, na glândula normal, mede aproximadamente 4  cm de altura, 2 cm de largura e 3 cm de espessura.

Apresenta um ápice ou polo superior e uma base ou polo inferior. O istmo é uma faixa de tecido glandular que une os polos inferiores dos lobos.

Figura 102.1  Anatomia da tireoide. (Adaptada de Wolf‑Heidegger – Atlas de Anatomia Humana. 6a edição. 2006.)

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O lobo piramidal é uma porção da glândula que se estende para cima a partir da margem superior do istmo, à esquerda da linha média, podendo estar ausente. Cada lobo da glân­ dula é composto por vários lóbulos com até 40 folículos (ver

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