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Capítulo 25 - Primeiras Experiências de Independência

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CAPÍTULO 25

Primeiras Experiências de Independência

A

é suscetível de ser superficial e fácil, ou então profunda e difícil. Uma coisa curiosa acerca do estudo das pripsicologia

meiras atividades das crianças, e dos objetos que usam quando vão para a cama ou quando estão apreensivas, é que esses fatos parecem existir numa camada entre a superfície e o fundo, entre o simples exame de fatos óbvios e uma sondagem nos domínios obscuros do inconsciente. Por esta razão, quero chamar a atenção para o uso que os bebês fazem dos objetos vulgares e comuns, e demonstrar que há muito a aprender nas observações correntemente feitas e nos fatos que estão permanentemente à vista.

Estou falando de nada mais difícil do que o habitual urso de pelúcia de uma criança normal. Toda pessoa que cuida de crianças tem interessantes detalhes a dar que são tão característicos no caso de cada criança quanto as demais normas de comportamento e que jamais são exatamente idênticos em dois casos.

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Capítulo 31 - Timidez e Perturbações Nervosas nas Crianças

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CAPÍTULO 31

Timidez e Perturbações Nervosas nas Crianças

É do médico atender, no momento pelo menos, às necessidades individuais de um paciente – o paciente que lhe foi missão

levado à consulta. Um médico, portanto, não é talvez a pessoa mais indicada para falar a professores, dado que estes praticamente nunca dispõem de uma oportunidade para confinar suas atenções a uma só criança de cada vez. Frequentemente, devem sentir o desejo de fazer o que lhes parece excelente por uma criança e, entretanto, refreiam-se por temor de causar perturbações no grupo como um todo.

Isto não significa, porém, que o professor não esteja interessado no estudo individual das crianças a seu cuidado, e o que um médico pode dizer talvez os leve a ver um pouco mais claramente o que sucede quando, por exemplo, uma criança é tímida ou fóbica. Uma crescente compreensão pode levar a uma inquietação atenuada e uma melhor orientação, mesmo quando poucos conselhos diretos possam ser dados.

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Capítulo 7 - Pormenores da Alimentação do Bebê pela Mãe

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CAPÍTULO 7

Pormenores da Alimentação do Bebê pela Mãe

Ja vivacidade que o bebê aprecia, talvez desde os primeiros dias, da mãe. O prazer com que a mãe realiza suas taá acentuei

refas logo dá a perceber ao bebê que existe um ser humano por trás de tudo o que é feito. Mas o que finalmente leva o bebê a sentir uma pessoa na mãe é, talvez, a capacidade especial da mãe para colocar-se no lugar da criança e, assim, entender o que ela sente. Não há regras nem livros que possam suprir essa intuição que a mãe tem das necessidades do bebê, a qual lhe permite realizar, algumas vezes, uma adaptação quase exata a essas necessidades.

Exemplificarei isto observando de perto a situação ligada à amamentação e comparando dois bebês. Um destes é alimentado pela mãe em casa e o outro numa instituição, um ótimo lugar, mas onde as assistentes têm muito que fazer e não há tempo para a atenção individual.

Começarei pelo bebê na instituição. As enfermeiras das clínicas pediátricas que lerem estas páginas e que alimentam individualmente os bebês a seu cargo vão me perdoar por usar como exemplo o pior e não o melhor que elas podem fazer.

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Capítulo 13 - Mais Ideias sobre os Bebês como Pessoas

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CAPÍTULO 13

Mais Ideias sobre os Bebês como Pessoas

O do ser humano é um processo contínuo.

Tal como no desenvolvimento do corpo, assim também no da desenvolvimento

personalidade e no da capacidade de relações. Nenhuma fase pode ser suprimida ou impedida sem efeitos perniciosos.

A saúde quer dizer maturidade – maturidade apropriada à idade. Se ignorarmos certas doenças acidentais isso é obviamente válido no tocante ao corpo, e em questões de Psicologia não existem razões, praticamente, para que a saúde e maturidade não signifiquem a mesma coisa. Por outras palavras, no desenvolvimento emocional de um ser humano, se não houver entraves ou desvios no processo evolutivo, há saúde.

Isso quer dizer, se não me engano, que todos os cuidados que a mãe e o pai dediquem ao seu bebê não constituem apenas um prazer para eles e para a criança; trata-se também de uma necessidade absoluta e, sem eles, o bebê não poderá transformar-se num adulto sadio ou prestimoso.

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Capítulo 6 - O Fim do Processo Digestivo

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CAPÍTULO 6

O Fim do Processo Digestivo

N

o capítulo anterior, descrevi o destino do leite ao ser engolido, digerido e absorvido. Nos intestinos do bebê ocorrem muitas coisas que não interessam à mãe e, do ponto de vista da criança, essa parte do processo constitui um mistério. Gradualmente, porém, o bebê vê-se envolvido de novo na última fase, a que chamamos excreção, e nela está igualmente envolvida a mãe, podendo desempenhar melhor o seu papel se souber o que ocorre.

O fato é que nem todo o alimento é absorvido; mesmo o leite materno impecavelmente bom deixa certa espécie de resíduo e, em qualquer caso, temos o desgaste da ação intestinal. De uma maneira ou de outra, sobra bastante coisa de que é preciso desembaraçar-se.

As diversas coisas que vão formar o que se converterá no movimento de descarga são gradualmente empurradas para a extremidade inferior do intestino, rumo a uma abertura chamada

ânus. Como se efetua esse movimento? A matéria é movimentada por uma série de ondas de contração, que se desenvolvem em todo o comprimento dos intestinos. A propósito, sabe você que o alimento tem de percorrer um estreito tubo que, num adulto, tem o comprimento total de seis metros? No bebê, os intestinos medem cerca de três metros e meio de comprimento.

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