33 capítulos
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7.4 Comitê estratégico de ética

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CAPÍTULO 7

Modelo de gestão da ética

7.3.2 Definir as diretrizes éticas

Explicitar os padrões de comportamento esperados, consoantes aos valores da cultura corporativa.

7.3.3 Criar os instrumentos institucionais para a gestão da ética

A viabilização do comportamento ético depende fortemente da instituição de meios adequados. Sem os espaços à reflexão e ao exercício participativo da deci‑ são, a gestão torna­‑se centralizadora e autocrática. Nesses casos, a cultura corpo‑ rativa fechada inibe a gestão da ética.

7.3.4 Desenvolver continuamente a consciência ética por meio da educação

Exercícios permanentes de percepção e competência criativas por intermédio de técnicas e metodologias dinâmicas de aprendizagem que reforcem os valores e a práxis da ética no trabalho, contribuindo para a consolidação de uma cultura corporativa aberta.

7.4 Comitê estratégico de ética

O recurso institucional básico é a organização do comitê estratégico de ética corporativa.

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6.5 Ética, felicidade, renovação e perpetuidade

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CAPÍTULO 6

Consciência ética

O desafio da mudança chama­‑se educação. Na empresa, a educação em‑ presarial – todos envolvidos em uma causa comum – só é viável com uma lide‑ rança integrada.

6.5 Ética, felicidade, renovação e perpetuidade

O que tem a ver ética com felicidade? As empresas devem buscar ser felizes! Ab‑ surdo? Utópico? Infantil? Inconsciente?

Felicidade é coisa para poetas e loucos?

Se é assim, sejamos poetas e loucos, pois as mudanças radicais que estão ocorrendo na sociedade exigem posturas menos convencionais, mais flexíveis, inovadoras e éticas! A pessoa feliz é necessariamente ética.

As profundas transformações culturais, sociais e econômicas sinalizam a necessidade de novo modelo organizacional e nova liderança. Flexibilidade é a palavra de ordem para as organizações, seguida de rapidez nas decisões e ações.

A instantaneidade, não apoiada na estratégia, todavia, induz ao comportamento reativo e a erros decisórios graves, inclusive éticos.

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8.2 Código de ética – três dimensões

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ÉTICA NA GESTÃO EMPRESARIAL

integradora. Seu pressuposto é a honradez e a sua observância consciente, res‑ ponsável e renovadora. Antes de eventualmente indicar punição, quando neces‑ sária, visa corrigir desvios, sendo preventivo­‑educativo.

O código de ética é, assim, referencial pedagógico, aponta caminhos, sugere reflexão sobre a essencialidade do esforço em equipe e a praticidade dos princí‑ pios e valores corporativos. Quem quer que o use, seja o gestor ou outro profis‑ sional, por dever específico de ofício, deve tê­‑lo como aliado em seu trabalho e estímulo à preservação da imagem institucional.

O código de ética não é uma peça para ilustrar estantes de livros, mas uma preciosa e essencial fonte de consulta.

Ele é importante, mas pouco ou nada vale caso não expresse a alma da organi‑ zação, pela corresponsabilização espontânea de todos. Isso só ocorre quando tem por fundamento a cultura corporativa; quando a coletividade organizacional se vê espelhada em suas diretrizes. Nada melhor, portanto, que a participação coletiva esteja em sua construção ou nas avaliações periódicas de revisão e reforço.

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3.6 A ética e a visualização de cenários estratégicos

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CAPÍTULO 3

Ética e estratégia organizacionais

.. Como garantir a qualidade do trabalho, de vida e a excelência empresarial?

.. Como prevenir crises de sobrevivência, de expansão e garantir a perpetuida‑ de empresarial?

.. A ética dá lucros? E a transcendência?

.. Como realizar a espiritualidade na empresa?

3.5 Competência – imprescindível à ética

Princípio teórico sem possibilidade de ser vivido inspira, sugere, mas esvazia­‑se no tempo; logo ninguém mais percebe sua existência. É uma linda estátua sem alma.

A essência são os valores. A competência significa a liderança e a estratégia, que as transforma em cultura ética. É o meio social enriquecedor que valida e dinamiza comportamentos éticos. A competência define­‑se pelo conhecimento – informações relevantes – que se traduz em sabedoria – capacidade de aplicá­‑lo à realidade objetiva.

Nada valem a informação e o conhecimento sem a sabedoria, que está muito além da simples habilidade de aplicar. A plenitude do saber compreende colocar­

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2.1 Prejuízos causados pela falta de ética

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Negligência ética

2

A ÉTICA é a ciência do bem comum. Implica preservar a dignidade humana, a liberdade, a igualdade de oportunidades e o respeito aos direitos humanos. Sem uma ética mínima, não há grupo sustentável.

2.1 Prejuízos causados pela falta de ética

As consequências ao se negligenciar a gestão de valores nas organizações é o pre‑ juízo, que pode ser fatal; é só uma questão de tempo. Em uma cultura não ética, ou seja, indiferente às questões morais, tudo acaba sendo permitido. O lucro pas‑ sa a ser o objetivo supremo, um deus exigente ao qual todos os valores subjugam­

‑se. A competição ganha expressão predatória, onde todos os concorrentes de‑ vem ser eliminados.

Por exemplo, certa vez, o CEO de uma organização multinacional indagava a seus gerentes, reunidos em convenção internacional: “O que vocês fariam se vissem um concorrente se afogando?”. Como todos permaneceram calados, ele mesmo respondeu: “Deveriam colocar uma mangueira de água na boca dele, para que expirasse mais rápido!”.

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