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58 - Indução do Parto

FUCHS, Flávio Danni; WANNMACHER, Lenita Grupo Gen PDF Criptografado

Seção 9

CAPÍTULO

Tratamento de Distúrbios do

Sistema Geniturinário

58

Indução do Parto

Jaqueline Neves Lubianca

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Introdução

A indução do trabalho de parto está indicada em situações nas quais aguardar o trabalho de parto espontâneo resultará em riscos maternos ou fetais. Nessas situações, o obstetra precisa decidir a melhor via de parto, cotejando indução do colo e cesariana eletiva quanto a possíveis riscos de uma e potenciais complicações da outra.

Depois de quase 20 anos de aumentos consecutivos (23,8% em

2010), a indução de parto declinou nos EUA a 23,7% (2011) e 23,3%

(2012). De 2006 até 2012, as taxas de indução com 38 semanas gestacionais decresceram em todas as idades maternas até 40 anos. Esse descenso foi atribuí­do a maior uso de parto cesáreo e indução prévia ao termo da gestação. Em anos mais recentes, porém, observou-se tendência inversa, com aumento de nascimentos (> 9%) com 39 ou mais semanas.1

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43 - Arritmias Cardíacas

FUCHS, Flávio Danni; WANNMACHER, Lenita Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

43

Arritmias Cardíacas

Flávio Danni Fuchs

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Introdução

Arritmias cardía­cas não são, obrigatoriamente, doen­ças. Vários ritmos cardía­cos irregulares são fisiológicos, como arritmias sinusais em crianças e adultos jovens, arritmia respiratória, correspondente à variação da fre­quência cardía­ca durante a ventilação, bradicardias não associadas a sintomas ou mau prognóstico e até extrassístoles atriais e ven­tricu­lares, por vezes muito frequentes, em in­di­ví­duos sem cardiopatia estrutural. Como tal, essas arritmias não requerem tratamento.

Este capítulo aborda exclusivamente aquelas arritmias associadas a sintomas ou que consistem risco para eventos mórbidos e fatais.

Em sua maioria, decorrem principalmente de cardiopatias estruturais (is­quêmica, hipertensiva, valvar) e miocardiopatias, mas, em pequena proporção, são anormalidades arritmogênicas primárias.

Classificam-se em taquiarritmias e bradiarritmias, apresentadas no

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52 - Diabetes Melito

FUCHS, Flávio Danni; WANNMACHER, Lenita Grupo Gen PDF Criptografado

Seção 8

CAPÍTULO

Tratamento de Doenças do Sistema

Endócrino e Anticoncepção Hormonal Oral

52

Diabetes Melito

Lenita Wannmacher

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Introdução

Diabetes melito (DM) é doen­ça crônica que ocorre quando o pân­ creas não produz suficiente insulina ou quando o organismo não usa eficazmente a insulina produzida, resultando em hiperglicemia e ou­ tras alterações metabólicas. Promove dano microvascular (retinopa­ tia, nefropatia e neuropatia) e se associa com redução em qualidade de vida, significante morbidade e aumento do risco de complicações macrovasculares, como cardiopatia is­quêmica, doen­ça cerebrovascu­ lar e doen­ça ­vascular periférica.1

Na ausência de marcador biológico específico, a glicemia perma­ nece como base para o diagnóstico de DM. Alterações de glicemia em jejum e teste de tolerância à glicose são condições in­ter­me­diá­rias entre a normalidade e o diabetes. Com níveis mais elevados, há risco de progressão para diabetes melito tipo 2 (DM2), embora isso não seja inevitável.1

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2 - Métodos de Investigação Farmacológico-clínica

FUCHS, Flávio Danni; WANNMACHER, Lenita Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

2

Métodos de Investigação

Farmacológico-clínica

Sandra Costa Fuchs  Flávio Danni Fuchs

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Introdução

A ciência – entendida como observação sistematizada da realidade e experimentação – estendeu-se à Medicina por meio de investigações básica, clínica e epidemiológica. Áreas, ao mesmo tempo distintas e confluentes, levaram a grande parte das práticas diagnósticas contemporâneas. Contribuições de Fisiologia (entre as ciências básicas), Patologia (entre as clínicas) e Epidemiologia destacam-se como exemplos.

As três vertentes científicas da prática médica também confluem na área de tratamentos (Figura 2.1). A contribuição da ciência básica

é dada pela Farmacologia que estuda novos medicamentos, desvenda sua atuação e movimentação no organismo, demonstra efeitos farmacológicos em diversos modelos, indica prováveis efeitos terapêuticos e os potencialmente adversos. A ciência clínica, fundamentada na observação, descreve efeitos de medicamentos nas doenças em geral, muitas vezes entrelaçando-se com a intuição empírica, reconhecida como raciocínio clínico. A Epidemiologia ofereceu à prática clínica, por meio da Epidemiologia Clínica, métodos de quantificação de prognóstico, risco, diagnóstico e de intervenções que têm reorientado muitos atos médicos na atualidade.

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27 - Infecções Parasitárias

FUCHS, Flávio Danni; WANNMACHER, Lenita Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

27

Infecções Parasitárias

Rafael da Veiga Chaves Picon

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Introdução

XX

Protozoá­rios. Protozoá­rios compõem grupo heterogêneo e ubíquo de patógenos causadores de diversas doen­ças em humanos e animais.

Tais doen­ças incluem infecções corriqueiras e prevalentes em todas as sociedades e endemias mundiais.

Malária, causada por Plasmodium spp., foi a quinta causa de morte em todo mundo em 2010. Apesar de o arsenal terapêutico antimalárico contemporâneo ser comprovadamente eficaz, o impacto da doen­ça na saú­de humana se mantém praticamente constante e imperturbável nas últimas décadas, pois era a sexta causa de óbito no planeta em 1990.1

No Brasil, há risco de transmissão de malária em mais de 60% do território que é favorável à transmissão da doen­ça. Aproximadamente 95% dos casos no paí­s ocorrem na Amazônia Legal. Nesta região são registrados perto de 500 mil novos casos por ano. No paí­s, a doen­ça é causada por Plasmodium falciparum, P. vivax e, mais raramente, P. malariae.

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