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Capítulo 12 - Manejo do Escoamento Urbano e do Excesso de Escoamento do Esgoto Combinado

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Capítulo

12

Manejo do Escoamento Urbano e do Excesso de Escoamento do

Esgoto Combinado

12.1

IMPACTOS HIDROLÓGICOS DA URBANIZAÇÃO

Como a quantidade de escoamento das águas pluviais é grande, alcançando ordens de grandeza muito maiores do que os escoamentos no tempo seco, o controle é o foco do planejamento com boa relação custo-benefício para a gestão do escoamento, seja através do balanceamento do escoamento, dos usos múltiplos das instalações, do retardamento do escoamento ou de combinações disso tudo.

Quando a precipitação atinge a superfície do solo ela pode tomar vários caminhos. Esses caminhos incluem o retorno para a atmosfera pela evaporação; a evapotranspiração, que inclui a evaporação direta e a transpiração pelas superfícies das plantas; a infiltração na superfície do solo; a retenção na superfície do solo (empoçamento); e o deslocamento sobre a superfície do solo (escoamento superficial). A alteração da superfície com a qual a precipitação entra em contato também altera o destino e o transporte do escoamento. A urbanização substitui superfícies permeáveis por superfície impermeáveis (por exemplo, telhados, estradas, calçadas e estacionamentos), que são concebidos, entre outros objetivos, para remover a água da chuva o mais rápido possível. Como se pode ver na Figura 12.1, o aumento da proporção de

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Capítulo 9 - Controle de Conexões Cruzadas

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Capítulo

9

Controle de Conexões Cruzadas

9.1

INTRODUÇÃO

As conexões cruzadas das tubulações, que são definidas como conexões reais ou potenciais entre um abastecimento de água potável e um não potável, constituem um perigo grave para a saúde pública.

Existem inúmeros casos bem documentados onde as conexões cruzadas são responsáveis pela contaminação da água potável e que resultaram na disseminação de doenças. O problema é de natureza dinâmica, pois os sistemas de tubulações estão sendo continuamente instalados, alterados ou ampliados.

O controle das conexões cruzadas é possível, mas somente através do conhecimento e da vigilância totais. A educação é essencial, já que mesmo as pessoas experientes em instalações hidráulicas não conseguem reconhecer as possibilidades e perigos das conexões cruzadas. Todos os municípios com sistemas públicos de abastecimento de água deveriam ter programas de controle das conexões cruzadas.

Os responsáveis por abastecimentos de água institucionais ou privados também devem estar familiarizados com os perigos das conexões cruzadas e devem monitorar atentamente os seus sistemas. A

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Capítulo 15 - Sistemas de Esgoto: Modelagem e Aplicativos de Computador

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Capítulo

15

Sistemas de Esgoto: Modelagem e

Aplicativos de Computador

A

hidráulica na parte com escoamento tipo gravitacional dos esgotos sanitários e pluviais é analisada com as mesmas técnicas utilizadas no escoamento de canal aberto. Quando a altura de escoamento é constante, utiliza-se a equação de Manning. Quando há obstruções ou alterações na declividade da tubulação, aplica-se o procedimento de análise do escoamento gradualmente variado. A parcela de pressão do esgoto sanitário é analisada da mesma maneira que um sistema de distribuição de água, conforme discutimos nos Capítulos 6 e 7. A diferença principal é que o escoamento geralmente é retirado de uma rede de distribuição de água, enquanto em um sistema de esgoto o escoamento é injetado nos condutos forçados.

Neste capítulo, o SewerCAD é utilizado como uma demonstração da aplicação da modelagem e das técnicas computacionais no processo de concepção dos esgotos. Análises mais abrangentes do projeto de esgotos foram introduzidas nos Capítulos 13 e 14.

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Capítulo 10 - Introdução aos Sistemas de Águas Servidas

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Capítulo

10

Introdução aos

Sistemas de Águas Servidas

S

egundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), 2,4 bilhões de pessoas não têm acesso ao saneamento básico, o que representa 42% da população mundial. Mais da metade das pessoas sem acesso ao saneamento básico – quase 1,5 bilhão de pessoas – vive na China e na Índia. Na África Subsaariana a cobertura é de apenas 36%. Somente 31% da população rural nos países desenvolvidos têm acesso ao saneamento básico, ao contrário dos 73% dos habitantes das áreas urbanas.

Cerca de 2 milhões de pessoas morrem todos os anos devido a doenças diarreicas; a maior parte delas consiste em crianças com menos de 5 anos de idade. As mais afetadas são as populações nos países em desenvolvimento que vivem em condições de extrema pobreza, consistindo geralmente em moradores das zonas periféricas urbanas e rurais. Entre os problemas principais responsáveis por essa situação estão (a) falta de prioridade conferida ao setor, (b) falta de recursos financeiros, (c) falta de sustentabilidade do abastecimento de água e dos serviços de saneamento, (d) maus hábitos de higiene e (e) saneamento inadequado nos locais públicos, incluindo hospitais, centros de saúde e escolas.

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Capítulo 5 - Hidráulica da Água, Transporte e Acessórios

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Capítulo

5

Hidráulica da Água,

Transporte e Acessórios

5.1

5.1.1

MECÂNICA DOS FLUIDOS, HIDRÁULICA E TRANSPORTE DA ÁGUA

Mecânica dos Fluidos e Hidráulica

Os fluidos são substâncias capazes de escoar de acordo com a forma do recipiente no qual estão contidos. Os fluidos podem ser divididos em líquidos e gases. Os líquidos são praticamente incompressíveis, enquanto os gases são compressíveis. Os líquidos ocupam volumes definidos e possuem superfícies livres, enquanto os gases se expandem até ocupar todas as porções de quaisquer vasos que os contenham. Água, águas servidas, petróleo, etc. são líquidos.

A mecânica dos fluidos é um ramo da mecânica aplicada que lida com o comportamento dos fluidos (líquidos e/ou gases) em repouso e em movimento. Os princípios da termodinâmica devem ser considerados quando ocorrer uma compressibilidade apreciável. A hidráulica é um ramo da mecânica dos fluidos que lida com o comportamento de líquidos particularmente incompressíveis, como a água, as águas servidas, a lama líquida, etc.

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