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5 - Introdução à Análise de Balanços – Análise Horizontal e Análise Vertical

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Introdução à Análise de Balanços – Análise

Horizontal e Análise

Vertical

5

5.1 Generalidades

A análise de balanços deve ser entendida dentro de suas possibilidades e limitações.

De um lado, mais aponta problemas a serem investigados do que indica soluções; de outro, desde que convenientemente utilizada, pode transformar-se num poderoso

“painel de controle” da administração.

Para isso, é necessário atentar para os seguintes detalhes: a) registros contábeis da empresa devem ser mantidos com esmero para que as informações sejam produzidas com fidedignidade e sejam úteis para tomada de decisão; b) ainda que o Departamento de Contabilidade da empresa realize um grande esforço para manter os registros de forma correta, é altamente desejável que os relatórios financeiros sejam auditados por auditor independente ou, pelo menos, tenha havido uma minuciosa revisão por parte da auditoria interna; c) é preciso tomar muito cuidado na utilização de valores extraídos de balanços iniciais e finais, principalmente na área de contas a receber e estoques, pois muitas vezes tais contas, nas datas de balanço, não são representativas das médias reais de período; d) os demonstrativos objetos de análise devem ser corrigidos tendo em vista as variações do poder aquisitivo da moeda, muito embora não exista mais a figura da correção monetária no Brasil desde 1995; para fins gerenciais e de análises esta necessidade não pode ser descartada (analisaremos este problema, em detalhe, em capítulo especial);

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Unidade IV (Apêndices) –  Alterações Principais da Lei nº 11.638, de 2007 (Comunicado da CVM) /  A Lei das Sociedades por Ações (1976)

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Unidade IV

(Apêndices)

– �Alterações Principais da Lei nº

11.638, de 2007 (Comunicado da

CVM)

– �A Lei das Sociedades por Ações

(1976)

Apêndices aos Capítulos 3, 4 e 5

Introdução

O mundo da teoria nem sempre é totalmente coincidente com a realidade das normas e procedimentos emanados de órgãos reguladores.

Na estruturação dos Postulados, Princípios e Convenções apresentados nos

Capítulos 3, 4 e 5, já vistos, preferimos manter o formato já exaustivamente testado e que vem da formulação original, com adaptações, de Hendriksen.

Entretanto, outros autores (como os que aparecem no Apêndice) e os órgãos reguladores seguem uma formação diferenciada, mais detalhada em alguns itens e menos em outros.

Nem todas as estruturas conceituais do tipo FASB, IASB e CPC/CVM contêm todos os postulados, princípios e convenções estudados nos capítulos passados.

No entanto, como a contabilidade brasileira convergiu para as normas do

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Unidade II - 15 Perspectivas e Tendências da

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15

Perspectivas e Tendências da

Teoria da Contabilidade e da

Contabilidade em Geral

15.1 Finalidades e objetivos do capítulo

Apresentamos nos capítulos anteriores o que consideramos um mínimo de teoria para os estudantes que se iniciam nos cursos de pós-graduação em Contabilidade e Finanças, para os cursos avançados na Graduação e para os profissionais de alto nível, principalmente auditores e analistas de investimentos. Entretanto, o estudioso em geral, o professor de Contabilidade e o profissional sentem-se confusos no momento em virtude de certa indefinição dos limites de atuação da

Contabilidade. Pode ficar perplexo, por exemplo, ao consultar, digamos, a revista

The Accounting Review, editada pela AAA (American Accounting Association) nos

últimos anos, e notar uma enorme quantificação da Contabilidade. Afinal, trata-se de Microeconomia, Econometria ou Contabilidade? O gap de entendimento do leitor médio de origem contábil, mesmo nos Estados Unidos, com relação a tal tipo de revista, é brutal. Entramos em outro mundo, talvez o da Contabilometria ou Contimetria, ou seja, um mundo desconhecido e, de certa forma, assustador.

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Unidade I - 2 Resumo da Evolução Histórica

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2

Resumo da Evolução Histórica da Contabilidade

2.1 Objetivos e limites do capítulo

O objetivo deste capítulo é apresentar uma breve visão da evolução histórica da Contabilidade, de forma estrutural, isto é, preocupando-se mais com tendências e formas evolutivas do que com autores e datas. As citações foram realizadas para melhor ilustrar certas formas evolutivas da Contabilidade. A não enumeração de datas ou de certos autores na história da disciplina não significa que não sejam importantes. Nossa síntese histórica será feita com base em avaliação crítica, à luz, principalmente, da abordagem europeia-continental à contabilidade, ao enfoque anglo-saxônico e à realidade brasileira.

2.2 Origem da contabilidade

Não é descabido afirmar que a noção intuitiva de conta e, portanto, de Contabilidade seja, talvez, bastante antiga. Alguns historiadores fazem remontar os primeiros sinais objetivos da existência de contas a aproximadamente 2.000 anos a.C. Entretanto, antes disto, o homem primitivo, ao inventariar o número de instrumentos de caça e pesca disponíveis, ao contar seus rebanhos, ao enumerar suas

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8 - Análise da Rentabilidade (o Retorno sobre o Investimento)

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Análise da Rentabilidade

(o Retorno sobre o

Investimento)

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8.1 Introdução

Expressar a rentabilidade em termos absolutos tem uma utilidade informativa bastante reduzida. Afirmar que a General Motors teve um lucro de, digamos, R$ 5 bilhões em 2015, e que a empresa Zafira Ltda. teve um lucro de R$ 200 em 2015 pode impressionar no sentido de que todo mundo vai perceber que a General Motors é uma empresa muito grande e a outra muito pequena, e só; não refletirá, todavia, qual das duas deu maior retorno relativo.

De maneira geral, portanto, devemos relacionar um lucro de um empreendimento com algum valor que expresse a dimensão relativa do mesmo, para analisar o quanto bem se saiu a empresa em determinado período. O melhor conceito de dimensão poderá ser ora volume de vendas, ora valor do ativo total, ora valor do patrimônio líquido, ou valor do ativo operacional, dependendo da aplicação que fizermos.

No que se refere ao lucro, por sua vez, muitas variantes podem ser empregadas: lucro operacional, lucro líquido, lucro antes ou após o imposto sobre a renda etc.

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