14 capítulos
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5 Avaliação de ativos e passivos

ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti Grupo Gen ePub Criptografado

O objetivo principal deste capítulo é analisar os principais critérios de contabilização e avaliação de ativos e passivos do balanço patrimonial (BP) e os seus reflexos na demonstração do resultado do exercício (DRE).

É relevante que o analista conheça a correlação entre contas do BP e da DRE, de maneira que possa compreender e interpretar os indicadores econômicos e financeiros.

Por exemplo, parte substancial do lucro na DRE poderia ter sido em decorrência de ajuste a valor justo do ativo de propriedade para investimento, dentro do escopo do CPC 28, e que esse lucro poderia ser econômico e não financeiro em outras palavras, esse lucro não teria afetado o caixa ou as contas-correntes bancárias da entidade. A falta do conhecimento dessa transação poderia levar o analista à interpretação equivocada sobre a capacidade do lucro da entidade em gerar fluxos de caixa positivos.

As práticas contábeis que tratam de ativos financeiros estão contempladas no CPC 48.

Em linhas gerais, o CPC 48 define instrumento financeiro como qualquer contrato que origine um ativo financeiro para uma entidade e um passivo financeiro (por exemplo, debênture a pagar) ou título patrimonial (por exemplo, ações do capital social) para outra entidade.

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Exame de Suficiência do CFC – questões resolvidas

ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti Grupo Gen ePub Criptografado

QUESTÕES

1. (Exame de suficiência, 01/2011) Em 31 de dezembro de 2010, uma determinada companhia publicou a seguinte demonstração contábil:

Balanço Patrimonial (em R$)

 

2009

2010

 

2009

2010

ATIVO

88.400,00

107.000,00

PASSIVO E PL

88.400,00

107.000,00

Ativo Circulante

57.400,00

61.800,00

Passivo Circulante

36.600,00

43.400,00

Disponível

1.400,00

6.600,00

Fornecedores

22.000,00

28.000,00

Clientes

24.000,00

27.200,00

Contas a Pagar

Empréstimos

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11 Ciclos operacional, financeiro, econômico e análise do capital de giro

ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti Grupo Gen ePub Criptografado

Neste capítulo, abordamos questões relevantes relacionadas com entendimento e gerenciamento das atividades da entidade, com a finalidade de maximizar os lucros e reduzir problemas vinculados principalmente com liquidez, tais como:

• Qual o seu ciclo operacional?

• Qual o seu ciclo financeiro?

• Qual o seu ciclo econômico?

• Qual a relação entre os índices de rotação, estudados em capítulo anterior, com os ciclos citados?

• O que representa capital de giro?

• Como o capital de giro se relaciona com o capital circulante líquido?

• Quais estruturas patrimoniais seriam indicadores de possíveis crises financeiras?

• Como estabelecer o montante da necessidade de capital de giro?

O ciclo operacional começa com a compra da matéria-prima e vai até o recebimento da venda do produto acabado do cliente.

O ciclo financeiro começa com pagamento ao fornecedor da matéria-prima e vai até o recebimento da venda do produto acabado do cliente.

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12 Análise da demonstração dos fluxos de caixa

ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti Grupo Gen ePub Criptografado

O objetivo da demonstração dos fluxos de caixa (DFC) é fornecer informações relevantes sobre recebimentos e pagamentos de caixa de uma entidade durante certo período, de maneira a proporcionar aos usuários das demonstrações contábeis (DCs) uma base para avaliar a capacidade da entidade de gerar caixa e equivalentes de caixa, bem como de entender as necessidades da entidade de utilização desses fluxos de caixa.

A DFC foi regulamentada por meio do pronunciamento técnico contábil CPC 03, dentro do contexto de adoção pelo Brasil das normas internacionais de contabilidade (correspondente ao IAS 7 do IASB). A DFC substituiu no Brasil a Demonstração de Origens e Aplicações de Recursos.

Os fluxos de caixa da DFC são apresentados de acordo com a Figura 12.1.

O objetivo deste capítulo é informar os principais dados da DFC e indicadores de análise, e não ensinar como preparar a DFC.

Figura 12.1 Apresentação dos fluxos de caixa da DFC.

As transações apresentadas na Figura 12.2 são classificadas como caixa e equivalentes de caixa (CEC) para fins da DFC. Note que somente as mutações em CEC são relatadas na DFC.

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2 Visão geral das demonstrações contábeis

ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti Grupo Gen ePub Criptografado

As demonstrações contábeis são compostas de:

BALANÇO PATRIMONIAL (BP)

DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO (DRE)

DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO ABRANGENTE (DRA)

DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO (DMPL)

DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA (DFC)

NOTAS EXPLICATIVAS (NE)

A norma contábil CPC 26 é a que trata da estrutura das demonstrações contábeis.

A seguir, apresentamos uma representação do balanço patrimonial.

ATIVOS

PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO

Bens e direitos

1.000

Passivos

300

Patrimônio líquido

700

Total

1.000

Total

1.000

Ativos

Forma com que os recursos da entidade foram aplicados (conta-corrente bancária, contas a receber, estoques, imóveis, máquinas e equipamentos etc.).

Passivos

Recursos de terceiros que estão financiando os ativos e representados por obrigações (empréstimos bancários recebidos e ainda não pagos, dívidas com fornecedores, dívidas com impostos, dívidas com funcionários etc.).

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