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2 Visão geral das demonstrações contábeis

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As demonstrações contábeis são compostas de:

BALANÇO PATRIMONIAL (BP)

DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO (DRE)

DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO ABRANGENTE (DRA)

DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO (DMPL)

DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA (DFC)

NOTAS EXPLICATIVAS (NE)

A norma contábil CPC 26 é a que trata da estrutura das demonstrações contábeis.

A seguir, apresentamos uma representação do balanço patrimonial.

ATIVOS

PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO

Bens e direitos

1.000

Passivos

300

Patrimônio líquido

700

Total

1.000

Total

1.000

Ativos

Forma com que os recursos da entidade foram aplicados (conta-corrente bancária, contas a receber, estoques, imóveis, máquinas e equipamentos etc.).

Passivos

Recursos de terceiros que estão financiando os ativos e representados por obrigações (empréstimos bancários recebidos e ainda não pagos, dívidas com fornecedores, dívidas com impostos, dívidas com funcionários etc.).

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9 - Estoques

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Capítulo 9

Estoques

9.1 Introdução

Os estoques são bens destinados à venda ou à fabricação, relacionados com os objetivos e atividades da empresa. Eles são importantes na apuração do lucro líquido de cada exercício social e na determinação do valor capital circulante líquido do balanço patrimonial.

As principais classes de estoques compreendem:

■■ matérias-primas – bens comprados e destinados à produção;

■■ produtos em processo – bens que estão em processo de produção;

■■ produtos acabados – bens produzidos e destinados à venda;

■■ mercadorias – bens comprados e destinados à venda.

As atividades envolvendo a área de estoques oferecem ao auditor excelentes oportunidades para ele desenvolver recomendações construtivas, visando ao aprimoramento dos controles e redução de custos da empresa auditada. Esse fato acontece em função da complexidade das operações de estoques, conforme exemplificado na Figura 9.1.

Em linhas gerais, os principais objetivos da auditoria de estoques são os seguintes:

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Medium 9788522478750

3 Demonstração do Valor Adicionado

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3

Demonstração do Valor Adicionado

1 Introdução

A nova norma da lei societária estabelece:

“Art. 176 [...]

V – se companhia aberta, valor adicionado.

Art. 188. As demonstrações referidas nos incisos IV e V do caput do art. 176 desta Lei indicarão, no mínimo:

II – demonstração do valor adicionado – o valor da riqueza gerada pela companhia, a sua distribuição entre os elementos que contribuíram para a geração dessa riqueza, tais como empregados, financiadores, acionistas, governo e outros, bem como a parcela da riqueza não distribuída.”

A nova norma da lei societária (Lei nº 11.638/07) alterou os arts. 176 e 188 da Lei nº 6.404/76, incluindo a obrigatoriedade da apresentação da demonstração do valor adicionado (DVA), somente para as companhias abertas. Logo, a DVA faz parte do conjunto de demonstrações financeiras de uma companhia aberta, que contempla também o balanço patrimonial, a demonstração do resultado do exercício, a demonstração das mutações do patrimônio líquido, a demonstração dos fluxos de caixa e as notas explicativas. As companhias fechadas e as empresas limitadas poderão optar pela apresentação da DVA.

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Medium 9788597016406

8 - Critérios de Avaliação do Ativo – Instrumentos Financeiros, Incluindo Derivativos, e Direitos e Títulos de Crédito

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8

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DO ATIVO –

INSTRUMENTOS FINANCEIROS, INCLUINDO

DERIVATIVOS, E DIREITOS E TÍTULOS DE CRÉDITO

8.1 CONCEITOS

Norma da lei societária

“Art. 183. No balanço, os elementos do ativo serão avaliados segundo os seguintes critérios:

I – as aplicações em instrumentos financeiros, inclusive derivativos, e em direitos e títulos de créditos, classificados no ativo circulante ou no realizável a longo prazo: a) pelo seu valor justo, quando se tratar de aplicações destinadas à negociação ou disponíveis para venda; e b) pelo valor de custo de aquisição ou valor de emissão, atualizado conforme disposições legais ou contratuais, ajustado ao valor provável de realização, quando este for inferior, no caso das demais aplicações e os direitos e títulos de crédito.”

Os instrumentos financeiros foram regulamentados através dos pronunciamentos técnicos contábeis CPC 38,

CPC 39 e CPC 40. Em 1o de janeiro de 2018 o CPC 38 foi substituído pelo CPC 48.

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Medium 9788597011609

16 - Ativo intangível

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16

ATIVO INTANGÍVEL

16.1 Introdução

Corresponde aos direitos que tenham por objeto bens INCORPÓREOS destinados à MANUTENÇÃO DAS ATIVIDADES da entidade ou exercidos com essa finalidade (CPC 04).

Suponha a situação em que uma entidade compra de terceiros uma fórmula patenteada de um remédio para cura de certa doença. Essa PATENTE gera receita para a entidade através da venda dos remédios para terceiros. Essa patente é equivalente a uma máquina em uma empresa industrial, ou seja, é utilizada na manutenção dos negócios da entidade. No entanto, ao contrário de uma máquina, essa patente NÃO TEM SUBSTÂNCIA FÍSICA. Essa patente representa um ativo intangível.

16.2 Exemplos de direitos do ativo intangível

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Marcas.

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Títulos de periódicos.

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Softwares.

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194 CAPÍTULO 16

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Licenças e franquias.

Direitos autorais, patentes e outros direitos de propriedade industrial, de serviços e operacionais.

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