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3 - Principais Grupos de Contas do Balanço Patrimonial e da Demonstração do Resultado

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PRINCIPAIS GRUPOS DE CONTAS

DO BALANÇO PATRIMONIAL E DA

DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO

1 INTRODUÇÃO

O balanço patrimonial relata em uma certa data a situação econômica e financeira da entidade, em termos de ativos, dívidas com terceiros e os recursos investidos pelos sócios no negócio.

A demonstração do resultado informa o lucro ou prejuízo apurado pela sociedade em um dado período.

Quando as receitas são maiores do que as despesas, a entidade apura lucro. Quando as despesas são maiores do que as receitas, a entidade apura prejuízo.

Os principais grupos de contas do balanço patrimonial e da demonstração do resultado estão previstos no CPC 26(R1) – Apresentação das Demonstrações

Contábeis.

2 BALANÇO PATRIMONIAL

Um modelo de balanço patrimonial, de acordo com o CPC 26(R1).54 – Apresentação das Demonstrações

Contábeis, é exibido a seguir:

BALANÇOS PATRIMONIAIS LEVANTADOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 20x2 E 20x1 (VALORES EXPRESSOS

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5 Avaliação de ativos e passivos

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O objetivo principal deste capítulo é analisar os principais critérios de contabilização e avaliação de ativos e passivos do balanço patrimonial (BP) e os seus reflexos na demonstração do resultado do exercício (DRE).

É relevante que o analista conheça a correlação entre contas do BP e da DRE, de maneira que possa compreender e interpretar os indicadores econômicos e financeiros.

Por exemplo, parte substancial do lucro na DRE poderia ter sido em decorrência de ajuste a valor justo do ativo de propriedade para investimento, dentro do escopo do CPC 28, e que esse lucro poderia ser econômico e não financeiro em outras palavras, esse lucro não teria afetado o caixa ou as contas-correntes bancárias da entidade. A falta do conhecimento dessa transação poderia levar o analista à interpretação equivocada sobre a capacidade do lucro da entidade em gerar fluxos de caixa positivos.

As práticas contábeis que tratam de ativos financeiros estão contempladas no CPC 48.

Em linhas gerais, o CPC 48 define instrumento financeiro como qualquer contrato que origine um ativo financeiro para uma entidade e um passivo financeiro (por exemplo, debênture a pagar) ou título patrimonial (por exemplo, ações do capital social) para outra entidade.

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Medium 9788597016406

10 - Critérios de Avaliação do Ativo – Investimentos

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CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DO

ATIVO – INVESTIMENTOS

10.1 CONCEITOS

Norma da lei societária

“III – os investimentos em participação no capital social de outras sociedades, ressalvado o disposto nos artigos 248 a 250, pelo custo de aquisição, deduzido de provisão para perdas prováveis na realização do seu valor, quando essa perda estiver comprovada como permanente, e que não será modificado em razão do recebimento, sem custo para a companhia, de ações ou quotas bonificadas;

IV – os demais investimentos, pelo custo de aquisição, deduzido de provisão para atender às perdas prováveis na realização do seu valor, ou para redução do custo de aquisição ao valor de mercado, quando este for inferior.”

Os incisos III e IV tratam dos seguintes ativos:

1. Participações societárias avaliadas pelo método de equivalência patrimonial (arts. 248 a 250 da Lei no

6.404/76).

2. Participações societárias avaliadas pelo método de custo deduzido de perda comprovada como permanente.

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Medium 9788597013791

16 - Contratos de Construção

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Capítulo 16

Contratos de Construção

16.1 Introdução

Abordamos neste capítulo o tratamento contábil e a metodologia de auditoria de receitas e despesas associadas a contratos de construção, que por força de sua natureza, começarão em um exercício social e terminarão em outro exercício social.

O contrato de construção é um contrato especificamente firmado para construção de um ativo ou uma combinação de ativos que sejam inter-relacionados ou interdependentes em função de sua concepção, tecnologia ou do seu propósito ou uso final.

Um contrato dessa natureza pode estar relacionado com a construção de pontes, navios, barragens, oleodutos, estradas, navios, túneis, máquina) etc.

Os contratos de construção foram normatizados através do pronunciamento técnico CPC 17, e posteriormente pelo CPC 47.

16.2  Receita do contrato

A receita do contrato deve compreender: a) a quantia inicial da receita acordada no contrato; e b) as variações decorrentes de solicitações adicionais, as reclamações e os pagamentos de incentivos contratuais:

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8 - Critérios de Avaliação do Ativo – Instrumentos Financeiros, Incluindo Derivativos, e Direitos e Títulos de Crédito

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CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DO ATIVO –

INSTRUMENTOS FINANCEIROS, INCLUINDO

DERIVATIVOS, E DIREITOS E TÍTULOS DE CRÉDITO

8.1 CONCEITOS

Norma da lei societária

“Art. 183. No balanço, os elementos do ativo serão avaliados segundo os seguintes critérios:

I – as aplicações em instrumentos financeiros, inclusive derivativos, e em direitos e títulos de créditos, classificados no ativo circulante ou no realizável a longo prazo: a) pelo seu valor justo, quando se tratar de aplicações destinadas à negociação ou disponíveis para venda; e b) pelo valor de custo de aquisição ou valor de emissão, atualizado conforme disposições legais ou contratuais, ajustado ao valor provável de realização, quando este for inferior, no caso das demais aplicações e os direitos e títulos de crédito.”

Os instrumentos financeiros foram regulamentados através dos pronunciamentos técnicos contábeis CPC 38,

CPC 39 e CPC 40. Em 1o de janeiro de 2018 o CPC 38 foi substituído pelo CPC 48.

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