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Capítulo 7 Coerência

TOMASI, Carolina; MEDEIROS, João Bosco Grupo Gen ePub Criptografado

■ Aprimorar a preocupação do leitor com a necessidade de coerência textual.

■ Discutir a relevância da coerência textual para conscientizar o leitor sobre a necessidade de produzir textos que tenham sentido.

■ Aprimorar a prática de expressões em que as ideias se relacionam harmoniosamente.

■ Praticar com o leitor a coerência textual, alertando-o sobre os perigos da incoerência.

■ Conscientizar o leitor de que coesão e coerência andam de mãos dadas.

1. Na vida, de uma pessoa que fala uma coisa e faz outra dizemos que é incoerente. Você poderia dar alguns exemplos de comportamento incoerente (na política, nos clubes de futebol, nas empresas)?

2. Que é um argumento incoerente?

3. Você poderia apresentar exemplos de texto incoerente?

4. Há argumentos que são aparentemente incoerentes, como em: “Jogamos na defesa para podermos atacar mais.” Comente essa frase.

5. Comente a frase: “Éramos 200 corredores ao todo; 50% desistiram no meio do caminho. E chegamos ao fim da corrida com 80 pessoas.”

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Capítulo 6 Coesão

TOMASI, Carolina; MEDEIROS, João Bosco Grupo Gen ePub Criptografado

■ Mostrar como a coesão é fundamental na estruturação do pensamento.

■ Mostrar que a estruturação do pensamento se faz com o uso de certas palavras que permitem uma ideia relacionar-se com outra.

■ Evidenciar como a coesão é fundamental para a comunicação.

■ Treinar o leitor para uma observação apurada no uso sobretudo de conjunções e outras palavras que estabelecem coesão sintática.

■ Praticar com o leitor orações coordenadas e subordinadas, tendo em vista alcançar uma expressão estruturada capaz de transmitir informação compreensível.

1. Você normalmente se preocupa com a estrutura de seu pensamento? Preocupa-se se as ideias se relacionam umas com as outras?

2. Que significa coesão? Quando sabemos que uma coisa não combina com outra? Quando sabemos que entre uma ideia e outra não há relação, nexo sintático?

3. Você percebe quando uma pessoa fala frases soltas, que não se relacionam adequadamente, ou seja, a passagem de uma ideia para outra não se faz de forma harmoniosa?

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Capítulo 10 Condições de produção do texto

TOMASI, Carolina; MEDEIROS, João Bosco Grupo Gen ePub Criptografado

■ Conscientizar o leitor de que o texto não é uma estrutura acabada, um produto.

■ Conscientizar o leitor de que o texto é produto parcial de nossa atividade comunicativa, que compreende processos, operações e estratégias que ocorrem na mente humana e são postos em ação em situações concretas de interação social.

■ Refletir com o leitor sobre a produção textual, que é uma atividade verbal, que está a serviço de objetivos sociais e, portanto, inserida em contextos mais complexos de atividades.

■ Refletir com o leitor sobre o fato de que o texto é uma atividade intencional do falante, em conformidade com as condições sob as quais o texto é produzido.

■ Conscientizar o leitor de que a produção textual é uma atividade interacional.

1. O que você entende por texto?

2. Em tecer, temos entrelaçamento de fios; podemos então dizer que no texto há entrelaçamento de ideias? Explicite esse fato, considerando que os fios precisam estar entrelaçados e não soltos.

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Capítulo 9 Informações implícitas

TOMASI, Carolina; MEDEIROS, João Bosco Grupo Gen ePub Criptografado

■ Capacitar o leitor para a leitura de informações implícitas que compõem os textos escritos e orais.

■ Alertar o leitor para tirar proveito no texto oral e no texto escrito de implícitos verbais.

■ Conscientizar o leitor de que os subentendidos pertencem à subjetividade do autor e de que os pressupostos estão presentes no texto. Do primeiro o autor pode safar-se, afirmando que “não era bem isso que eu queria dizer”, mas do segundo não há como fugir da interpretação do leitor.

■ Ampliar a capacidade de observação do leitor para a focalização de implícitos verbais constantes do texto que lhe dão uma direção de interpretação.

■ Esclarecer que os implícitos verbais constituem também instrumentos argumentativos.

1. Você normalmente presta atenção nos implícitos verbais veiculados na comunicação oral e na escrita?

2. Ao observar um subentendido numa discussão, qual seu comportamento, sua reação?

3. O pressuposto verbal é um expediente comum tanto na comunicação oral, como na escrita. Eles são compostos por expressões como: continua, de novo, , ainda. Que providências toma para não interpretá-los erroneamente? Por exemplo: “Você está atrasada de novo!”

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Capítulo 11 Polifonia e intertextualidade

TOMASI, Carolina; MEDEIROS, João Bosco Grupo Gen ePub Criptografado

■ Conscientizar o leitor de que um discurso é sempre uma retomada de outro e que a originalidade na linguagem não existe.

■ Explicitar para o leitor que um texto remete a outro, num processo contínuo de diálogo, de intertextualidade.

■ Capacitar o leitor a confrontar um texto com outro que lhe serviu de base para verificar alterações de sentido.

■ Desenvolver habilidades de leitura do leitor, mostrando-lhe como o processo de intertextualidade é relevante para a compreensão de um texto.

■ Desenvolver no leitor habilidades de produção de texto com base em outros textos.

1. Você se recorda de alguma letra de música que se parece com alguma outra que você já ouviu? Qual?

2. Ouça Imagine de John Lennon e Wonderful World de Louis Armstrong e diga qual a diferença que existe entre elas.

3. Que diferença há entre o discurso de Chaplin em O grande ditador e o discurso do líder Martin Luther King?

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