12 capítulos
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6 Processos motivacionais

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Processos motivacionais

Objetivos deste capítulo: motivação.

• Definir condições de influências interna e externa nas orga• Analisar nizações. teorias motivacionais.

• Conhecer condições de estímulo necessárias à manutenção

• Conhecer de aspectos motivacionais no ambiente de trabalho.

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A motivação é um processo psicológico responsável pela formação e manutenção da conduta humana. Constitui um objeto de estudo bastante valioso para o meio corporativo, uma vez que a obtenção de resultados depende muito desse processo.

O grande desafio para os gestores no quesito motivação é proporcionar um ambiente favorável a ela, associando, de modo compatível, colaboradores a papéis organizacionais e, ainda, reconhecendo seu bom desempenho e/ou recompensando-os por isso.

Viabilizar o aprendizado e favorecer a existência de políticas de

QVT (Qualidade de Vida no Trabalho), além de permitir que o trabalhador associe seu ofício a resultados positivos para sua vida, contribui para a manutenção da motivação.

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10 A liderança

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A liderança

Objetivos deste capítulo: liderança.

• Definir os diferentes tipos de poder assumidos na liderança.

• Analisar traços de personalidade compatíveis com a liderança.

• Associar

• Discutir a importância da liderança sobre o comportamento grupal.

De todos os temas discutidos no decorrer deste livro, a liderança poderia estar inserida em vários capítulos, dadas sua importância e abrangência. Exatamente por isso, separamos um capítulo exclusivo para melhor estudá-la.

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10.1 Conceitos

Robbins e Fiorelli concordam em apontar o exercício da liderança como busca de resultados organizacionais por intermédio das pessoas.

Liderar, contrariando muitos preconceitos, não é tarefa fácil. O líder, para exercer bem seu papel, depende de alguns atributos pessoais, como facilidade de comunicação e motivação específica para liderar

“energias” (potenciais de trabalho).

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Anexo Relações interpessoais no centro cirúrgico: oportunidades e desafios

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Anexo

Relações interpessoais no centro cirúrgico: oportunidades e desafios

“Os problemas mais fáceis foram dados aos físicos.”

Anônimo

Introdução

A vida humana é o grande foco de um centro cirúrgico, onde atuam equipes multidisciplinares. Cirurgiões, anestesistas, enfermeiros, auxiliares de enfermagem, enfim, cada um em um papel profissional distinto que precisa administrar os estresses da própria categoria (escalas horárias apertadas, remuneração nem sempre justa, o fato de lidar com vida e a morte etc.) e os do ambiente de trabalho, além da necessidade de ser bem relacionado com o grupo, para que o objetivo final seja satisfatoriamente alcançado.

A percepção do próprio papel, com possibilidades e limitações, além de habilidade social (DEL PRETTE e DEL PRETTE, 2009), são os fatores que mais contribuem para a chamada sinergia positiva

– quando há a percepção de que trabalhar em grupos supera a marca da produção individual. (ROBBINS, 2005).

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2 O estudo da personalidade e sua contribuição para as organizações

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O estudo da personalidade e sua contribuição para as organizações

Objetivos deste capítulo: personalidade.

• Definir suas condições de formação.

• Analisar teorias explicativas da personalidade.

• Conhecer diferenças individuais e processos decisórios.

• Correlacionar

• Relacionar traços de personalidade ao exercício profissional.

Tolerante, impaciente, autoritário, passivo, obstinado, resignado, alegre, triste, extrovertido, introvertido, calado, falante... Enfim:

Quais dessas características poderiam ser atribuídas a você?

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Todas revelam traços de personalidade que utilizamos para descrever a nós mesmos e outras pessoas. A descrição de terceiros nos parece mais fácil porque passamos pouco tempo pensando em nossas características pessoais. Quando o fazemos, tendemos a nos atribuir mais qualidades que “defeitos”, o que confere uma sensação mais agradável à autoestima.

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3 A percepção

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A percepção

Objetivos deste capítulo: percepção.

• Definir a fisiologia da percepção.

• Conhecer fatores de influência no processo perceptivo.

• Analisar

• Correlacionar percepção e ajustamento.

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3.1 Conceitos

Uma passagem de O pequeno príncipe, de Antoine de Saint-Exupéry, ilustra o quanto a percepção de um mesmo objeto pode ser diferente para várias pessoas e nos permite iniciar um próprio conceito acerca do mesmo tema.

No livro, o personagem relata que, impressionado ao ver a gravura de uma jiboia engolindo um animal, fez seu primeiro desenho e mostrou aos adultos. Queria saber se eles sentiam medo. “Por que um chapéu nos daria medo?”, perguntaram as pessoas. O desenho feito pelo personagem não representava um chapéu, mas uma jiboia engolindo um elefante. Por esse motivo, foi necessário fazer o segundo desenho.

“Os adultos têm sempre necessidade de explicações detalhadas”, diz o personagem.

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