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2 O estudo da personalidade e sua contribuição para as organizações

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O estudo da personalidade e sua contribuição para as organizações

Objetivos deste capítulo: personalidade.

• Definir suas condições de formação.

• Analisar teorias explicativas da personalidade.

• Conhecer diferenças individuais e processos decisórios.

• Correlacionar

• Relacionar traços de personalidade ao exercício profissional.

Tolerante, impaciente, autoritário, passivo, obstinado, resignado, alegre, triste, extrovertido, introvertido, calado, falante... Enfim:

Quais dessas características poderiam ser atribuídas a você?

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Todas revelam traços de personalidade que utilizamos para descrever a nós mesmos e outras pessoas. A descrição de terceiros nos parece mais fácil porque passamos pouco tempo pensando em nossas características pessoais. Quando o fazemos, tendemos a nos atribuir mais qualidades que “defeitos”, o que confere uma sensação mais agradável à autoestima.

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7 A aprendizagem

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A aprendizagem

Objetivos deste capítulo: aprendizagem.

• Definir aprendizagem à resolução de problemas.

• Associar aprendizado e memorização.

• Diferenciar diferentes tipos de aprendizagem.

• Conhecer as organizações como grandes fontes de aprendizagem.

• Reconhecer a importância dos programas de treinamento.

• Discutir as habilidades sociais como conquistas viáveis nos

• Reconhecer meios organizacionais.

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7.1 Conceitos e importância para o homem

A aprendizagem é um processo que acompanha o homem desde o nascimento e nem sempre é planejada ou voluntária. Aprendemos a falar imitando os fonemas percebidos, sem a intenção de aprender.

Sequer sabemos, nesse momento, o quanto a linguagem será essencial em nossa vida.

Funções de locomoção e a busca de satisfação de necessidades (saciedade da fome, sede, sexo etc.), assim como os comportamentos sociais, são aprendidas de forma não intencional.

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3 A percepção

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A percepção

Objetivos deste capítulo: percepção.

• Definir a fisiologia da percepção.

• Conhecer fatores de influência no processo perceptivo.

• Analisar

• Correlacionar percepção e ajustamento.

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3.1 Conceitos

Uma passagem de O pequeno príncipe, de Antoine de Saint-Exupéry, ilustra o quanto a percepção de um mesmo objeto pode ser diferente para várias pessoas e nos permite iniciar um próprio conceito acerca do mesmo tema.

No livro, o personagem relata que, impressionado ao ver a gravura de uma jiboia engolindo um animal, fez seu primeiro desenho e mostrou aos adultos. Queria saber se eles sentiam medo. “Por que um chapéu nos daria medo?”, perguntaram as pessoas. O desenho feito pelo personagem não representava um chapéu, mas uma jiboia engolindo um elefante. Por esse motivo, foi necessário fazer o segundo desenho.

“Os adultos têm sempre necessidade de explicações detalhadas”, diz o personagem.

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5 A emoção e a inteligência no contexto do trabalho

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A emoção e a inteligência no contexto do trabalho

Objetivos deste capítulo: emoção.

• Definir inteligência.

• Definir aspectos emocionais a padrões de conduta.

• Associar o conceito de inteligências múltiplas, de Gardner.

• Apresentar diferentes tipos de inteligências e associá-las a perfis

• Analisar compatíveis de carreira.

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“J” é analista contábil de uma empresa de engenharia e conta com o auxílio de um colega, na mesma posição, e de um grupo de estagiários para dar conta do trabalho.

Por ser o mais antigo da equipe, entende que exerce influência sobre os demais, como se fosse o chefe. Tem inúmeros problemas pessoais e nem sempre consegue evitar que interfiram no trabalho. Ele passa os dias estressado e adquiriu uma gastrite crônica, com a qual tem enorme dificuldade em lidar.

O fato de se colocar em posição superior deixa o clima tenso entre as demais pessoas do grupo e não gera trocas interpessoais satisfatórias, haja vista as dificuldades de relacionamento.

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10 A liderança

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A liderança

Objetivos deste capítulo: liderança.

• Definir os diferentes tipos de poder assumidos na liderança.

• Analisar traços de personalidade compatíveis com a liderança.

• Associar

• Discutir a importância da liderança sobre o comportamento grupal.

De todos os temas discutidos no decorrer deste livro, a liderança poderia estar inserida em vários capítulos, dadas sua importância e abrangência. Exatamente por isso, separamos um capítulo exclusivo para melhor estudá-la.

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10.1 Conceitos

Robbins e Fiorelli concordam em apontar o exercício da liderança como busca de resultados organizacionais por intermédio das pessoas.

Liderar, contrariando muitos preconceitos, não é tarefa fácil. O líder, para exercer bem seu papel, depende de alguns atributos pessoais, como facilidade de comunicação e motivação específica para liderar

“energias” (potenciais de trabalho).

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6 Processos motivacionais

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Processos motivacionais

Objetivos deste capítulo: motivação.

• Definir condições de influências interna e externa nas orga• Analisar nizações. teorias motivacionais.

• Conhecer condições de estímulo necessárias à manutenção

• Conhecer de aspectos motivacionais no ambiente de trabalho.

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A motivação é um processo psicológico responsável pela formação e manutenção da conduta humana. Constitui um objeto de estudo bastante valioso para o meio corporativo, uma vez que a obtenção de resultados depende muito desse processo.

O grande desafio para os gestores no quesito motivação é proporcionar um ambiente favorável a ela, associando, de modo compatível, colaboradores a papéis organizacionais e, ainda, reconhecendo seu bom desempenho e/ou recompensando-os por isso.

Viabilizar o aprendizado e favorecer a existência de políticas de

QVT (Qualidade de Vida no Trabalho), além de permitir que o trabalhador associe seu ofício a resultados positivos para sua vida, contribui para a manutenção da motivação.

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4 A percepção social

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A percepção social

Objetivos deste capítulo: percepção social.

• Definir aspectos de influência na percepção de pessoas.

• Analisar o papel do estereótipo.

• Entender efeitos distorcidos a partir do uso de estereótipos.

• Conhecer a influência da percepção social na seleção e no treinamen• Avaliar to de pessoas.

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Ao chegar ao trabalho, muitas vezes, percebemos uma expressão fechada do colega e/ou do gestor. As possibilidades de interpretação podem ser inúmeras, como: “Fulano não gosta de mim”; “Não estou bem na função” ou “Aconteceu algo”. Ficar isolado com esses pensamentos, além de gerar mal-estar, nos impede de agir de modo a cooperar com a solução do problema, se é que ele existe (a chance de as pessoas não estarem bem procede). O mais indicado é sempre viabilizar o diálogo, desfazer fantasias e promover redirecionamentos, caso necessários.

Ter a mente aberta é sempre um facilitador para o diálogo. Se formos muito rígidos ou fechados em relação às nossas percepções e julgamentos, se não interagirmos de modo saudável (por não aceitarmos posicionamentos diferentes dos nossos), além de ficarmos solitários, pouco aprenderemos com as pessoas.

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Introdução

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Introdução

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I

“É impossível ser feliz sozinho” já dizia Tom Jobim. Criando um discurso análogo às palavras do poeta, podemos dizer: não nos constituímos sozinhos enquanto pessoas. Não conseguimos uma conduta socializada e, por que não dizer, assertiva, sem modelos.

Viver em grupo de modo funcional só é viável a partir da apresentação e reconhecimento dos chamados balizadores sociais, que nos apontam erros e acertos – condições norteadoras da vida e de nossas escolhas.

A família é o primeiro veículo com esse encargo e, quanto mais sucesso obtém nisso, melhor é a nossa capacidade societária. Nos primeiros passos, somos protegidos de possíveis quedas por quem exerce a maternagem, bem como as primeiras palavras pronunciadas dependem de copiar os mais próximos modelos sonoros.

Bater palmas, brincar de esconde-esconde e, considerando os estágios evolutivos do nosso desenvolvimento, respectivamente, vibrar com as metas alcançadas, bem como evitar encontrar alguém, são aprendizados condicionados pelo meio social.

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1 A ciência psicológica

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A ciência psicológica

Objetivos deste capítulo: psicologia.

• Definir brevemente seu desenvolvimento histórico.

• Conhecer ciência psicológica e senso comum.

• Diferenciar campos de atuação da psicologia, com ênfase para a

• Distinguir psicologia organizacional.

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1.1 Conceitos

Observar o comportamento humano nunca despertou tanto interesse nas pessoas. Formatos adaptados para a televisão (Big Brother Brasil, O

Aprendiz, A Fazenda etc.) expõem a interação de candidatos e oferecem prêmios em dinheiro para os melhores participantes, julgados pelo público, que considera as condutas apreciadas corretas ou incorretas.

A televisão, as revistas populares, a mídia digital e os livros constituem os principais acessos à psicologia (MYERS, 2006), que, embora utilizada em muitos casos de modo leigo, associa conduta e personalidade (correlação estabelecida pela ciência psicológica).

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8 As organizações

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As organizações

Objetivos deste capítulo: organizações.

• Definir organizações simples e complexas.

• Distinguir os papéis exercidos nas organizações.

• Discutir

• Analisar os conflitos resultantes dos papéis sociais.

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8.1 Conceitos

As organizações constituem sistemas dos quais o homem participa desde o início da vida, dos quais a família é o primeiro: ela reúne pessoas com papéis diferenciados, representados, minimamente, por pai, mãe e filho. Aos pais, cabem os papéis de prover alimento, segurança e educação, e, ao filho, de receber os ensinamentos e, mais tarde, estudar e colaborar nas tarefas impostas.

As organizações de que participamos vão se expandindo à medida que amadurecemos. Depois da família, a escola é a primeira considerável extensão de organização da qual fazemos parte. Os clubes, os templos religiosos, a academia de ginástica, o condomínio, o shopping e a empresa na qual trabalhamos também são outros meios organizacionais dos quais participamos. Para nos tornarmos membros efetivos de uma organização, precisamos cumprir papéis.

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9 A cultura organizacional

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A cultura organizacional

Objetivos deste capítulo: cultura organizacional.

• Definir aspectos de formação da cultura organizacional.

• Analisar cultura e clima organizacionais.

• Relacionar

• Discutir a importância de avaliação do clima organizacional.

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9.1 Conceitos

COR (Cultura Organizacional) significa um conjunto de crenças, expectativas e valores, um fator de interação e relacionamento típicos de determinada organização. Cada organização é um sistema complexo e humano, com características próprias, com sua própria cultura e com um sistema de valores específico (SPECTOR).

Os colaboradores que pactuam com a cultura da organização tendem a levá-la ao crescimento. Vale ressaltar que a cultura influencia colaboradores assim como é por eles influenciada.

Discute-se muito, no mundo da administração, o sucesso da Disney, com sua cultura forte e compartilhada pelos colaboradores. Essa força, porém, é nutrida pelos funcionários, que se orgulham de atuar na organização. Quando a cultura é uma marca forte, o funcionário a defende, o que traduz, ainda, o clima da organização, que estudaremos a seguir.

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Anexo Relações interpessoais no centro cirúrgico: oportunidades e desafios

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Anexo

Relações interpessoais no centro cirúrgico: oportunidades e desafios

“Os problemas mais fáceis foram dados aos físicos.”

Anônimo

Introdução

A vida humana é o grande foco de um centro cirúrgico, onde atuam equipes multidisciplinares. Cirurgiões, anestesistas, enfermeiros, auxiliares de enfermagem, enfim, cada um em um papel profissional distinto que precisa administrar os estresses da própria categoria (escalas horárias apertadas, remuneração nem sempre justa, o fato de lidar com vida e a morte etc.) e os do ambiente de trabalho, além da necessidade de ser bem relacionado com o grupo, para que o objetivo final seja satisfatoriamente alcançado.

A percepção do próprio papel, com possibilidades e limitações, além de habilidade social (DEL PRETTE e DEL PRETTE, 2009), são os fatores que mais contribuem para a chamada sinergia positiva

– quando há a percepção de que trabalhar em grupos supera a marca da produção individual. (ROBBINS, 2005).

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