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Parte II - Competências Essenciais Dinâmicas Mediante a Metaaprendizagem e o Contexto Estratégico

FLEURY, Maria Tereza Leme; OLIVEIRA Jr., Moacir de Miranda Grupo Gen PDF Criptografado

COMPETÊNCIAS ESSENCIAIS DINÂMICAS MEDIANTE A METAAPRENDIZAGEM

157

Competências Essenciais Dinâmicas

Mediante a Metaaprendizagem e o

Contexto Estratégico

1e 2

David Lei

Southern Methodist University

Michael A. Hitt

Arizona State University

Richard Bettis

University of North Carolina

INTRODUÇÃO

Muitas das perspectivas que dominavam a idéia inicial a respeito da vantagem competitiva têm suas origens na teoria econômica tradicional, com ênfase no poder do mercado e na estrutura industrial como determinantes do desempenho (Caves, 1971; Caves e Porter, 1977; Chandler, 1990; Kogut, 1988;

Porter, 1985; Rumelt, 1982, 1984; Williamson, 1985). Esses autores enfatizam as economias de escala e escopo, a otimização dos custos das transações entre subsidiárias e as características críticas do mercado para explicarem as diferentes estratégias das empresas. Nesse contexto teórico, as estratégias empresariais são preparadas para assegurar a vantagem competitiva ao responderem

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Parte IV - Gerenciando Redes Corporativas dos Estados Unidos à China

FLEURY, Maria Tereza Leme; OLIVEIRA Jr., Moacir de Miranda Grupo Gen PDF Criptografado

GERENCIANDO REDES CORPORATIVAS DOS ESTADOS UNIDOS À CHINA

317

Gerenciando Redes Corporativas dos

Estados Unidos à China*

John Child e Sally Heavens

Centre for International Business and Management

Judge Institute of Management Studies

University of Cambridge

INTRODUÇÃO1

As corporações multinacionais (CMs) estão dando grande contribuição ao desenvolvimento econômico da China. Este capítulo examina como oito CMs norte-americanas proeminentes estão lidando com o processo de vincular o gerenciamento de suas joint ventures na China a suas estruturas globais. Mostra como as CMs estão resolvendo as tensões que surgem para a manutenção do controle em termos de seus padrões mundiais e tentando, simultaneamente, adaptá-lo ao complexo e dinâmico ambiente desse país. A conciliação de tais exigências depende de relativamente poucos atores focalizadores, localizados nas interfaces críticas das redes internas das CMs, entre as joint ventures chinesas e o nível corporativo.

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Parte I - De Fábricas a Lojas de Conhecimento - As Universidades e a Desconstrução do Conhecimento sem Cliente

FLEURY, Maria Tereza Leme; OLIVEIRA Jr., Moacir de Miranda Grupo Gen PDF Criptografado

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GESTÃO DO CONHECIMENTO: ESTRUTURA, EPISTEMOLOGIA E SISTEMAS DE CONHECIMENTO

De Fábricas a Lojas de Conhecimento

As Universidades e a Desconstrução do

Conhecimento sem Cliente

Suzana Braga Rodrigues

Cepead � UFMG

Mudanças importantes aconteceram no final deste século, tanto na área econômica, quanto na área comercial, mas entre as mais importantes e que dizem respeito a esse capítulo, uma refere-se à maneira como o conhecimento científico vem sendo usado pelas instituições e pela sociedade. Tornou-se muito freqüente considerar-se o conhecimento técnico e o científico como uma commodity, como uma mercadoria comum. Hoje, o conhecimento tem um valor de troca, um valor utilitário, pois pode ser comprado, trocado, codificado, transferido e até comercializado (McLellan, 1977). Em sua versão eletrônica, o conhecimento pode ser promovido, licenciado não somente para uso próprio, mas tem um valor de troca, podendo ser atribuído a ele até mesmo o conceito marxista de fetichismo de mercadoria.

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Parte III - Gestão do Conhecimento: Aspectos Conceituais e Estudo Exploratório sobre as Práticas de Empresas Brasileiras

FLEURY, Maria Tereza Leme; OLIVEIRA Jr., Moacir de Miranda Grupo Gen PDF Criptografado

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GESTÃO DO CONHECIMENTO EM EMPRESAS, REDES E CADEIAS DE EMPRESAS NO BRASIL

Gestão do Conhecimento:

Aspectos Conceituais e Estudo Exploratório sobre as Práticas de Empresas Brasileiras

José Cláudio Cyrineu Terra

INTRODUÇÃO

Verifica-se algum tipo de correlação entre efetividade na Gestão do Conhecimento e resultados empresarias? Este capítulo relata resultados significativos na busca de evidências empíricas para responder a essa questão no caso de empresas que atuam no Brasil. Antes, porém, de apresentarmos nossa metodologia de pesquisa e seus resultados, é preciso compreender nossa abordagem conceitual.

Esta, como veremos a seguir, encara a Gestão do Conhecimento como uma síntese dos resultados de vários campos de pesquisa: administração geral, administração de P&D, engenharia de produção, economia, psicologia etc.

GESTÃO DO CONHECIMENTO: ABORDAGEM CONCEITUAL

O interesse pelo tema �Gestão do Conhecimento� reflete-se na miríade de termos que, de certa maneira, se referem ao mesmo tema. É relativamente difícil encontrar um denominador comum ou mesmo estabelecer limites para a forma como os termos conhecimento, competência, aprendizado e habilidade, criatividade, capital intelectual, capital humano, tecnologia, capacidade inovadora, ativos intangíveis e inteligência empresarial, entre outros, são utilizados e

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Parte IV - Aprendizagem Organizacional e Transferências de Conhecimento em Joint Ventures Internacionais

FLEURY, Maria Tereza Leme; OLIVEIRA Jr., Moacir de Miranda Grupo Gen PDF Criptografado

APRENDIZAGEM ORGANIZACIONAL E TRANSFERÊNCIA DE CONHECIMENTO

273

Aprendizagem Organizacional e

Transferência de Conhecimento em Joint Ventures Internacionais*

Marjorie A. Lyles

Indiana University, Kelley School of Business

INTRODUÇÃO1

A aprendizagem organizacional é o know-how incorporado, resultante da capacidade de absorção e da receptividade da empresa a uma nova tecnologia

(von Krogh et al., 1998). Este capítulo destaca a importância da Aprendizagem

Organizacional no contexto das joint ventures internacionais e na transferência de conhecimento das matrizes estrangeiras. Em particular, discutiremos o caso das economias em desenvolvimento.

O caso das economias em desenvolvimento é especial e importante para os profissionais e acadêmicos por várias razões. Primeiro, os países em desenvolvimento incluem as economias em transição, que representam quase metade da população mundial, desde que a lista inclua a China, a Rússia, o Vietnã e, recentemente, os países liberalizados da Europa Central. Kornai (1992) refere-se a eles como países de sistema socialista, em que as regras do partido comunista e do socialismo clássico diferem-se das economias de comando centralizado.

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