11 capítulos
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7 Informações Ambientais Evidenciadas no Relatório de Sustentabilidade

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Informações Ambientais

Evidenciadas no Relatório de

Sustentabilidade

Reflexão

Só o cego intelectual, o imediatista, não se maravilha diante desta multiesplendorosa sinfonia, não se dá conta de que toda a agressão a ela é uma agressão a nós mesmos, pois dela somos apenas parte

(Lutzengerger, 1990).

Neste capítulo, abordam-se aspectos introdutórios de Contabilidade e Gestão

Ambiental, dados, informações e indicadores ambientais que devem ser reportados nos Relatórios de Sustentabilidade das Entidades. Inicialmente, foca-se a

Contabilidade Ambiental no contexto da Teoria da Contabilidade, seguindo-se considerações sobre tipos de evidenciação ambiental, apresentando finalmente proposta de indicadores ambientais.

7.1 Meio ambiente e contabilidade: uma introdução

Cada vez mais a proteção ao meio ambiente vem tornando-se uma preocupação de numerosas empresas, de formadores de opinião e de parcela significativa da população, em várias partes do mundo. Isso decorre do elevado nível de

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6 Elaboração, Evidenciação e Análise da Demonstração do Valor Adicionado (DVA)

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Elaboração, Evidenciação e

Análise da Demonstração do Valor

Adicionado (DVA)

A elaboração e a divulgação da Demonstração do Valor Adicionado tiveram sua origem na Europa, principalmente por influência da Inglaterra, Alemanha,

Espanha e da França, como forma de mensuração da participação da empresa no contexto econômico e social.

No âmbito brasileiro, a cronologia do tema Demonstração do Valor Adicionado (DVA) aponta o trabalho pioneiro do saudoso Prof. Alberto Almada Rodrigues, publicado na Revista Brasileira de Contabilidade em 1981. Posteriormente, outros pesquisadores abordaram o tema, como Tinoco (1984), De Luca (1998) e Santos

(1999). Pesquisadores como Kroetz (2000), Cunha, Ribeiro e Santos (2005), Mazzioni (2005) e Moraes (2008) também empreenderam trabalhos sobre o tema.

Recentemente, a Lei das Sociedades Anônimas – Lei 6.404/76 – foi alterada em 27 de dezembro de 2007, pelo Presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, que sancionou a Lei 11.638/07 e introduziu a obrigatoriedade da elaboração e divulgação da DVA no Brasil.

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11 Modelos de Balanços Sociais

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Modelos de Balanços Sociais

11.1 Introdução

O capítulo abordará sucintamente experiências de organismos nacionais e internacionais vinculados à elaboração e divulgação de informações socioambientais, no contexto do Balanço Social Relatório de Sustentabilidade.

11.2 CFC

Em 19/8/2004, o Conselho Federal de Contabilidade emitiu a Resolução CFC nº

1.003, que estabeleceu procedimentos relativos a Informações de Natureza Social e

Ambiental e entrou em vigor em 1º de janeiro de 2006. Essa resolução vem sendo adotada por várias empresas. Observe-se que vários dos quesitos arrolados na resolução do CFC vêm sendo abordados e divulgados por este autor desde sua dissertação pioneira (1984), em diversos artigos e no livro Balanço social, da Editora Atlas.

A seguir, transcrevemos a Resolução CFC nº 1.003.

Resolução CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE – CFC nº 1.003 de

19/8/2004

DOU 6/9/2004

Aprova a NBC T 15 – Informações de Natureza Social e Ambiental

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1 Breve Inserção ao Balanço Social Relatório da Sustentabilidade

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Breve Inserção ao Balanço Social

Relatório da Sustentabilidade

Reflexão

A busca permanente do homem, sempre com rumo no porvir, como os navegantes (errantes) que aparentemente não tinham rumo, mas que conquistaram novos mundos para a humanidade, levou ao desenvolvimento de novas atividades econômicas com sustentabilidade.

1.1 Introdução

Parafraseando o grande Celso Furtado,1 estou há mais de 25 anos tateando as trilhas, os meandros e os caminhos do Balanço Social com Sustentabilidade, desde o início dos anos 80 do século passado.

Verifiquei ao longo dessa jornada o interesse pelo desenvolvimento acadêmico e empresarial do tema, que hoje se fortalece, no Brasil, com a inserção das questões socioambientais, sustentáveis, todavia, ainda não tão humanas como gostaríamos, e isso nos impeliu a pesquisar e escrever este livro.

O livro objetiva estruturalmente evidenciar os aspectos econômicos, sociais, ambientais e de responsabilidade pública, que dizem respeito à atividade desempenhada pelas entidades econômicas, na busca do desenvolvimento sustentável,

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10 Proposição de Modelo de Balanço Social. Relatório de Sustentabilidade e de Indicadores de Desempenho

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Proposição de Modelo de Balanço

Social. Relatório de Sustentabilidade e de Indicadores de Desempenho

10.1 Introdução ao modelo

O modelo proposto de elaboração e divulgação do Balanço Social Relatório de Sustentabilidade está estruturado de forma inédita em cinco braços, como já evidenciado ao longo do livro, ou seja:

• as atividades exercidas pelas entidades (empresas, governos e ONGs);

• balanço de pessoas – recursos humanos;

• Demonstração do Valor Adicionado (DVA);

• indicadores ambientais do balanço ambiental;

• a responsabilidade social e pública das organizações.

Entendemos que as informações divulgadas aos stakeholders (os parceiros sociais), relativas ao BSRS, devem contemplar um horizonte temporal de no mínimo três anos, ou seja, os dois anos anteriores e o atual, em que as informações estão sendo evidenciadas.

10.2 As atividades exercidas pelas entidades e seus indicadores básicos de desempenho

A elaboração e divulgação desse tópico inédito no contexto do BSRS surge da necessidade de identificar as atividades geradoras de valor em que as empresas e

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