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Apêndice

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Apêndice

Apêndice 1.1

Códigos para geração dos exemplos discutidos

Exemplo 1 m=25; n=15; mn=m*n; mi=100; sigma=10; set.seed(4095); x=round(rnorm(mn,mi,sigma),2); x[286:300]=x[286:300]+2*sigma

Exemplo 2 m=25; set.seed(35); n=sample(seq(14,16),m,replace=T); mn=sum(n) mi=100; sigma=10; set.seed(3172); x=round(rnorm(mn,mi,sigma),2) x[289:305]=x[289:305]+2*sigma

Exemplo 3 m1=25; mi1=100; sigma1=10; up=2 set.seed(1769); x=round(rnorm(m1,mi1,sigma1),2) set.seed(8294); x[21:25]=round(rnorm(5,mi1+up*sigma1,sigma1),2)

Exemplo 4 m=25; n=4; mn=m*n; mi=100; sigma=10 set.seed(9962); x=round(rnorm(mn,mi,sigma),2) x[77:80]=x[77:80]+2*sigma

Exemplo 5 set.seed(7256); x=rbinom(25,100,0.1); set.seed(7865) x[21:25]=rbinom(5,100,0.2)

Exemplo 6 tamanho=seq(90,140); set.seed(1459) tamanho=sample(tamanho,25,replace=T) sementes=seq(0,9999); set.seed(8667) sementes=sample(sementes,25,replace=F) prob=c(rep(0.1,20),rep(0.15,5)); x=numeric(25) for (i in 1:25) {

set.seed(sementes[i]); x[i]=rbinom(1,tamanho[i],prob[i])

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Capítulo 1 - Introdução ao Controle Estatístico de Processo

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Capítulo 

1

Introdução ao Controle

Estatístico de Processo

A

crescente competitividade empresarial e o aumento nas exigências do consumidor levam cada vez mais as empresas a se deparar com a urgência e relevância de executar adequadamente tarefas tais como disponibilizar produtos que atendam plenamente às necessidades dos clientes, diminuir custos resultantes de desperdícios e aumentar a eficiência/eficácia do processo produtivo. Todas essas tarefas e muitas outras cotidianas de qualquer corporação estão diretamente ligadas a uma série de ideias e princípios regidos pela qualidade.

De acordo com Montgomery (2006), qualidade significa a aptidão para o uso de um produto ou serviço oferecido por uma empresa. Bartmann (1986), por outro lado, reconhece: “Na linguagem usual, qualidade é um índice de satisfação que o uso do produto irá proporcionar ao consumidor.” Lourenço

Filho (1976) afirma ainda: “A qualidade determina-se pela especificação do que é desejado, pelo controle de fabricação que procura atender à especificação do que é desejado, pela inspeção do produto a fim de verificar sua conformidade com a especificação previamente aceita.” Contudo, apesar da diversidade de percepções, a qualidade é um conceito de suma importância para qualquer empresa, pois é mediante a sua consideração, seu aprimoramento e sua aplicação contínua que se pode atingir o nível de excelência em quaisquer dos objetivos fixados e atividades executadas.

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Capítulo 8 - Capacidade do Processo Multivariado

LOUZADA, Francisco; DINIZ, Carlos A.R.; FERREIRA, Paulo H.; FERREIRA, Edil L. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 

8

Capacidade do Processo

Multivariado

U

ltimamente tem-se discutido muito sobre como deveria ser realizado o estudo da capacidade de um processo com múltiplas características da qualidade. Uma estratégia, a princípio, seria analisar a capacidade do processo em cada variável em questão, por meio dos índices descritos no Capítulo 6.

Contudo, esse procedimento não é o mais recomendável, visto que não incorpora a possível correlação existente entre as características da qualidade.

Vários autores têm proposto definições alternativas de índices de capacidade de processos multivariados (ICPMs), baseando-se em diferentes aproximações.

Em geral, ICPMs podem ser construídos usando:

1. A razão entre uma região de especificação (ou de tolerância) e uma região de processo. Essa aproximação é semelhante aos índices de capacidade univariados convencionais, tal como o Cp 5 (LSE 2 LIE) ∕ 6s. Uma discussão detalhada a respeito dos índices obtidos a partir desse tipo de aproximação pode ser encontrada em Pearn, Kotz e Johnson (1992), Kotz e

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Capítulo 4 - O CEP no Controle de Atributos – Gráficos de Controle da Frequência de Itens Defeituosos

LOUZADA, Francisco; DINIZ, Carlos A.R.; FERREIRA, Paulo H.; FERREIRA, Edil L. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 

4

O CEP no Controle de Atributos –

Gráficos de Controle da Frequência de Itens Defeituosos

M

uitas das aplicações do CEP ocorrem em situações nas quais a qualidade

é refletida por características não numéricas, ou seja, observa-se, em cada unidade pertencente à amostra, uma variável qualitativa. Por exemplo, uma empresa que produz canetas, ao realizar o CEP, deve verificar se estas são capazes de desempenhar sua função logo que retiradas da embalagem, isto é, o interesse reside em saber se as canetas emitem tinta mediante a tentativa de escrita.

Contudo, embora variáveis observadas inicialmente sejam qualitativas, estas não são aquelas monitoradas na prática pelo CEP. De fato, quando se observa se as características para um determinado item se enquadram em seu projeto, observam-se ainda automaticamente duas variáveis quantitativas que também refletem a qualidade do processo: a frequência com que se produzem itens defeituosos e o número de defeitos observados em uma determinada quantidade de itens produzidos. O controle dessas variáveis é usualmente denominado controle de atributos.

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Capítulo 6 - Capacidade do Processo

LOUZADA, Francisco; DINIZ, Carlos A.R.; FERREIRA, Paulo H.; FERREIRA, Edil L. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 

6

Capacidade do Processo

E

m capítulos anteriores foram discutidos procedimentos focados no monitoramento de certos parâmetros da distribuição das medidas que refletem a qualidade de um processo. Tal análise faz-se necessária para evitar que o nível de qualidade do processo seja comprometido em determinados períodos de tempo em decorrência de alterações nas condições do ambiente e nas características operacionais do processo produtivo. Dessa maneira, os métodos discutidos anteriormente possuem um caráter preventivo e conferem à empresa condições de aumentar seu controle sobre o padrão de qualidade alcançado.

Naturalmente, a abordagem quantitativa da qualidade pode ser realizada em um contexto em que são estabelecidas especificações referentes aos parâmetros de interesse. Nesse caso, o CEP tem como objetivo a análise das condições de que o processo dispõe para atender continuamente, ao longo do tempo, às especificações impostas pelas necessidades do cliente e às exigências impostas pelo projeto do produto e do processo.

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