54 capítulos
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Capítulo 5 - Como pensa e age o empreendedor do negócio próprio

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Cap. 4

4 • MISSÕES PArA QUEM FAZ ACOntECEr

MISSÕES PArA QUEM FAZ ACOntECEr

Capítulo 5

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INTRODUÇÃO AO EMPREENDEDORISMO - José Dornelas

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5. C� omo pensa e age o empreendedor do negócio próprio

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Além da discussão acerca das características dos empreendedores do negócio próprio também é comum encontrar estudos e mesmo análises empíricas e coloquiais que acabam por ser difundidas como mitos da personalidade do empreendedor que cria empresas. Por outro lado, há verdades confundidas com mitos e que também precisam ser mais bem entendidas para o benefício dos candidatos a empreendedor do negócio próprio. Algumas das verdades que sobrepujam mitos bem difundidos sobre o empreendedor do negócio próprio são apresentadas a seguir.

quando isso acontece, ele deve estar preparado para o evento.

Por isso, quando muitos dizem que os empreendedores têm sorte, não estão errados, mas também estão sendo simplistas ao analisar os dados, uma vez que a sorte do empreendedor nada mais é que estar no lugar certo, na hora certa e com a competência certa para poder aproveitar a oportunidade.

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Capítulo 1 - Diferentes maneiras de empreender

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Capítulo 1

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IntrODUçãO AO EMPrEEnDEDOrISMO - José Dornelas

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1. Diferentes maneiras de empreender

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pel, na execução (atuação) e na entrega do produto ao cliente final (proporcionar felicidade, alegria, satisfação, relaxamento, prazer etc. aos espectadores).

Empreender não se resume à criação do negócio próprio. Mas a maneira mais conhecida de se tornar um empreendedor é criando uma empresa. Por outro lado, com a disseminação do conceito de empreendedorismo na sociedade, o comportamento empreendedor passou a ser observado com mais atenção em ambientes nos quais antes não se pensava haver empreendedores.

Um funcionário público pode ser um empreendedor ao propor maneiras de otimizar os recursos disponíveis para que o serviço prestado à população seja de excelência, com o menor investimento possível, e trabalhar para que sua proposta seja implementada.

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2. Empreendedorismo e desenvolvimento econômico

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C A P Í T U L O

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Empreendedorismo e desenvolvimento econômico

Nos últimos anos, muitas empresas têm procurado se renovar com o objetivo de acompanhar o rápido desenvolvimento tecnológico e a globalização dos mercados, bem como uma maior exigência dos consumidores por produtos e serviços de melhor qualidade e tecnologicamente mais avançados. O “velho” modelo econômico era regido por grandes empresas — caracterizadas por seus ativos físicos, número expressivo de funcionários, várias fábricas, imóveis, maquinários etc. —, prevalecendo o poder dos músculos e o tamanho físico, que criavam barreiras de entrada aos players de menor porte, que não ousavam competir com o gigante, dono do mercado. Isso vem sendo substituído aos poucos por um “novo” modelo, no qual as empresas mais ágeis, flexíveis e com respostas rápidas às demandas do mercado sobreviverão e prosperarão também de forma rápida. É comum observar a abrangência e capilaridade de novas empresas que nem existiam há cerca de dez anos e que se tornaram líderes de mercado em um curto espaço de tempo, fazendo com que os competidores, muitos dos quais ainda no paradigma do “velho” modelo econômico, tentem de todas as formas buscar a inovação para não perder ainda mais espaço no mercado que dominavam no passado. A era do conhecimento não é mais uma promessa, é um fato com o qual as empresas se deparam, e aquelas que estiverem preparadas para esse novo paradigma terão mais chances de sobreviver.

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8. Buscando Assessoria para o Negócio

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Buscando Assessoria para o Negócio

O empreendedor não é uma ilha isolada no oceano. Por meio de sua rede de contatos, ele deve identificar os melhores profissionais e entidades para assessorá-lo.

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Buscando assessoria para o negócio

Tão importantes quanto conseguir o financiamento inicial para o começo do negócio, são as assessorias que ajudarão o empreendedor a ultrapassar a primeira e, em geral, a mais difícil fase do empreendimento: a da sobrevivência. No início, empresas costumam ser frágeis, não têm marca, não são conhecidas e tampouco conhecem muito bem o mercado em que atuam, devendo ser cautelosas em suas ações, o que não significa dizer que devam ser lentas. O empreendedor, por mais otimista que seja, caso não esteja devidamente amparado na fase inicial do negócio, pode se ver em dificuldades, e seu sonho pode tornar-se pesadelo em pouco tempo.

Nos capítulos anteriores, falou-se bastante das características dos empreendedores, da necessidade de identificar uma oportunidade singular e de saber elaborar um bom plano de negócios, das alternativas de financiamento e de que o empreendedor deve estabelecer uma rede de contatos que o ajude a fazer a empresa crescer. Essa rede de contatos serve ainda para o empreendedor identificar em quais aspectos o negócio precisará de assessoria externa. Por melhor e mais completo que seja o empreendedor, ele sempre necessitará de ajuda externa. Algumas assessorias são citadas a seguir e devem ser consideradas no momento da criação do negócio ou em outros momentos críticos.

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Capítulo 10 - Os desafios além da fase inicial

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Os desafios além da fase inicial

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Capítulo 10

Ao compreender os estágios de crescimento de um negócio, o empreendedor conclui que a criação do negócio foi apenas o primeiro desafio. A partir da colocação da empresa em funcionamento, os problemas e adversidades surgem diariamente e, com isso, o empreendedor precisa cada vez mais abraçar a gestão administrativa como algo primordial ao sucesso do negócio.

Muitos empreendedores iniciam um negócio porque possuem competência técnica ou conhecimento profundo do produto, mas poucos são preparados, desde o início, para a gestão da empresa em crescimento. Esse aprendizado ocorre com a prática e com o tempo à frente do empreendimento.

Aos poucos, a empresa vai adquirindo uma identidade intimamente ligada às crenças e aos valores do empreendedor, que lidera o processo de desenvolvimento do negócio. A cultura corporativa começa a tomar corpo, e as regras explícitas e implícitas passam a fazer parte do dia a dia do negócio. Com isso, fica mais evidente a burocracia, que nada mais é que a tentativa de embutir controle às atividades para evitar o caos. A burocracia quase sempre se mostra mais uma maneira de engessar os processos da empresa que de facilitar o cumprimento das regras de negócio.

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