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Capítulo 4 - Arranjos Financeiros e Comerciais Internacionais

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Capítulo 4

Arranjos Financeiros e

Comerciais Internacionais

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dos arranjos monetários internacionais é a relação entre diferentes moedas nacionais: os termos e as condições sob as quais se podem converter dólares dos Estados Unidos em libras esterlinas, dólares canadenses em dólares dos Estados Unidos, e assim por diante. Esse problema se relaciona estreitamente com o controle da moeda analisado no capítulo anterior. Também se associa com as políticas públicas referentes a comércio internacional, uma vez que o controle do comércio internacional afeta os pagamentos internacionais. problema

Importância dos arranjos monetários internacionais para a liberdade econômica

Apesar de seu caráter técnico e de sua complexidade proibitiva, a questão dos arranjos monetários internacionais é algo que os liberais não podem se dar ao luxo de negligenciar. Não é demais ressaltar que, hoje, a mais séria ameaça de curto prazo à liberdade econômica nos Estados Unidos — afora, evidentemente, a eclosão da Terceira

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Capítulo 8 - Monopólio e Responsabilidade Social das Empresas e do Trabalho

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Capítulo 8

Monopólio e Responsabilidade

Social das Empresas e do

Trabalho

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significados muito diferentes. No discurso comum, significa rivalidade pessoal, com alguém tentando superar adversário conhecido. No mundo econômico, significa quase o oposto. Não há rivalidade pessoal no mercado competitivo. Tampouco ocorre disputa entre as partes. O produtor de trigo no mercado livre não sente animosidade pessoal em relação ao vizinho, nem se considera ameaçado por ele, na verdade, seu concorrente. A essência do mercado competitivo é o caráter impessoal. Nenhum participante pode determinar as condições em que todos os participantes terão acesso à totalidade dos bens e serviços. Todos veem os preços como dados pelo mercado e ninguém é capaz de, sozinho, influenciá-los de maneira significativa, embora todos os participantes juntos determinem o preço, pelo efeito combinado de suas ações isoladas. termo competição tem dois

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Capítulo 6 - Papel do Governo na Educação

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Capítulo 6

Papel do Governo na Educação

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oje, a escolarização formal

é paga e quase totalmente administrada por órgãos governamentais e instituições sem fins lucrativos. Essa situação evoluiu aos poucos e hoje é considerada tão natural que já não se dá nenhuma atenção explícita às razões para esse tratamento da escolarização, mesmo em países cuja organização e filosofia são em grande parte de livre-empresa. O resultado tem sido a ampliação indiscriminada das atribuições do governo.

Em termos dos princípios desenvolvidos no Capítulo 2, pode se racionalizar a intervenção do governo na educação com base em dois argumentos. O primeiro é a existência de “efeitos de vizinhança” substanciais, ou seja, circunstâncias em que as ações de alguém impõem custos significativos a outro, dos quais não há como indenizá-lo, ou gera ganhos significativos para outra parte, pelos quais não há como cobrar-lhe — o que impossibilita trocas voluntárias. O segundo é a preocupação paternalista com os filhos e com outros indivíduos irresponsáveis. Efeitos de vizinhança e paternalismo têm implicações muito diferentes para (a) a educação geral para a cidadania e (b) a educação profissionalizante especializada. Os fundamentos para a intervenção governamental são muito diferentes nessas duas áreas e justificam tipos de ação muito diversos.

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Capítulo 13 - Conclusão

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Capítulo 13

Conclusão

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1920 e 1930, os intelectuais dos Estados Unidos estavam absolutamente convencidos de que o capitalismo era um sistema defeituoso, que inibia o bem-estar econômico e, por conseguinte, a liberdade, e que a esperança para o futuro residia, em grande medida, no controle deliberado, pelas autoridades políticas, dos assuntos econômicos. A conversão dos intelectuais não resultou do exemplo de nenhuma sociedade coletivista, embora tenha sido muito favorecida pelo estabelecimento da sociedade comunista na Rússia e pelas expectativas otimistas daí decorrentes. Resultou, isto sim, da comparação entre o estado de coisas vigente, com todas as suas injustiças e deficiências, e o estado de coisas hipotético, que então se imaginava. as décadas de

Na época, não muito mais era possível. Sem dúvida, a humanidade já experimentara muitas fases de controle centralizado, de intervenção ostensiva pelo Estado nos assuntos econômicos. Ocorrera, contudo, uma revolução na política, nas ciências e na tecnologia. Decerto, assim se argumentava, poderíamos conseguir resultados muito melhores com uma estrutura política democrática, com ferramentas modernas e com a ciência moderna, do que até então fora possível.

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Capítulo 5 - Política Fiscal

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Capítulo 5

Política Fiscal

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esde o new deal,

a principal desculpa para a expansão da atividade governamental no nível federal tem sido a suposta necessidade de gastos públicos para eliminar o desemprego. A desculpa passou por vários estágios. No primeiro, os gastos públicos eram necessários para “dar a partida na bomba”. As despesas temporárias poriam a economia em movimento, permitindo que o governo saísse de cena.

Quando os gastos iniciais não eliminaram o desemprego e foram acompanhados de forte contração econômica, em 1937-38, desenvolveu-se a teoria da “estagnação secular” para justificar nível permanentemente alto de gastos públicos. A economia amadurecera, argumentava-se. Já se tinham explorado, em grande medida, as oportunidades de investimento, e dificilmente surgiriam novas oportunidades substanciais. Os indivíduos, contudo, ainda insistiam em poupar. Era essencial, portanto, que o governo gastasse e gerasse gastos perpétuos. Os títulos públicos emitidos para financiar o déficit seriam meios para acumular poupança, enquanto os gastos públicos geravam emprego. Essa visão foi totalmente desacreditada pela análise teórica e, ainda mais, pela experiência real, inclusive o advento de linhas totalmente novas de investimentos privados, jamais imaginadas pelos estagnacionistas seculares.

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