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24 - Quimioterapia: Conduta no Extravasamento

BOWDEN, Vicky R.; GREENBERG, Cindy Smith Grupo Gen PDF Criptografado

24

CapÍTULO

Quimioterapia: Conduta no

Extravasamento

Diretrizes clínicas

• A conduta nos casos de extravasamento é feita por uma enfermeira ou médico com treinamento especializado na detecção e no tratamento de extravasamento

• Esse procedimento deve ser instituí­do imediatamente se houver suspeita de extravasamento de um medicamento quimioterápico com propriedades vesicantes para minimizar ou evitar lesão desnecessária na criança em quimioterapia

• Extravasamento é a infiltração de um medicamento quimioterápico vesicante para fora de um vaso sanguí­neo e para o tecido mole que circunda o local da injeção. Se a substância vesicante infiltra, ela é capaz de provocar dor, ulceração, necrose e descamação do tecido lesado (Quadro 24.1)

• Um kit de extravasamento de material quimioterápico deve estar disponível na unidade onde serão administrados os agentes.

Equipamento

• Kit de extravasamento:

° Antídoto aprovado para o agente quimioterápico (Tabela

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85 - Fototerapia

BOWDEN, Vicky R.; GREENBERG, Cindy Smith Grupo Gen PDF Criptografado

CapÍTULO

85

Fototerapia

Diretrizes clínicas

• A fototerapia é solicitada pelo médico

• A enfermeira, a técnica de enfermagem e os pais são envolvi­ dos no cuidado durante o tratamento com fototerapia. A enfer­ meira ou a técnica de enfermagem são responsáveis por verificar a intensidade das luzes da fototerapia

• A fototerapia é recomendada para recém-nascidos a termo caso os níveis séricos de bilirrubina total (BST) elevem-se acima de 5 mg/d no primeiro dia de vida. A BST > 8 mg/d nas primeiras 24 h de vida é considerada “patológica” e deve ser avaliada para detecção de doen­ça hemolítica ou outros distúrbios

• A fototerapia geralmente é iniciada mais cedo e com níveis mais baixos em recém-nascidos prematuros e lactentes com fatores de risco (p. ex., céfalo-hematoma, doen­ça hemolítica do recém-nascido, policitemia e sepse)

• Após as primeiras 24 h de vida, a fototerapia é recomendada para tratar os níveis séricos de bilirrubina > 15 a 22 mg/d com base na idade (em horas), fatores de risco e avaliação clínica do recém-nascido

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41 - Avaliação Auditiva

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CapÍTULO

41

Avaliação Auditiva

Diretrizes clínicas

• O objetivo da avaliação auditiva é a identificação precoce de alguma disfunção que possa causar atraso no desenvolvimento da fala e da linguagem. A American Academy of Pediatrics

(AAP) recomenda avaliação con­tí­nua da audição de crianças, utilizando métodos de triagem apropriados para cada faixa etária:

° Do nascimento aos 9 meses – resposta auditiva do tronco encefálico (BERA) (15 min de teste) ou emissão otoacústica (EOA) (10 min de teste), que testam a integridade estrutural da via auditiva, mas não medem efetivamente a capacidade de audição. Os testes podem ser rea­li­zados por pediatra ou otorrinolaringologista

° Nove a 12 meses – reflexo de orientação condicionada (30  min de teste) ou audiometria com reforço ­visual

(30  min de teste), que condicionam a criança a associar a fala ou um som de frequência específica a um estímulo de reforço, em geral, rea­li­zado por um fonoaudiólogo em uma sala à prova de som

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Apêndice A - Faixas de Referência para Aferição dos Sinais Vitais

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APÊNDICE

A

Faixas de Referência para

Aferição dos Sinais Vitais

Tabela A.1  Frequência cardía­ca e frequência respiratória

Faixa normal de variação da frequência cardíaca (bpm)

Faixa normal de variação da frequência respiratória (respirações/min)

Pré-termo

120–170

40–70

Recém-nascido

95–170

30–50

1 a 11 meses

90–170

30–45

1 a 2 anos

90–150

20–30

3 a 4 anos

70–130

20–30

5 a 7 anos

65–130

20–25

8 a 11 anos

70–110

14–22

12 a 15 anos

Menina 70–110

Menino 65–105

12–20

> 15 anos

Menina 55–95

Menino 50–90

12–20

Idade

Tabela A.2  Faixas normais de temperatura*

Idade

Fahrenheit

Celsius

Lactente pré-termo

97,7–98,6

36,5–37

Lactente termo

97,2–99,9

36,2–37,7

0 a 6 meses

97,2–99,4

36,2–37,4

6 a 12 meses

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35 - Colocação e Manejo de Sondas Enterais: Gastrostomia, GEP, Dispositivos no Nível da Superfície Cutânea e Jejunostomia

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CapÍTULO

35

Colocação e Manejo de Sondas Enterais:

Gastrostomia, GEP, Dispositivos no Nível da Superfície Cutânea e Jejunostomia

Diretrizes clínicas

• As sondas de alimentação enteral de demora a longo prazo são colocadas por um médico

• Todas as sondas de alimentação enteral de demora a longo prazo devem ter um retentor interno para evitar a saí­da da sonda. Elas também devem ter um retentor externo que man­ tenha a sonda na posição correta e evite sua migração para o trato gastrintestinal (GI) (Figura 35.1 e Tabela 35.1). As for­ mas desses retentores são diferentes; o cuidado com a sonda pode exigir ajuste em conformidade

• As sondas de gastrostomia (sondas G) são colocadas cirurgi­ camente (chamado procedimento de Stamm), por via endos­ cópica ou, em alguns casos, por radiologia intervencionista.

As sondas de gastrostomia são colocadas diretamente no es­ tômago. As sondas de gastrostomia endoscópica percutâ­nea

(GEP) são colocadas por via endoscópica. Após a formação de um trato estabelecido com sonda G (cerca de 6 semanas), pode-se colocar um dispositivo de sonda G no nível da su­ perfície cutâ­nea. Existem vários dispositivos disponíveis. O

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