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88 - Cuidados Pós-anestésicos

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CapÍTULO

88

Cuidados Pós-anestésicos

Diretrizes clínicas

• Os cuidados pós-anestésicos devem ser rea­li­zados por uma enfermeira ou técnica de enfermagem

• Os equipamentos de reanimação adequados à idade da criança devem estar disponíveis na ­área de cuidados pós-anestésicos

• A segurança da criança durante o perío­do pós-anestésico deve ser mantida: pode ser necessário o uso de sedativos ou dispositivos para restringir os movimentos e manter as vias IV ou sondas no lugar. Essas medidas devem ser implementadas de acordo com a prescrição médica (veja o Capítulo 97)

• Podem ser admitidos na área de recupe­ração pós-anestesia os pais da criança ou seus cuidadores para oferecer apoio e reduzir a sensação de isolamento da criança e a ansiedade da separação.

Equipamento

Luvas de procedimento

Estetoscópio

Termômetro (veja o Capítulo 126)

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101 - Precauções Contra Convulsões

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CapÍTULO

101

Precauções Contra Convulsões

Diretrizes clínicas

• Uma enfermeira ou técnica de enfermagem podem instituir as precauções contra a ocorrência de crises convulsivas. A enfermeira deve se responsabilizar pelo monitoramento permanente do estado respiratório, circulatório e neurológico da criança e avaliar a causa da convulsão, determinando e implementando medidas de prevenção e controle da atividade convulsiva e o registro de toda a atividade. A enfermeira também é responsável pelo cálculo das doses apropriadas com base no peso da criança para administração de medicação anticonvulsivante de emergência

• As precauções contra convulsões devem ser implementadas para crianças com:

° Convulsão por causa conhecida

° Histórico de convulsão nos últimos 6 meses (Quadro 101.1)

° Nova manifestação de crise convulsiva

° Risco conhecido para desenvolvimento de convulsões devido a traumatismo craniano, desequilíbrio eletrolítico grave ou superdosagem de medicamentos

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106 - Traqueostomia: Aspiração

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CapÍTULO

106

Traqueostomia: Aspiração

Diretrizes clínicas

• Enfermeira, técnica de enfermagem, fisioterapeuta, pais ou cuidadores podem fazer os cuidados com a traqueostomia, inclusive aspiração, troca de fixação, cuidados com o estoma, conforme a necessidade, para gerar um tratamento efetivo das vias respiratórias (veja a Figura 105.1)

• A aspiração é feita com base na avaliação clínica e nas características in­di­vi­duais da criança:

° Idade

° Estado muscular e neurológico

° Nível de atividade

° Capacidade de gerar uma tosse eficiente

° Viscosidade e quantidade do muco

° Maturidade do estoma

• Faça a aspiração se a criança exibir dificuldade de respiração, na presença de som de muco na cânula de traqueostomia que não possa ser removido pela tosse, ou na presença de sons respiratórios adventícios

• Em crianças que não apresentem evidência de secreção, estabeleça aspirações em frequência mínima, no perío­do da manhã e ao dormir, para verificar a permeabilidade da cânula

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83 - Tratamento de Pediculose e Escabiose

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CapÍTULO

83

Tratamento de Pediculose e Escabiose

Diretrizes clínicas

• A enfermeira, a técnica de enfermagem ou o profissional auxiliar não licenciado pode intervir para aliviar piolhos e sarnas

• Implemente precauções padrão para a criança com infestação suspeita ou conhecida por piolhos e sarnas

• Trate os contatos sexuais da criança ou adolescente quando for descoberta a presença de piolhos ou sarna pubianos. Pode ser necessário encaminhamento ao Conselho Tutelar se houver suspeita de abuso sexual

• Quando houver detecção de piolhos, pode ser aconselhável tratar simultaneamente a criança, a família e quaisquer outros contatos de acordo com a solicitação do médico

• Após a detecção de sarna, a criança e todos os membros da família e qualquer outro contato próximo serão tratados simultaneamente de acordo com a solicitação do médico

• Nenhuma criança saudável deve ser proibida ou deixar de ir

à escola por ter pediculose. Políticas “sem lêndeas” para o retorno à escola devem ser desencorajadas (AAP, 2010).

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49 - Termo de Consentimento Informado

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CapÍTULO

49

Termo de Consentimento Informado

Diretrizes clínicas

• O profissional de saú­de responsável pelo procedimento deve conversar sobre o método com a criança e a família e obter o termo de consentimento informado antes da implementação de qualquer cirurgia, protocolo de pesquisa, intervenção ou tratamento que exija um consentimento informado

• O termo de consentimento informado deve ser obtido dos pais, responsáveis legais ou de crianças com capacidade cognitiva para respeitar o direito de autodeterminação na tomada de decisões

• Somente pacientes com capacidade apropriada para tomada de decisões e com poderes legais para tanto podem dar seu consentimento informado para a rea­li­zação de procedimentos médicos. Em todos os outros casos, são os pais ou seus representantes que fornecem a permissão para procedimentos diagnósticos e de tratamento da criança, com o consentimento desta sempre que apropriado

• Os profissionais de saú­de devem procurar obter a permissão dos pais para a rea­li­zação da maior parte dos procedimentos.

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