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Capítulo 15 - Taxa Interna de Retorno

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Capítulo 15

Taxa Interna de Retorno

15.1. Introdução

Taxa Interna de Retorno (TIR) é a taxa que torna nulo o valor do investimento (VPL = 0).

VPL = VP – I

Onde:

VPL: valor presente líquido

VP: valor presente

I: investimento

Podemos também definir a taxa interna de retorno como a taxa de juros que iguala, em determinado momento de tempo, o valor presente das entradas com o das saídas previstas de caixa. Podemos dizer que quando VPL = 0 recupera-se o capital investido.

Nota 1: A TIR é a taxa de desconto que torna nulo o VPL. Toda taxa é uma taxa de desconto, mas a TIR possui tem esta propriedade e é somente dela sendo batizada de um nome especial (TIR).

Nota 2: Do ponto de vista financeiro, a TIR é uma taxa de financiamento, ou seja, se a TIR é 10%, isso significa, do ponto de vista financeiro, que uma empresa capta recursos de uma instituição financeira à taxa de 10%.

Nota 3: O cálculo da TIR pode ser obtido por interpolação linear ou pelo fluxo de caixa.

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Capítulo 21 - Valor Presente Líquido e Viabilidade de um Projeto

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Capítulo 21

Valor Presente Líquido e

Viabilidade de um Projeto

Em regra uma empresa deve aceitar todo projeto cujo VPL > 0, de acordo com esta realidade deve-se estudar a relação de taxas com a TIR que torna o projeto viável.

21.1. Viabilidade de um Projeto

A viabilidade de um projeto consiste em obter um fluxo de caixa positivo

VPL > 0, como a taxa Interna de retorno é a taxa cujo VPL = 0 basta comparar uma taxa qualquer do projeto (K) para se obter a viabilidade ou não.

Viabilidade de um projeto:

Se TIR > k o projeto é viável.

Se TIR < k o projeto é inviável.

Se TIR = K Indiferente.

21.2. Exercícios Propostos

1.

(Cesgranrio/Administração/BR Distribuidora/2012) Seja o seguinte projeto de investimento simples representado pelo fluxo de caixa a seguir:

Matematica_Financeira_4ed.indb 271

Período

Valor (milhões de R$)

0

–200

1

50

2

60

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Capítulo 12 - Rendas

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Capítulo 12

Rendas

12.1. Introdução

Rendas são pagamentos ou recebimentos feitos ao longo do tempo. No caso da amortização, temos o pagamento de uma dívida, e na capitalização temos a constituição de um capital.

12.2. Amortização

É o pagamento de uma dívida ao longo do tempo. A amortização pode ser antecipada, postecipada e diferida. Como exemplo típico, temos a compra de um bem que será pago em “n” prestações, e a loja cobrará juros na negociação.

Estaremos interessados em mostrar como calcular essa taxa através de uma tabela financeira que evita fazermos conta na hora da compra.

12.2.1. Tipos de pagamento

A amortização é o pagamento de uma dívida ao longo do tempo. Podemos definir a amortização como antecipada, postecipada e diferida.

Antecipada: caso um indivíduo compre um bem hoje em três parcelas, o primeiro cheque entra hoje. Na prática do mercado tal fato não ocorre, pois as lojas deixariam de ganhar mais juros, pois teríamos apenas dois meses de juros em três parcelas.

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Capítulo 5 - Preço de Venda de uma Mercadoria

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Capítulo 5

Preço de Venda de uma Mercadoria

5.1. Introdução

Na venda de uma mercadoria em geral espera-se um ganho, que será chamado de lucro, logo o preço de venda de uma mercadoria será o preço de custo acrescido do lucro.

Fórmula para o cálculo do preço de venda:

PV = PC + L

Caso haja prejuízo, a fórmula é:

PV = PC – P

Onde:

PV = preço de venda

PC = preço de custo

L = lucro

P = prejuízo

Ex.: Qual o preço de venda de uma mercadoria cujo preço de compra vale

$ 500,00 e o lucro é de $ 150,00?

Solução: PV = PC + L = 500 + 150 = 650

5.2. Exercícios resolvidos

1.

O preço de custo de uma mercadoria foi de R$ 500,00 e será vendido com lucro de R$ 100,00. Então o preço de venda é: a) R$ 500; b) R$ 600; c) R$ 700;

Matematica_Financeira_4ed.indb 55

03/06/2015 16:07:11

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Matemática Financeira para Concursos I Fabrício Mariano

d) e)

R$ 800;

R$ 900.

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Capítulo 5 - Material Arquivístico

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Capítulo 5

Material Arquivístico

5.1. Material Arquivístico

É todo equipamento de consumo usado em arquivos. Existe grande variedade de material arquivístico, sendo difícil caracterizar todos os disponíveis.

5.2. Material de Consumo

É aquele que sofre desgaste a curto ou médio prazos. São as fichas, as guias, as pastas, as tiras de inserção e outros.

5.3. Caixas

Existem vários fabricantes de caixas para arquivo. Todas as caixas apresentam nas partes externas enunciadas para serem completadas de acordo com o conteúdo, como:

• ano

• documentos

• seção

• revisão

A guarda dos materiais de arquivo em caixas tem como finalidade o sigilo dos mesmos e a busca da informação é feita através de um índice remissivo.

Como o fator fundamental é o sigilo da informação, a princípio, na parte externa das caixas, haverá apenas números e, se for um arquivamento por ordem cronológica deverá, ser complementado por data de entrada, ano e número.

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