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34 - Noções de Anatomia e Fisiologia

PORTO, Celmo Celeno; PORTO, Arnaldo Lemos Grupo Gen PDF Criptografado

Seção 4

Laringe

34

Noções de Anatomia e Fisiologia

De acordo com sua atuação, os ­músculos da laringe divi‑ dem‑se em: adutores, que aproximam as pregas vocais (cons‑ tritores da glote); abdutores, que afastam as pregas vocais (dila‑ tadores da glote); tensores, que distendem as pregas vocais.

Toda a inervação motora desses diferentes ­músculos é for‑ necida pelo nervo laríngeo inferior ou recorrente, com exce‑

ção do ­músculo cricotireóideo, cuja motricidade é garantida pelo laríngeo superior, nervo misto que é também responsável pela sensibilidade da mucosa laríngea (Figura 34.2).

Helio Hungria, Paulo Humberto Siqueira e André Valadares Siqueira

A laringe constitui importante segmento do aparelho res‑ piratório, altamente diferenciado, pois desempenha as fun‑

ções respiratória, fonatória e esfincteriana. É formada por um arcabouço ­musculocartilagíneo (Figura 34.1) e tem cinco car‑ tilagens: tireoide, que tem a forma de um livro aberto para trás e é conhecida, vulgarmente, pela denominação pomo de

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151 - Exames Complementares

PORTO, Celmo Celeno; PORTO, Arnaldo Lemos Grupo Gen PDF Criptografado

151

Exames

Complementares

Maria do Rosário Ferraz Roberti, Therezinha Ferreira Lorenzi,

Mauro Miguel Daniel, Neusa Batista de Melo e Nelcivone Soares de Melo

CC

Introdução

O diagnóstico das hemopatias baseia‑se na anam­ne­se e no exame físico dos pacientes, mas os exames laboratoriais, mui‑ tas vezes, são necessários para confirmar e para caracterizar o diagnóstico de modo mais preciso.

Os exames complementares utilizados para o estudo de rotina das células do sangue são hemograma, mielograma (obtido por aspirado da medula óssea), anatomopatológico de medula óssea

(erroneamente chamado de biopsia da medula óssea, pois esta se refere ao ato da coleta do material), reações citoquí­micas, ultraestruturais, imunológicas (imunocitoquí­mica, imunofe‑ notipagem e imuno-histoquí­mica) e adenograma.

O esplenograma (um método para explorar o baço, des‑ crito em 1963) foi utilizado no passado, mas atualmente tem apenas valor histórico.

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140 - Noções de Anatomia e Fisiologia

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Seção 3

Órgãos Genitais

Femininos

140

Noções de Anatomia e Fisiologia

Pascoal Martini Simões, Alexandre Vieira Santos Moraes e

José Augusto Machado

CC

Essa região é rica em glândulas sebáceas e sudoríparas

(algumas apócrinas).

Os grandes lábios projetam‑se em direção ao períneo para formar a comissura posterior ou fúrcula.

Os pequenos lábios (ninfas) separam‑se anteriormente para abraçar o clitóris, formando seu “freio” e seu “prepúcio”.

Posteriormente, fundem‑se com os grandes lábios na porção média, ou, mais raramente, vão até a fúrcula.

O vestíbulo, espaço limitado entre os pequenos lábios, estende‑se do clitóris à borda posterior do hímen. Devido a isso, os orifícios da uretra, da vagina, das glândulas de Skene e das glândulas de Bartholin estão si­tua­dos no vestíbulo.

Introdução

A genitália externa, ou vulva, que deve ser estudada em conjunto com o períneo, constitui a região vulvoperineal.

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17 - Exame do Abdome

PORTO, Celmo Celeno; PORTO, Arnaldo Lemos Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

Porto 17.indd 430

17

30/11/16 15:53

Exame do

Abdome

Celmo Celeno Porto

Americo de Oliveira Silverio

Cacilda Pedrosa de Oliveira

Heitor Rosa

Hélio Moreira

José Abel Alcanfor Ximenes

Rafael Oliveira Ximenes

Rodrigo Oliveira Ximenes

João Damasceno Porto

Mauricio Sérgio Brasil Leite

■■ Introdução  432

■■ Pontos de referência anatômicos do abdome  432

■■ Re­giões do abdome  432

■■ Projeção dos órgãos nas paredes torácica e abdominal  433

■■ Inspeção  433

■■ Palpação  436

■■ Percussão  444

■■ Ausculta  446

■■ Exame da região anoperineal e toque retal  447

■■ Principais síndromes abdominais  448

■■ Roteiro pedagógico para exame do abdome  460

Porto 17.indd 431

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432  Exame Clínico

Introdução

O reconhecimento dos pontos de referência anatômicos, a di‑ visão do abdome em re­giões clínicas e a projeção dos órgãos desta cavidade na parede abdominal e torácica são essenciais para o estudo da propedêutica abdominal.

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152 - Doenças do Sangue

PORTO, Celmo Celeno; PORTO, Arnaldo Lemos Grupo Gen PDF Criptografado

152

Doenças do Sangue

Maria do Rosário Ferraz Roberti, Neusa Batista de Melo e

Nelcivone Soares de Melo

Hemopatia refere‑se a doen­ças do sangue, de hemo, sangue, e phátos, doen­ça. Podem ser divididas em primárias, secundá‑ rias e associadas.

As hemopatias primárias compreendem os distúrbios rela‑ cionados com as séries hemopoé­ticas – eritrocitária, leucoci‑ tária ou plaquetária –, além dos defeitos da hemostasia e da coa­gulação sanguí­nea.

Denominam‑se hemopatias secundárias as lesões princi‑ pais não localizadas nos órgãos hematopoé­ticos ou nas células sanguí­neas. Exemplos disso são as modificações que ocor‑ rem em algumas parasitoses, como no tipo hepatoesplênico da esquistossomose mansônica, em que pode haver alteração da volemia e dos fatores de coa­gulação, devido à lesão hepá‑ tica, além do número das células sanguí­neas por hiperfunção esplênica (hiperesplenismo).

As hemopatias associadas fazem parte do quadro clínico de outras moléstias cuja etiopatogenia pode ou não ser bem defi‑ nida. São exemplos algumas doen­ças hereditárias nas quais há deficiên­cia de enzimas que ­atuam no metabolismo dos polissa‑ carídios ou dos lipídios. São denominadas re­ticuloendotelioses de acúmu­lo ou doen­ças de depósito lisossomal.

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